"Um beijo não é
O verdadeiro autografo do amor?"
- HENRY FINCK
ESSE É, sem dúvida, o encontro mais estranho que já tive. Não que eu seja muito entendida de encontros, quero dizer. Potter e eu caminhamos pelos últimos cinco minutos e meio, e agora eu estou parada aqui, num corredor do sétimo andar.
E nós nem trocamos muitas palavras nem nada durante todo o caminho, o que é bem estranho.
Potter não pára de andar de um lado para o outro no corredor. Estou tentando não olhar para ele. Por isso faz uns três minutos que eu estou olhando fixamente essa tapeçaria medonha, que retrata um trasgo espancando uma futura professora de balé.
Como eu disse, eu não sou a melhor pessoa para julgar um encontro, já que não tive muitos, mas... isso era para ser romântico?
Merlin, estou ficando confusa.
- Interessante, não?
Oh, Morgana, esse garoto bate bem da cabeça?
- Hum, é. - respondo, incerta.
- Retrata a tentativa de Barnabás, o Amalucado, de ensinar balé aos trasgos. - ele diz, apontando para a tapeçaria.
Eu não tenho nada para dizer, então simplesmente faço que sim com a cabeça. Isso está ficando cada vez mais estranho.
- Lily? - ele me chama. Viro-me para encará-lo. - Você gosta de praia?
O quê!?
Não consigo evitar um olhar interrogativo. Juro que tentei, eu nem fiz nenhuma pergunta desde que saímos da sala Comunal! Sinceramente, eu até acho que deveria ser parabenizada, porque eu sou a única garota na história de Hogwarts que é levada para um corredor do sétimo andar, para ficar admirando uma tapeçaria onde um trasgo fica dando cacetadas repetidamente numa pobre bailarina num primeiro encontro!
Será que esse Barnabás Amalucado aí é algum parente do Potter?
Potter dá uma risadinha.
- Eu já explico, não se preocupe. Mas, primeiro, você gosta de praia?
- Hum, acho que gosto.
- Ótimo. - ele diz, e volta a andar de um lado para o outro no corredor.
Eu olho para o trasgo, que agora parou de acertar a mulher com sua clava e está me observando interessado.
Definitivamente, eles são parentes.
- Pronto. - Potter diz, parado na frente de uma porta que eu tenho certeza que não estava ali da última vez que olhei para aquela parte do corredor.
Ele me olha, e sorri.
- Damas primeiro. - ele diz, indicando a porta.
Eu me aproximo da porta, desconfiada. Potter é um sociopata. Será que ele não está pensando em me trancar aí dentro para depois me matar ou fazer qualquer coisa desse tipo?
Quero dizer, é o Potter. A gente pode esperar qualquer coisa dele.
Como se lesse meus pensamentos, ele diz:
- É seguro, Lily. Pode entrar. - Como eu não me mexo, ele acrescenta. - Você quer que eu entre primeiro para mostrar?
Não, Potter, claro que não. Vou entrar primeiro para dar a chance de você me trancar numa sala suja, fria e escura, é claro. Dããã.
- Tudo bem, eu entro primeiro. - Ele diz, abrindo a porta e entrando. - Viu, nada demais. Pode vir.
Eu me aproximo da sala, sem tirar os olhos do Potter. Se ele pensa que eu vou baixar a guarda, coitadinho, está muito enganado. Eu já li livros de suspense demais para não saber que é na hora que a vítima se distrai, que o assassino a ataca.
Entro cautelosamente na sala.
Mas... não estamos numa sala. Passando a porta, entro numa...praia.
Uma praia de areia branquinha, com ondas suaves batendo em nossos pés. O céu é um manto azul-escuro, onde milhares de estrelas reluzem.
- Mas como é possível...? - eu olho abobada para o Potter. Ele simplesmente sorri.
- Você acredita em Magia, srta. Evans?
OH MEU MERLIN!
Não tem como não sorrir diante disso. É humanamente impossível não sorrir diante disso.
- Então, o que quer fazer? - Potter me pergunta, fechando suavemente a porta, que some na paisagem.
- Não sei, Potter. - respondo, distraída. Cara, isso é mesmo de verdade?
- James. - Eu olho para ele. - Meu nome é James. Quero dizer, também é Potter, mas... - Eu dou uma risadinha. Ele é engraçado. - Você entendeu.
- Tudo bem, James. - digo. James sorri e eu olho para os meus pés.
Cara, a areia é tão branquinha. Será que é areia de verdade ou apenas uma imitação visualmente perfeita, porém com textura de isopor, bolacha-recheada, carpete ou qualquer coisa do tipo? Pego um punhadinho de areia na mão. Por Morgana, é de verdade.
- Eu acho que a água também é de verdade, mas eu nunca testei. - Potter, quero dizer, James, está dizendo. Essa coisa de hábito é engraçada. Acho que meu cérebro vai demorar um pouquinho para entender que "Potter" agora é "James". - Você quer?
- O quê?
- Entrar.
- Ah, tá. - respondo, sem a menor idéia do que James está falando.
Então, ele simplesmente tira os sapatos e entra na água. Aí, ele se vira e pergunta.
- Você não vem?
Ah, é disso que ele está falando.
- Hum, claro. - murmuro, tirando os tênis e dobrando a barra das calças pela segunda vez ao dia. Só espero que essa praia que o Potter (James, Lily, James!) arranjou não seja habitada por uma baleia vingativa prima da Lula Gigante que esteja a fim de me dar um banho.
Eu entro na água, as ondinhas suaves quebrando nos meus tornozelos. É bom. Quero dizer, a água não é fria nem suja. De fato, é uma sensação gostosa.
- Você já foi a uma praia? - James pergunta.
- Estamos em uma, não estamos? - eu pergunto, rindo. Estou sentindo cócegas nos pés.
- Não, quero dizer, a uma praia de verdade.
- Já. E você?
- Também. Você é nascida-trouxa, não é?
- Sou.
- Então, me diz uma coisa. - Engraçado isso. James parece meio sem-graça. - O que os trouxas fazem quando vão a praia? - ele pergunta, parecendo genuinamente interessado.
Eu olho para ele, e não consigo evitar soltar uma gargalhada. A idéia que os bruxos fazem dos trouxas é absurda.
- Nós sentamos na areia, conversamos, comemos, entramos no mar, algumas pessoas correm, outras ficam jogando bola... Nada demais, realmente. Você achava que a gente fazia o quê?
- Hum, sei lá. - Ele cutucou uma conchinha embaixo d'água com o pé. - É que eu fico confuso com aquelas coisas coloridas e...
- Guarda-sol?
- É esse o nome? É umas coisas coloridas que os trouxas colocam na água.
- Ah, bóias.
- Deve ser. Elas são estranhas.
Eu dou risada.
- Mas, o que você faz quando vai à praia?
- Ah, não sei. Normalmente eu sento na areia e fico conversando com quem estiver comigo. E o que você faz?
- Algo parecido com isso. - James fica em silêncio, por alguns instantes. Então olha para mim e diz - Você quer?
- O quê? - pergunto, sem desviar os olhos dos dele.
- Sentar na areia e conversar.
- É uma boa idéia. - James concorda, e nós saímos da água.
Paramos na areia, e eu olho ao redor. Precisamos de um lugar para sentar, penso. Um lugar confortável, de preferência.
POP!
Um sofá azul bebê de dois lugares aparece no meio da areia.
James parece achar o fato de um sofá azul-bebê aparecer no meio da praia, do nada, uma coisa super-comum, porque ele simplesmente diz:
- Hum, gostei da idéia. - E senta no lado direito do sofá. - Que foi?
- James, você não acha estranho?
- O quê?
- Um sofá ter aparecido no meio da praia.
- Bom, não era isso que você queria?
- Como assim?
- Não é isso que você desejou?
- Eu não desejei um sofá. Apenas pensei que nós precisávamos de um lugar confortável para sentar. Aí esse sofá apareceu. Honestamente, eu estou confusa.
Ele dá uma risadinha, e me puxa, para que eu me sente ao lado dele. Esse sofá de dois lugares é propaganda enganosa, porque o espaço é tão pouco e eu me sento tão junto de James que a coisa tá mais para "um lugar e meio". E olha que eu sou magrinha.
- É assim que essa sala funciona. - Ele me esclarece. - Ela consegue tudo o que você quer, tudo o que você precisa.
Opa, a idéia é boa.
- Então, se eu quiser aquele jogador bonitão da Seleção Inglesa de Quadribol, ele vai aparecer aqui?
- Receio que não, meu bem. - ele diz, rindo. Meu bem. Ninguém se dirigiu a mim como "meu bem". Quero dizer, minha mãe provavelmente sim, mas, droga, é a minha mãe. Nenhum garoto jamais tinha me chamado de uma maneira carinhosa assim antes.
- De que jogador você está falando? - ele pergunta.
- John Plumpton. - ele me olha como se eu tivesse duas cabeças.
- Esse cara não joga nada! - James exclama, indignado. - Nós perdemos aquele jogo por causa dele!
- Não acho que tenha sido culpa dele. Como é que o cara ia imaginar que o balaço ia acertar a cabeça dele?
- Bom, talvez se ele tivesse olhado para o lado, visse o balaço vindo em direção à ele. Sei lá, não importa. Ele tinha que saber!
Eu olho para o Potter e levanto uma sobrancelha.
- Porque é parte da função dele, como jogador de Quadribol, cuidar os balaços para que eles não batam na sua cabeça! - James explica, gesticulando com as mãos.
- Achei que essa fosse a função do batedor.
- Ah, mas não dá para deixar tudo para o batedor. Quero dizer, são dois batedores, um campo enorme, dois balaços e sete alvos em potencial. No Quadribol, você tem que cuidar da sua cabeça. Afinal, é a sua cabeça que está em jogo, e não a do batedor. A menos, é claro, que você seja um batedor.
- Você gosta bastante de Quadribol, não é?
- Adoro. É mais que um esporte, sabe?
- É uma filosofia de vida?
- É, por aí. - ele diz, relaxando no sofá.
- Eu não entendo nada de Quadribol. - digo, porque é verdade.
- Todo mundo sabe um pouco de Quadribol. Pelo menos o básico você sabe que eu sei. Nós tivemos aulas no primeiro ano.
- Não que você precisasse de aulas, é claro. - Eu digo, irônica. Ele cai na risada.
- É, acho que você tem razão. Mas você sabe o que foi a primeira coisa que meus pais compraram, quando descobriram que a minha mãe estava grávida de mim?
- O quê?
- Uma vassoura de brinquedo.
Nós dois rimos.
- Então você já gostava de Quadribol antes mesmo de nascer.
- Digamos que eu nasci predestinado.
Eu rio mais ainda, do tom solene dele.
- Ria, ria, mas vai ser a primeira coisa que eu vou dar para o meu filho, quando eu tiver um. - James diz, falsamente magoado.
- Você vai dar uma vassoura para ele?
- É. E você vai dar o quê?
- Eu não sei se vou ter filhos.
- Como não?
- Não sei. Antes eu tinha tudo planejado: casamento, filhos, e uma casa. Mas agora... não sei. Estou numa fase "vou-onde-a-vida-me-levar".
- Planos para, no máximo, daqui a cinco anos. Mais que isso, é uma coisa vaga, um desejo.
Olho para ele, séria agora.
- Como é que você sabe disso?
- Eu também estou numa fase dessas, sabe? - ele pisca para mim. - Acho que sempre estive. Mas então, é verdade que você não gosta de Quadribol?
- Eu gosto de Quadribol, sim, só não gosto de montar em uma vassoura.
- Por que não? Lily Evans, como é que você pode não sentir a liberdade, o ventinho batendo no rosto, a adrenalina nas veias... - ele diz, de maneira exagerada.
- Posso te contar um segredo?
Ele faz que sim com a cabeça e aproxima o rosto.
- Eu tenho medo de altura.
- Sério?
Eu mordo o labio, envergonhada. Não é uma coisa que eu me orgulhe muito, vivendo em mundo que o esporte mais popular é jogado a sei lá eu quantos metros de altura.
- Merlin, o que vamos fazer com você, srta. Evans! - ele geme, o braço sobre o rosto, em fingindo desespero.
Esse cara definitivamente é um palhaço.
- Bom, um dia você vai voar comigo, e aí vai ver como é bom. - ele diz, encerrando o assunto.
O silêncio se instala entre nós. Eu fico olhando as estrelas, abraçada aos joelhos. Essa situação é bem estranha. Estou saindo com um sociopata, por Merlin!
- Quer jogar "Guerra dos Polegares"?
- O quê?
James dá de ombros, como uma criança pega aprontando pela mãe.
- Desculpe, é que foi a única coisa que me ocorreu.
Eu dou risada, e ofereço a minha mão para ele. James a pega. Ele tem mãos grandes, com dedos longos e finos.
Minha mão some dentro da dele.
Ele dá risada quando colocamos nossos polegares em posto, para começarmos a brincadeira. O polegar de James é tipo o dobro do meu. Tudo bem, eu admito, minha mão é pequena.
- Um... dois... três! - começamos a brincar com os nossos dedos. Pouco tempo depois, já estou com o polegar de James preso sob o meu.
- Quem disse que tamanho é documento? - digo, e levanto as sobrancelhas para ele.
Ele sorri marotamente.
- Você acredita mesmo no que está dizendo?
- Seu pervertido! - digo, dando um soquinho de brincadeira no braço dele. Como é que ele pôde pensar uma coisa dessas!?
- Ei! Eu não disse nada! Foi você que pensou bobagem!
- Ah, claro! - exclamo, sentando de lado no braço do sofá, os pés no assento. - Se eu pensei bobagem, foi só porque você também pensou!
Ele ri.
- Você não acha então que tamanho é documento?
Eu empino o nariz, em desafio, embora esteja louca de vontade de rir.
- Você acabou de mostrar que não é.
Ele me olha, sorrindo definitivamente maroto, e apenas levanta as sobrancelhas.
- Vem cá que eu te mostro.
Eu não consigo mais deixar de rir. Aí James pega o meu pulso e me puxa para ele. E, de repente, eu estou sentada praticamente no colo dele. E nós dois estamos rindo como dois loucos.
Então, acontece um momento.
E eu ainda estou rindo quando a cabeça dele desce em direção a minha.
Então, eu sinto os lábios dele sobre os meus, com uma intensidade incrível. Parece que a minha pele se tornou mega sensível, porque dá pra sentir a mão dele escorregando pelas minhas costas e me puxando mais para ele. E dá para sentir o calor emanando do corpo dele. E os músculos dos braços dele. Cara, nunca pensei que James Potter tivesse os braços tão fortes.
E de repente a mão dele está na minha nuca. É, a mão dele. Aquela mão grande de dedos longos está na minha nuca, me segurando. Delicadamente, mas com vigor. E isso está me dando arrepios. Mas não é como isso fosse ruim.
Na verdade, é muito bom.
Melhor do que eu pensei que pudesse ser.
Maravilhoso.
Então, a cabeça dele vai um pouco para trás. Eu agarro a camisa de James com as duas mãos. Não quero que esse beijo termine nunca. James parece entender minhas mensagens telepáticas desesperadas, porque só inclina a cabeça para o lado, mudando o ângulo do beijo.
E eu não consigo mais articular pensamentos coerentes.
Só sei que isso é bom, muito bom.
Alguma coisa apita, e James se separa de mim abruptamente, procurando alguma coisa no pulso.
O relógio, o maldito relógio. Por que raios esse idiota não pega esse relógio e joga na droga da água, hein?
James desliga o relógio, engole em seco e me olha.
De repente, eu me sinto vazia como uma folha em branco.
- São dez da noite, Lily. Acho melhor a gente ir embora. O Filch...- ele engole em seco e passa a mão pelos cabelos. Estou sentindo uma coisa estranha no estômago. - Você não vai querer andar por ai depois do horário permitido, provavelmente.
Estou sentindo uma coisa muito estranha. Não dá para dizer o que é. Certamente não é os meus velhos amigos do Riverdance. Não é nada que eu já tenha sentido antes. Não consigo encontrar palavras para descrever essa sensação.
Dou um longo suspiro, como se isso fosse resolver todos os problemas do mundo. James sorri fracamente e eu me levanto.
Encontro encerrado, pelo visto.
Que pena. Muito, muito triste isso.
Quero dizer, é uma boa praia.
Ah, cale a boca, Lily.
- FOI UM bom encontro. - digo, quando nós paramos na base da escada do dormitório feminino, e imediatamente tenho vontade de pegar as palavras e colocá-las de volta na boca, uma a uma. Como posso ser tão retardada?
James ri, e passa a mão pelos cabelos de novo. Tenho a impressão que isso é um tique.
- É, foi. Escuta, Lily... - ele começa, as mãos nos bolsos. - Você tem planos para quarta de noite?
Sinto uma ligeira fraqueza nos joelhos. AI MEU MERLIN! Esse garoto não pode estar me convidando de novo...
- Não, não tenho nada. Quero dizer, tenho Grupo de Estudos de Feitiços antes do jantar, mas acho que lá pelas oito eu tô liberada.
- Oito horas, então?
- Onde? - ele sorri diante da pergunta.
- Barnabás, o Amalucado?
- Ah, meu quadro favorito. - brinco. Ele ri. - Oito e quinze, então.
- Tudo bem. - Ele se inclina para frente, as mãos nos bolsos, até seus lábios quase tocarem os meus. - Sonhe comigo. - murmura, levemente rouco, e me dá um beijinho.
Ah, James, pode ter certeza que eu sonharei.
N/A: Olá gente! Sem grandes novidades hoje... oikaosdjfaskfojfoak Demorei para postar porque eu andei em negociações com os Marotos, para que hoje eu pudesse trazer ele, o grande, o magnífico, o gostoso, o super-ultra-mega demais SIRIUS BLACK!
(palmas, por favor)
(falas do Sirius em negrito ;D)
Uhn, olá, pessoal.
Não tenha medo, Sirius, nossas fãs não mordem.
(careta) Como se eu, Sirius Black, estivesse com medo...
Não podemos ficar de muito blábláblá porque o nosso acordo só engloba resposta de reviews, não notas da autora, porque, como vocês sabem, o cachê dos marotos andou aumentando :P Por enquanto (risada maléfica). Então vamos lá!
Jhu Radcliffe: Olá, tudo bom com você? Bom, eu não posso comentar nada sobre DH, sabe, meu agente não liberou... Mas se você quiser comentar sobre outras coisas, pode me chamar (piscadela)
Se você está com o coração na mão, amiga, acho melhor já marcar a consulta com o cardiologista. Esse livro reserva grandes emoções. :P
Linah Black: Um livro está tirando a sua graça? Isso é inadmissível! Pode deixar que eu te ajudo achá-la rapidinho. È só marcar, que a gente vê.
Tassia Black: Acho que foi pra você que eu confirmei, né? Se não, a resposta é sim.
É, realmente ótimo que a Lily esteja saindo com o Prongs. Eu já não agüentava mais ouvi-lo suspirando pelos cantos e enchendo o saco por causa da ruiva... :P
Thaty; O livro foi... surpreendente. Okasofkasodfoaskd :DDD
fla marley: Quer companhia enquanto espera?
Pikena: oaksdofkasodk Quase morri para conseguir aquele livro:P E sou mais sortuda por ter a companhia de alguém para responder reviews... :PPPPP
.-.-Snake's Princess-.-.: Obrigada:D
Helena Black: Você acha? Não sei, a Madison até que não é nada mal... (pensativo).
Eu também adorei aquela parte :D Pessoalmente, adoro um barraco (quando é com os outros, claro).
July Prongs: Meg Cabot? Não é essa que você tem zilhões de livros?
Ai Sirius, como você é abelhudo. Não faz nem meia hora que chegou aqui em casa e já mexeu nas prateleiras, no armário, já deitou na cama...
Lily...: Que bom que você gostou! Mas olha só, não me leva a mal, mas eu queria pedir que tu não colocasse mais tantos atualiza um do lado do outro, que deforma a pagina, e é horrível pra ler depois. Sorry :P Mas eu gostei da intenção, tá:D Beijos
Nanda Evans: Eu venho aqui responder reviews e ela diz que não tem tempo para escrever... Que mal-edu- -
SIRIUS!
Ah, qual é!
Não se fala assim dos leitores. Leitores são legais. Sirius é chato.
(mostra a língua) E não me trate como se eu fosse um - -
Um cachorro?
É.
Mas você é um.
BaBi Evans: (resmungando) James lindo demais, onde é que já se viu... que absurdo... outra louca...
Sirius, eu não vou gritar com você de novo.
Mas isso é um absurdo, Duka! James bonito! Nunca!
Ta, ta bom. (pega a primeira coisa que vê na frente, o controle da tv, e empurra na mão do Sirius) Toma, vai assistir tv.
Okosfkaosdkfoaksdof Brigada pela review!
Enfim.Bom, pessoal, podem mandar perguntas, declarações, xinga... Sirius, dá pra parar de apertar o mute?
Achei que o nome disso era botão.
È, é botão. Botão do mute.
Mute?
Mute é o nome da função que faz a televisão ficar sem som.
Ah, ta. (sorri feliz e continua apertando o mute).
(revira os olhos) Ta, ta, deixem reviews antes que eu enlouqueça com essa coisa aqui mexendo na televisão. Becitos.
