Para todos os comentários e críticas sobre o meu fic, brigada XD pensava que ninguém ia ler uahsauhsauhsa!

espero que estejam gostando desse principio de história. Prometo que irei escrever o mais rápido possivel todos os caps da fic, ta? .-

Bye ! .o/\o.

PS: não me perguntem o que o chinês disse pra sakura... pq nem eu sei! eu inventei aih na hora : P - Ni hao eh Oi -

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Capítulo 2 - Chinês para iniciantes

E assim foi a viagem, tranqüila e vagarosa. Parecia que o tempo não passava! Ela olhava para as nuvens, para a maleta em suas mãos e para o relógio. Foi isso o tempo inteiro dentro do avião.

- Desembarque do vôo de Tóquio com destino a Hong Kong, por favor, passageiros, façam o desembarque na plataforma A - ecoava o som pelo aeroporto.

Sakura andava de braços dados com Takio, que estava levemente sonolento depois das boas horas de sono dentro do avião. Ela não acreditava, estava na China! Parecia animada com a idéia. Já via alguns chineses pelo aeroporto, algumas crianças correndo de um lado para o outro e alguns turistas. Ela escutava um idioma estranho, era chinês. Sabia que teria que aprender chinês no sacrificio! A única frase que sabia era "wo ai ni" e nem tinha certeza se era isso mesmo.

- O que é que esse povo tá dizendo, Sakura? - falava Takio bocejando - Eu não tô entendendo um grama do que esse povo tá falando...

- E você acha que eu tô? Segura aqui minhas malas! - ela abria a maleta e pegava um dicionário - Hehehe... Acho que isso vai nos ajudar!

- Não me diga que você tem um dicionário de chinês/japonês aí? - ele falava, rindo da cara da mulher ao seu lado. - Vamos ver se esse chinês via dicionário tem utilidade. - falou malicioso. - Vá comprar uma água pra mim, Sa-ku-ri-nha!

- Tá certo!

E lá foi, comprar a água do amigo que esperava com todas as suas malas. Enquanto procurava um quiosque onde vendia bebidas, Sakura lia e relia as palavras que iria dizer ao moço do quiosque. Sempre otimista! Sabia que a história poderia dar errado... Mas fazer o quê? Detestava quando Takio ria de alguma coisa relacionada a ela. Avistou um quiosque, foi correndo para lá.

- Ni hao! - falava ela, nervosa.

- Ni hao! - falava o moço sorridente. - Chini taka de chii do ne?

- Hein? - soltou ela, sem perceber. Não havia entendido nada que o homem a sua frente falava. Afinal, não estava no Japão, e sim na China! - Er... Você fala japonês?

- ??? - o homem olhava confuso para ela. - Taka ne?

- Do you speak english? - Falava ela sem graça - I'm sorry! I don't speak Chinese.

Os dois estavam mais perdidos do que agulha no palheiro. Takio olhava de longe a situação, como Sakura era ingênua! Pensava que com um simples dicionário iria aprender a falar chinês. Ele balançou a cabeça negativamente, não havia notado que um homem se aproximava da menina "flor de cerejeira".

Sakura tentava falar com o homem em sua frente. Que vergonha! Um país como a China os empregados nem falavam inglês. No Japão era diferente, para arrumarem emprego num aeroporto, por exemplo, tinham que ter pelo menos o inglês e o espanhol. Ela tentava fazer o homem entender que queria apenas uma garrafinha de água, nem havia percebido um homem que estava ao seu lado, olhando para ela com uma vontade enorme de rir.

- Moço, a senhorita quer apenas uma água. - falou o homem, seu chinês era impecável! - Quanto custa?

Sakura simplesmente olhou para o lado, quando vê quem é, solta um grito que ecoa o aeroporto inteiro.

- ERIOL!!!! - abraçava o amigo com saudades - Como você sabia que eu estava comprando água? Aliás, quando chegou aqui? Por Kami! Pensei que só iriam chegar no outro dia!

Takio havia escutado o grito de Sakura. Tinha se assustado, o que tinha acontecido? Pegou todas as malas e saiu o mais depressa possível até o quiosque onde a menina que dominava seus pensamentos estava. Mas, ao chegar lá, ficou surpreso com a situação que tinha acabado de presenciar: Sakura abraçando um estranho? Veio uma pontada de ciúmes. Quem era aquele homem que a abraçava com tanta ternura? Não estava gostando nada da situação, resolveu cortar o barato do casal.

- Cof, COF! Cade minha água, senhorita-quebra-galho? - falou Takio, tentando ser o mais passivo que podia. - Estou morrendo de sede.

Eriol sorria com o canto da boca. Realmente, Sakura parava quarteirão. Acho que a jovem mestra das cartas Clow nem sabia que o homem que lhe pedia uma simples água era apaixonado por ela. No minímo, ele havia visto que Sakura o abraçava, e deveria ter ficado morrendo de ciúmes... - Mais um para eu me divertir! Como se já não bastasse meu querido descendente, agora, o sócio-babão.- Sorriu Eriol, sempre simpático.

- Deixa de coisa, Takio! Eu só vim lhe fazer um favor e você me chama de senhorita-quebra-galho? Essa é nova! - Sakura debochava - Deixe-me apresentar: Esse é Eriol Hiiragizawa, casado com aquela minha amiga, a Tomoyo!

- Sim! Eu já ouvi falar muito ao seu respeito, Hiiragizawa! - estendia a mão - Prazer, Takio Yamakusa.

- Então você é o famoso fotográfo que flertou com a minha querida Sakura? - falava Eriol, enquanto apertava a mão de Takio - Você não tem mau gosto. Ela é linda como uma flor, como o nome mesmo diz. - ao escutar isso, Takio parecia vermelho feito um tomate. Eriol apenas sorria.

- Er... Hum! - olhou com cara feia - Sakura é linda sim! Mas eu não flertei com ela!

A menina olhava para os dois, Eriol tinha cada comentário malicioso... Ás vezes, a própria não entendia o porquê dele ser assim. Vai ver, Eriol era doido que nem a prima. Mas, se Eriol estava ali... Onde estaria Tomoyo?

- Eriol, cadê a Tomoyo? - perguntou Sakura, um pouco confusa. - Pelo que eu saiba, a Tomoyo não fala chinês.

- Ela já está em nossos aposentos, pequena Sakura. Eu só vim pegar uma mala que tinha ficado na alfândega.

- Onde é que vocês estão hospedados? - perguntou Takio, curioso.

- Estamos na casa de uns parentes, Yamakusa. - sorriu para Sakura. - Espero que venha jantar conosco hoje à noite, Tomoyo ficaria muito feliz em vê-la.

- Lógico! Eu estou LOUCA para ver a minha priminha... Me diz, qual o telefone de onde vocês estão? - falando isso, abria a maleta para pegar o seu aparelho telefônico - Pode falar.

Ele pegou um papel e disse o número para a inocente Sakura. E assim, se despediram. Sakura iria ficar em um hotel no qual o Sr. Wong havia feito a reserva. Não sabia falar chinês, isso era um problema. Ela e Takio teriam que arrumar um tradutor urgentemente, não queria mais passar vergonha como acabara de passar no quiosque do aeroporto. Então, tomaram um táxi em rumo ao hotel.

Em uma mansão um tanto distante dali...

Todos estavam muito felizes com a chegada do casal de amigos. Principalmente Meiling que, mal a pobre da Tomoyo havia chegado, já queria ver o álbum de casamento da garota. Ela estava eufórica! Tomoyo estava ali, Eriol estava ali, mas faltava Sakura. Sentia raiva do primo. Como é que ele promete as coisas e não cumpre? Eles vivam brigando por causa da promessa que ele havia feito para Sakura, no entanto, ele falava que era amor de menino, capricho de criança. De certo, a dona das cartas nem lembrava da existência dele. Lá estava Meiling junto de Tomoyo e, de repente, escutam baterem na porta.

- Pode entrar! - berrou Meiling.

Era Li, com a mesma cara de poucos amigos.

- Onde está Eriol? Pensava que estava com vocês. - perguntava um Li bastante desconfiado.

- Ele foi pegar uma mala que havia ficado na alfândega. - falava Tomoyo, com um grande sorriso. - Li! Deixe de ser desconfiado e venha assistir um pouco de televisão. Eu vim fazer uma pequena visita na China, e é assim que você fica?

Ele ficou um pouco envergonhado com o comentário da amiga e sorriu. Meiling até estranhou o sorriso do primo. Fazia tempo que ele não ficava assim. Ele resolveu entrar no quarto e participar do clube das menininhas encantadas. Ligaram a televisão, estava passando um seriado americano. Eles assistiam atentos, era um seriado bem popular na China. Davam até algumas risadas e ficavam atentos a cada detalhe. Então, o seriado acaba e vai direto aos comerciais. Um dos comerciais chamara atenção de Meiling e Tomoyo. Tomoyo ficou eufórica com a nova propaganda de Hugo Boss, era do seu novo perfume, Pure Purple, mas não era bem o perfume que lhe chamava atenção e sim uma certa japonesa na propaganda. De repente, escuta-se um grito de Meiling.

- XIAOLANG! DÁ UMA OLHADA NESSA PROPAGANDA! - a menina eufórica pegou a cabeça do primo e girou de uma vez, para que ele olhasse a televisão. - Não é quem eu estou pensando que é?

O chinês viu e ficou surpreso. Aquilo era Sakura? A sua Sakura Kinomoto? E que roupas eram aquelas? Fechou a cara. O que diabos Sakura fazia em uma propaganda de perfume? Nem ele mesmo entendia. Estava cego de ciúmes! Onde já se viu, Sakura vestida de maneira tão vulgar!

- Aquilo não era a Sakura, Meiling. NÃO ERA! - gritava alterado com a prima.

- Era sim, Li... - Confirmava Tomoyo, morrendo de medo da fúria do amigo. - Só pra confirmar... - ela pegou seu álbum de casamento e lá estava Sakura, com um vestido longo, rosa-claro e tomara-que-caia. - Viu?

Ele não disse nada. Apenas se levantou e saiu do quarto.

- Eu não sabia que a Sakura estava fazendo propaganda para os perfumes da Hugo... - falava a chinesa.

- Essa propaganda é nova, nem eu havia visto! Ela estava linda, né? E eu notei que acabou de sair deste quarto um chinês muito do ciumento e que estava com uma raiva mortal de ter visto sua florzinha vestida de tal maneira.

As duas caíram na risada! Sabiam que essa história de Li com Sakura ainda iria render.

Ele pisava com força no chão. Estava furioso! Nunca que iria permitir a sua Sakura fazer uma propaganda daquelas. O tamanho do vestido, os passos e o jeito ousado. Li estava uma pilha de nervos. Nem olhava por onde andava, esbarrou em alguém, mas não deu muita atenção.

Eriol olhava para o descendente pisando firme ao andar pela casa. Ele sorri, sabia que isso iria acontecer. Ele havia visto Sakura na televisão e no mínimo, estava morrendo de ciúmes da mulher. Engraçado, mal sabe ele que a tal vem jantar em sua casa...

Num hotel luxuoso em Hong Kong...

Os dois desfaziam as malas, era roupa que não acabava mais! Sakura havia ficado em um quarto ao lado do de Takio. Ela pegou o livro das cartas mágicas e logo libertou Kerberus, que mais parecia um monstro com humor que estava... Entretanto, ela nem ligava para a faladeira do guardião. Tinha que ligar para sua casa, avisar que estava em mais uma viagem.

- Eu espero não encontrar aquele moleque nojento. Só de sentir a aura mágica dele, já me dá vontade de vomitar! - falava Kero, com vontade de sair voando e ir até a casa do moleque chinês.

- Eu quero ignorar a presença mágica dele, Kero. Eu não quero encontrá-lo. - falava com uma voz chorosa. - É muito doloroso para mim. Como pude confiar nele? Esperei todos esses anos, e nada! Capaz de estar casado e com uma penca de filhos!

O guardião detestava ver a sua mestra daquela maneira. Ele também estava magoado com Shaoran, o chinês havia prometido que voltaria para os braços de Sakura. Até que no começo eles se falavam por cartas, telefone... Porém, as cartas e os telefonemas haviam sumido. Ele se lembrava muito bem das brigas violentas que Touya e Sakura tinham por causa do moleque. Ela queria porque queria ir atrás dele mas o irmão ciumento não deixava. Touya sempre dizia: - Sakura, quando é que você vai parar de se enganar? Se esse moleque realmente gostasse de você, ele já teria vindo para cá, à sua procura. Agora, vê se acorda pra vida, maninha! As coisas nunca são do jeito que a gente quer.- O menino tinha razão. Se ele quisesse algo, já teria vindo atrás a muito tempo. Via discretamente as lagrímas nos olhos de Sakura. Por Kami! Quando ela iria esquecer aquele moleque nojento? Takio era um bom partido... Gostava dela, gostava do trabalho dela, gostava do jeito dela e o mais importante: Sempre estava com ela. Não sabia o que dizer, simplesmente, foi para perto de Sakura e a abraçou. E ficaram assim por algum tempo.

A menina dos olhos esmeraldinos resolveu parar de drama e ligar para Eriol. Isso era passado, como o irmão mesmo dizia: - Quem vive de passado, é museu! E monstrengas são coisas do século XXI, não da idade média. - Detestava quando Touya a chamava de monstrenga. Ela tirou o aparelho celular de dentro do bolso da calça e discou pro número que Eriol havia lhe dado. Chamava e chamava, e então finalmente alguém atendeu o telefone.

- Boa noite, com quem falo? Eriol Hiiragizawa se encontra?

- Sim! Ele se encontra em casa, um minuto. - falava uma mulher, seu japonês era horrível.

Esperava a coitada na linha. De repente, escuta-se uma voz animada do outro lado da linha.

- Querida Sakura... Pensei que não iria me ligar! Pronta para o jantar? Já são oitro horas da noite, o jantar é servido às nove. - falava Eriol, risonho do outro lado da linha. - Não me diga que trouxe Kerberus?

- Como é que você sabe? Ai, essa minha cabeça! Pode sentir a presença do Kero, né?

- Além de ter sentido a presença dele, você não seria doida de vir para China sem seu guardião. As coisas aqui não são tão calmas como em Tomoeda. Então, você aparece? Já avisei a sua presença. - dera aquele sorriso enigmático do outro lado da linha.

- Vai eu e o Takio. Melhor eu deixar o Kero aqui no hotel. Takio não sabe de nada! E nem é pra saber, viu? - falava um pouco desconfiada. - Acho que ele morre do coração se saber da existência do Kero.

- Tome o endereço. - dizia o endereço a moça pelo telefone. - Chegue logo! Você tem menos de uma hora para se arrumar. - ria - Se você não chegar atrasada, prometo que lhe dou um presente.

- Essa foi pra rir ou pra chorar, hein? Tá parecendo o Takio... - reclamava. - Vou indo me arrumar, até mais!

- Até!

Segunda maratona da noite: O que iria vestir para o jantar? Iria usar um belo conjuto: Uma calça jeans Christian Dior azul marinho, uma blusa da Republic Banana, uma jaqueta jeans escura de Jean Pierre e, para completar o visual:,Sandálias George Armanni. Dessa vez iria usar uma maquiagem mais leve, estava no meio de amigos. Não havia necessidade de colocar um quilo de maquiagem em seu rosto delicado. Pegou uma bolsinha e colocou tudo que achara necessário, principalmente as cartas sakura.

Resolveu deixar os cabelos soltos, lhe dava um ar mais jovial. Tirava um pouco de blush do rosto, passava um pouquinho de batom nos seus pequenos lábios e pronto, estava pronta para o jantar. Kero, que apenas olhava, sorriu com a animação da dona e foi assistir um pouco de televisão. Sakura saiu do quarto, a procura de Takio.

Ela estava em frente a porta. Batia uma, batia duas, batia três vezes... E nada do homem atender. O que diabos Takio estava fazendo? Começou a chamar pelo homem.

- Takiooo!! Vamos! Você ainda tem que se arru-

Alguma coisa tapava a sua boca. Sentia um perfume gostoso... E que por sinal, já sabia de quem era. Ela lhe deu uma bela de uma mordida na mão, para deixar de ser tão implicante. E ele? Gritou de dor.

- Essa doeu, Sakura! - Takio beijava onde a menina tinha mordido. - Eu só estava esperando você resolver esse lance do jantar. Por via das dúvidas, eu acabei me arrumando.

- E era pra doer mesmo! Que coisa, agora tem a mania de me deixar esperando, é? - parecia zangada. - Vamos, nós estamos atrasados!

- Só pra variar um pouquinho, né? - debochava. - Seria um milagre da humanidade você falar que NÃO estava atrasada.

- Nem comento, viu? - saia pisando duro, em direção ao elevador.

O loiro só ria da menina. Ele estava de palitó preto, uma blusa branca, uma gravata da cor vinho meio frouxa, dando aquele ar rebelde, os cabelos loiros meio baguncados e para completar o visual: o velho tênis adidas. Takio seguia Sakura no elevador, ela estava simples e ao mesmo tempo bonita. Lógico! Sakura nunca ficava feia.

O casal desceu até a entrada do hotel e lá pediram um táxi. Pegaram o carro e foram em direção ao endereço. Tudo parecia divertido! Sakura iria encontar a prima e Takio ia conhecer o "resto" da família. Ele só conhecia a Tomoyo de tanto que Sakura falava. A beleza era de família, não tinha como negar! A jovem Tomoyo possuía lindos olhos cor de violeta, a pele branca como uma neve, os cabelos longos porém negros como a noite e um semblante de serenidade. Só via a prima da florzinha uma vez por uma foto que tinha na sala de Sakura. No entanto, Sakura dizia que a prima era meio louca da cabeça.

Finalmente chegavam ao local. Era uma casa enorme... Takio havia ficado encantado com a arquitetura na casa a sua frente. Quando ele vira-se para olhar Sakura, a pobre garota parecia que tinha visto um fantasma, de tão branca que estava. Ele ficou preocupado e logo perguntou:

- O que foi? Aconteceu alguma coisa?

- Não, Takio, não. - Na verdade, acontera sim! Pensava ela, estava completamente em pânico. O que Eriol estava fazendo na casa dos Li?

- Você tá branca como um fantasma e ainda está trêmula. Quer um pouco de água? - falava ele, segurando a mão de Sakura.

Ela respirou fundo. Já estava ali mesmo, que diferença faria? Se era pra enfrentar o moreno chinês, que venha o grande desafio! Sakura tentou dar um sorriso, sem sucesso. Sabia que tinha dado o sorriso mais artificial de todos.

- Vamos, Takio, antes que fiquemos mais atrasados do que já estamos. Tá?

- Se você diz... - achou melhor ficar quieto, não entendia a reação da menina.

Seja o que Kami quiser! - Foi a última coisa que pensou, antes de sair do carro e tocar a campainha da casa.

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Ueeeeeeeeeeeee! mais um cap muito louco dessa história!

Takio cada dia que se passa, esta envolvido por Sakura... E ela? Será que já havia esquecido o Li?

Como vai ser o encontro dos dois?

Aguardem o 3º capítulo! -