Hey povo!

Bom, a demora da fic foi justamente pq eu estava estudando MUITOOO!!!! Realmente eu n tinha tempo de escrever. Sem falar do meu pobre computador quebrado : ( Todos os capítulos estavam aqui... Se eu fosse escreve-los novamente, teria que ler a historia...

Anyway

N tinha tempo! Mas agora eu tenho XD

Primeiramente: peço bilhões de desculpas pela demora do capítulo 8. Eu andava tão sem tempo que, eu ñ estava nem acompanhando algumas fics... Mas, agora eu to ativa novamente: D

Se vocês quiserem me mandar recadinhos no orkut, podem mandar! Quando eu puder, eu juro que respondo : ) tenho um blog tbm, é só dar uma olhadinha lá no meu profile.

Feliz natal atrasado e um feliz ano novo! O presente de natal, saiu sim! é só procurar no meu profile também!

Espero que gostem deste principio de capítulo! Tentei ser a ser mais romantica. mereço um credito!

Pessoas, vocês que lêem a fic, comentem! Queria saber a opinião de todos. E as críticas? São bem vindas!

Boa leitura!

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Capítulo 8 - Acerto de contas.

Ela preparava-se para dar uma bela mordida na linda maçã avermelhada, porém a doce Sakura escutou alguém lhe fazer um pequeno comentário. Ela colocou a cesta em cima das pernas, escorou uma das mãos em um galho e tentou ver quem havia falado. Só que, ao fazer esforço para se equilibrar, o galho que a bela garota usava como encosto acabou quebrando-se. Resultado: Caiu da árvore junto com a sua cesta, que acompanhava frutas gostosas. Ela pensava que iria quebrar todos os ossos do corpo, no entanto, alguém a salvou.

Que Kami só me faça quebrar uma perna! - Pensou a garota, ao cair da árvore.

Sakura tapava os olhos com as mãos, esperava o impacto da queda. Então...

- Por Buda! Você está bem? - Falou alguém, preocupado.

Ao escutar a voz da pessoa, ela ficou paralisada. Lentamente, ela tirava as mãos dos olhos e fitava certo chinês.

- Não sabia que heróis ficavam acordados vinte quatro horas por dia... - Comentou Sakura, vermelhinha para o seu salvador.

- Boa noite pra você, Sakura. Você tá bem? Machucou alguma coisa? - Ainda segurando a menina.

- Não Li! Obrigada por me segurar! Se você não tivesse me segurado, acho que eu estaria com alguns ossos quebrados...

Ele sorriu e colocou Sakura lentamente no chão, um tanto envergonhada.

- Você tem sorte! Eu estava dormindo de baixo dessa árvore. Acordei com alguém tentando subir e vi que era você. - Dizia Li, um pouco vermelho com a situação que os dois se encontravam.

- Coloca sorte nisso! - riu sem graça. - Não quer ver as estrelas? Hoje elas estão mais bonitas do que de costume!

- Ah... Cla-cla-claro! - Corou violentamente com o convite da menina.

- Mas seria melhor se a gente observasse de um canto mais alto! Depois que quase tive uns ossos quebrados nessa árvore, não vou me aventurar em subir numa tão cedo! - comentou Sakura.

- Vem cá! - Puxou a mão de Sakura que, logo ficou vermelha com o toque. - Eu sei um lugar.

Shaoran segurou a delicada mão de Sakura e a levou para um canto alto da mansão. O lugar era florido e bem cuidado. Parecia que não ia muita gente da casa por aquelas bandas, pois era um tanto distante da mansão.

A menina de olhos verdes ficou encantada com a visão que tinha do céu estrelado.

- Li! A visão daqui é linda! - Disse ela, maravilhada olhando para as estrelas.

- Sabia que você ia gostar, Sakura! - Ele sorriu para a garota, satisfeito com o que tinha feito.

Ela viu o sorriso de Li, quase cai no chão, por sentir as pernas amolecerem.

- Olha! Ainda dá pra ficar deitada. - Falava ela, deitando-se no chão. - Nossa... Assim parece que estamos no universo! Vem, Li! Deita também.

- Tá certo! - Confirmou o menino, morrendo de vergonha do convite que lhe foi feito.

Ficaram os dois ali, deitados, apreciando a noite estrelada. Sakura sabia todas as estrelas que estavam no céu, pois seu pai havia lhe ensinado muita coisa sobre astronomia. Li nem prestava atenção nas estrelas e sim em uma bela flor da primavera que estava ao seu lado. Ele observava o jeito que ela falava, o riso discreto e principalmente o seu sorriso. Foi uma das coisas que o fez apaixonar-se por Sakura.

Ela falou e falou. Logo, o silêncio reinou no lugar. Mas um deles se manifestou.

- Sabe Sakura... - Ele parecia nervoso. - Eu queria te pedir desculpas...

- Ué! - Ela ficou confusa. - Desculpas pelo quê?

- Pela cena lá no Pub! Eu sei que vo-

- Li, você não tem que me pedir desculpas, tá? - Interrompeu Li. - Só queria que você não deixasse de ser meu amigo por causa dos acontecimentos. Vamos deixar o que aconteceu ontem de lado, certo? - Sorriu Sakura.

- Mas...

- Já dizia meu pai: Quem vive de passado é museu!

- Tudo bem! - Ele sorriu meio decepcionado. – Esqueceremos isso.

Os dois sorriram e começaram a observar o céu novamente.

- Olha... - Começou Sakura. - Meu pai dizia que a estrela mais brilhante e maior do céu é o planeta Vênus. Ela é tão linda, né?

- É verdade! - confirmou o garoto. - Quando eu estava treinando no Tibet, meu mestre disse que as estrelas podiam nos dizer muitas coisas.

- Claro! - Afirmou Sakura, ao lembrar do que Meiling disse sobre o treinamento no Tibet. - Os povos do Egito e da Grécia usavam muito as constelações.

Ele riu um pouquinho do que a menina disse, e sorriu. E assim, novamente ficaram calados. O vento balançava o cabelo de ambos. E o frio? Era inevitável. Passou-se algum tempo e o silêncio começou a incomodar Shaoran. Ele resolveu se manifestar. Entretanto, ao fitar Sakura, a garota dormia tranqüilamente. O garoto sorriu com a cena que via. Delicadamente, com a ponta dos dedos, ele passava nos cabelos de Sakura. Depois, passou a ponta dos dedos na face da garota, até chegar a seus lábios finos e com um dedo só, fazer o contorno de sua boca perfeitamente desenhada.

- Se você soubesse o quanto eu amo você... - Murmurou baixinho, passando a mão no delicado rosto da garota.

Sem pensar duas vezes, ele se aproximou do rosto de Sakura e ficou ali, sentindo a respiração fraca da garota. Ficou alguns minutos fitando o rosto da menina que, dormia tranqüilamente. Ele sentiu vontade de beijá-la. A vontade foi mais forte do que ele. Em um ato impulsivo, ele roubou um pequeno beijo dos lábios de Sakura. Ela se mexeu um pouco com tal movimento do rapaz. Ele se assustou de princípio, mas viu que a garota dormia feito uma pedra.

Estava fazendo muito frio lá fora. Então, ele pegou Sakura nos braços e a levou até a mansão, deixando-a em seu quarto.

Certo casal dormia tranqüilamente em sua cama. A noite tinha sido maravilhosa, ele sempre a tratou com tanto carinho que ela nunca soube explicar tudo que sentia por ele. Ao despertar, Tomoyo estava com o seu corpo nu, entrelaçado ao corpo do marido. Ela sorriu ao ver a tranqüilidade que Eriol Hiiragizawa dormia. Continuava com o mesmo cabelo azul marinho, pele branca, porém um pouco mais pálida do que a dela. E os olhos? O azul mais belo que já vira.

Ela sorriu ao ver o marido dormindo. Ele dormia tão calmamente. Até repousando, ele tinha a capacidade de sorrir e isso era a sua marca registrada. Delicadamente, ela tirava um fio de cabelo que estava na face do marido. De repente, ela sente uma mão segurando seu pulso. Num momento só, Eriol acorda e fica por cima de Tomoyo.

- Me acariciar dormindo? Isso não vale... - Ele simplesmente sorria para Tomoyo.

- Eu já disse que você fica lindo dormindo? - Ria Tomoyo, sem graça.

- Hoje não...

- Pois eu vos digo: Ficas lindo dormindo!

- Hum... - ficou pensativo por alguns momentos. - Será que posso dizer o mesmo da senhora minha esposa?

- Talvez... - Disse ela, ao acariciar o belo rosto do marido. - Posso te falar uma coisa?

- Sou todo ao ouvidos, meu amor.

- Eu já disse que... - Com os olhos brilhando de felicidade. - Te amo?

- Devo contar com horas atrás? - calou-se por alguns momentos. - Não, não disse hoje...

- Em quantos idiomas você quer saber? - Eriol riu com o comentário da mulher. - OK, vamos lá! I Love you, ich liebe dich, aishiteru, sarang he, wo ai ni, te quiero, eu te amo, je t'aime...

- io ti amo, ya vas lyblyu, ik hound van je, ch'ha di gärn, tave myliu, ti voglio... - Beijava delicadamente a boca da mulher, passando para sua bochecha e chegando perto de seu ouvido. - jag älskar dig...

Tomoyo sentiu o corpo arrepiar-se todo com as declarações do marido.

- Talvez hoje vamos nos atrasar para o café da manhã... - falava Tomoyo, completamente embriagada com as caricias do marido.

- Tenho certeza...

Algumas horas depois...

Shaoran Li não conseguia concentrar-se em seu trabalho. Ele estava nos seus pensamentos em certos olhos cor de esmeralda. Sem contentar-se, sorriu sozinho. Estava muito feliz com o que aconteceu na noite passada. Dias atrás, eles simplesmente não se esbarravam, e agora estavam amigos novamente. Amigos... Essa palavra nunca tinha soado tão bem ao seus ouvidos.

- Hummm... Acorda dos sonhos, Alice!

O rapaz dá um pulo da cadeira olha o ser na sua frente, assustado e meio irritado.

- Acho que você teve aulas de etiqueta...

- Claro que tive, senhor bom-humor! Quando cheguei à sala, você estava com um sorriso...

- Huang Woo! Menos, certo?

- Hahahahahaha! Menos? Então, eu já suspeito motivo para tal sorriso...

Li ficou um pouco envergonhado e logo depois abriu outro sorriso.

- Que dia você vai se declarar, senhor-todo-galanteador?

- Eu não sei... - Falou Li um pouco confuso. - Talvez ela só queira minha amizade. Não quero perdê-la novamente, entende?

- Ai, ai, ai... - Suspirou Huang. - Quem arrisca não petisca, amigo! Não custa tentar.

- Talvez você esteja certo... Talvez não. Mas... - Ele fica sério de repente. - Acho melhor irmos andando senhor-todo-conselheiro-amoroso, temos muitos trabalhos a fazer!

Os dois seguiram para fora da sala.

A confusão na sala de espera das Empresas Li era papável. Cerca de oito mulheres e alguns homens, todos empregados da empresa, estavam de olho na televisão. Li e Huang não entendiam o porquê de tanta muvuca. Huang como era mais observador, passou a prestar atenção no que se era passado na televisão. Li, ao se dar conta do que passava na televisão, ficou completamente sem reação. Simplesmente, Sakura estava vestida de peças íntimas, no meio de uma das avenidas mais agitadas de Honk Kong e uma legião de fotógrafos e repórteres.

- Nossa! Realmente essa Kinomoto é linda! Vocês viram o novo lançamento da Victoria's Secret? Dizem que é especial de natal! – Comentava uma das empregadas.

- Não é em peça íntima que eu estou muito ligado... – Falou um empregado, completamente entregue a beleza japonesa.

Ao escutar o último comentário, Shaoran Li realmente perdeu as estribeiras. Sem pensar, agarrou o colarinho do pobre rapaz e com a mão direita, lhe direcionava um "quase" soco na cara, se Huang não o estivesse por ali, para segurar a fera ferida.

- Eu vou acabar com essa palhaçada agora. – falou um Li furioso, deixando Huang e os outros empregados assustados com a cena anterior.

Já na rua...

Cabines telefônicas, modelos perfeitas de todas as regiões do mundo e vários fotógrafos paravam o trânsito chinês. Esquecendo do frio e o coração a mil, as modelos que desfilavam com as novas peças íntimas mais badaladas e cogitadas do mundo inteiro, estavam ali. O estilo meio grunge e oriental do local fazia a diferença das fotos.

Os ensaios estavam indo muito bem, até que, de repente, escuta-se uma bela batida em um dos carros da imprensa. Pessoas curiosas, como sempre, param e vêem um dos grandes empresários chineses saindo do carro completamente conturbado.

Cego, cego de ciúmes seria a descrição perfeita. Num ato impulsivo, Shaoran Li perfurou a sessão de fotos, enquanto a população chinesa olhava intrigada pelas atitudes do rapaz que simplesmente segurou Sakura pelo braço, completamente fora de controle.

- SAKURA! QUE MODOS SÃO ESSES? – Gritava Li, completamente dominado pela raiva.

- Sh..

- QUEM DISSE QUE VOCÊ PODERIA SAIR NA RUA ASSIM, HEIN? ME EXPLICA, KINOMOTO!

Sakura não sabia o que fazer, eram câmeras e fotografias. Ela estava morrendo de vergonha. Não sabia o que fazer e nem o que dizer, simplesmente baixou a cabeça e começou a chorar.

Como toda história tem o seu super-herói, não poderíamos esquecer que Takio olhava tudo. Bem, olhava completamente forçado enquanto três homens o seguravam para o tal, não fazer nenhuma besteira.

Shaoran Li foi reunindo todas as forças que o seu pobre coração apaixonado tinha. Odiava ver alguém chorar e muito menos, quando ele sabia que era o causador disso. Ele foi se acalmando aos poucos enquanto via Sakura chorar em sua frente. Num ato de desespero, ele tirou seu blazer tentou cobrí-la.

- Shaoran, saia daqui. – Falou Sakura, com o pouco de voz que ainda a restava.

- Minha flor... Me desculpa e-

- SAIA DAQUI SHAORAN LI! BASTA O QUE VOCÊ FEZ. SAIA!

- Desculpa Sakura! – Em um ato de desespero, Li abraçou a jovem que em seguida, o empurrava.

- Se não quer me ver mais zangada, some daqui. AGORA!

- Ei, otário! Não escutou o que a moça disse? Dá o fora, mané! – Falou um chinês, que se aproximou da japonesa, tentando consolá-la.

A polícia havia chegado ao local. Como Li estava com a mulher, as autoridades o levaram para a delegacia. Takio, nervoso, conseguiu sair da pseudo prisão que os homens haviam feito. A primeira coisa que o jovem fez foi pegar sua jaqueta para cobrir a flor-de-cerejeira e sair dali, para um canto que ninguém os achasse.

"Talvez o senhor almofadinha seja a capa dos principais jornais de amanhã" pensou Takio, ao tirar Sakura do local.

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Genteee desculpa a demora! Eu tava super sem tempo. Mas eu prometo que eu irei escrever o cap 9 com a maior rapidez. O problema da demora, eh que eu tive que ser a historia todinha pra tentar escreve-la novamente. O cap 8 não ficou legal, era pra ter saído uma coisa mas teve que sair outra.

Me perdoooemmmm!! Juro que o 9 vai ser badalação

Tolie!