N/A: Capitulo fresquinho. Bem primeiro vamos responder as rewiens.

R-chan e K-chanAh, domo arigato . HEHE, o Miroku cumpriu sim a promessa, mais até do que a Kagome queria, aguardem o próximo capitulo vocês vão descobrir do que eu to falando XD. E aqueles dois bakas ainda vão bate muito a cabeça antes de descobrir algum sentimento, se bem que eles já têm um né o desejo de matar um ao outro u.u'.

Linoklis-chanAh, domo arigato . Será que vai ser amor de cara? Ai ai quem sabe né? Mas eu adoro o Sesshy e a Kagome é tão fofa a amizade deles, o Inu vai apanha tanto do irmão xD

Telly BlackAh vc comento corre pela casa com os bracinhos pra cima que nem doida \o/, gosto mesmo? - To tão feliz ganhei meu dia agora, recebi um elogio de vc q eu só fã nossa bom demais xD.

:: Capitulo 2 :: Despedida, Reencontro e Encontro

Estavam naquele corredor branco há tanto tempo, era alta madrugada, mas nenhum dos dois sequer cogitou a possibilidade de sair dali. Ele estava sentado em um dos duros bancos do local e fitava a porta como se sua vida dependesse disso, ela andava de um lado para o outro mordendo os nós dos dedos. Finalmente a porta foi aberta e um senhor calvo de jaleco branco parou em frente a eles.

-Como ela está doutor? O que ela tem? Por que ela desmaiou? Nós podemos vê-la? Ela terá que ficar internada?

O médico estava com sua boca um pouco aberta e tentava inutilmente responder as perguntas da menina, já que quando se preparava para responder uma ela já vinha com outra. O jovem que antes estava sentado segurou a garota pelos ombros, atitude que a fez ficar em silêncio e se aninhar mais no abraço.

-Vamos Kagome se acalme, assim você vai deixar o médico tonto. Por favor, doutor qual o diagnóstico?

-Ela está bem agora, mas tivemos que fazer uma cirurgiã para colocar a clavícula no lugar, ela não poderá fazer esforço por um bom tempo.

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Miroku estava sentado na mesa da cozinha, havia crescido bastante devia estar com quase 1,80 de altura. Em suas mãos uma xícara de porcelana era virada de um lado para o outro, seus olhos estavam baixos, deixando a franja cair levemente sobre os olhos, mostrando que seus cabelos também estavam um pouco maiores, agora presos em um baixo e curto rabinho de cavalo e um brinquinho de argola em uma das orelhas identificavam o visual mais solto.

A porta da frente se abriu e logo uma adolescente de longos cabelos negros e ondulados presos em um rabo de cavalo entrava na cozinha carregando duas sacolas de compra que pareciam pesadas, fazendo Miroku se levantar para ajudá-la.

-K-chan, já disse para você me chamar quando tiver de fazer compras isso é muito pesado para você.

Kagome que agora devia ter uns 14 anos e quase 1,60 de altura virou os olhos claros para o irmão.

-Arigato Mi-kun, mas eu tenho de aprender a me virar sozinha né? E o senhor não deveria estar arrumando suas malas?

A garota deixou as sacolas em cima da mesa e virou com a sobrancelha arqueada para o irmão, cruzou os braços fazendo pose de quem estava brava, algo que não combinava com seus traços delicados. Kagome Higurashi podia ter crescido um pouco e até mesmo seu corpo começava a dar sinais de transformação, mas ainda assim havia algo em seu rosto, talvez aquele olhar calmo e sereno ou talvez a tez clara e as bochechas rosadas, que dizia ao jovem a sua frente que ela seria aos seus olhos uma eterna menina. Fitou-a por mais alguns instantes antes de abaixar a cabeça e soltar o ar com força.

-Eu não vou Kagome.

A garota suspirou, havia já alguns dias que ela temia essa decisão do irmão, mas não importava se tivesse que arrasta-lo até o ônibus e até o avião se fosse preciso, ela não iria deixar que ele desistisse.

-Miroku está ficando maluco, vocês estudou feito um condenado, trabalhou feito burro de carga pra guardar dinheiro para a faculdade e agora que passou no vestibular como bolsista quer desistir? Afff, nem começou a morar com aquele baka grosso que você chama de amigo e já está pegando a burrice dele.

Teve de segurar o riso na última parte, mesmo depois de tanto tempo sua irmã ainda implicava com Inuyasha e a recíproca era verdadeira, quando estava na capital ficará hospedado na casa do amigo e este o havia abordado enquanto falava no telefone com a irmã. O que se seguiu a isso foi quase espantoso ele havia perguntado se ele estava falando com a "pirralha" e Kagome por incrível que pareça conseguiu de algum modo ouvir a ofensa dirigida a ela. Em um segundo não estava mais com o telefone, este de alguma maneira havia ido parar nas mãos do amigo e ele e sua irmã trocavam uma quantidade espantosa de ofensas. Mas isso não importava agora, não podia ir, não iria deixar Kagome sozinha com a mãe ainda de repouso, por Kami ela ainda tinha 14 anos, era cruel deixa-la sozinha com tanta coisa para se responsabilizar.

-Iei Kagome, você não pode ficar cuidando de tudo, não seria justo deixar tudo em cima de você e eu não me sentiria tranqüilo. Além disso com mamãe de cama você teria de fazer todo serviço e ainda cuidar dela.

Ela abaixou a cabeça e balançou um pouco antes de segurar a mão do irmão fazendo este a fitar.

-Não me importo, como acha que eu me sentiria, como acha que mamãe se sentiria sabendo que você largou o seu sonho por causa dela? Por causa de nós? Eu não quero esse peso na consciência Mi-kun, quero que você vá, nós ficaremos bem aqui o verão já está acabando não tem mais tantos turistas e minhas aulas começam um pouco depois das suas, até lá mamãe poderá pelo menos levantar sem problemas. Do serviço da casa e das refeições eu posso cuidar muito bem, vovô ficará responsável pelo templo e você vai para a faculdade e estudar bastante para se tornar um advogado como sempre sonhou e vai nos deixar muito orgulhosos.

E dizendo isso ela puxou o irmão para o quarto para ajuda-lo com as malas, ele ainda bateu muito o pé até que a irmã finalmente se irritou e disse que ele não tinha escolha, ou ia por bem, ou ela o arrastava. Não que ele não fosse muito mais forte do que ela, mas quando Kagome queria, Kagome fazia e sua aparência frágil não a impedia. Tinha que admitir sua irmã sabia como fazer as coisas acontecerem e quando aqueles olhos calmos e limpos se tornavam meio cinzentos, não era uma atitude sábia bater de frente com a tempestade, então a única alternativa que teve foi concordar e deixar que ela arrumasse as malas e depois saísse para fazer o jantar.

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Seu irmão acabara de entrar no veículo que o levaria até o aeroporto onde pegaria um avião para Tóquio, muito a contra gosto na verdade. Não queria chorar na frente dele, mas agora que o ônibus havia sumido pela esquina ela havia se permitido derramar algumas lágrimas em uma saudade antecipada, afinal ele havia partido não fazia nem cinco minutos. O fato era que desde que haviam se mudado para Okayama os irmãos Higurashi haviam se tornado muito unidos, Miroku até mesmo tinha se revelado um irmão ciumento e super-protetor, vê-lo partir doía mesmo que ela não quisesse admiti-lo.

Suspirou virou para as longas escadas do templo, não podia ficar derramando lágrimas tinha muito que fazer. Limpar a casa, ajudar o avô nas tarefas do templo, dar os remédios da mãe, preparar as refeições e depois ainda teria de treinar. Um pequeno sorriso surgiu em sua face, mesmo obrigando Miroku a ir embora, ele havia cumprido sua promessa naqueles anos, tinha sido um irmão presente até demais.

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Batia o pé impaciente, atitude que suas orelhas caninas acompanhavam mexendo-se freneticamente por baixo do boné preto, os óculos escuros escondiam os olhos de coloração tão exótica, a pele bronzeada coberta por uma blusa da cor do boné e uma calça bege cheia de bolsos compunham o visual do hanyou. Rodava a chave do carro em um dos dedos enquanto olhava pela grande janela o avião que esperava finalmente pousar. Minutos depois da aterisagem pode distinguir a figura do amigo atravessando o túnel em direção ao portão de desembarque onde ele o esperava. Como sempre o amigo apareceu com aquele sorriso matreiro no rosto.

-Ohayou Inuyasha.

-Feh Miroku que demora, achei que não fosse chegar nunca.

-É o vôo atraso um pouco, mas também nem foi tanto assim e eu disse que não precisava vir me buscar, podia ter me dado o endereço e eu pegava um ônibus.

-Feh, você não está mais em Okayama, ia andar por aí com essas malas e acabar se perdendo e sendo assaltado. Além disso, hoje de noite teremos um jantar na casa de meus pais, eles querem nos dar os parabéns por termos entrado na faculdade. E também porque um dos mais importantes clientes do papai veio morar aqui na capital então mamãe quer dar as boas vindas a eles.

-Tia Izayou não perdoa uma, adora fazer uma festa.

-É é e você sabe também como ela não perdoa atrasos, você tem ainda que desfazer as malas e ela nos quer lá antes das sete que é quando os convidados chegam.

-Parece que as coisas não mudaram muito por aqui.

-Não mesmo.

Disse Inuyasha quase num sussurro. Pegou uma das malas do amigo e levou-o até o carro, ficaram conversando o percurso inteiro até chegarem ao prédio onde o amigo havia ganhado o apartamento dos pais. Prêmio por passar na mais concorrida universidade do país. Pegaram o elevador até a cobertura e quando o hanyou abriu a porta Miroku quase caiu para trás, era gigantesco e muito bem decorado com tons de branco e preto, tirando o sofá que era vermelho. O balcão branco da cozinha revelando um estilo americano, um luxo.

-Eu vou mesmo morar aqui de graça.

O jovem moreno tinha os olhinhos brilhantes e fitava cada detalhe.

-Feh anda logo antes que eu me arrependa de ter convidado pra dividir ele comigo, tem três quartos todos com banheiro o meu é o no fundo do corredor com a sacada, pode escolher qualquer um dos outros dois. Mas eu recomendaria o que fica ao lado do meu, foi decorado em azul, esse que fica logo aqui no começo do corredor tem um tom amarelinho claro, mamãe que decoro.

-Hm hai, arigato Inuyasha.

-Feh não precisa ficar agradecendo, agora anda logo porque se bem me lembro você é um lerdo e se eu não te apressar mamãe vai ficar me incomodando a noite inteira.

-Ah sim já vou indo, mas antes tenho que entregar algo a você.

Abriu uma das malas e pode ver que nela havia várias caixas, ele retirou uma vermelha com laço dourado e estendeu para Inuyasha.

-Minha irmã que fez são bolachas e chocolates caseiros, lembra? Mamãe fazia e vocês adoravam.

O hanyou ficou parado com os olhos arregalados olhando o pacote, antes de pegar abrir e começar a cheirar os doces desconfiado.

-Qual o problema Inuyasha?

-Qual o problema? A pirralha faz doces pra mim e você ainda pergunta qual é o problema.

-Bem na verdade ela só ia fazer pro Sesshoumaru e pro seus pais, mas ela disse que não podia ignorar o fato de que você estava me ajudando e, além disso, também disse que alguém tinha de mostrar um pouco de maturidade e educação.

-NANI? Ela me chamou de imaturo e sem educação, aquela pirralha metida. Você tem certeza de que ela não envenenou a minha parte?

-INUYASHA! Tudo bem que vocês dois não se dão bem, mas você me acolheu aqui e minha irmã não é esse monstro que você pinta, se você parasse de chama-la de pirralha veria como ela é uma garota doce.

O meio youkai apenas rosnou um pouco, no meio da discussão tinha pegado um dos chocolates e provado, realmente eram deliciosos e agora ele estava no sofá os devorando "em alguma coisa a pirralha tinha que ser útil".

Miroku foi para o seu quarto, quando o abriu achou que estava sonhando. Afinal o quarto de paredes azul escuro e com moveis de madeira em tom marfim, com uma cama tamanho king, não poderia ser para ele, ao fundo perto de uma grande janela de cortinas azul claro, que combinavam com a colcha da mesma cor, havia uma porta. Caminhou até ela, abriu e revelou diante de si um grande banheiro de azulejos azul claro e pia de granito escuro, tinha uma grande banheira branca ao lado do Box com um chuveiro comum. Voltou para o quarto olhou no relógio, constatando que já eram 5 horas e ele nem havia arrumado suas coisas ainda, era melhor começar e ser rápido.

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Eram quase 06h30min e Inuyasha já bufava em sua grande sala sentado no sofá vermelho com uma veia quase estourando em sua testa. Vestia uma calça meio social um pouco mais escura da que a anterior e uma camisa de manga longa branca com elevações em riscos na parte da frente.

-MIROKU!!!!!!!! O QUE EU DISSE SOBRE ESTAR PRONTO CEDO?

Em um minuto o moreno já estava na sala com um sorrisinho forçado, este usando uma calça jeans escura com uma camisa preta de manga curta com um dragão branco as costas, em seus braços equilibrava três caixas de cores diferentes, uma delas maior do que as outras.

-Calma Inu amigão já estou pronto, podemos ir.

-NÃO ME CHAME DE INU. E vamos logo antes que eu te mate e não possa comparecer ao jantar pra poder te enterrar.

Miroku engoliu e seco e sorriu amarelo enquanto seguia com o amigo para a garagem. Quando chegaram aos grandes portões dourados que guardavam a imponente propriedade dos Taishou Miroku suspirou em alívio, estavam quase atrasados e Izayou iria ficar falando e falando fazendo Inuyasha esquecer de acabar com sua vida. Saíram do carro para encontrar uma senhora de longos e lisos cabelos negros e olhos amendoados vir correndo na direção deles.

-Ainda bem achei que não chegariam antes dos convidados, Inuyasha quantas vezes tenho que insistir para que você chegue no horário. E olá Miroku seja bem vindo e parabéns pela colocação.

O moreno agradeceu e Inuyasha apenas soltou um de seus "FEH" subindo as escadas em direção a mansão. Izayou era uma mulher muito bonita, não aparentava ter mais de 30 anos, mesmo que Miroku soubesse que essa era a sua idade quando se casou com Taishou-sama, o segredo de sua juventude ninguém sabia já que ela não era uma youkai, como o marido, e sim humana. Por isso que Inuyasha era um Hanyou, meio youkai, era fruto do amor do grande daiyoukai com aquela linda senhora de olhar doce. Seguiram o mesmo caminho do jovem de melenas prateadas e entraram no belo hall da casa onde os três homens da família pareciam discutir. Na verdade Inuyasha e Sesshoumaru estavam mais uma vez se bicando e o Taishou-sama apenas tentava acabar com mais uma discussão dos filhos. Miroku que já estava mais que acostumado apenas entregou uma caixa para Izayou, outra para o Taishou-sama e a maior delas foi para Sesshoumaru.

-Tia Izayou, Taishou-sama e Sesshoumaru, eu trouxe presentes, minha irmã quem mando, apenas alguns doces que mamãe costumava fazer e que ela lembrou que vocês adoravam.

-Ah a Kagome sempre foi uma menina tão gentil, bem que além de ela ter ajudado o Sesshoumaru ela podia ter dado um pouco de educação ao Inuyasha, mas não os dois viviam brigando feito cão e gato.

Comentou o Taishou-sama rindo com a esposa, Sesshoumaru apenas fitava a caixa com curiosidade, atitude que era observada por Inuyasha com uma expressão zangada.

-Feh, por que a do limão é maior?

-Bem acho que Kagome falou alguma coisa sobre ter algo a mais dentro, o que, ela não quis me dizer.

-Ora Sesshoumaru abra, vamos ver o que é.

Izayou estava parada ao lado do youkai com os olhos brilhando de curiosidade. Sesshoumaru tinha crescido mais do que o irmão devia ter quase 1,90, e ao contrário do hanyou cujos músculos ainda se formavam, este já tinha o corpo bem talhado. Mas uma coisa não havia mudado, a expressão fria em seu rosto continuava a mesma. Podia fitar a caixa com muita curiosidade, mas não se deixava mostrar, não queria abrir ela ali, porém a madrasta não sossegaria enquanto ele não o fizesse. Deu-se por vencido e puxou a tampa revelando vários doces de todos os tipos e uma caixinha menor com desenhos de vários cães brancos e fita branca, colocou a caixa maior de lado e pegou a menor abrindo-a.

De todas as coisas que imaginava que a amiga pudesse lhe mandar, aquela definitivamente era a mais inesperada e mais perfeita. Um porta retrato talhado em madeira e pintado artesanalmente, tinha um cão branco no canto superior direito cuja calda descia até o canto inferior enrolando ali em forma de espiral e no canto inferior esquerdo havia outro e a calda desse subia fazendo a mesma espiral no lado superior. E por trás do vidro lhe sorria uma jovem garotinha com um kimono branco com flores de sakura que estava pendurada no pescoço de um Sesshoumaru com expressão emburrada, devia ter uns 14 anos e vestia haori branco com uma armadura negra e um peludo manto branco por cima do ombro. Ele lembrava muito bem daquele dia a garotinha tinha lhe seguido por todo o festival e havia lhe obrigado a tirar aquela foto, mesmo que ele não quisessem a partir daquele dia ele não podia mais ser solitário, não podia mais odiar humanos. Havia uma pequena garotinha que havia lhe mostrado que youkais podiam ser mais fortes fisicamente dos que os humanos, mas a persistência deles os tornava fortes também e alguém que ele devia admirar e não esnobar.

O barulho de pessoas subindo as escadas despertou das pessoas paradas ali no hall que viraram a atenção para a porta a tempo de ver dois casais e quatro jovens, três garotas e um garoto, entrarem por ela.

-Oh Taishou aí esta você, que bela propriedade que você tem aqui.

O primeiro casal um senhor de cabelos castanhos e uma senhora de cabelos negros, ambos com os olhos em tons chocolate se dirigiram para cumprimentar os donos da casa.

-Oh Imamoto, espero que tenha feito uma boa viagem e que a cidade tenha lhe agradado, mas me diga estes três jovens ao lado da senhorita Kikyou não seriam seus filhos?

-Oh claro que são, eles eram pequenos da última vez que os viu não é? Sango, Rin, Kohaku, venham aqui cumprimentar os nossos anfitriões.

Três dos quatro jovens vieram até a frente. Sango parecia ser a mais velha e devia ter quase a idade dos meninos, era uma jovem bonita de cabelos castanhos, lisos e muito longos, os olhos chocolates, devia ter quase 1,70 de altura e usava um vestido rosa claro que lhe marcava o busto e descia folgado até os joelhos. Rin, mesmo que parecesse mais nova que Sango era um pouco mais alta que a irmã e tinha os cabelos negros, meio repicados e mais curtos que a outra, mas os olhos eram iguais aos da irmã, magra, mas ainda assim com um corpo bonito vestia um vestido frente única salmão. Kohaku com toda a certeza era o mais jovem deles, com no máximo doze anos, seus cabelos castanhos eram presos em um rabo de cavalo, o único na família que tinha os olhos meio esverdeados, estava enfiado em um terninho preto muito bem passado.

Cumprimentaram os senhores da casa e depois foram apresentados aos filhos e Miroku. Inuyasha teve de segurar o amigo para que esse não fizesse nenhuma besteira. Depois foi a vez do segundo casal se apresentar com a jovem que sobrara. O senhor e a Senhora Akuna eram muito importantes na sociedade japonesa, tinham apenas uma filha Kikyou, está tinha a mesma idade do filho caçula da família Taishou e também entraria na Todai naquele ano. E para falar a verdade há muito tempo que Inuyasha e Kikyou viviam enrolados, finalmente parecia que haviam assumido um namoro, embora a jovem não gostasse de aparecer com ele em eventos, o motivo disto o hanyou ignorava. Kikyou era uma jovem que com certeza tinha uma beleza inegável, 1,76 de altura, com um bonito corpo para sua idade os cabelos longos e lisos muito negros, a pele clara e os olhos de um castanho muito escuro. Embora bela, essa jovem parecia sempre sustentar um olhar frio como se todos fossem inferiores a ela e não merecessem sua companhia, filha única não conhecia uma negação, sempre tivera tudo que queria por esse motivo costumava tratar todos como se fossem seus serviçais. Rin e Sango a resumiriam como uma jovem fútil, prepotente e nojenta, mas apesar disso ela realmente gostava do jovem com quem namorava, apenas não gostava de ser vista com ele porque sempre haviam aqueles que o olhavam com desgosto por ser hanyou.

Passadas as apresentações todos se dirigiram para o jantar e após este os grupos se dividiram, jovens para um lado, adultos para o outro. E como Inuyasha fora se sentar com a namorada ninguém evitou que Miroku demonstra-se seu lado hentai e ganhasse algumas marcas vermelhas das irmãs Imamoto, principalmente de Sango. Sesshoumaru estava sentado um pouco mais afastado com o porta retrato nas mãos, fitava este como se quisesse guardar cada detalhe da foto, sentia saudades da jovem de sorriso contagiante. Estava tão absorto em seus pensamentos, que nem reparou que uma jovem de olhos chocolate o fitava quase suspirando.

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N/A: Ohayou!

Mais um capitulo pra vocês e saiu bem rapidinho né, o que acharam dele? Meio parado né, mas ainda é um capitulo de transição. No próximo teremos mais um salto no tempo para a época em que a Kagome entra na faculdade e aí sim as coisas começam a acontecer. Uma Sango com ciúmes, Rin então nem se fala, brigas, um suco voador e convites de festa é o que vocês podem esperar no próximo capítulo "Para sempre pirralha". A-G-U-A-R-D-E-M.

Deixem rewiens e façam uma autora feliz p