Acdy-chan: Gome ne eu demorei , sim sim a Ka é realmente uma miko, demo pra ver a reação do Inu frente a frente com a Ka, só no próximo cap. Mas depois do que o Mi contra pra ele nesse cap axo que ele não vai ser muito feliz não xD Domo Arigato por acompanhar a fic e espero que ela continue prendendo a sua atenção, novas leitoras sempre são bem vindas e que se tornam antigas claro o/
anna-chan: Huhuahuahuahuahua eu me mato rindo da Ka e do Sesshy, tadinho do Inu eles fazem ele de cão e sapato xD as cena da kA e do sesshy desse cap que eu amooooo, axo q vc vai adora tbm
Little Tathi: Ahhhhh Arigato, assim vocês vão ajudar a superar o ego do sesshy o/
Sammy-Chan'x3: Axo q vc vai ter d me dar boas vindas pela milhonesima vez neh hehe '''
Ah o Sesshy sabia que ela era miko sim, demo tem algumas coisas que ele não sabia e que ele descobre depois daquele incidente se eu fosse a kA fugia dele pq o negocio vai fik feio p Ahhh o jogo de xadrez, muito bom aquilo fikei rindo sozinha aqui em casa, tem uma cena q eu vou chamar de a fada madrinha, realmente de asas a imaginação dela, só cuidado pra naum der um AVC de tanto rir xD Sem comentarios ao Mi ele realmente bebeu água da privada '¬¬
Kamylle: Nha to me sentindo muito ma só tem um pequeno pedacinho do baile, mas eu vo faze d tudo pra não demora com o próximo cap ok, thanks os elogios kissus
Srta karol: marcador de ego vai subindo subindo subindo e falta alguns graus ego para alcançar o grande topo O EGO DO SESSHY O/ huahuahuahua realmente pode deixa acompanho todas as rewiens xD Bem eu não to estudando pra vestiba, mas to no ultimo ano do ensino médio técnico então eu axo que sei mais ou menos como vc se sente, muita força torcendo pra vc o/ e espero que curta tanto esse cap como o outro
Patysaori: Nossa vc mora no Japão meu sonho de consumo de viagem eh conheça o Japão e a Londres (potermaniaca xD) ah se tem uma filhinha q cuty o/ Como é mora ai? Você teve muito problema com a língua. Ah se vc me manda seu mais eu aviso quando atualizo
Meyllin: Eu espero sinceramente que vc ainda esteja viva y.y não t matei não neh? Por favor não deixe uma autora com esse peso na conciência!! Arigato pelos elogios o/
Susi-Chan: Arigato e gomen, eu vo continua sim, mas quase pus ela em hiatus até o final do ano, to no último ano do meu colégio e ta bem puxado, provas, trabalhos, relatórios e preparação pras seleções de estagio, mas não vo abandona ela não pode deixa viu o/
:Capitulo 5: EXPLICAÇÕES. REVELAÇÕES. SURPRESAS
A água quente fervia na chaleira sobre o moderno fogão com chapa de vidro, uma mão com garras estendeu-se para pega-la e derramar a água dentro do pote de lamen instantâneo, olhou para o relógio e soltou um rosnado. Porém pela primeira vez em sua vida o rosnado não era exatamente por causa do tempo que teria de esperar até que sua comida favorita estivesse pronta, os malditos três minutos.
O problema do jovem hanyou era com o amigo que havia sumido mais uma vez sem lhe dar explicações. Miroku não havia ido para a aula no período da tarde e não estava em casa quando chegou, agora eram onze horas da noite e ele ainda não havia chegado. E Inuyasha sabia tudo isso era para não ter de dar explicações, ou seja, Inuyasha ainda não sabia as razões do que havia ocorrido no intervalo do almoço.
AHHHH, e isso o deixa muito raivoso, muito raivoso mesmo... muito, mas muito raivoso.
Subitamente o jovem sentiu o barulho do elevador se abrindo e um cheiro que ele conhecia muito bem se espalhar pelo corredor, a pessoa parou na porta por alguns segundos e ele tinha quase certeza de ter ouvido um suspiro e algo como "hora de enfrentar a fera". O som da chave sendo introduzida na fechadura agora poderia ser ouvido por uma audição normal e então a porta se abriu revelando um jovem moreno de aparência muito cansada.
Miroku quase suspirou aliviado ao ver o sofá vermelho vazio, mas sentiu uma gota de suor frio descer pelas costas ao ouvir o barulho agudo da ponta de garras batendo sobre o balcão de granito branco, voltou os olhos para a cozinha para fechar um pouco a porta cobrindo o corpo como se esperasse que ela fosse capaz de protegê-lo da fúria do amigo.
-Nem pensa em fugir Miroku, se sair por aquela porta é melhor que você tenha aprendido a correr mais rápido que um youkai lebre porque eu vou persegui-lo até o inferno e quando eu pega-lo você não vai gostar do resultado.
O moreno engoliu em seco e tentou dar um sorriso amarelo para Inuyasha enquanto praticamente corria para se sentar no sofá vermelho e ficar de costas para o amigo. Mas a estratégia de "o que os olhos não vêem o coração não sente" não funcionou muito bem, tinha certeza de que o "amigo" o fuzilava com olhos que ele não poderia descrever com outra palavra a não ser malignos.
-E então estou esperando...
-Esperando o que Inu amigão??
O som bestial do rosnado e da batida que com certeza devia ter arrancado um pedaço do balcão não deixavam dúvidas de que Miroku escolhera a resposta errada. Ele sabia que devia explicações ao amigo, mas simplesmente não sabia como começar e nem se sentia a vontade em dá-las. Simplesmente diziam respeito ao intimo de sua irmã e ele não sabia se estava autorizado a contar coisas tão privadas da vida da jovem.
Mas o fato era que ou ele contava ou ao amanhecer Kagome já não teria mais um irmão. Tomou coragem, ou deixou o que ainda lhe restava abaixou os ombros e começou a contar.
-Lembra-se quando éramos menores e ficávamos no meu quarto escutando música?
Parou por um momento tentando ganhar tempo, mas como o amigo não o respondeu teve de continuar, sabia que ele se lembrava do que estava falando.
-Lembra de uma vez quando meu avô veio nos visitar e Kagome ficava o tempo inteiro se escondendo dele?
Mesmo que o silêncio tenha perdurado por um tempo, dessa vez o hanyou resolveu responder.
-Feh, claro que lembro a pirralha se enfiava em baixo da sua cama e voltava toda empoeirada, uma vez ela achou uma das suas revistinhas inofensivas e perguntou como aquela mulher tinha uma abertura tão grande no meio das pernas.
Os dois riram por um momento e Miroku relaxou um pouco, Inuyasha sorriu agora seria mais fácil arrancar as informações.
-Foi engraçado, melhor ainda foi à cara dela quando você disse que todas as mulheres tinham um buraco daquele tamanho no meio das pernas e ela disse que não tinha, mas você foi muito mau ao chamá-la de anormal, ela ficou muito sentida com aquilo e foi chorar pra mamãe que descobriu minhas revistas e então eu fiquei de castigo por um mês.
Ficaram um tempo em silêncio, com Inuyasha tentando segurar a risada e Miroku emburrado.
-Mas isso ainda não explica o que aconteceu hoje de manha.
-Kagome é uma sacerdotisa...
Apenas pegou o garfo e começou a devorar o seu lamen pensando que Miroku continuaria, quando o amigo não continuou ele voltou a falar com uma voz nitidamente ameaçadora.
-Isso eu já tinha percebido pelo modo como ela quase arrancou a cabeça do Coelhinho da Páscoa – se referiu a Naraku pelo apelido dado graças aos olhos vermelhos e a pele muito branca, lembrava uma música que o hanyou havia ouvido em uma de suas viagens com a família. - Se você se esqueceu Kikyou também é uma.
Miroku suspirou, meias explicações não bastariam para satisfazer o hanyou.
-Quando Kagome era bem pequena por volta dos quatro anos, à melhor amiga dela era uma youkai, certo dia elas estavam brincando e um grupinho de garotos youkais um pouco mais velhos foram implicar com elas... A garota tentou puxar Kagome, mas ela estava com tanto medo que os poderes dela se manifestaram e ela acabou por... como posso dizer, queimar a mão da menina.
-Ela não teve culpa, era muito nova não tinha como controlar...
Inuyasha ficou com pena da garota, talvez fosse por isso que ela não gostasse do fato de ele ser hanyou, ou talvez fosse por ele ser meio grosseiro e metido a valentão. Mas então porque ela tinha aquela amizade com Sesshoumaru, porque insistiu tanto em ser amiga dele?
-Sim, nós nem sabíamos que ela podia ser uma sacerdotisa a mais de cinco gerações que as mulheres da família não nasciam com poderes espirituais. Demo, o lugar onde morávamos tinha muitos youkais e eles não aceitaram muito bem o fato da Ka-chan ser uma sacerdotisa, passaram a ignorá-la ou lançar olhares raivosos em sua direção, até mesmo a melhor amiga dela não quis mais andar com ela, passou a andar com os garotos que antes mexiam com elas. Quando a situação ficou insuportável mãe e papai decidiram se mudar, mas já naquela época Kagome já se escondia das pessoas, principalmente se fosse outras crianças.
-E quanto aos poderes dela?
-Ela reprimiu, tinha vergonha deles, como eu disse antes, ela fugia do nosso avô pelo simples fato de que ele queria treiná-la, fazer com que ela aprendesse o quanto era importante os poderes que ela tinha.
Inuyasha encostou os cotovelos na mesa e apoiou a cabeça em uma das mãos batendo as garras sobre a mesa.
-Baka, o melhor jeito de evitar que aquilo acontecesse novamente era aprender a controlar.
Mas no fundo ele sabia exatamente como ela se sentia, querer renegar uma parte de si era algo que ele também havia tentado e desejado por muito tempo.
-Demo, não entendo o que ela fez hoje a quantidade de áurea pura que ela usou não poderia ser usada por uma pessoa que reprimiu seus poderes por tanto tempo.
Miroku afundou mais no sofá.
-Essa é a outra parte da história, quando fomos pra Okayama no final da rua onde ficava o templo havia uma velha construção com uma grande horta de plantas medicinais. Na velha casa morava uma senhora de idade já bem avançada e um hanyou, o nome dele era Jinenji.
Inuyasha quase caiu da cadeira, ele já tinha ouvido falar daquele hanyou, mas ele estava...
-Sei que você deve ter ouvido falar do caso, virou um escandalo nessa falsa sociedade civilizada onde vivemos. Sei que você já enfrentou muito preconceito, demo sua família é bastante influente, e até mesmo sua aparência é bastante humana para que as pessoas te julguem a toda hora, você é muito forte e seu pai é um daiyoukai, poucos são os idiotas que ousam comprar brigas com você. Demo Jinenji san era um hanyou muito pacifico e até mesmo carinhoso, porém sua aparência era bastante contraria.
-Ka, é obvio, com aquele coração maior que o mundo foi se aproximando, ele era muito tímido e tinha medo até da própria sombra, mas você já viu o sorriso dela quem pode resistir aquilo.
Inuyasha relaxou dando um leve sorriso levou alguns segundos para perceber o que fazia e sacudir a cabeça freneticamente não entendendo sua reação deu graças a Kami por Miroku não ter percebido, por ainda estar de costas para o amigo.
-Feh, não vejo nada de grande naquele sorrisinho... é até mesmo irritante.
Emburrou, mesmo de costas Miroku podia ver claramente o beiço que Inuyasha devia estar fazendo, riu por dentro.
-Bom o fato é que ela conseguiu e Jinenji passou a ser um dos seus melhores amigos . Ela ia quase todos os dias a casa onde ele e a mãe viviam. Lembro dela contando empolgada tudo que aprendia sobre plantas com ele. Demo foi na véspera de um feriado que ela chegou mais empolgada em casa, dizendo que finalmente tinha arranjado um jeito de retribuir ao grandão tudo que ele ensinava a ela.
-Ele não sabia ler Inuyasha, as escolas não haviam aceitado ele. Kagome se dispôs a ensiná-lo, acordou excessivamente cedo naquele dia para poder dar a primeira aula, fez até lanchinhos. Demo, quando ela chegou lá...
Miroku engoliu a fala como se fosse excessivamente difícil continuar, e realmente era. Inuyasha sabia o que viria a seguir e ficou com a estranha vontade de ter estado lá para evitar a cena, evitar que ela tivesse que suportar aquilo.
- A casa estava destruída pelo fogo, fitas de isolamento cobriam todo aquele lado da rua e vários policiais e peritos andavam de um lado a outro recolhendo pistas. Ninguém conseguiu tirá-la dali até de noite, ela ficou os vendo irem e virem ensacando coisas que para ela eram lembranças, para eles eram objetos a serem analisado e arquivados. Os corpos foram tampados com lona e levados para autopsia e ela ficou lá encarando o muro.
Inuyasha sabia muito bem o que estava pichado naquele muro, lembrava da reação do pai ao ler o jornal no dia depois do feriado "IMPUREZAS DEVEM SER PURIFICADAS".
-Foi um grupo de Youkais que fez aquilo, Oyaji tenta descobrir quem são há anos, eles se auto-intitulam "Os Purificadores" e são assassinos cruéis de famílias que tenham hanyous.
-Sim Kagome também descobriu isso, tentamos evitar, mas com bibliotecas, bancas de jornal e internet ela pôs a mão em todo tipo de informação que conseguiu sobre o assunto. E foi ai que ela mudou a opinião sobre os seus poderes, passou a achar que a culpa era dela, disse que se tivesse treinado teria sentido uma áurea maligna como a dos Purificadores a quilômetros de distância, e se soubesse usar seus poderes ela poderia proteger Jinenji e a mãe.
Inuyasha ficou com um pouco de raiva, o que a garota tinha na cabeça não era culpa dela, não era assunto pra ela se meter pequena e frágil daquele jeito.
-Feh, ela era uma pirralha, o que ela faria com um bando de youkais sanguinários? Só acabaria morta também.
Miroku deu uma curta risada.
-Provavelmente, demo ela passou a treinar todo os dias, e por Kami a força de vontade dela é algo assustador, quase tão assustador quanto os poderes espirituais que ela desenvolveu.
-Não podem ser assim tão grandes, baixinha e pirralha daquele jeito.
-Não a subestime Inuyasha ela já protegeu 13 famílias de hanyous...
Agora sim o jovem de cabelos prateados caiu da cadeira, fazendo Miroku virar-se pela primeira vez para olhar na direção do amigo.
-Inuyasha você está bem?
Pode-se apenas ver uma mão aparecer no balcão antes que uma cara vermelha surgisse.
-Como ela faz isso Miroku? Por quê? Como ela se arrisca assim? Como sua família permite? Sesshoumaru sabe? Aquela pirralha deveria se por no lugar dela, isso não é briga pra pessoas do tamanho dela.
Berrou o hanyou furioso, como que podia, não era possível o mundo estava mesmo de pernas para o ar.
-Ela encontra hanyous pela diferença de youky(energia youkai) entre eles e os youkais completos, e entrega a eles uma imitação da Shikon no Tama com uma coloração azul, ela tem uma na cor da verdadeira, fica vermelha quando algum dos seus protegidos esta em perigo. O colar que ela entrega contém um pouco de energia espiritual forma uma barreira por meia hora se eles segurarem ele e pedirem ajuda. Oji-san e Mama não sabem de nada, eu descobri há alguns meses, Sesshoumaru descobriu hoje e não esta nada feliz com ela.
-Feh pirralha irritante...
OoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoO
-O que você quer Sesshy??
A garota estava escorada no forro da porta da pensão, o youkai passou por ela sem comentar nada e olhou ao redor, tons pastéis predominavam em móveis e paredes, mas os tapetes, quadros e utensílios possuíam cores tão variadas que doíam nos olhos dourados acostumados com a uniformidade de seu apartamento.
-Vamos Sesshy, você nunca entra, diga logo o que quer?
Ela já havia fechado a porta e o seguido até a "discreta" sala, Sesshoumaru virou-se e andou alguns passos até ficar bem em frente à amiga, ressaltando a diferença de altura numa clara intenção de intimidar.
-Vá buscar suas malas.
Kagome cruzou os braços e começou a bater o pé encarando o amigo com a sobrancelha arqueada. Sesshoumaru devolveu a guerra de gestos corporais com seu olhar mais frio. Um duelo de titãs.
Ninguém nunca a contradizia quando ela começava a bater o pé.
Ninguém nunca o contradizia quando dava aquele olhar.
Mas então quem venceria a batalha corporal?
-Não me desobedeça Kagome, você vai morar comigo quer queira quer não queira. Depois de ontem não vou deixá-la sozinha pra que continue botando em andamento as suas loucuras.
-E como pretende fazer isso, caso tenha esquecido não tem nenhum poder sobre mim.
Ela pode jurar ter visto um brilho divertido passar pelos olhos dele.
-Não eu não tenho, mas Miroku tem.
Dessa vez quem se divertiu foi ela.
-Miroku morre de ciúmes de você, o que o faz pensar que ele concordaria em lhe ajudar?
-Você pode não saber do que o Naraku é capaz, mas o Miroku sim.
-Vamos ver se você consegue.
Os dois continuaram lançando olhares de desafio um para o outro até que Sesshoumaru deu de ombros e começou a caminhar até a saída.
-Tanto faz, fique com seu bico, em menos de uma semana você estará sã e salva no meu apartamento ou no do Inu-til. Agora apresse-se estarei esperando no carro, temos assuntos a resolver.
Kagome olhou para ele com expressão intrigada, o que ele queria dizer com assuntos a resolver. Quando foi perguntar ele já tinha saído porta a fora, virou-se para subir as escadas e deu de cara com as três garotas que mais se dava bem ali na pensão Eri, Ayumi e Yuka. As três olhavam para a jovem com caras pervertidas e batendo os dedos uns contra os outros.
-E então Kagome... – começou Eri.
-Quer dizer que a senhorita vai morar com o todo poderoso e gostoso da Toudai, hã. –concluiu Yuka.
-E ela disse que nem tinha namorado né? –falou Ayumi com a feição de quem a tinha pegado uma criança roubando doces do pote antes do jantar.
-NÃ..NÃO É NADA DISSO QUE VOCÊS ESTÃO PENSANDO ER...eu hã..hum...
Uma Kagome tomate olhava para todos os lados tentando achar algo para salva-la, viu sua bolsa sobre a mesinha agradeceu aos céus por ser esquecida, agarrou a bolsa e se mandou em direção à porta.
-Já ne, meninas estou atrasada.. hehe.
OoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoO
-Que tipo de assuntos você tem para resolver no shopping Sesshy?
Kagome olhava para todos os lados sem entender, definitivamente Sesshoumaru não fazia o tipo de pessoa que gostava de passear em shoppings, mas então o que estavam fazendo ali. O youkai revirou os olhos e lançou um olhar para sua pequena companhia.
-A sua roupa para o baile de amanha...
Kagome piscou os olhos interrogativamente.
-O inconveniente baile de caridade da Izayoi.
Kagome estancou arregalando os olhos, tinha esquecido completamente do baile. Eles pararam em frente à loja de uma marca altamente conceituada e Sesshoumaru já ia entrando quando sua amiga agarrou a manga de sua camisa.
-Demo Sesshy essa loja é muito cara.
Sesshoumaru revirou os olhos novamente.
-Não se preocupe, eu a meti nessa, eu vou pagar, afinal você será a minha acompanhante, nada além de deslumbrante vai servir, você tem que estar à altura do seu par.
Kagome deu um bico na canela do amigo que lançou um olhar irritado a ela.
-Menos Sesshy, bem menos. Demo...
A jovem lançou a ele um sorriso irônico.
-Isso por acaso o classifica como minha fada madrinha? Vou ter a chance de vê-lo com aqueles chapéus pontudos e uma varinha de condão na mão?
Os frios olhos do youkai se estreitaram e um baixo rosnado podia ser ouvido. A morena resolveu que não era mais seguro continuar com as brincadeiras e dando um sorriso amarelo começou a correr pra dentro da loja. Logo após Sesshoumaru entrou com um bem disfarçado brilho de triunfo no olhar.
"Você pode ser esperta Kagome, mas fiz você entrar na loja sem reclamações. 1x0 para este Sesshoumaru."
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Mais uma vez Izayoi se superava na elegância de seus bailes beneficentes. A decoração era toda com um enfoque em moveis antigos, as poltronas e cadeiras eram cor marfim com estofado de um dourado pálido. As mesas eram cobertas por toalhas brancas com a borda trabalhada em fios de um dourado brilhante com trilhos colocados por cima na mesma coloração dos estofados. Os arranjos eram de orquídeas brancas e amarelas e o local por si só tinha um ar respeitável com suas colunas trabalhadas, suas paredes atapetadas com cenas da história japonesa e armaduras de samurais, entre outros objetos, espalhadas por todo o local.
Os mais importantes empresários japoneses estavam presentes e a anfitriã estava maravilhosa em um vestido longo de seda violeta com apenas um ombro, fazia um belíssimo par com seu marido que assim como todos os outros homens estava de smoking, porém era raros os mesmos homens que tinham o mesmo porte.
Inuyasha batucava sobre a mesa com as garras impaciente, sua mãe estava incomodando desde que chegara porque ate aquele momento o irmão ainda não havia dado as caras. Além disso, como na maioria dos eventos públicos Kikyou havia arranjado uma desculpa para não acompanhar o namorado, arranjou um desfile para a noite.
Sem kikyou, Inuyasha acabou por acompanhar Rin, já que Miroku depois de levar muitos tapas conseguirá convencer Sango para que ele fosse seu acompanhante. E nesse exato momento o que entretinha o hanyou era a briga do futuro casal. Rin também se divertia com a briga que havia começado quando uma jovem passara pela mesa para "cumprimentar" Miroku. Sem problemas se o cumprimentar da garota não tivesse quase incluído ela sentar no colo do rapaz.
Mas Rin olhava de vez em quando para a porta, até que ela viu passar pela porta um jovem muito alto de longos cabelos prateados muito lisos. O smoking impecável combinava perfeitamente com sua figura altiva, encaixada em seu braço vinha uma pequena figura com um longo vestido tomara que caia vermelho que tinha uma cobertura de renda preta assim como uma larga faixa preta embaixo dos seios que lembrava muito as usadas em kimonos tradicionais, porém atrás ela era presa por fitas menores que se entrelaçavam dando uma visão parcial das costas da jovem.
Mesmo que fosse evidente que a jovem estivesse usando salto e que ainda assim era notável a diferença de altura entre eles, parecia a Rin e a todos os outros convidados que faziam uma par perfeito. O vestido era ousada, seria extravagante ou vulgar em uma pessoa que não o soubesse carregar, Rin tinha certeza disso, se alguém entendia de moda essa pessoa era ela. Mas para Kagome com sua figura delicada e de boa postura, o vestido ficava fascinante.
E foi na hora em que ela percebeu Izayoi-sama indo sorridente na direção dos recém chegados que ela teve certeza que aquele baile seria realmente inconveniente...
To be continue
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N/A: Finalmente o inconveniente baile de Izayoi sama tem inicio e como eu sou má vocês só vão saber como o Inu fica ao ver a Ka no próximo capitulo, que se meus cursos não atrapalharem sai ainda esse mês o/
Mas tivemos muitas revelações neste capitulo tive medo da parte sobre o passado da Ka ficar muito melosa demoro muito pra eu achar decente e ainda não me satisfez totalmente. Demo eu já tava demorando demais né e se demora-se muito ia vir semana, er ou melhor mês de provas, relatórios e trabalhos d novo e ai ferro geral, sem chance de postar nada. Bom e aí ficou meloso? Divertido? Horrível? Empolgante? Mandem a sua opinião O-N-E-G-A-IIIIIII
Ah, não percam no próximo capitulo muitas emoções e é obvio não poderia ter outro nome se não "O INCONVENIENTE BAILE DE IZAYOI"
Ja ne, kisus
Onegai mandem rewiens e façam uma autora feliz e inspirada o/
CAMPANHA DEIXE O EGO DA AUTORA MAIOR QUE O DO SESSHY, VC PODE, VC CONSEGUE É SO CLICAR NO BOTÃOZINHO ROXO
