Desculpe a demora, eu tive uns problemas na internet de casa...D:
Gente!Eu quero reviews!PLZ!Nem que sejam de críticas!...Já estou ficando mal...Como vou continuar a história?*cry* ...Well, agora à fic!~~~~~/o/
E o homem não parava de engoli-lo, mais parecia um saco sem fundo. Para onde tudo aquilo estava indo? O homem agora só precisava engolir a cauda da hidra. Usopp apareceu no convés correndo e arfando disse:
− ...Conseguiram matar...todos os monstros...?O estrago foi...GRAAAANDEEE!!!! O QUE DIABOS É AQUILO?! − Usopp olhou assustado para o homem que ainda se deliciava da estranha refeição. Seus amigos continuaram quietos, nem eles sabiam o que estavam presenciando. O homem então engoliu o que restava do animal marinho e olhou diretamente para o Thousand Sunny. Seus olhos eram amarelos e grandes, nem um pouco humanos.
− Ahhh!!!Ele tá olhando pra cá! − Usopp gritou mais espantado que antes. E então o mesmo homem começou a correr na direção do navio. − Agora ele tá vindo pra cá! − Usopp continuou.
− Ah! O que faremos?! Ele irá nos devorar! − Chopper gritou aos prantos, saiu correndo para a cozinha cheio de medo, Brooke e usopp o seguiram. Sanji saía da cozinha na hora quando eles passaram quase o derrubando no chão.
−Céus!O que está havendo?! − Sanji perguntou, mas os três nem ouviram e procuraram por esconderijos seguros. − Robin- san, o que aconteceu? Senti tremores e urros. Era algum rei dos mares? − Sanji perguntou enquanto andava até ela e Zoro, mas nenhum dos dois respondeu. Seus olhos estavam presos no ponto que vinha em grande velocidade para o navio.
. . .
Na ilha, onde Luffy e Nami se encontravam a situação era um pouco melhor. Dentro da cidade, os dois pareciam invisíveis. Muitas crianças estavam usando a mesma máscara de Luffy e por isso os marinheiros nem o olhavam, era apenas mais um fantasiado.
−Nami, quando vou poder tirar a máscara?Está começando a coçar! − Luffy falou à amiga enquanto mexia na máscara a fim de obter mais conforto.
− Quando voltarmos pro Sunny, aí você tira... − Ela ainda olhava para todos os lados desconfiada. "E se os marinheiros estivessem fingindo e planejando uma emboscada?", Nami pensou. Mais a frente tambores começaram a rufar.
− Hei!O que será que é, Nami? − Luffy perguntou contente, procurando o local do barulho.
− Não sei, e não precisamos saber... − O barulho aumentou e lá na frente pode se ver uma marcha de marinheiros vindo na direção deles. Luffy e Nami, escondidos num beco, observavam tudo o que se passava. A tartaruga verde e grande de antes andava vagarosamente atrás dos marinheiros e dessa vez quem estava montado era um homem negro e parrudo, de cabelos prateados e espetados com um cavanhaque prata também, usava a roupa da marinha infestada de jóias e ouro e o típico sobretudo da mesma."Humm, esse deve ser o general que o vendedor me contou...", Nami lembrou. Os marinheiros pararam um pouco antes da rua principal terminar, a tartaruga também parou e o tambor aquietou junto.
− Saúdem o todo poderoso general da Marinha, do 22° Esquadrão, Morikazu Sasame! − Um marinheiro gritou. As pessoas em volta bateram palmas um tanto desanimadas e o general pareceu adorar. Ele pediu silêncio, limpou a garganta e começou:
− Senhoras e senhores, venho até vocês para avisar que este ano será diferente, o festival deste ano será diferente...!
− Legal, Nami! Um festival!Aqui vai ter um festival! − Luffy falou eufórico.
− Cala a boca, imbecil, ou irão nos descobrir aqui! − Nami falou o mais baixo que pôde para Luffy. O general continuou seu anúncio:
− O bandido conhecido como "Cão Fu" este ano será pego finalmente! − Ele fez ênfase apontando para o chão, os dedos das mãos cheias de anéis caríssimos. − Eu mesmo irei pegar o mascarado, desmascará-lo e jogá-lo na prisão, que é o lugar dele... − A multidão o olhava atentamente, mas como se ele estivesse dando uma notícia velha.
− ...Assim poderão curtir o festival, que eu tanto gosto, sem medo do mau caráter estragar com tudo!Não é demais? − As pessoas continuaram inertes. − Eu disse: Não é demais?! − Desta vez, falando mais rispidamente todos começaram a aplaudir a ele com clamor, a gritar seu nome, a cantarem de alegria. Alguns ficaram revoltados, mas calados. Marinheiros começaram a rondar esses poucos e logo eles tiveram que fingir também com o resto da multidão.
− Eu já entendi tudo! − Nami agachou-se no chão, a mão no queixo e a face pensativa. Luffy imitou a pose dela e perguntou:
− Entendeu o quê, Nami? O que está rolando?
− Esse general...Ele foi mandado pra cá para deter bandidos e piratas, mas um dos meliantes não consegue pegar e isso é mal pra ele...Também parece estar ditando as regras desse lugar tem tempos... − Nami informou a Luffy, perdida em pensamentos.
− Nami, isso quer dizer o quê? Ele está maltratando as pessoas?
− Os cidadãos não querem o ditador por aqui e o tal mascarado tenta ajudá-los todos os anos, ele deve ser um pirata também!
− Quem é pirata, Nami?
− Ai...É o seguinte, Luffy. A cidade aqui ajudava piratas, esse general veio pra cá tocando o maior terror e mandando todo mundo pra prisão, quem quer que fosse contra ele. Um tal de "Cão Fu" vem todo ano pra cá a fim de acabar com a tirania dele. − Nami tentou explicar a Luffy de um jeito que ele entendesse.
− Mascarado? Ele usa uma capa também? Como um super-herói?! − Os olhos de Luffy começaram a brilhar.
− Hum, claro, claro, como quiser. − Ela percebeu que ele não havia entendido.
−...Eu quero ser um super-herói também, ainda preciso de uma capa!...Se eu ajudar esse cara talvez ele me empreste a dele!
− Hã?!O quê?! Hei!Aonde vai? − Nami nada estava entendendo. Luffy levantou e andou até o meio da estrada.
− Oe! Você! − Ele gritou e apontou para o general. Todos olharam no mesmo instante.
− Eu vim aqui acabar com a sua tirania, general estranho! − Todos se chocaram.
− Você mesmo! Vou chutar sua bunda e conseguir minha capa de super-herói! − Luffy finalizou.
− NANIIIIIII????!!!!!! − Nami e o general gritaram juntos com olhos esbugalhados.
− Seu idiota! O que pensa estar fazendo?! − Nami voou em cima de Luffy e começou a sacudi-lo.
− O que foi, Nami? Você quer uma capa também? − Luffy perguntou com ingenuidade.
− Peguem eles! É o bandido Cão Fu e uma comparsa! − o general gritou para os marinheiros que obedeceram a ordem na mesma hora e saíram correndo atrás de Luffy e Nami.
− Viu só?! Eles estão atrás de nós agora! − Nami gritou desesperada. Luffy segurou bem o chapéu, pegou Nami pelo braço e saiu em disparada.
. . .
O homem de hábito alimentar totalmente contraditório corria pela água como se ela fosse uma estrada até o navio. Robin, Zoro e Sanji olhavam ainda sem saber o que fazer. O homem chegou mais perto e pulou para dentro de Sunny-Go, sentou-se no chão gramado e ali ficou.
−...E agora? − Sanji questionou esperando resposta de qualquer um dos dois.
− Alguém tem que ir lá falar com ele... − Zoro respondeu sem tirar os olhos do estranho.
− Vá você, ele é um espadachim também, irão se entender.
− Err...Isso lá é desculpa pra eu ir lá?! − Zoro irritou-se.
− A não ser que esteja com medo.
− Quem aqui está com medo?! Quer brigar?!− Zoro puxou Sanji para perto dele pela camisa, a outra mão na katana branca. Sanji também se enfezou e levantou uma das pernas, pronto para dar um chute quando Robin interveio:
− Sanji- san, poderia me preparar um café, por favor? − Robin perguntou ao cozinheiro sem olhá-lo.
−Sim! Robin-chwan!É pra já! − Falou Sanji mudando a face totalmente para apaixonado. Depois saiu aos rodopios de volta para a cozinha. O silêncio predominou por alguns segundos.
−...Sanji-san tem razão. Você é um espadachim como ele... − Robin comentou e fez Zoro dar um pulo de espanto.
−Mazén? Até você?! ...Vá você!É a mais sensata e esperta do navio e blábláblá...
− Isso lá é desculpa para eu ir lá? − Robin imitou Zoro. Ele cruzou os braços e afirmou:
− Bem, eu não vou!
− ...Ahh...Tudo bem, eu vou lá. − Robin havia se cansado da discussão. − Mas você vem comigo. − Puxou Zoro pela manga da camisa e ele não teve outra escolha senão segui-la.
O homem parecia não se importar com a presença dos dois em questão, estava de cabeça baixa olhando talvez para as pernas cruzadas. Robin chegou perto o bastante e perguntou:
− Com licensa, senhor.... − Robin, como sempre, não admitia qualquer tipo de sentimento no rosto, mas suava frio. Quando o homem ouviu a voz dela parou de se mexer, como se esperando que ela falasse mais.
− Podemos saber o que o senhor faz em nosso navio? − Ouve um silêncio por um momento e quando Robin já ia repetir a pergunta o homem começou:
− Estou apenas descansando do almoço... − A voz dele era jovial, mas ao mesmo tempo rouca e cansada.
− Depois o senhor irá embora? − Robin perguntou séria. O homem deu um riso.
− Não. − A resposta foi rápida e depois mais nada ele falou. Robin e Zoro ficaram um tanto inseguros e deram alguns passos para trás. O homem levantou, ainda de cabeça baixa, e falou:
− Eu irei tomar este navio. − Tirou o capuz e mostrou-se ser um rapaz,de talvez vinte anos, os olhos castanhos e cabelos vermelho-fogo. Zoro e robin não ficaram parados. Ao descobrirem que o rapaz era ameaça montaram o ataque. Zoro desembainhou duas das três espadas pondo uma delas rente ao pescoço do homem, obrigado por isso a recuar. E Robin brotou mãos por ele prendendo todo o tronco e pernas ao próprio corpo. O rapaz não parecia nem um pouco amedrontado.
− Fracasso... − Ele disse baixo e começou a se transformar. Zoro tentou cortar o pescoço dele, mas sentiu sua espada bater em algo duro como aço. Robin não agüentava mais segurá-lo e desfez as mãos. O rapaz continuou a transformação ficando cada vez maior e quando não dava mais no lugar ele pulou para trás como um animal. Robin e Zoro viraram rapidamente e viram no que o rapaz tinha virado. Um cachorro muito grande de pêlos vermelhos e olhos amarelos, seus caninos eram maiores que o normal, tinha orelhas caídas, e sua face era voraz. Ele uivou para os dois tentando afugentá-los, mas em vão, pois continuaram em seus postos. Sanji assustou-se com o berro e foi ver o que estava acontecendo.
− Mas que...?! − Ele olhou para o monstro e depois para Robin e Zoro. Entendeu que o que se passava ali era uma luta e correu para ajudá-los pondo-se em posição de ataque. Usopp, Chopper e Brooke, ainda tremendo, foram ver o que se passava do lado de fora, mas não passaram da porta, apenas as cabeças de fora.
− É-é gigantesco! − Brooke gritou.
− Sabia que aquele cara era problema! − Usopp falou roendo as unhas.
− Um usuário! − Chopper deduziu.
O cão gigante pisou forte para frente quebrando as tábuas do chão e berrou de novo. Zoro não agüentava mais o barulho do bicho e contra-atacou. O cão tentou pegá-lo com a pata, Zoro esquivou-se e tentou cortá-lo inúmeras vezes, mas só criou arranhões.
− O que há com esse cara?! − Ele não conseguia entender porque suas katanas não o cortavam. E agora Sanji tentava o ataque. Chutou em cheio a cabeça chata do cachorro que continuou do mesmo jeito que antes.
− Como é duro! − Sanji reclamou. O cão começou a se transformar de novo, ficando bem menor. No final era o cão vermelho e sua metade homem, que mais parecia vestir uma armadura.
− Eu falei, inútil. Meu pêlo é reforçado com muitos tipos diferentes de minerais, tentar me machucar é impossível. − O rapaz fez questão de explicar. Robin pareceu não se importar com a informação, e mãos brotaram pelo corpo do mesmo.
− Clutch! − Ela lançou o ataque que quebrava os ossos do adversário, mas o homem continuou parado. Robin usou toda a sua força, mas ele não se mexia.
− Hum...Como eu dizia... − Zoro e Sanji lançaram-se sobre ele antes que ele terminasse a frase.
− Não nos subestime! Santoryuu, Pound Hou!
− Longe! − Eles jogaram seus melhores ataques no monstro que tentou se defender com os braços, mas o ataque em conjunto era poderoso demais e ele sofreu a investida. Além disso, fora lançado para trás até cair de volta no mar. Desacordado e sendo usuário de Akuma no Mi, seu destino seria abismar no oceano e morrer. Robin o pegou antes que isso acontecesse.
. . .
Na ilha, Luffy e Nami continuavam fugindo dos marinheiros. Corriam por entre as ruas da cidade, becos e até por cima das casas, mas eles continuavam a perseguição.
− Luffy, isto não está dando certo!Vamos para a floresta, lá será mais fácil despistá-los! − A essa altura Nami já estava sendo levada nas costas de Luffy que não parecia se importar. Ouviu a sugestão da amiga e acelerou o passo.
Os dois corriam sem parar pela mata tentando não se distanciar muito um do outro. Esconderam-se atrás de algumas árvores e descansando prestaram atenção aos sons, procurando ouvir o que os marinheiros falavam entre si. "... Eu os vi entrando aqui, senhor!", " Que imbecis! A floresta está repleta de armadilhas!", " Continuem procurando, homens!Eles não têm para onde fugir!"...A última voz que ouviram Nami percebeu ser a do general. Fez sinal para Luffy ir andando sem fazer barulho e ela o seguiu.
− Venha cá, bandidinho...Seus dias estão contados! Não tem mais como você me fazer de bobo! − O General falava na sua busca, a espada cortando os arbustos do caminho.
Nami então se lembrou do que o vendedor havia lhe contado. Que o general era facilmente enganado. Ela resolveu testar tal idéia.
− Hei! Você! Estamos aqui! − Nami gritou para que o general a ouvisse. Ela segurava Luffy pelo cangote que por sua vez não estava entendendo nada.
− Nami?O quê...? − O general foi chegando devagar e seu olhar era o mesmo de um maníaco.
− Ahhh!Finalmente resolveram se entregar para o todo poderoso general Sasame.
− Nami!Ele está chegando mais perto!O que está fazendo?! − Luffy gritou a amiga, Nami continuou quieta e o segurando firmemente.
− General, não estamos nos rendendo. Eu tenho uma proposta para lhe fazer.
− Por que eu sendo quem sou ouviria bandidos?! − Ele se enfezou e apontou a espada para Nami.
− Por que este não é só o seu bandido... − Nami retirou a máscara de Luffy e colocou o chapéu que estava com ela na cabeça dele. −... É também o perigoso pirata Monkey D. Luffy!
O general se assustou e recuou para trás.
− Aquele com o valor de trezentos milhões de belies? Minha nossa!É por isso que eu não consigo pegá-lo!Ninguém consegue!
− Sim, mas eu consegui e agora lhe dou a seguinte proposta: O valor dele é de trezentos milhões, mas eu o vendo por apenas cinqüenta milhões! − Ela finalizou com um sorriso.
− Naniii?! − O general e Luffy não acreditavam no que tinham escutado.
− Nami, você vai me vender? − Luffy perguntou chocado pela idéia da garota.
