Bleach não me pertence XD Ele é única e exclusivamente de propriedade de Tite Kubo!
Cumpri o prazo! Êêê! Clap, clap, clap! Será que dessa vez, vocês vão chorar? Hehehe
Obrigada Raytha e Engel pelas reviews!
CAPÍTULO 6: SENTIMENTOS CONTIDOS, FATOS INEGÁVEIS
Como era de se esperar, o inverno não teve bons momentos para Hisana.
Devido as suas excelentes notas – todas A, tanto na parte teórica quanto prática – Unohana fez um exame extra frente à uma banca composta pelos melhores professores e pelo capitão da primeira divisão shinigami e os impressionou com a sua inteligência fora do comum. Resultado: sendo inteligente demais, era impossível mantê–la no primeiro ano acadêmico. Foi remanejada para o sexto ano, ou seja, para o último ano da Academia de Shinigami. Se formaria em um ano e logo estaria entre os Treze Esquadrões.
Hisana não pôde deixar de sentir uma pontinha de inveja.
– Eu queria poder ser tão inteligente assim...
– Ora, Inuzuri, não se subestime. Todos somos inteligentes e...
– É, só que você nos supera, porque você não é só inteligente – interrompeu Asamoto – Você é inteligente DEMAIS! Mais até que todos da sala, até do tal do Kuchiki...
Asamoto não conseguia esconder o sorriso de maldade.
– Daria tudo para saber o que aquele Kuchiki pensa sobre isso... hehehehehe...
– Sabe – disse Misuno – você me dá medo quando faz essa cara, Asamoto...
– Hehehehe...
– Ah, não! – gritou Misuno – Pelo amor de Deus, não vá gargalhar feito uma hiena histérica!
– Hehehehehe... hahahahahahuahuahuahuahuaHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUA!
Quem estava no pátio, naquela hora do dia, se assustou – e muito – com Asamoto literalmente rolando no chão de tanto rir. Unohana sorria de tão acostumada, Misuno chorava de medo e Hisana enterrou a cara nas mãos de tanta vergonha.
– Ai...ai... ai... minha barriga ta doendo... hahahahahaha...
– Tudo isso só porque você imaginou a cara do Kuchiki–sama?
– Hahahahaha... – continuava Asamato, enxugando as lágrimas – Minha imaginação voou... Huahauahuahauahuahua...
– Você devia se controlar – disse Hisana – Ninguém da Academia te acha normal, acho até que os professores pensam que você é perturbada.
– Mas eles têm que me manter aqui, já que as minhas notas são boas. Não tanto quanto as da Unohana, mas o suficiente para me aprovar.
– Para mim, acho perfeitamente normal – disse Unohana, sorrindo.
Várias e várias gotas surgiram das cabeças de Hisana e Misuno, enquanto que Asamoto erguia o polegar, num sinal de "yes!".
– Vou sentir falta deste clima. Passar por cima de cinco anos era algo inimaginável, até para mim. Será um desafio e tanto.
– Não duvido nada que em um ano ou dois, você será vice–capitã ou capitã de alguma divisão – falou Asamoto.
– Você tem preferência por qual divisão, Unohana–san?
– Sempre me identifiquei com a medicina... Acho que tentarei a 4ª Divisão.
E enquanto as três conversavam, Hisana não conseguia deixar de pensar no vazio que sentiria sem o sorriso acolhedor de Unohana Retsu.
Meses se passaram e Hisana se encontrava chateada. Suas notas decaíram um pouco em prática com a espada, assim como em kidou. Os professores chamavam a sua atenção, procurando saber o que havia acontecido. Ela nada respondia, mas lá no fundo, sabia o motivo. Era aquele vazio imenso em seu coração que crescia a cada dia.
Naquela tarde, mais uma vez, era aula de kendô. Espada de madeira na mão, Hisana não conseguia acertar os golpes e era sempre vencida.
– Inuzuri Hisana, preste maior atenção em seu oponente! – gritava o professor.
A jovem se sentia uma inútil. Daqui a dez minutos lutaria novamente, com o perdedor da simulação de luta que se seguiria. Um deles era Kuchiki Byakuya.
Mentalmente, Hisana agradecia a Deus por ele ser tão bom em kendô que, com certeza, ele não seria seu oponente. Mal acabava de pensar nisso, e Byakuya foi vencido em quatro golpes.
– Não confie tanto em sua espada, Kuchiki–sama! – disse o professor, com uma tranqüilidade incomum.
Hisana estava boquiaberta, os olhos esbugalhados pela cena. "Como ele pôde perder? Ele é o melhor aluno de kendô! O oponente dele nem era lá essas coisas, era praticamente um pulha! Como ele perdeu em quatro golpes?". Enterrou o rosto nas mãos, com várias gotas surgindo em sua cabeça, quando pensou que dali a cinco minutos eles dois estariam lutando pela primeira vez naquela disciplina, em lados opostos. "Eu não acredito!"
Byakuya poderia muito bem estar irritado com a derrota, afinal, ser vencido na aula de kendô era um fato inédito. Todos olhavam surpresos para ele, que mantinha a expressão impassível como sempre, mas quem analisasse bem o seu olhar, notaria que aquilo não fora à toa.
Há tempos que ele tentava se aproximar de Hisana, sem ser notado por mais ninguém, e a transferência de Unohana veio bem a calhar. Não era muito honrado pensar daquele modo, mas não podia deixar de classificar esse acontecimento como muito conveniente. Notara o quanto a moça sentia falta da amiga e isso se refletia nas aulas práticas. Desde então, tentava se aproximar, durante os intervalos das aulas, esperando o momento oportuno. Mas Hisana era dura na queda! Dificilmente a encontrava por aí, nem mesmo na costumeira apreciação solitária do movimento do pátio através da janela. Então, teve a idéia de se aproximar durante as aulas. Mas – que coisa! – nunca ficava na equipe em que ela estava... Porém, naquele dia, na aula de kendô, teve a idéia. Venceria todas as lutas antes de Hisana competir. Se ela perdesse – nos últimos meses, isso acontecia com freqüência – ele perderia também. Se ela vencesse, ele venceria. Desse modo, forjaria uma luta entre eles. Assim, ele poderia se mostrar agradável, do jeito dele, é claro.
– Baixa o cacete no nobrezinho, Inuzuri – disse Asamoto para Hisana quando o professor a chamou.
Hisana sorriu amarelo e foi para a linha de combate.
Os dois se encararam. Hisana nem ouviu o professor, de tão enfeitiçada que se sentia por aquele olhos; Byakuya a encarava, como se estivesse diante um oponente qualquer, o que a irritou. "Baixa o cacete no nobrezinho!". E quando o professor deu o sinal, a simulação começou.
Hisana logo tentou atingi–lo diagonalmente, mas Byakuya bloqueou a espada dela e contra atacou com um golpe visando o ombro da garota. Ela abaixou–se e rechaçou a espada dele, mas o rapaz manteve o equilíbrio. Depois de vários golpes, Hisana estava tão irritada com a situação, que muitos pensaram que aquela luta duraria a tarde inteira. Tentou acertá-lo no quadril, mas Byakuya novamente se defendeu do golpe e praticamente conduziu a espada de Hisana para o solo, e ao tentar não soltá-la, a jovem girou, e com uma das mãos como apoio, saltou e se posicionou agachada no chão.
– Credo – sussurrou Misuno para Asamoto – Parece uma luta de verdade!
– He... Isso ta parecendo briguinha de casal.
O professor parou a simulação e anunciou que Kuchiki–sama estava vencendo por um ponto, e recomeçou a luta. Byakuya avançou; Hisana, na defensiva, sentia as mãos tremerem. Ficaram frente a frente, uma bloqueando a espada do outro, olhos, nos olhos.
– Você não está lutando com o espírito... – murmurou Byakuya, surpreendendo Hisana – Não está concentrada.
– E isso é por acaso da sua conta? – murmurou Hisana, tentando parecer dura.
– Mais do que você pensa!
A garota arregalou os olhos; o que ele queria dizer com isso? Ela empurrou a espada dele, e com a brecha inevitável, acertou–lhe o braço. Byakuya, ao mesmo tempo, atingiu Hisana numa das costelas, tentando não pôr muita força na espada. A jovem olhava para ele com uma raiva profunda; mas tal sentimento se dirigia a ela mesma, por ter se deixado desconcertar pelas palavras dele. Hisana avançou e, antes que Byakuya pudesse se defender do ataque frontal, ela literalmente sumiu diante de seus olhos, por quase um segundo.
– O quê... – surpreendeu–se Byakuya.
Antes que pudesse falar mais alguma coisa, o rapaz não teve chance de defesa quando Hisana ressurgiu, atingindo–lhe o peito, levando–o ao chão.
– Empate! – gritou o professor, encerrando a luta.
– É isso aí, Inuzuri! – disse Asamoto, em alto e bom som.
Byakuya levantou-se e, olhando para Hisana de uma maneira que a ruborizou, murmurou:
– Foi um golpe preciso e no instante decisivo. Meus parabéns.
A moça desviou o olhar e respondeu:
– Se você tivesse lutado a sério, teria me vencido.
– Eu estava lutando a sério.
– Então por que não pôs força naquele golpe? E por que me disse aquilo?
– Tentei trazer–lhe para a luta. Esvaziar a mente de qualquer pensamento e acalmar os sentimentos são requisitos básicos numa luta.
– Eu sei disso – respondeu Hisana, irritada consigo mesma.
– Sabe, mas não era o que estava fazendo.
Hisana, mais irritada ainda, saiu pisando forte, sem olhar para ninguém, nem mesmo para Asamoto e Misuno, que ainda estavam ali. Byakuya suspirou. Dissera tudo aquilo com a melhor das intenções. Frustrado, decepcionado, num acesso de raiva jogou a espada de madeira no chão. O que saíra errado?
Asamoto e Misuno olhavam para Byakuya; as duas se entreolharam e saíram para o corredor.
– Foi a primeira vez que vi Kuchiki-sama dirigir a palavra para alguém que não era um professor...
– Ele nem sequer dá bom dia para o pessoal da classe... Dar tamanha atenção para Inuzuri–san é estranho da parte dele...
No pátio, Hisana meditava sobre o ocorrido na aula de kendô. Afinal, qual era a do Kuchiki? Por que aquelas atitudes? Já estavam no final do terceiro ano acadêmico, por que aquilo agora? Hisana pensava e pensava, lembrando das palavras de Byakuya. Lembrou também de todas as vezes que se encontraram, que permaneceram juntos, das palavras que saíam da boca dele. O vento soprava suave, trazendo-lhe uma flor de ameixeira, fresca, florescida recentemente. Hisana sorriu, pensando no primeiro dia de aula, quando parou em frente à uma mansão para observar o desabrochar das flores de uma ameixeira. A mansão da família Kuchiki.
– Tudo anda mesmo complicado, não é...? – murmurou para a flor, como se ela pudesse ouvir.
Hisana levantou e caminhou devagar rumo ao prédio da Academia. Ao chegar à sala de aula, já não havia mais ninguém, a não ser Kuchiki Byakuya, que recolhia seus livros. Hisana se aproximou, cabisbaixa, e tossiu para chamar a atenção. Kuchiki-sama virou-se.
A garota ergueu o rosto e o encarou. A expressão irritada dela havia desaparecido há muito, mas os olhos do rapaz ainda carregavam uma ponta de frustração. Por um instante, Byakuya se surpreendeu; era a primeira vez que Hisana ia até ele de livre e espontânea vontade. Ele abriu a boca para falar algo, mas se calou ao pressentir algo.
– Kuchiki-sama... – disse Hisana timidamente, respirando fundo, esfregando as mãos – eu... vim pedir desculpas pela minha conduta de agora há pouco. Não entenda mal... O senhor estava certo. O tempo todo.
– Eu...
– E também – interrompeu a moça – quero lhe agradecer pela sua atenção para comigo na aula de hoje.
E Hisana estendeu a mão, num gesto inesperado.
Byakuya arregalou os olhos; era inacreditável!
– Eu já lhe devo bastante. Espero um dia poder retribuir e...
A jovem emudeceu quando viu Byakuya tomar sua mão entre as dele e beijá-la ternamente. Ela enrubesceu dos pés até o último fio de cabelo. Ele sentiu o quanto as mãos dela estavam frias do nervosismo talvez causado por aquele gesto.
– Espero... que um dia a senhorita entenda os meus motivos, Inuzuri-san.
E o rapaz saiu da sala.
Demorou para Hisana assimilar tudo aquilo. Fazia tempo que ela sabia, mas não admitia, dos seus sentimentos para com Kuchiki Byakuya, isso porque pensava que era impossível amar alguém como ele, um nobre, sendo uma aldeã de Rukongai. Pensando que amá-lo seria em vão, não reconhecia os próprios sentimentos para não sofrer. A única que sabia de sua situação era Unohana, mas agora, com a amiga longe, toda a sua confusão só aumentava a angústia que sentia, o vazio em seu peito. Mas aquele gesto...
Levou a mão beijada por Byakuya aos lábios e a beijou também, tentando sentir seu sabor. O que ele queria dizer com aquilo? Um "eu te amo"?
– Isso tem que acabar, antes que não tenha mais volta!
Pegou os seus livros e saiu correndo da sala. Atrás de Byakuya. Ele ainda estava no corredor quando Hisana novamente o chamou.
– Kuchiki Byakuya–sama!
Ele olhou para ela. Hisana cerrou os punhos, decidida.
– Por favor... – e hesitou.
– Sim?
A voz dele era grave, mas até isso era encantador. A moça respirou fundo.
– Poderíamos conversar em particular?
– Estou ouvindo – respondeu Byakuya.
– Não aqui...
– Onde, então?
Hisana voltou–se e entrou novamente na sala de aula. Byakuya a seguiu. Quando entrou, Hisana fechou a porta e trancou.
– Pelo visto, o que você tem a me dizer é importante. – disse o rapaz, sentindo o coração bater forte.
– Por quê? – perguntou a garota, num tom de voz baixo.
– O quê?
– Por que você quer tanto se aproximar de mim?
Byakuya a encarou. Respirou fundo, não desviando o olhar. Mas antes que respondesse, Hisana continuou.
– Você é um nobre... Não devia sequer me dirigir o olhar!
O rapaz arregalou os olhos. Hisana começou a descarregar toda a sua angústia.
– Isso... Isso não pode avançar...
– Inuzuri-san...
– Não! Desde o início, eu jurei que te odiaria! Então porquê? Por que tenta se aproximar de mim, quando sabe que não deveria? E por que... Por que não consigo tirar você de mim?
Era praticamente uma declaração. Enfim, ela reconhecia que o amava. Byakuya, por um momento, sentiu a felicidade inundar seu coração.
– Agir com altivez para quem lhe é inferior... Ser um exemplo a ser seguido... Unir–se a alguém da mesma classe social... Isso são fatos inegáveis para um nobre!
– Hisana...
– Eu conheci a riqueza em vida e a miséria na morte, Kuchiki-sama! Você pode ser o melhor aluno, mas em se tratando de vivência, sabe menos do que eu!
– Acalme–se!
– Não... não sei de mais nada... Só tenho certeza de uma coisa: isso não pode continuar...
Byakuya olhava para Hisana tentando compreender o que estava acontecendo. Ele se aproximou dela, enquanto a jovem segurava as lágrimas, que teimavam em chegar aos olhos.
– Eu sou de Rukongai... Você é um nobre! Classes sociais diferentes! VIDAS diferentes! Por favor, não tentes mais! Não se aproximes mais de mim! Não posso mais! Não posso mais agüentar essa situação!
Hisana sentiu as pernas enfraquecerem. Byakuya percebeu e, antes que ela caísse no chão, a abraçou.
– Perdoe–me... – ele disse – Mas os meus sentimentos...
– Não... Não diga isso. Isso é passageiro! TEM QUE SER!
– Hisana...
– NÃO DIGA MEU NOME!
A moça libertou–se dos braços dele.
– EU TE ODEIO! TENHO QUE TE ODIAR! EU TENHO PORQUE SENÃO...
E antes que pudesse continuar, Byakuya a calou com um beijo – um beijo longo, ardente, cheio do sentimento contido por tanto tempo. A garota tentava se afastar de todas as maneiras, mas ele era mais forte do que ela. Logo, não resistia mais, todos os pensamentos fugiram de sua mente, era como se não existisse mais ninguém no mundo a não ser o homem que a beijava... Byakuya a abraçava, acariciava seus cabelos, enquanto sentia as mãos dela tocando o seu corpo. Sentia os lábios quentes de Hisana nos seus, o corpo dela estremecendo ao toque de suas mãos, a língua indo de encontro com a dele... Um beijo tão diferente daquele dia em que a salvou... Era um misto de sensações tão incríveis e nunca antes sentidas, que o fazia esquecer de tudo, até de si mesmo. Suas bocas se separaram, mas eles continuaram de olhos fechados, ambos ofegantes.
– ...Senão eu vou sucumbir à dor que sinto por saber que esse amor é impossível...
– Não é impossível... – ele replicou – Não é impossível, porque eu também te amo! – e o rapaz a beijou novamente, dessa vez mais ternamente.
Hisana abriu os olhos, ao mesmo tempo que Byakuya. Ela acariciou o rosto dele, que levou a mão ao encontro da sua. Entreolharam–se. A expressão do jovem era de realização, mas a da moça era de tristeza.
– Eu sei o meu lugar, Byakuya–sama...E, com certeza, não é ao seu lado. – disse, vendo a alegria dele sumir diante de tal afirmação.
A moça levantou, foi até a porta, girou a chave e a abriu. Saiu sem olhar para trás, sem ouvir a resposta de Byakuya, que se sentia mais apaixonado e decidido do que nunca.
– Está errada, Hisana... Você verá...
Notas
SPOILER – SE NÃO QUER SABER, NÃO LEIA!
Caraca, eu to até agora embebida pelo capítulo –105 do mangá de Bleach. Ver o Byakuya adolescente foi um sonho realizado. To louca pra ver como ele e Hisana se conheceram. Tomara que o Kubo tenha piedade de nós, do Byakuya Fã–Clube, huahuahaua... Será que Hisana era uma oficial de patente alta? Mas, sabem, vê–lo todo cheio de energia brigando com a Yoruichi não me surpreendeu... Todo adulto carrancudo, um dia, foi um moleque danado – FATO! E as caretas dele... Nunca imaginei ele fazendo careta! E caretas impagáveis! Engraçadíssimas! Huahuahuahua! XD
Pô, quem me surpreendeu mesmo foi a Unohana... Ela já era capitã quando Byakuya ainda era um menino... Como gosto de respeitar o Cannon, fiquei um pouco desapontada... E pensar que a primeira idéia que tive desse fanfic era diferente... afff... devia ter seguido a primeira idéia! TT.TT
FIM DO SPOILER – LEIA A PARTIR DAQUI
Ah, esse capítulo foi um tanto triste, não? Hisana tentando dizimar as esperanças de Byakuya... Me pergunto se a história que o Kubo tem na cabeça e teima em não desenhar tem alguma semelhança com a minha! Afinal, Byakuya, como bem disse Hisana, é um nobre, deveria se casar com uma mulher da mesma classe social... O que será que a irmã da Rukia tinha para deixá-lo tão perdidamente apaixonado, a ponto de fazê-lo passar por cima das regras? Será que ela tentou resistir a ele, apesar do amor que sentia? Toda vez eu penso nisso... O amor deles foi tão forte assim? Meu Deus! :O
Se gostou, mande review! XD
