Oi geente !

Me desculpem a demora...

aai, agora eu to aqui ouvindo Hold On - JB e All I Needed - Naked Brothers Band, quase chorando...

To muuuito deprê...

Mas, tenho que me animar pra conseguir escrever a fic, não é ?

Então o que eu posso dizer é que eu espero que gostem da lua de mel deles, e não, eu não vou fazer nenhuma NC, hoje eu não to afim disso, ... :~

Beeijão e obrigada por lerem *-*

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Kate's pov

Chegando ao aeroporto me virei para Garrett.

- Alice lhe falou para onde vai ser a nossa lua-de-mel ? - ergui uma sombrancelha.

Eu sei que é meio irônico nem o noivo nem a noiva saber qual vai ser o lugar que eles vão viajar, mas se Alice Cullen organizar o seu casamento, você nunca irá saber se depender dela. Edward só soube porque le mentes e Alice tinha que pensar nos detalhes o tempo todo, ela deve ter deixado escapar alguma hora.

- Infelizmente não, mas nós vamos descobrir agora. - ele tirou nossas passagens de avião do bolso da calça beje - ele tambpem havia trocado de roupa. - Bom, nós vamos para o litoral Chileno. Lá o tempo é bem nublado, mas faz calor nessa época do ano. Alice soube escolher muito bem o lugar. - ele disse com um sorriso de satisfação.

Eu me limitei a sorrir. Alice fez tudo perfeito, não havia uma coisa que essa baixinha não saiba fazer bem. Quero dizer, perfeito.

Pegamos uma conexão para Colômbia e depois embarcamos em outro avião para o Chile. Quando chegamos lá pegamos um taxi do aeroporto que iria nos levar até o nosso hotel, pousada, mansão ou sei lá mais no que Alice havia pensado.

Eram mais ou menos umas quatro da manhã, as ruas estavam silênciosas. Em uma das janelas da pra ver a praia e as pequenas ondas se quebrando. O tempo estava quente, era uma perfeita noite de verão, mas o ar umido que entrava pela janela do táxi dedurava que havia chovido algumas horas atrás.

Fomos nos afastando cada vez mais da metrópole e do centro da cidade, mas o mar nos acompanhava por todo o trajeto.

De repente o táxi parou e eu vi uma cabana de dois andares, porém pequena, feita de madeira. Ela ficava na areia de frente para o mar. Não havia casas perto dali, só o oceano cercava a cabana. Garrett abriu a porta do carro para mim e eu saí. Logo depois nós dispensamos a ajuda do motorista, ele se ofereceu para carregar as malas, mas quem precisa disso quando se tem uma força anormal ? As vezes eu me irrito com a ignorância dos humanos, mas sei que ele se ofereceu para ajudar, foi de bom coração.

Garrett ficou tentato para provar do sangue do motorista, afinal não é fácil virar vegetariano da noite para o dia praticamente. Ele havia passado em todos os testes: ir a um shoping fazer compras comigo, passear pelas ruas de Seattle, entre outros e ele não atacou ninguém, isso é louvável, mas por melhor que você seja nesse negócio de segurar os seus instintos naturais, você sempre se sente um pouco tentado a provar sangue humano de novo, mas Garrett tem sido bom em 'reprimir os instintos selvagens'.

Pegamos as malas e fomos caminhando até a cabana e antes de atravessarmos a porta Garrett me pegou no colo de supetão o que me fez largar as malas. Os nossos olhares se encontraram e ele me levou até o andar de cima, subindo agilmente as escadas.

- Gar, e as malas ? Alguém pode roubar, eu não sei... - praticamente gaguejei, uma coisa não muito normal para mim.

Ele riu distraído.

- Ah, não. Ninguém faria isso sabendo que dois vampiros são os donos das malas.

- Mas eles não sabem disso.

- Se roubarem ficarão sabendo. - eu ri, nervosa.

ele me colocou docemente na cama e começou a abrir o zíper do meu vestido.

Depois ele tirou o meu vestido rapidamente e ficou a me observar. Fui para cima dele e comecei a afrouxar o nó da gravata dele.

- Sabe, mulher - ele começou a falar - você é tudo na minha vida. - eu ri.

- É querido esposo, - fiz uma careta e ele riu. - você também é tudo na minha vida, é por isso que eu te amo - disse com um sorriso de safada.

Ele jogou a cabeça para trás e gargalhou.

- Também te amo, Kate. - disse ficando por cima de mim e pegandona minha cintura.

Algo me diz que essa noite vai ficar pra história...

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Enquanto isso, numa aldeia há mais ou menos 3 km da cabana onde Kate e Garrett estavam, uma tribo indígena milenar do Chile se reunia em um círculo onde estavam todos da tribo (50 pessoas na média) e o pajé. Havia uma fogueira no meio na roda e dela saiam fumaças coloridas que todos admiravam. O pajé as olhava com preocupação, ele sabia o significado delas. Era um futuro que não demoraria a vir e ele tinha de fazer alguma coisa para mudar isso.

- Tyra ? - o pajé não gritou, falou calmamente.

Uma mulher velha e corcunda se levantou e caminhou até o pajé. Ela era a milagreira e a feiticeira da tribo, podia mudar o futuro, mas o pajé não estava tão confiante.

Tyra se sentou do lado do pajé num silêncio que perturbou todos os índios sentados em volta da fogueira. Sem falar nada o pajé bateu sua bengala de madeira no chão e as chamas coloridas foram ficando mais altas e assumiram formas, porém formas não muito claras.

O fogo mostrava duas figuras desconfiguradas, mas logo Tyra percebeu que eram eles, os frios voltaram. Ela abriu a boca espantada, mas não emitiu nenhum som e logo fechou a boca novamente. O fogo mostrou dois frios correndo e rindo, estavam caçando um leão em umas das montanhas que existiam por perto dali, mas eles se distrairam com alguma coisa e começaram a correr na direção oposta a do leão. Logo o fogo mostrou do que estavam correndo atrás: três guerreiros da tribo. Um dos frios matou os três índios enquanto o outro tentou impedir a matança sem nenhum sucesso. O pajé bateu com a bengala no chão novamente e o fogo voltou a ser o que era antes, só chamas coloridas e sem nenhuma forma.

Logo a tribo se esqueceu do que havia visto e as crianças começaram a dançar e a brincar em volta da fogueira distraidamente.

Tyra permaneceu calada ao lado do pajé.

- Tyra, eles voltaram. - o pajé disse preocupado - voltaram para destruir. - Tyra assentiu horrorizada e seus olhos escontraram os olhos do pajé, ele estava tentando esconder seu choque. - o nosso povo sabe de todas as lendas sobre eles, porém nunca vimos eles. Eles são poderosos, impeça-os, Tyra.

- Como ? - ela perguntou com espanto. - Vivo nessa tribo há anos e nunca vi algo assim. - ela sussurrou amedrontada.

O pajé olhou para o lado e pegou um livro grosso e antigo e o entregou à Tyra.

- Eles podem ser fortes, mas os nossos ancestrais nos avisaram desse perigo e fizeram esse livro para nos proteger.

Tyra folheou o livro grosso cuidadosamente. Se tratava de um livro de feitiços e poções contra o mal.

- Eles podem voltar a ser o que eram, Tyra, está tudo nesse livro. - o pajé disse retomando a confiança que ele não tinha antes. - sua missão é impedí-los. Você é a milagreira da nossa tribo, só você pode realizar o que está escrito no livro.

Tyra assentiu e levou o livro para sua oca.

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Abelisa - ai você acha a fic fofa ? :D que bom ! Aqui ta o capitulo, espero que você goste , amiga ! Beijão !

Juli Hale P. Cullen - pois é, eu também queria muito saber como seria a vida deles depois , mas ninguém faz uma fic deles, então eu decidi fazer uma! Beijão e espero que goste do cap ! *o*

Mariane - amiiiiiiga ! *-* siim, eu vou narrar o teu casamento, não te preocupa ! EHUSEHUSEHS ' Também adoro a Alice, ela é uma personagem muito explosiva e criativa, é uma fadinha *-* e é claro que você vai se casar um dia ! Eu é que vou ficar sozinha em uma ilha escrevendo meus livros de frente pro mar no meu notebook. B) Amo o meu futuro *o* ehusheus, sim, sim, sou meio loquinha mesmo ._. Você que me deu a idéia maravilhosa de fazer a lua de mel deles numa cabana ! Adoro as tuas idéias e palpites, obrigada :) Beeijão !