N/A: Hoooooý amores !
Não atirem pedras, ok ? Eu juro que tentei postar finde passado, mas eu tive que ir pra minha vó e não deu pra entrar no pc por mt tempo, então eu só tinha conseguido att duas fics :x
Não fiquem bravas, please *o*, mas eu não posso mais responder as reviews :/
Pelo menos nesse cap, vamos ver como as coisas ficam na próxima postagem...
Pra vocês terem uma noção, eu to entrando escondida pra postar ! EHSUHEUS ' sério mesmo.
E o cap é dedicado à: Nessa Clearwater, Mariane e Mirabela !
AMO VSES VERY MUCH ! *----*
Espero que gostem do cap, bjbj ;*
três dias depois da hospedagem no hotel...
Kate's pov
Estavamos correndo lado a lado, numa viagem de caça pelas montanhas daquela pequena cidadezinha.
Havia três leões da montanha e nós estávamos atrás deles. De repente o ar norte soprou contra nossos rostos. Inalei o ar, por instinto, afinal era uma viagem de caça. O cheiro de sangue humano entrou pelas minhas narinas, mas eu já estava controlada o bastante para não seguir os meus impulsos. Quando olhei para Garrett, já era tarde demais, ele já estava correndo na direção do sangue humano.
Se eu não me engano eram três homens ou dois que estavam ao norte. Disparei na esperança de conseguir contê-lo, mas provavelmente eu falharia. Ele está cego para os sentimentos, seu foco está no sangue. Não o culpo, entendo isso para não entrar em nenhuma crise do tipo: "Oh, meu marido prefere sangue! Ele não me ama mais". Um humano pensaria assim, mas eu sou da mesma espécie que ele.
Ele está logo à minha frente, não seria difícil agarrá-lo por trás e prendê-lo, nem que seja por poucos segundos, mas até que ponto ele ficaria cego para mim ? Até que ponto não reconheceria os sentimentos, lembraria que me ama ? Só tentando impedí-lo para descobrir.
Os humanos estão à menos de quinze metros, ponderei. Garrett não ficaria feliz em saber que matou dois homens, agora consigo sentir que são dois. Sem pensar duas vezes o agarrei e nós fomos ao chão. Um som gutural de decepção saiu de sua garganta e ele tentou se desvensilhar de mim, mas eu o deitei no chão de barriga para cima e fiquei em cima dele, os nossos rostos quase colados, minhas mãos segurando seus pulsos. Ele rosnou. Era assustador o ver assim, seus olhos escurecidos pela sede, lutando para se libertar de mim. Mas era necessário.
- Garrett, me ouça. - eu falei com a voz dura e convicta. - Você. Não. É. Assim. - ele rosnou mais uma vez e se remecheu, eu segurei seus pulsos com mais força. - Você não acha certo esse modo de vida, é um desafio, lembra ? - Seus olhos foram clareando e eu amaciei a minha voz - Por favor, não faça isso. Você não é assim. Eu sei que consegue suportar, Gar, eu te amo.
Seu corpo não estava mais tempo e ele parou de tentar se soltar. Deitou a cabeça no chão e fechou os olhos por um instante, pude sentir ele trancar a respiração. Com um suspiro eu o soltei e sai de cima dele. Ele abriu os olhos e se sentou, me puxando para seu colo. Fiquei aliviada vendo que era ele de novo. Eu o enlacei pela cintura com os meus braços, repousando a cabça em seu peito. Ele beijou o topo da minha cabeça, pensativo.
- Desculpe e obrigado, mulher. - ele murmurou.
- Não, está tudo bem, isso acontece. - murmurei de volta.
- Seu celular. - ele falou ainda em um tom baixo. O olhei confusa. - Está vibrando. - ele ergueu uma sombrancelha.
Peguei o celular no bolso da minha calça e olhei o visor: '21 chamadas não atendidas - contato: Alice Cullen'. Mas eu,... Arregalei os olhos espantada.
- Como ? - olhei para Garrett alarmada. - Eu não senti vibrar, em nenhuma das vinte e uma ligações da Alice!
- Shhh - ele disse recolocando a minha cabeça em seu peito. - Nós estavámos concentrados, caçando, e depois você teve que me impedir de matar aqueles homens. Garanto que no seu lugar eu também não olharia para o celular, nem eu mesmo o notei vibrar.
Fiquei em silêncio, mas o que ele disse não me acalmou nada. Claro que ele não notou, ele estava hipnotizado pelo sangue humano, mas eu tranquei a respiração. O tempo todo.
Na tribo as pessoas cumpriam as coisas normais do dia-a-dia, as crianças correndo de um lado para o outro e o pajé sempre sentado, pensando.
Dois homens, guerreiros da tribo, voltam correndo da floresta, interrompendo a calmaria rotineira. O pajé ergue os olhos e observa os homens vindo até ele sem expressão nenhuma no rosto. Tyra os vê se aproximando e se aproxima de mansinho também, procurando os ouvir.
- Pajé! - começo um deles, quase sem folêgo. - Nós os vimos, os frios! - Tyra arregala os olhos. - A mulher impediu o parceiro de nos matar.
- É! - confirmou o outro. - Eles são diferentes, ela usou a força para impedir o frio de nos matar, e ele se rendeu. Então nós saímos correndo. - disse o outro, que parecia ter mais fôlego que o primeiro.
Tyra abre a boca de espando e dá um passo largo para frente, tocando no ombro do pajé, alarmada.
- Eu errei, eu pensei que... - ela balbuciou mas spirou com força e continuou. - eu pensei que a mulher fosse matá-los, eu errei! O fogo mostrou a mulher atacando, eu nunca imaginei que... Meu Deus ! Eu fiz o feitiço errado, eu fiz para pegar nela, mas... Mas, eu...
- Você nunca sabe o futuro exatamente, Tyra. - o pajé disse pensativo. - Você apenas tem vislumbres do que pode ou não acontecer. O futuro faz o mais sábio parecer um idiota ao tentar se proteger.
- Mas e a vida dela está mudada para sempre. - sussurrou a milagreira.
O pajé se levantou e a olhou como se isso não fosse mais da conta deles e deixou o local, indo para sua oca/cabana de palha, deixando Tyra e os dois guerreiros sem saber o que fazer.
Kate's pov
- Alo, Alice ? - eu disse, já no quarto do hotel, eram seis horas e cinco minutos da tarde.
- Kate ! Está tudo bem ?
- Sim, agora sim.
- Eu não consigo ver o seu futuro com muita claridade, tive um vislumbre de você perseguindo Garrett, mas foi rápido demais. Também não consigo ver a tribo, é como se algo estivesse me repelindo. - ela disse num fôlego só. - Ninguém tem explicações para isso.
- Aconteceram umas coisas aqui hoje, mas está tudo bem, Alice. Nós vamos voltar para Forks dentro de quatro dias.
- Acho melhor vocês voltarem rápido, não gosto de não saber o que vai acontecer.
- Pelo amor de Deus, é so uma tribo indígena que cultua lendas idiotas. - Revirei os olhos.
- Não os subestime, Katie. Não sabemos o que pode acontecer se não conhecemos o inimigo. - com certeza aquela não era Alice, era a voz de Asheru, o amigo de Garrett.
- Asheru ? - eu ergui uma sombrancelha e Garrett tirou os olhos do jornal que lia e me fitou com curiosidade.
- Desculpe, esqueci de avisar que coloquei no viva-voz. - disse Alice calma. - Chamamos Asheru para nos ajudar a ver o que a tribo quer, mas ele também foi repelido, e não conseguimos ver o que vai acontecer.
- Oh, então vocês acham que vai acontecer uma grande tragédia ?
- Eu tive um pressentimento, e garanto que isso não ve ser nada bom. - Asheru disse firme ignorando a minha ironia.
- Tudo bem, vamos tomar cuidado aqui. - revirei os olhos de novo. - Tchau e obrigada pela preocupação, embora seja desnecessária.
- Tomara que seja mesmo desnecessária querida. - disse Esme em um tom maternal.
- Bem, tenho que desligar. Tchau e um beijo.
Logo todos deram tchau e eu desliguei o telefone.
