N/A: Oi amores!

Cara, eu tentei fazer a fic no word, mas não consegui ._.

Sei lá, só consigo escrever direito aqui no FF

Mas eu prometo que não vou demorar ok? E as próximas fics eu vou escrever elas antes e só quando tiverem terminadas eu vou postar, ok?

Próxima att em breve, muito em breve ;)

Beijão, amo muito vocês!

Obs.: alguém conhece uma receita mágica ou qualquer coisa pra esquecer um cara que te deu um fora e depois tu descobriu que ele não era nada do que tu pensava mas, ainda assim, tu continua gostando dele e não consegue ficar com ninguém por causa disso, muito menos se concentrar direito nas coisas? se tu tiver uma fórmula pra mim esquece ele me avisem porque eu não aguento mais!


Kate's pov

- Quando vai ser a próxima? - Garrett perguntou enquanto saíamos do hotel, descendo as escadas. O olhei confusa. - A próxima lua de mel. - Ele sorriu travesso.

- Creio que não vai demorar muito. - sorri de volta.

Então aconteceu. Tudo ficou escuro de repente e eu não podia ver nada. Comecei a entrar em pânico. Não podia respirar, e isso era frustrante, nem ouvir nada. Tentei abrir os olhos mas algo me dizia que eles estavam abertos. Tentei gritar, mas não consegui, não sentia meu corpo, não podia movê-lo. De repente eu vi um clarão e me vi cercada de humanos, estava no chão, no hall do hotel, Garrett estava lá segurando a minha mão. Trocamos um olhar assustado.

Um funcionário do hotel havia acabado de chegar com um copo de água, que eu recusei. E com uma chuva de perguntas se eu estava bem, se estava sentindo alguma coisa, nós saímos do hotel em silêncio e pegamos o primeiro táxi para o aeroporto.

- Vai ficar tudo bem, meu amor. - Ele prometeu envolvendo a minha cintura.

Eu fiquei em silêncio e recostei minha cabeça em seu ombro.

- Eu sei que vai. - Eu murmurei e fechei os olhos. Com ele aqui tudo iria ficar bem sempre.

***

Quando chegamos na casa dos Cullens pela manhã todos estavam conversando baixo, como se alguém tivesse morrido. Nós entramos e todos nos cumprimentaram minimamente a não ser por Alice, que parecia uma criança de seis anos em seu aniversário, e Tanya, que como eu, achava aquela reunião demasiadamente exagerada, como se de fato eu e Garrett corrêssemos perigo vital.

Estavam lá todos os Cullens, os Denali e Asheru, o amigo de Garrett. Eu estava começando a achá-lo impertinente, mas o cumprimentei e sentei no sofá.

- Kate, nós precisamos conversar. Isso é muito sério. - Edward disse me analisando.

- Pensei que não acreditasse em macumba, Edward. - Falei com um meio sorrisso e percebi Tanya segurar o riso.

Edward revirou os olhos.

- Isso não é macumba, Kate.

Suspirei cansada dessa cena. Mas então pensei que deveria ter consideração pela preocupação que todos eles tiveram por mim e por Garrett.

- E então? O que é tão preocupante.

- Aquela é a tribo Makah, Kate, existem em milhares de lugares, inclusive aqui em Washingtown, e há milhares de anos. - Alice falou concentrada. - Mas foi no chile que ela começou e aquela praia é um lugar sagrado para eles, suponho que estejam ali há pelo menos três séculos. A magia esconde o lugar onde a tribo fica, no meio da floresta, por isso não posso vê-los com clareza. - Ela fez um biquinho de frustração.

- E nós acreditamos que eles sentiram a presença de vocês e fizeram algum tipo de mágica para tirar os sentidos avançados de Kate. - Disse Edward em um tom preocupado.

- Eu estou perfeitamente bem. - Declarei quase ofendida.

- E como explica a queda da escada no hotel? - Ele ergueu a sombrancelha.

De repente Tanya se levantou e o fuminou com o olhar.

- Não venha dar uma de superior aqui, meu querido, você mal completou um século e nós temos seis.

- Eu só estou preocupado, Tanya, essas coisas não acontecem com frequência. Ou você vai dizer que em seus seis séculos já viu isso acontecer? - Parecia que os ânimos estavam alterados na sala, Edward e Tanya não agiam assim.

- Não, eu nunca vi isso acontecer. - Tanya manteu a voz normal e controlada, mas havia um tom ameaçador nela, eu podia sentir. - Mas a única preocupação que você tem é que essa magia atinja a sua família, se descobrir que isso é contagioso de alguma forma, não duvido que sugira a Kate para se isolar em um quarto. - Ela ergueu o queixo, desafiando-o a continuar a falar.

- Você está errada, eu estou preocupado com todos, assim como você.

- Parem. - Alice disse com os olhos vidrados no futuro. - Acho que não querem saber como isso vai acabar. - Ela voltou ao normal e olhou preocupada para Edward.

Tanya suspirou cansada e falou:

- Desculpe pela discussão, Carlisle, eu vou para casa. - Carlisle assentiu.

- Sabe que é bem vinda aqui, Tanya, e que pode contar conosco como sua família. - ele sorriu de leve e minha irmã aquiesceu.

- Eu vou com você, irmã. - Eu decidi.

- Você não deveria ir, meu bem, afinal é importante que esteja aqui para ouvir o que Asheru tem a falar. - Esme surgiu da cozinha com Nessie no colo e uma mamadeira de metal na mão.

Ouvir aquele ser impertinente era tudo o que eu menos queria. No casamento ele fez toda aquela cena de "eu não posso ver as tragédias de seu futuro" e agora está aqui se metendo de novo. Eu não via necessidades em chamá-lo de novo afinal, Alice pode ver muito bem o que vai acontecer.

- Eu sei, Esme, obrigada pela preocupação e, se vocês acham isso realmente necessário, quando Garrett voltar da reunião ele me passa os detalhes importantes.

Dei um beijo em Garrett e dei tchau aos demais presentes, indo direto ao Lamborghini da Tanya.

- O que aconteceu? - Eu perguntei assim que estavamos distantes o suficiente da casa dos Cullens para Edward não ler nossos pensamentos.

- Edward. Sempre ele. - Esperei uns segundos até que ela continuasse. - Me provocou, você não viu? Colocou à prova a minha experiência. - Ela bufou e a velocidade do carro aumentou de 100 km/h para 160 km/h.

- Isso é ridículo, Tanya. O comportamento dos dois. Tem que haver alguma razão. - Ponderei pensativa. - O que realmente aconteceu antes de eu chegar?

- Ele trata como se nós fôssemos o problema maior pra merda da família dele. Eu sinto isso, ele se preocupa com a amada filha dele, a amada esposa. - Ela disse com sarcasmo e apertou os dedos no volante.

- Ah, irmã... - Eu disse triste por ela, percebendo o que estava acontecendo. Eu realmente me preocupei porque ela estava dizendo família dele, e os nossos clãs eram uma só família apesar de distantes.

- Ele se achou bom demais pra ficar comigo umas décadas atrás, comigo, Kate! Quem ele pensa que é, afinal? Ninguém me despensa dessa forma.

- Pensei que já tivesse superado.

- Eu também, irmã... - Ela disse ressentida e eu afaguei o seu braço. - Sinto falta de quando éramos três, das nossas saídas e aventuras, a gente ia a tantos lugares e conhecia vários homens... - Um sorriso fraco brincou em seus lábios e de repente sumiu, a linha formou uma linha rígida e amarga. - Agora Irina se foi e o maximo que nós podemos fazer juntas é fazer compras em um shopping barato de Port Angeles, como se isso estivesse à nossa altura.

- Tanya, nós podemos voltar a Denali a qualquer momento. - Sorri corajosamente. - E podemos viajar à Europa como antigamente, mas vou deixar claro que não vou trair o meu marido. - Eu ri tentando descontrair o ambiente mas a expressão de minha irmã continuou igual.

- Você não sabe da metade das coisas que se passaram por aqui enquanto você esteve fora.

- O que você quer dizer? - Franzi o cenho, confusa.

- Pra começar, todos acham seguro nós permanecermos em Forks enquanto não descobrirem coisas o bastante sobre essa tribo e que tipo de feitiço ou sei lá o que eles fizeram contra você. Disseram que não era seguro quando eu cogitei em levá-la de volta para Denali, o que sinceramente, é um absurdo. Asheru, aquele amigo gato e ao mesmo tempo insuportável de Garrett falou que essa tribo já fez coisas muito perigosas com a nossa espécie e blá blá blá. - Ela diminuiu um pouco a velocidade e nós entramos na estrada da nossa casa em Forks, que também era no meio da floresta, como a dos Cullens.

- Então eles decidem o que eu vou fazer enquanto eu estou fora? Mas era literalmente só o que faltava. - Abri a porta do carro quando Tanya o estacionou e a bati, enfurecida.

- O que você pretende fazer? - Ela disse já ao meu lado, procurando as chaves na bolsa.

- Eu não sei, irmã, talvez possamos voltar para Denali, mas aqui eu não fico por muito tempo. E quero ver se alguém ousa me impedir.

***

Estava no quarto assistindo TV quando Garrett chegou.

- E então, como foi? - Eu perguntei e ele me olhou preocupado. Fiz uma careta. - Por favor, não me diga que você acreditou.

- Eu não sei no que acreditar, Kate. - Ele desabou na cama, ao meu lado. - As evidências são perturbadoras, mas que tipo de "mágica" iria ser capaz de fazer isso com um de nós?

- Eu estou perfeitamente bem, meu amor, não aconteceu nada demais.

- Kate, apenas considere isso por um momento. - Ele me olhou profundamente e eu, de mau humor, assenti. - Aquele dia você tropeçou numa pedra o que não é normal, alguma coisa alterou sua visão, e ontem você caiu dois lances de escada e não pode enxergar nada, ah não ser escuridão. Isso é bastante preocupante.

Fiquei em silêncio. Era verdade eu nunca vira tal coisa acontecer, nem Tanya. Mas Asheru disse que essa tribo era perigosa e havia prejudicado a nossa espécie há anos. E eu duvido que ele de fato tenha seiscentos anos. Que tipo de brincadeira era essa afinal?

- O que o seu amigo disse sobre isso? - Perguntei direta e incisiva.

- Ele disse que há muitos anos atrás um grupo de vampiros atacou aquela tribo, e vários guerreiros morreram, mas poucos conseguiram escapar. Então eles tomaram conhecimento de nós, que eles chamam de frios. Anotaram tudo que sabiam em um livro e se refugiaram no Chile. Uma espécie de mágica e rituais com sacrifícios faz parte desse povo, e tudo é baseado para matar os frios, seus únicos inimigos. Eles querem vingança, Kate, e, provavelmente aquela mulher que nos viu à luz do sol e aqueles homens que eu tentei caçar eram Makah e nos reconheceram.

Fiquei em silêncio avaliando o quão grave aquela situação poderia ser, e me chutei por tê-los subestimados.

- E o que acontece com os vampiros que são "amaldiçoados"?

- Não se sabe ao certo, afinal nenhum de nós pode ter acesso ao livro.

- Asheru está escondendo alguma coisa. - Garrett franziu o cenho para mim. - Como ele sabe tudo isso?

- Ele, Benjamim, Tia, Amun e Kebi vivem há muitos séculos, conheço Asheru há muito tempo.

- Então ele tem em média a minha idade?

- Não sei, nós nunca conversamos muito sobre isso.

- Que ótimo. Ele se mete na nossa vida à ponto de nos manter presos em Forks? - Falei visivelmente irritada.

Vasculhei o roupeiro e achei a minha bolsa. Garrett ficou em silêncio me observando com cautela.

- Aonde você vai? - Ele perguntou confuso.

- Vou ir à casa dos Cullens saber o que está realmente acontecendo.

Desci as escadas como um furacão e cheguei dentro do carro em menos de 15 segundos, mas quado virei pro lado, Garrett estava sentado no banco do passageiro colocando o cinto. Ergui a combrancelha para ele.

- Eu vou com você, mulher. - Ele piscou o olho pra mim.

- Acho melhor não, você não vai gostar do que eu vou fazer quando eu chegar lá.

- Kate, eu te amo. E quando se ama uma pessoa, não se ama só as coisas fáceis de aceitar. Não interessa o que você vai fazer lá, você não vai conseguir se livrar de mim.

Me senti terrivelmente mal por não ter jeito em dizer coisas muito românticas e por ter sido grossa com ele. Dei um meio sorriso e falei:

- Desculpe por hoje e pelo que eu vou fazer. Desculpe também por não dizer algo melhor agora, mas eu também te amo e eu nunca iria querer me livrar de você. - dei um beijo rápido em sua bochecha e acelerei o carro até a valocidade máxima.


REVIEWS:

Mirabela - AMIGA *-* sorry, o word não me inspira ._. aí a criatividade só veio quando eu comecei a escreve aqui. Mas prometo que ainda hoje começo a escrever o cap 11 (: Gosto do momento fofo do inicinho e do fimzinho? Tá curtinho eu sei D: eu só fiz porque tu pediu, porque eu ia fazer os momentos fofos no outro cap. No próximo vai ter mais momentos assim oks? I swear (: E ai, vai ter outro bônus com o Jake, dando um final feliz pra ele. Vai ser no cao 12 ou 13, don't worry. Pretendo fazer um bônus da Nessie e do Seth, mas esse vai ser bem mais pra frente! :D Bom amiga, gosto do cap? tomara que sim! Beijão querida :*

Jessy - amore, oi! Que bom que tu ama as minhas fics *o* agora tu já tem uma noção do que tá acontecendo com a Kate, né? O próximo capítulo será revelador UDOSAUDOSAU ; anyway, i hope you enjoy this chapter *-* olha eu dando uma de gringa, falando ingrêis *u* beijão, amore ! :*

Vanessa Keat - Ian O'shea? LINDO, AMAY *-* but, but, but i prefer Taylor, ALWAYS :'D gosto do bônus blackwater? UHUL *U* vai ter outro bônus em breve com o Jake narrando ;) amiiiga, espero realmente que tenha gotado viu? ;P beijão ;*

Lila Cullen - AAAAAilinha *o* tu aqui amiga? -q ain que bom que tu gosto, sério mesmo viu ;) mas aprende de uma vez por todas, o Jake é meu ._. eu comprei primeiro que tu, não tem essa de me empresta? como que tu vai me empresta se ele ta aqui em casa me fazendo massagem agora mesmo? UDOSAUDOSUAODUSAOD, tri chata né -q beijão amore!