Capítulo 5: Ela não vai voltar.
Acordei na manhã seguinte e Alice não estava ao meu lado na cama. Eu não deveria ficar impressionado com aquilo, afinal de contas, já havia acontecido outras vezes. Às vezes Alice levantava mais cedo para comprar alguma coisa para o café da manhã, mas naquele dia em especial, ver que a minha Alice não estava ao meu lado na cama me deu um aperto no coração. Olhei ao meu redor e tudo me parecia normal, do jeito que ela sempre deixava. Por que aquela sensação?
Passei a mão pelo rosto tentando inutilmente me livrar daquela sensação de sono que eu ainda sentia. Me levantei, tomei meu banho, escovei os dentes e vesti meu uniforme, que estava pendurado cuidadosamente no cabide na porta do armário, como ela sempre í do quarto para a cozinha, mas nem me animei em comer algo. Eu já estava quase para sair mesmo. Havia decidido mentalmente, enquanto tomava banho, que tomaria café no quartel. Afinal, com a discussão de ontem era óbvio que as coisas entre nós não se acertariam tão rápido assim.
Quando cheguei ao quartel ainda me sentia um pouco estranho. Aquela voz do dia anterior ainda gritava algo no meu ouvido, mas eu não conseguia entender o que era.
Devo ter passado algum tempo demorado divagando sobre essas coisas porque senti o outro tenente ao meu lado perguntar se tava tudo bem.
- Tudo bem Whitlock? Você parece meio longe. Sei lá, está estranho.
- Aposto que isso foi coisa de mulher. – disse um outro alguém que eu não quis saber quem era, apenas respondi e me levantei, deixando o café intocado sobre a mesa.
- Briguei com a minha garota ontem. Me deixem em paz.
Ainda ouvi alguns murmúrios do tipo "Eu sabia" ou "Deixem o cara", mas não ligava nem um pouco. O fato era que, cada momento que eu pensava em Alice meu coração ficava apertado. Eu tinha que parar de pensar nela, parar de pensar no que havia acontecido e o crucial, parar de pensar na maldita voz, ainda berrando no meu subconsciente, mas aquilo não era nada fácil. Alice era praticamente a minha vida. Eu não podia simplesmente esquecê-la dessa forma. Independente de estarmos brigados ou não, quando eu pensava nela, minha vontade era sair correndo do quartel, tomá-la nos braços, fazer amor com ela e passar o resto do dia ao seu lado.
Então fui tomado por um medo repentino e sem explicações.
- Ei Jazz, como você está cara? Ouvi os outros comentando que você estava estranho. É por causa do que aconteceu entre você e a Alice ontem? - Edward apareceu e se sentou ao meu lado. Me senti um pouco melhor com a presença de um irmão ali.
- É. Nós conversamos ontem, mas você sabe que essas coisas não se resolvem assim de uma hora pra outra. Só que tem alguma coisa me apertando o coração quando penso nela.
- Vai ver é você se sentindo culpado por ontem.
- Não. Não é isso. É algo como um pressentimento, entende?
- Um pouco. Se quiser eu peço a Bella que converse com Alice depois.
- Não precisa.
- Sabe, acho que deveria pedir dispensa hoje. Você está visivelmente sem condições de estar aqui.
- Não sei.
- Vamos Jasper. Eu te ajudo lá na enfermaria.
O que Edward falou para que eu obtivesse a dispensa deu certo. Saindo do quartel fui direto pra casa. Eu queria muito que aquela sensação ruim passasse.
Quando cheguei em casa, tudo estava do mesmo jeito que havia deixado. Talvez... Talvez Alice tivesse se atrasado para sair e a organização de tudo seria feita quando ela voltasse.
"Ela não vai voltar..." – Alguém sussurrou ao meu ouvido e um arrepio esquisito tomou conta de mim.
Tirei a farda e achei melhor ir para outro banho. Um banho que não era bem um banho. Apenas me molhei debaixo da ducha.
Me enxuguei, enrolei a toalha na cintura e fiquei encarando a mim mesmo no espelho, procurando explicações para algo que eu nem sabia o que era, algo que eu nunca havia sentido antes e o pior, explicações que eu não tinha certeza se queria obter. Passei a mão pelo rosto esperando que aquilo fosse afastar aquela sensação ruim. É claro que eu não obtive sucesso.
Esperava sinceramente que tudo isso fosse apenas imaginação ou alguma reação fisiológica de alguma coisa que eu tivesse comido ou ainda uma ressaca e que, no momento em que eu visse a minha fada e ouvisse sua voz de sinos de vento, tudo passaria porque eu tinha certeza de que ela cuidaria de mim.
Ledo engano.
Eu não veria a minha fada.
Eu não ouviria sua voz de sinos de vento.
Ela não cuidaria de mim.
E a minha certeza veio como um tiro. Um tiro certeiro vindo de um inimigo de tocaia. Meu coração havia se partido em mil pedaços ao ver que eu estava sozinho. Alice tinha ido embora.
No armário que dividíamos nada de vestido elegantes, nada de sapatos delicados. Na verdade, nada de Alice em canto nenhum.
Aquilo não podia ser verdade. Não!
Procurei pelo apartamento todo, alguma coisa que ela pudesse ter deixado e que confirmasse aquilo. Nada de novo.
Desesperado, vesti a primeira muda de roupa que encontrei, esquecendo do meu dever para com o serviço militar. Depois eu me acertava com a advertência. Eu tinha que achar a minha garota. Ela valia muito mais que aquilo tudo.
O primeiro lugar seria o Café Francês.
- Tenente Whitlock! – Madame Sylvie me recepcionou com uma expressão meio de preocupação misturada com surpresa e satisfação.
- Bom dia, senhora.
- Está procurando alguma coisa?
- Eu vim falar com Alice. Será que poderia chamá-la?
- Eu bem que gostaria meu rapaz, ma a pequena Alice não veio trabalhar hoje.
- Não? - perguntei surpreso.
- Não. Pensei que você tivesse vindo aqui porque precisava de algo para a pequena.
- Eu preciso ir. – me apressei em sair.
- Jasper querido, espere! Aconteceu alguma coisa?
- Nada demais.
Alice não tinha ido trabalhar. Tinha saído de casa. Onde ela poderia estar? Talvez sua antiga casa.
Passei por lá, mas nada. Alice não tinha voltado para lá. A casa já havia até sido ocupada e o desespero começava a ser meu melhor amigo. Talvez a Bella pudesse saber! Corri até o hospital para encontrá-la, mas ela estava na hora do almoço. Tudo dando errado. E muito mais desespero tomava conta de mim. Onde ela podia ter ido?
Nada de Cafés, nada de boutiques, nada de sorveterias, lanchonetes, nada! O night club! Talvez, ela tivesse passado por lá, decidido voltar a cantar, algo do tipo! Eu tinha que encontrá-la!
- Tenente? É você mesmo? - a garçonete... como se chamava mesmo? Droga! Alguma coisa com T...
- Oi... Ahm... Eu...
- Está tudo bem? Parece meio nervoso. Ainda vamos demorar muito para abrir, mas, não quer entrar para sentar um pouco? Está pálido. Talvez uma dose de uísque...
- Alice... você... você a viu?
- Alice Brandon? Não, eu nunca mais a vi por aqui. Na verdade, não a vejo desde que parou de cantar – a resposta que eu não gostaria de ouvir.
- Não... – murmurei.
- Mas talvez Lulu a tenha visto.
- Lulu?
- Era quem cuidava de Alice aqui. Eu vou chamá-lo.
Lulu era um homem? Tanto faz. Se ele tivesse alguma informação da minha Alice, podia até ser o que ele quisesse.
- Aqui Lulu, ele quer saber da Alice. Vocês sempre mantiveram o contato, mesmo depois que ela saiu daqui.
- Eu me lembro de você. O Tenente bonitão que levou nossa Alice daqui. – e eu me lembrava dele também. O homem de voz afetada que me deu o recado da minha fada na mesma noite em que trocamos nosso primeiro beijo.
- Lulu, não é?
- Sim.
- Você sabe onde eu posso encontrar a Alice?
- Eu pensei que você soubesse Tenente.
- Soubesse do que?
- Alice partiu de Chicago. Pegou o trem essa manhã quase. O sol não tinha nem saído.
- Partiu de Chicago... Não.
Mil vezes não!
Não. Não. Não. Não. Não!
Ela não pode ter me deixado dessa forma. Não pode.
- Obrigado. – eu disse antes de me arrastar para sair dali.
Descontrole. Eu estava entrando em descontrole.
A visão embaçava. A garganta embargava. O peito doía. O ar estava começando a faltar. Eu estava me sentindo sufocado. Todo o equilíbrio que eu levei anos para construir agora se esvaía em segundos. A única coisa que havia em minha mente agora era a descrença de que aquilo havia realmente acontecido.
Eu torcia para que aquilo fosse um pesadelo. E que eu pudesse acordar a qualquer segundo. A qualquer batida do meu coração. Mas lá no fundo, aquela maldita voz me dizia que aquilo ali era a realidade. Eu estava novamente só. E o pior. Só e destruído. Só e despedaçado. Só e um lixo. Sozinho.
Comecei a me questionar o que eu havia feito. Onde eu havia errado. Mas não conseguia encontrar as respostas. Desde que Alice entrara em minha vida, eu fazia de tudo por ela. Não era possível que eu tivesse feito algo que a tivesse aborrecido tanto a ponto de ela ir embora da cidade. Eu não conseguia pensar em nada com tantas indagações dentro da minha cabeça. Eu não sabia se quer pra onde estava indo. Pensei que deveria voltar ao night club e perguntar ao tal Lulu pra onde Alice tinha tomado o trem, mas no mesmo momento pensei que essa era uma ação impertinente. Se Alice havia saído no meio da madrugada, sem me dizer nada, era porque ela não queria que eu soubesse para onde estava indo. Ironicamente a mesma voz que me atormentava, me dizia para voltar e perguntar. Ignorei-a. Para que arranjar mais uma ferida se a que acabara de se abrir no meu peito demoraria muito tempo para fechar?
Caminhei com um rumo já meio pré-definido dentro da minha cabeça. Talvez aquela fosse uma forma tola de tentar afastar tudo da cabeça, mas era eficaz e sadicamente deliciosa. Quando entrei no meu apartamento, agora tão vazio quanto eu, eu ansiava pela companhia temporária de alguma garrafa de whisky. Temporária porque eu sabia que em algum momento daquela minha solidão extremamente dolorida, a mesma garrafa que me seria conselheira, seria atirada em alguma parede da minha residência.
Talvez essa fosse a pior parte. Ficar lembrando dela, ficar buscando motivos que poderiam tê-la feito ir embora, me culpar por algo que eu não sabia se era mesmo o real culpado. Melancolia. E eu segundo a segundo sendo destruído internamente.
Éramos somente eu, a garrafa e o vazio e eu ainda não me sentia bêbado o suficiente pra esquecer qualquer coisa, apesar de que a minha imagem – largado no chão e todo bagunçado – dizia uma coisa completamente diferente.
Outra crise de descontrole me assolou e mais uma vez as lágrimas molharam meu rosto. Inconformismo. Raiva. Incompreensão. E dor. Muita dor. Tudo isso resumia o que eu estava sentindo naquele momento. A garrafa vazia de whisky, como eu já havia previsto, espatifou-se na parede da minha sala enquanto eu cambaleava zonzo pelo movimento. O vento frio e forte entrava pela janela aberta anunciando uma chuva. Eu pouco me importava com aquilo. Ainda cambaleante fui até onde havia uma garrafa de vinho e abri a mesma. Mas não queria ficar ali. Minha própria casa de deprimia ainda mais.
Alguns vizinhos subiam as escadas e me lançavam olhares que eu não sabia se era horrorizados ou surpresos pelo estado cambaleante em que eu descia os mesmo degraus. Ainda cheguei a ouvir algo como "Aquele rapaz não é o Tenente super sério e disciplinado que mora no terceiro andar e que namora aquela moça de cabelos curtos?"
Tive vontade de responder àquela indagação. "Sim, sou eu mesmo. O Tenente sério e disciplinado que mora no terceiro andar. Mas não namoro mais a moça de cabelos curtos porque ela simplesmente fugiu. Não, não fugiu com outro. Ao menos não que eu saiba. E agora eu estou aqui, me afundando em bebidas feito um tolo só pra ver se eu esqueço algo que eu sei que não vou esquecer. Divagando bobagens, tentando arranjar algum motivo que convença a mim mesmo porque de sua partida".
Tanto faz.
Sai pelas ruas mais uma vez sem rumo. Tudo ia ficando vazio mesmo graças à chuva que começava a cair, ninguém notaria um bêbado inconformado e triste vagando pelas ruas.
Eu caminhava e sentia o vento frio me açoitando. Dane-se. Nenhuma dor era maior que a que eu tinha dentro do peito. Meu rosto, eu não sabia se estava molhando pela chuva ou pelas lágrimas insistentes e grossas. Derrotado. Era assim que eu me sentia.
Casas, prédios, boutiques, restaurantes, lanchonetes... Todos passavam por mim sem que eu tomasse ciência absoluta. Eu estava indo novamente para lá. A música no meu ouvido me levava para lá. Era a voz dela. A voz de Alice. Cantando pra mim como naquela primeira noite.
Senti algo me impedindo de continuar a seguir. O segurança. Eu estava lá na porta.
- Desculpa cara. Não posso deixar você entrar.
- Por favor...
- Não. Ei, eu conheço você. É o Tenente que vinha atrás da Alice aqui, não é?
- Eu preciso falar com ela. Me deixa...
- Desculpa cara, mas a Alice não canta mais aqui há eras. Você devia saber disso.
- Por favor... – eu suplicava em murmúrios.
- Olha Tenente, eu entendo que você tá meio fora de si, mas se não sair daqui eu vou ser obrigado a ter que fazer isso por você.
- Você não entende! Eu preciso falar com ela! – agarrei a lapela do terno do segurança. Eu estava mesmo fora de mim.
Então ele chamou mais alguém e eu me senti carregado. Tentei resistir, mas, o que eu podia fazer naquele estado? Usar minha patente pra impor algum respeito? Eu próprio estava desrespeitando tudo! Então deixei passar. Na verdade, eu queria sofrer qualquer injúria que fosse maior do que aquela que me fora causada. Mas nem o soco na boca que eu levei adiantou. Ironicamente tudo o que eu fiz foi rir. Gargalhar. Céus! Eu estava completamente louco!
Me levantei com dificuldades e algum tempo depois. Ainda chovia forte e agora, a água que caía ajudava a aumentar a mancha de sangue na minha camisa. Como eu havia me tornado tão estúpido assim? Como? Como e por que? Então aquilo que eu havia momentaneamente esquecido me acertou de novo como um tiro. No meio do coração. E eu era o culpado.
Quando cruzei a porta de casa, ouvi sua voz de sinos de vento. Vi seu corpo miúdo e seu sorriso de fada. Mas eu sabia que aquilo era uma ilusão. Ela não estava ali. Olhei ao meu redor. A garrafa de whisky espatifada no chão, uma mancha enorme na parede, e todo o resto de vazio que eu havia deixado ali. O que eu faria agora? Eu me perguntei isso várias vezes depois que deixei minhas costas escorregarem pela parede.
Me sentia perdido. Terrivelmente perdido. Eu queria retornar à realidade, mas não conseguia. Me lembro de ouvir as vozes de Edward e Bella. Pelo menos eu tinha certeza de que eram eles.
- Jasper? JASPER!
- Edward, ele está ardendo em febre. Temos que levá-lo daqui!
- Jasper! Pelo amor de Deus, me responde!
- Jasper, por favor.
- JASPER! Por favor Jazz! Me responde! Fala alguma coisa! Vamos irmão!
- Edward, temos que tirá-lo daqui e levá-lo pro hospital. A febre está muito alta.
Não me lembro de mais nada.
Quando abri os olhos novamente, havia uma imensidão branca na minha frente. Eu não estava reconhecendo o lugar, mas, acho que tinha consciência de onde estava. A enfermaria de um hospital.
- Jasper? - não tinha condições de saber de quem era aquela voz.
- Bella? - minha voz saiu um lixo. Baixa, arranhada, mais grossa que o habitual. Minha garganta parecia que ia rasgar.
- Ainda bem. – ela disse aliviada – Como se sente?
- Péssimo?
- Sem senso de humor, Tenente Whitlock. – mas ela riu – Edward volta daqui a pouco. Ele foi até o quartel cuidar do seu afastamento.
- Afastamento? Não. Eu... Eu preciso...
- Não Jasper. Você vai ficar aqui até melhorar. Pegou um resfriado muito forte por ter tomado aquela chuva ontem e ficar com a roupa molhada.
Eu sabia que a Bella estava tentando não tocar no assunto delicado. A causa da minha loucura temporária.
- Você nos assustou ontem Jazz. Se Edward não tivesse tido a idéia de irmos fazer uma visita, talvez você estivesse lá até agora, só piorando.
- Obrigado por me tirarem de lá.
- Procuramos Alice, mas não a encontramos. Espero que não tenham...
- Bella... Alice foi embora.
- Embora? Como embora? Algum hotel?
- Embora de Chicago, Bella.
- De... Chicago? Mas...
- Não sei Bella, não sei.
É claro que Bella iria ficar arrasada, mas não mais arrasada que eu.
- Tudo bem. Descanse Jasper. Você precisa.
Descansar o que? Como? Se eu fechasse os olhos, o mundo ao meu redor giraria e milhares de cenas despertariam na minha cabeça. Cenas de Alice. Sempre Alice. Mas eu tentei. Fechei os olhos e acho que por efeito dos medicamentos logo apaguei mais uma vez.
Quando abri os olhos novamente, eu ainda estava no mesmo lugar. De se esperar. Eu não sairia dali tão cedo.
- Hey, você acordou. Finalmente hein?
Edward. Só ele pra ter um humor desses numa situação dessas.
- Você preocupou muito a gente cara.
- A Bella me disse.
- Você não imagina como foi pra mim, abrir a porta do seu apartamento e te encontrar jogado no chão num estado que eu só posso definir como catatônico. Eu demorei pra acreditar que estava vendo aquilo e que era você quem estava protagonizando aquela cena. Era muito mais fácil isso acontecer comigo do que com você. Foi a Bella que me "acordou".
- Obrigado Edward.
- Ela me contou que Alice foi embora. Sei que é tolice perguntar, mas, como está se sentindo?
- Vazio. Ludibriado. Inconformado. Um idiota. Já tentei de todas as formas entender, já procurei muitas explicações, motivos, mas nada. Nada que fosse realmente coerente com essa decisão de Alice. A verdade é que eu me sinto perdido. Completamente perdido. Eu tinha em Alice uma espécie de porto seguro, sabe? Alice era tudo pra mim.
- Sei como é.
- Não Edward, você não sabe. E eu torço pra que você nunca saiba. Nem você e nem a Bella.
Continua...
Ay gente! Mil perdões por demorar tanto pra atualizar essa fic... Em partes já expliquei a causa da demora no capitulo de "Você não sabe o efeito que causa nas pessoas" e em outras partes foi que, eu tive de me esmerar um pouco mais pra fazer esse capitulo. Concordem comigo qnd eu digo que fazer o Jasper sofrer já é difícil, imagina não deixar isso mal escrito e medíocre. Só eu sei o quanto tiver de ler e reler esse capitulo pra continuar mantendo tudo no mesmo nível...
Mas já to até vendo minha próxima tensão pra escrever, já que eu comprei A Hospedeira e quando eu começo a ler, ou eu leio, ou escrevo... auhauahua... whatever... Não vos abandonarei!!! Jamais!!! A não ser que vcs parem de comentar aqui...
Tan-to-faz!!!
Aaahhhmm... Ah sim... to estudando aqui mais duas fics... uma eu tenho o titulo e a outra o enredo... UAHUAHUAA... não... não da pra usar um no outro pq simplesmente não tem nada a ver!E tb nem conto o enredo... =D Segredjjjiiiinnnhhhoooo... lalala
Ok, chega de momento retardo mental e vamos aos comentários...
MahRathbone: Ain... sinto que te causei um outro treco com esse capitulo... auhauhauhaua... Oh shit... vou ficar sem leitoras desse jeito...
Ashley Cullen: não me importo que sejam comentários tolos e insignificantes... Só o fato de vc comentar aqui já me deixa muito feliz! Continue lendo e amando!!!
Anynha Potter: Postei!
CarolAlvesHale: me doeu muito fazer o Jazz sofrer. Muito mesmo! Mas eu tive de fazer... mas eu recompenso... prometo!
lane: bom, o final vai ser feliz sim, mas vai... ainda vão sofrer mais um tantinho...
Milena: =D
Veve Kawaii: Recompenso... juro que recompenso.
Allie B. Malfoy: AUHAIUA... Acredita em sexto sentido? Super acredito... heuheue...
Mary P. Candles Maine: Atualizadyneo... =D
Sarinha McCarty: Seja bem vinda! Jasper não é perfeito? E militar mais perfeito ainda... E Piloto... ain... nem consigo descrever tanta perfeição!!! Keep on reading!
Ali: Bom, to tentando não mudar a essência da Alice. Vai ter um POV só dela e to procurando justamente isso, manter a essência matreira da Ali. Porque afinal de contas, o tempo vai ter de passar néam... =D E quem surtou fui aqui, fazendo o pobre do Jazz sofrer... ain... sofri junto com ele! Juro! Cada dor que ele sentiu, eu senti Tb... Mas no final, eu juro que recompenso.... juro, juro, juro!
É isso ai amores... Por favor, não me matem sim? Pensem bem... Se vcs me matarem, recompensar o Jasper, comofas/ =D
