Capítulo 6: Arrumem as malas rapazes.
O tempo havia passado e eu finalmente havia conseguido me recuperar. Demorou pelo menos um ano para que eu conseguisse sorrir novamente e mais alguns meses para que conseguisse sair de casa para sair com os amigos. Mas ainda assim, aquela era uma ferida que ainda sangrava e ocasionalmente doía.
Assim que eu pude, mudei daquele apartamento. Fui para uma casa menor e um pouco mais perto do quartel. Edward achou uma bobagem eu me mudar, mas é claro que ele jamais entenderia meus motivos. Ele jamais passara com Bella por algo semelhante ao que eu havia passado. Aquilo tudo me fez pensar demais em todos os planos que eu havia feito e havia imediatamente desistido por conta disso eu pedi a Edward que me liberasse de ser seu padrinho no casamento com Bella, mesmo que ele ainda não tivesse acontecido. Com muita relutância aceitou. Eu não conseguiria subir ao altar, ver meu amigo se casar e não me imaginar no lugar dele, me casando com a única mulher que eu amei. Alice.
Tantas vezes Edward havia marcado a data do casamento e tantas vezes teve de desmarcar, graças a loucura na qual o mundo se encontrava. Com a guerra estourando na Europa, Inglaterra e França pediam ajuda. Muitos pilotos foram voluntários para voar ao lado dos ingleses e derrubar os alemães, enquanto os Estados Unidos de certa forma ignoravam os acontecimentos e vibravam com a fabricação das geladeiras. Por várias vezes eu pensei em ser como aqueles pilotos. Um voluntariado não me faria mal. Talvez até resolvesse meus problemas, mesmo que não fosse fácil um alemão daqueles me derrubar. Eu era um dos melhores pilotos da minha companhia. Era num desses momentos de nostalgia que eu desistia dessas idéias. Como se... Como se um dia ela fosse voltar. Como se um dia eu fosse tê-la nos meus braços novamente.
"- Edward é como um irmão pra mim. Meu melhor amigo. É minha mão direita.
- Parece que está perdendo altitude oficial-piloto. Sua mão direita, a sua mesmo, está abaixo da minha cintura.
- Às vezes perder altitude pode ser bom."
Mas eu sabia que ela jamais voltaria. Já estávamos em 1940 e já tinha pelo menos seis anos da sua partida. Seis anos sem uma notícia se quer.
"- Essa noite não quero estar com muita gente. Quero estar a sós com você.
- A sós? Alice, nós...
- Apenas nós dois, Jazz...
- Está com algum problema Alice?
-Não é exatamente um problema.
- Não pode ser coisa boa, senão não era tão difícil de dizer.
- Eu não quero nunca perder você.
- Não vai.
- Promete?
- Com todas as letras."
Mais um ano se fora e 1941 estava ai. A Luftwaffe alemã estava bombardeando sme parar o centro de Londres, enquanto a Royal Air Force, de Churchill lutava até a morte para manter o controle dos céus britânicos. E a dúvida sempre me consumia.
- Eu não acredito que você ainda está pensando em ir pra lá, Jasper.
- O que você quer que eu faça Edward? Fique aqui, almejando ser transferido pro Havaí?
- Bom, Havaí não é má idéia. Dizem que na base de Pearl harbor não há quase nada para fazer. Além do mais Jazz, Havaí é Havaí.
- Sabe por que eu me tornei um militar Edward? Pra defender meu país!
- Indo pra Inglaterra, você não vai estar defendendo seu país Jasper. Vai estar fugindo daquilo que vem te assombrando esses anos todos.
- Não é isso.
- E o que é então Jasper? Roosevelt continua esperando a resposta do Japão sobre a oferta de paz. O embaixador Nomura chegou a Washington e isso talvez garanta a paz no pacífico, mas lá fora Jazz, a RAF ainda está lutando contra Hitler, tentando impedir que ele reine no Canal da Mancha. É claro que pra eles qualquer ajuda é bem vinda, mas você vai pra lá pra que? Quer se matar com que propósito, Jasper?
- Eu tenho vinte e cinco anos Edward. Com os Estados Unidos fora dessa guerra, que chances eu tenho de colocar em prática o que eu sei? Sendo um instrutor de vôo?
- Eu também não quero ter que ensinar loops invertidos pra cadetes sem nunca ter passado por uma adrenalina dessas, mas também não quero perder meu melhor amigo, Você não está sozinho Jasper. Pare de pensar assim!
- Você não entende...
- Eu sei que mesmo tendo conseguido se recuperar você ainda sofre com a partida de Alice – ouvir o nome dela ainda me fazia perder uma batida do meu coração
- Edward...
- Você precisa esquecer Jasper!
- Eu já esqueci.
- Então por que quer acabar com a sua vida dessa forma? Eu te conheço o suficiente Jazz pra saber que é isso que você quer.
- Tudo bem. Eu não vou fazer nada a respeito disso. E nem vou mais pensar em ir pra Inglaterra. Melhor assim? Satisfeito Cullen?
- Sim Whitlock.
Edward tinha razão. Por mais que eu odiasse admitir isso, ele estava certo. Era exatamente aquilo que eu queria fazer. Eu dissimularia o tempo todo, com a cruel verdade quase estampada na minha cara e durante algum tempo eu cumpriria meu dever, seria o melhor piloto daquele céu, mas em algum momento deixaria aquele desejo vir a tona e me deixaria ser abatido.
Era difícil para mim, acreditar que a minha vida havia se resumido a desejos suicidas mascarados pelo meu orgulho militar, ocasionados pela não presença dela ao meu lado. Era bem mais fácil acreditar na minha própria mentira esse tempo todo. A de que eu estava bem. Que tinha esquecido Alice. A minha própria mentira que me dizia que a partida dela já não me afetava mais. É muito mais fácil acreditar na mentira mais reconfortante do que na cruel verdade.
Eu poderia muito bem fazer como muitos outros e me aproveitar disso. Haviam muitas mulheres querendo consolar um jovem tenente, mas eu não queria ser consolado. Eu queria mesmo era que a dor fosse retirada de mim. E só havia um jeito para aquilo. Um jeito que eu sabia bem que eu não o teria.
Algumas vezes tentei me entregar a outras mentiras criadas pela minha cabeça, mas todas as vezes era o rosto de Alice que eu via. Todas as vezes era o cheiro dela. Todas as vezes era ela.. Aquilo não era obsessão. Era inconformismo.
- Whitlock! Cullen! – nosso oficial superior nos chamou.
- Senhor! – respondemos com a continência.
- Na minha sala. Agora!
- Sim senhor!
- No que você me meteu agora, Edward?
- Nada! Eu juro!
Há algumas semanas ele tinha me feito ser chamado na sala do Coronel por causa de manobras arriscadas e alguns loops com a desculpa de aperfeiçoar nossas habilidades. Fomos tachados de negligentes e irresponsáveis. Mas eu admito. Foi divertido.
- Eu acho bom, Edward.
Fomos até a sala do Major, que já nos esperava, de costas, olhando pela janela.
- Senhor.
- Tenentes. Eu imagino que não façam a mínima idéia do motivo pelo qual eu os chamei aqui.
- Não mesmo senhor. – Edward respondeu.
- E você, Tenente Whitlock?
- Eu espero que não tenha sido por algo que tenhamos feitos, senhor.
- Fala daquela demonstração de vôo irresponsável há dias atrás? Eu poderia tê-los expulsado daqui, mas admito que tanta ousadia no comando de um avião de quarenta e cinco mil dólares me agradou. Isso mostra que vocês são bons no que fazem.
- Obrigado senhor. – agradecemos.
- Obrigado? Eu disse que vocês eram bons. Nada além disso. Mas não foi esse o motivo que me levou a chamá-los aqui. Digam-me Tenentes, vocês conhecem Pearl Harbor?
- A base havaiana, senhor – Edward explicou.
- Sim. A base no Pacífico. Muitos dizem ser um lugar sem muita coisa pra fazer. Mas é claro que isso não é verdade. O que pensa disso Whitlock?
- Que não existe lugar onde não se haja nada a se fazer, senhor.
- E você Cullen?
- Eu penso da mesma forma, senhor.
- Eu sei que vocês dois só estão puxando meu saco, mas eu não estou nem ai. Arrumem as malas rapazes. Vocês partem em dois dias para Pearl Harbor. E nada de camisas havaianas. Não estão indo de férias. Cedo ou tarde entraremos na guerra, querendo ou não, precisarei dos meus melhores pilotos. – o Major disse nos mostrando um jornal que dizia que a Alemanha já avançava fronteiras – Assim que a guerra estourar por aqui, vocês voltam.
- Senhor, acredita mesmo que a guerra chegará até aqui?
- Quanto tempo mais você acha que os Estados Unidos vão ficar brincando de casinha, Whitlock? Stalin e Churchill já estão cobrando de nós. Mas isso não é da conta de vocês. Estão aqui só para obedecer. Agora vão. Dêem logo o fora daqui. Eu preciso avisar aos outros. Estão dispensados.
Após a continência habitual, saímos do escritório. Edward não parecia tão satisfeito assim com a transferência e o motivo era óbvio.
- Bella vai odiar isso.
- Ela vai ter que entender.
- Não vai ser simples.
- Nada é simples Cullen. Você já deveria saber disso.
x X x
- Havaí? Mas por que?
- Eu não sei Bella, mas, eu vou ter que ir.
- Não Edward, você não pode ir! Você não é obrigado a isso!
Bella ficaria arrasada com a partida de Edward para o Havaí. Mas era aquilo. Não podíamos fazer nada.
- Na verdade Bella, eu sou sim. Eu fiz um juramento por isso amor.
- Mas...
- Bella, vai ficar tudo bem.
Eu não conseguia acompanhar essas cenas de afeto entre Bella e Edward. Na verdade, não conseguia acompanhar qualquer tipo de cena de afeto. Tudo me lembrava dela. E me lembrava que eu precisava esquecer. Já havia passado tanto tempo e eu ainda remoendo aquela dor.
- E se você não voltar Edward?
- Eu vou voltar Bella. Eu prometo!
Aquilo foi demais pra mim. Era justamente o que eu não queria ouvir dos dois. Principalmente porque mais uma vez eu lembraria daquilo.
"- Se eu tivesse só mais uma noite pra viver, eu a gastaria com você, Jasper.
- Viu? Se algum dia tivermos que nos separar por causa da minha escolha, eu vou voltar por isso. Vou voltar porque não posso ficar sem você. Quero poder pensar e sonhar com isso. Quero saber que o melhor da minha vida ao seu lado ainda está por vir."
- Com licença.
Eu tinha que sair dali antes que aquela lembrança maldita me sufocasse.
De repente eu me senti um tolo. Há tanto tempo sofrendo por... por nada! Sofrendo pór alguém que se realmente se importasse comigo, estaria aqui, do meu lado. O que eu poderia esperar de uma pessoa que já havia fugido tantas vezes? É claro que ela fugiria de novo. O fraco da história não era eu. Ela fugiu, mas que agüentou sozinho tudo aquilo fui eu. Ela pode realmente ter sentido por mim tudo aquilo que dizia sentir, mas não agüentou alguma coisa. Como num tipo de jogo ou disputa, eu me senti o vencedor, com aquela ponta de orgulho dentro do peito. Mesmo tendo demorado tanto tempo para me dar conta daquilo, eu finalmente me sentia bem.
A não ser pela amizade da Bella, pra mim não tinha problema nenhum deixar Chicago.
x X x
Edward vinha o tempo todo se lamentando por deixar Bella sozinha, mas eu nada dizia. Não por não ter nada o que falar, mas porque tudo o que eu lhe dirigia entrava por um ouvido e saia pelo outro. Até que eu me cansei.
- Será que dava pra você se calar um instante que fosse? Eu to tentando me concentrar em qualquer outra coisa que não seja a sua voz se lamentando.
- É impressão minha ou você parece animado com a nossa transferência?
- Não. Eu sinceramente não estou animado. Preferia ter ficado em Chicago, mas ficar longe de tudo pode ser bom para um recomeço.
- Recomeço?
- É.
- Então você acordou finalmente?
- Acho que sim. Um pouco tarde, mas...
-... antes tarde do que nunca.
- Exato.
- Quanto tempo acha que falta por trem chegar na nossa estação?
- Não faço a mínima idéia.
- Então, quando foi que você se deu conta?
- Quando eu saí da sua casa enquanto você conversava com a Bella. Eu me lembrei de algo que tinha dito pra Alice e então percebi que estava sendo um idiota esse tempo todo.
- E o que vai fazer agora?
- Não sei. Deixar tudo acontecer. Não posso sair simplesmente como um louco tentando tirar seis ou sete anos de atraso da minha vida.
- Você sabe que pode.
- Eu não sou inconseqüente Edward.
- É, tem razão. Não combina com você. Você é certinho e sério demais pra isso. Ainda fico me perguntando como consegui induzir você naquele vôo.
- Voar é a única coisa que eu sempre quis fazer. Você sabe disso.
- Me diz um coisa Jazz, como vai lidar com o resto das coisas?
- Resto das coisas?
- É... Se acontecer de você conhecer outra pessoa.
- Entendi. Você sabe o quanto Alice significava pra mim.
- Não só sei como vi.
- Eu quero dizer... Claro que nossos casos são extremamente diferentes. Você ainda está com a Bella e eu estou só, mas me diga, você conseguiria esquecer a Bella tão rápido?
- Não mesmo.
- Eu posso ter passado sete anos pra me dar conta de que estava sendo um estúpido agindo daquela forma, mas uma coisa ainda é certa...
-...você ainda a ama.
- Muito. Não digo que esquecê-la seja algo impossível, mas talvez demore um pouco mais.
- Mais sete anos?
- Quem sabe?
- Por que você demorou tanto para acordar?
- Não sei. Talvez esse tempo todo eu estivesse atribuindo as minhas razões ao motivo errado. Eu estava inconformado com a dor, achando que eu era o culpado. Era colmo se eu estivesse sendo penitente.
- Você me dá medo às vezes, sabia?
Eu nada respondi.
Ai ele voltou a falar da Bella e eu fingia que ouvia enquanto afundava em meus pensamentos.
Eu ainda amava Alice. Aonde quer que ela esteja, mas aquilo não me impediria mais de viver a minha vida como eu deveria fazer. Não mesmo. Eu agora apenas deixaria as coisas acontecerem. Aposto que ela com certeza havia feito isso.
Mesmo após aqueles anos todos eu ainda sentia falta do seu sorriso, do seu perfume, do seu corpo pequeno, mas aquela nostalgia ficaria para trás.
x X x
O Havaí era exatamente como eu tinha imaginado, mas a base de Pearl Harbor ultrapassou todas as minhas expectativas. Era incrível! Todos os encouraçados, Arizona, California, Oklahoma, e os muitos outros. Gigantes de ferro que aqueciam nosso peito quando simplesmente os olhávamos, flutuando imponentes nas águas do Pacífico. Era em momento como esses que tínhamos orgulho em servir o corpo aéreo do Exército estado-unidense e a Força Aérea da Marinha. E ainda estávamos somente no porto.
- Consegue acreditar nisso tudo Whitlock? - um outro rapaz da minha companhia me perguntou.
- Está na sua frente, se você não acreditar me avise. Quem sabe uns tapas não resolvem. – eu disse e todos os outros riram.
Eu usualmente não tinha a mínima paciência com ele. Fico me perguntando como ele passou em todos os exames pra ser piloto. Ele era um idiota! Preferia nem saber seu nome, mas algumas coisas eram realmente inevitáveis. Ouvi alguém por trás de mim chamando ele de Newton.
-Sabia que tem uns cem navios em Pearl?
Céus, ele ainda estava falando comigo? Tentei apressar mais ainda meus passos, até que finalmente avistei o Hangar.
- Olha só os novos recrutas. – um dos oficiais, porém não fardado, que estava fazendo qualquer outra coisa por ali disse.
- Oi.
- Aloha! – aquele que identifiquei como sargento disse enquanto fazia uma continência.
- Todos são pilotos? - o Newton de novo...
- Estamos tentando ser. Mas tem muitos botões e coisas do tipo.
Todos riram. Claro. Era inevitável. Então o cara com a camisa havaiana disse novamente.
- Somos o Orgulho do Pacífico.
- Quem são vocês? - o sargento perguntou.
- Pode nos chamar de o Terror dos Céus.
- Sejam bem vindos.
- E então? Quem é quem?
Os outros já haviam se dispersado pelo enorme hangar, sobrando apenas eu, Edward, e mais dois. E os outros dois que dessem o jeito deles.
- Eu sou o Tenente Jasper Whitlock.
- E eu o Tenente Edward Cullen.
- E os outros dois ali? - o sargento perguntou.
- Dois merdas. – o de camisa havaiana disse. Tirou as palavras da minha boca.
- E vocês?
- O gigante ali pintando aqueles peitos tortos no avião é o Tenente McCarthy, e não me perguntem como o pobre avião agüenta voar com ele! Esse é o Sargento Mason. E eu sou o James.
- James...?
- Apenas James.
- Tenente James Marsden.
- Obrigado Sargento. – James não parecia assim tão animado com aquilo. – Então, de onde são?
- Eu sou de Chicago e o Jasper é do Texas.
- Texas? Sério? Você não parece texano.
- Eu já moro há muito tempo em Chicago.
- Ah bom. E então, como é viver no paraíso do jazz e do blues?
- Se você gosta, então deve imaginar. – Edward respondeu.
- É... Aqui no Havaí é meio diferente, mas ainda é bom. Tem uma cantora que tá estourando nas rádios agora. Esqueci como ela se chama... EI McCARTHY!
- O que é? - o grandão respondeu.
- Qual o nome daquela cantora que ta fazendo sucesso nas rádios aqui do Havaí?
- Billie Holiday.
- Não! Não é a Billie!
- Sarah Vaughan? - perguntei.
- Não. Não é a Sarah.
- Ella Fitzgerald? Sei lá James! Dá seu jeito de se lembrar sozinho! Eu to ocupado aqui.
- Bom, tanto faz, quando eu lembrar eu digo. Dizem por ai que ela é bem diferente das outras cantoras.
- Diferente como? - Edward perguntou.
- Bonita.
- Pra mim tanto faz. Cantoras só me dão dor de cabeça. – eu disse me retirando dali, mas ainda ouvi Edward comentar algo com James.
- O que deu nele?
- É que ele já namorou uma cantora e não deu muito certo.
- Ah sim.
Antes que me perguntassem alguma coisa sobre a tal cantora, eu decidi apressar mais ainda o passo. Aquelas memórias não iriam me incomodar mais. Não ali. E nem em qualquer outro lugar.
Eu havia decidido que estar no Havaí seria ótimo.
Continua...
E então minhas tortas de brigadeiro? Tudo bom com vocês?
Nossa gente, como vocês crucificaram a pobre Alice... Não posso dizer ainda o que aconteceu, mas não crucifiquem a coitadinha... por favor.
Né... então assim... Já deu pra ver o que vem por ai né? Pela época, lugar e tra lá lá... Vamo lá gente... Aula de história serve pra isso, então, ponham as cabecinhas pra funcionar sim? Agora nem digo mais nada além disso... Só que agora vou responder as reviews!
Anynha Potter: E quem guenta o Jazz tristinho? Nem eu qnd escrevi... mimimi
MahRathbone: Jasper tb tentou encontrar um porque, mas ainda não encontrou... mas vai encontrar... eu prometo... uehuehue...
Ashley Cullen: AHUAHUA... Todo mundo querendo consolar o Jazz... adoro... Bom, motivo ela tem, mas nem digo agora... e nem digo se é um bom motivo ou não... =D Segredinhoooo... vai ter de ler até o final...
lane: então... fic nova já ta no ar viu? ^^ Te espero por La.
tami-sushi: Bem vinda! Ain eu tive de fazer... Com muita dor no coração, mas tive de fazer... Até agora, nessa fic, a cena do abandono do Jazz foi a mais difícil... mas tenho certeza de que ainda deve ter mais alguma tão dificil quanto!
Veve Kawaii: Nem digo ainda pq a Alice foi embora.. pra saber, vai ter de acompanhar até o fim... =D
Stapani rs: Eu quero muito juntá-los logo, mas... ain... preciso dar continuidade na historia... mimimimi...
Mrs. Masen Cullen: Você também ama? AY EU ADORO! AHUHAUHA... Capitulos dramáticos são tudo dentro de uma fic! Mas meu livro preferido mesmo é o Eclipse... auuhauhaua... amo Edward e Jacob se digladiando... Continue lendo, ok?
Allie B. Malfoy: UHAUAHUa... Olha todo mundo querendo consolar o Jasper... auhauhauhaua... ADORO! E nem posso dizer ainda o que aconteceu... =X Ain...
Mary P. Candles Maine: Atualizei! Alice tem um motivo, eu juro!
Anna R. Black: Vc ta indo no caminho certo!!!! Alice realmente não fugiu só pela briga! Mas nem digo o resto!
Bom meninas... Gostei muito, muito, muito de vcs terem comentado! Não se esqueçam de deixar reviews nesse capitulo e não se esqueçam também de passar em Good Things Come For Boys Who Wait, minha fic nova. Pra quem gosta de confusão e um pouquinho de Lemon, ta no lugar certo hein! Não se esqueçam de deixar review por la também!Beijinhos!
