N.A.: Dedico esse Charpter capitulo a Morgana Bauer que não tenho certeza se ainda lê esta fanfic. E em sua homenagem aqui vai o hino de "sua equipa" (português, huaha, adoro.) Benfica.

Sou do Benfica
E isso me envaidece
Tenho a genica
Que a qualquer engrandece
Sou de um clube lutador
Que na luta com fervor
Nunca encontrou rival
Neste nosso Portugal.

Ser Benfiquista
É ter na alma a chama imensa
Que nos conquista
E leva à palma a luz intensa
Do sol que lá no céu
Risonho vem beijar
Com orgulho muito seu
As camisolas berrantes
Que nos campos a vibrar
São papoilas saltitantes.

Sarah não precisava ler a mente do Eleito para saber o que ele faria. Na verdade, não precisou nem ver seu olhar raivoso para saber que ele iria amaldiçoar Jason. Os Sonserinos já haviam voltado no tempo sabendo que as poucas pessoas que soubessem a aparência de Tom Riddle Junior iriam querer a cabeça de Jason em uma bandeja.

No presente, Harry Potter já havia tido aquela reação. Ao ver o menino pela primeira vez sacou a varinha, mas graças aos reflexos rápidos do quadribol o Turner conseguiu desviar enquanto o mais velho era desarmado.

- Prohibeo Alica. – a jovem Riddle murmurou pegando a varinha discretamente e apontando-a para a do menino-que-sobreviveu.

Esse por sua vez sem perceber que o feitiço havia o atingido berrou "Avada Kadavra", sentindo a magia sendo transmitida de seu corpo até a varinha. Mas nada aconteceu. Nenhuma luz verde saiu de sua varinha, nenhuma explosão foi ouvida e Jason continuou de pé com as mãos no saco olhando atônito para o bruxo que tenta o matar toda vez que lhe vê.

- Avada Kadavra! – falou mais uma vez e nada voltou a acontecer.

- Senhor Potter, se você tentar de novo, eu serei obrigada a lhe petrificar. – a morena falou tentando manter o respeito que tinha pelo salvador do Reino Unido bruxo.

Harry olhou-a sentindo-se impotente e desesperado. Estava cara-a-cara com o homem que matou seus pais a sangue-frio, deixando-o ainda bebê órfão á ser criado, ou melhor, maltratado pelos tios o resto de sua vida. Sem saber quem era. Para onde ir. Tendo por companhia apenas aranhas que moravam junto consigo em um armário em baixo da escada. E assim permaneceu pelos longos anos de sua infância.

- Quem são vocês? – Hermione perguntou aos estranhos apontando-lhe a varinha colocando Hugo atrás de si. Harry olhou a amiga, se perguntando se era mesmo Mione. Afinal, ela havia entrado ali logo atrás do Jovem Voldemort. E parecia conhecê-lo. E se o conhecia sabia quem ele era. Sabia que ele era o Lorde das Trevas.

Ele parecia mais jovem, mais humano. Mas ainda assim era ele, Harry reconheceria aquele rosto em qualquer idade. "Então, por que Mione está parece tão desconfiada?" O Eleito se perguntou. E depois de algumas rápidas suposições. "Farsa" concluiu.

Aquela pessoa era provavelmente um comensal com poção Polissuco, que ao ver que Harry sabia a verdadeira identidade de Voldemort fingiu também desconfiar deste. Mas ele não era bobo de cair em uma farsa como essa.

- Expelliarmus. – enfeitiçou, mas como nos feitiços anteriores, esse não funcionou. Olhou com raiva para a própria varinha. Ela parecia normal, "exceto pelo fato de não fazer mais feitiços" completou mentalmente injuriado.

- Harry! – Gina o repreendeu sem perceber o mal que a espreitava.

- Gina. Començais. Foge! – falou o mais rápido que podia numa vã tentativa de salvar a vida da ruiva que se limitou a olhar desconfiada para as pessoas a sua frente.

- Qual o nome do meu Mini-pufe? – ela perguntou testando-os.

- Arnoldo. – os Weasleys responderam em unisomo. Fazendo Hugo rir.

- Qual o nome da minha irmã? – o menor Weasley perguntou.

- Rose. – todos responderam juntos mais uma vez fazendo-o rir animado com a bricadeira.

- Qual a melhor casa de Hogwarts?

- Grifinória. – os Weasleys responderam.

- Sonserina... – o jovem Riddle respondeu fazendo todos o olharem com raiva. – Mas isso é só minha opião... Se vocês dissem que é a Grifinoria quem sou eu para discordar, não é?

- Quem é você, afinal de contas? – Rose perguntou com desprezo.

- Hãm... É complicado explicar... – se esquivou. Harry não entendia por que ninguém ali além dele percebia que o menino era Voldemort. Nem mesmo Gina que o vira, tecnicamente, na Câmara Secreta, havia notado.

- Temos a tarde toda. – Rony falou cruzando os braços fazendo-os parecer mais musculosos e deixando o ruivo ameaçador como Harry nunca havia visto antes.

- Ok. – respondeu tranqüilo. - Merope Gaunt pariu gêmeos que abandonou no orfanato, um ano depois Morfino Riddle foi adotado, casou-se com uma Americana com quem teve um filho, que cresceu e teve dois filhos, minha mãe e o pai de Sarah. – ele explicava rápido atropelando as palavras como só um Americano sabe fazer, tentando em vão conquistar a confiança dos bruxos ao seu redor sem perder tempo... Mas a estória contada não convencia ao menino-que-sobreviveu.

Se Voldemort tivesse um irmão Dumbleodore saberia. E mesmo que fosse verdade... Por que adotariam apenas um menino? Pelo pouco que sabia de orfanatos trouxas, Harry podia dizer que não era permitido separar dois irmãos, adotando apenas um. E por que um descendente vivo de Voldemort iria querer voltar no tempo e ir para a Toca de 1997?

Vingança. O eleito respondeu mentalmente a própria duvida. O herdeiro de Salazar Slyterin devia ter voltado no tempo para matar o homem que matou seu antepassado, o maior bruxo das trevas que o mundo já viu. E que época melhor que o tempo em que o salvador do mundo bruxo ainda era apenas um adolescente?

Harry só não entendia por que trouxeram seus futuros-filhos consigo. Eles deviam ser do mesmo tempo. Talvez tenham vindo acidentalmente. Seja lá o que os Riddle fizeram para voltar no tempo acabou sugando as crianças e fazendo-as retrocederem no tempo com junto com eles...

E após uma questão de segundos, formando sua teoria tudo foi por água abaixo com a continuação do relato do sobrinho, idêntico, de Voldemort.

- Nos mudamos para a Inglaterra no quinto ano e a retardada aqui resolveu voltar no tempo para impedir que James e Lilíam Potter sejam mortos. E aqui estamos nós... Êh! Viva! Uhu!- comemorou com um sarcasmo arrogante digno do herdeiro de Salasar. - Agora, temos que apagar a memória de todos vocês, voltar para 1980 destruir sete horcruxes e por fim voltar para nosso tempo normal.

- Eu parei de entender na parte do Mérope Gaunt... – um dos gêmeos falou.

- Eu parei de entender no Ok. – o outro acrescentou. A garota Riddle suspirou.

- Nós somos parentes do Voldemorte voltamos no tempo para matar ele, ponto final. – simplificou.

- E como podemos saber se vocês não vão NOS matar? – Harry perguntou tentando resolver o impasse.

- Se você parar de tentar ME matar já é meio caminho andado... – o garoto desconfortavelmente parecido com Tom Riddle respondeu.

- Se eu pudesse lançar ao menos uma azaração me sentira seguro o suficiente para não matá-lo... – o Eleito revidou sabendo que algum dos Riddle havia lhe lançado algum feitiço que impedia sua varinha de funcionar.

- Se eu tirar o feitiço agora e você nos azarar, irás para Azkaban. – a morena ameaçou séria.

- Vamos fazer o seguinte... – Tonks começou impaciente com aquela conversa. – Sarah tira o feitiço e ela e Jason nos entregam suas varinhas, nós lhe damos Veritassedium os interrogamos para ter certeza de que são quem dizem ser e depois eles voltam para o tempo deles e nós fingimos que nada disso aconteceu. – a metamorfa propôs.

XOX

A maioria da Ordem já havia voltado a seus trabalhos depois de se certificarem que os Weasleys ficariam seguros. Apenas Tonks havia ficado para interrogar os visitantes com a poção da verdade.

Os que permaneceram na Toca se sentaram na mesa da cozinha para fazerem um enfeite de mesa para o casamento de Gui e Fleur enquanto Tonks fazia perguntas aos supostos viajantes do tempo que estavam sob o efeito do Veritassedium.

- Qual é o seu nome? – Tonks perguntou.

- Sarah Riddle.

- Você é mesmo sobrinha neta de Voldemort? – a metamorfa voltou a perguntar.

- Sou.

- Você nasceu em que ano?

- 2005.

- Impossível. EU nasci em 2005, você deveria ter a nossa idade. – Rose protestou ao lado do primo.

- Eu TENHO a idade de vocês. – Sarah revidou calma.

- Não, você tem no mínimo 3 anos a mais que nós... – a ruivinha teimou.

- Eu me mudei para a Inglaterra em 2011, Weasley. Ou seja, 4 anos depois do ano que você está. Estava... – se corrigiu.

- Por que você voltou 4 anos no passado antes de vir para cá? – Rose perguntou.

- Para testar o vira-tempo. – a outra respondeu começando a perder a paciencia. – Em quatro anos você não mudou nada, Weasley... – observou. – Continua a mesma sabe-tudo pela-s...

- Sarah, cala a boca. Não voltamos no tempo para discutir com a Weasley... – Jason cortou a amiga.

- A propósito. Quem é aquele garoto ali? – Tonks testou-a.

- Jason Turner. – Sarah respondeu. – Meu primo.

- E por que vocês não nos falaram que eram primos? – Hermione perguntou.

- O progenitor de Jason não era um pai do qual se orgulhar... – Sarah respondeu. – Só por curiosidade, quem vai se casar?

- Fleur e Gui. Por que o pai de Jason não era "um pai de se orgulhar"? – Tonks perguntou.

- Ele era um admirador de Voldemort, digamos assim. – o próprio Jason respondeu. – Fleur é a veela bonitinha?

- A achei metidinha de mais... – Sarah observou. – Ficou olhando pro relógio como se estivesse super-ocupada pra manicure...

- É ela é bem nojentinha mesmo... – Gina concordou. – Lily, por que você não vai brincar com o Hugo lá na sala? – ofereceu vendo as crianças começarem a destruir as fitas numa tentativa frustrada de amarrá-las. Os menores não precisaram ouvir duas vezes e saíram correndo para o outro cômodo.

- Mas voltando ao assunto... Esse Gui é o Weasley mais velho, né? – Sarah voltou a conversar com a ruiva a sua frente.

- É...

- Rony você também não quer ir brincar com as crianças na sala, não? – Harry perguntou vendo o amigo estragar a quinta fitinha que tentava amarrar.

- Gente, eu estou no meio de um interrogatório aqui! – Tonks reclamou vendo que todos haviam começado a conversar. – E por que vocês vieram para esse tempo?

- Para 1997 foi por engano... O objetivo de verdade era 1980... – Jason respondeu.

- E por que vocês queriam ir para 1980? – a metarmorfa perguntou vendo que o garoto não ia falar mais. Parecia concentrado em dar laços nas fitas.

- Tédio... – ele respondeu simples. – Sarah começou a namorar o Potter e as coisas ficaram monótonas de mais... – completou sem tirar os olhos das fitas em suas mãos.

- Mentira! – Sarah acusou. - Nós não iamos voltar no tempo só por que não temos nada para fazer...

- A não? Então não foi você que disse: "Vamos fazer alguma coisa estou entediada" e pegou o vira-tempo e nos fez vir para cá? - Jason perguntou ironico.

- Ai, que calunia! Eu estava entediada de fato, mas não voltei no tempo só por causa disso... - a menina se defendeu.

- Aff... A pergunta é: o que você pretendia fazer voltando no tempo? - Albus resumiu de saco cheio daquela discussão.

- Matar o Voldemort antes que ele mate seus avós paternos, ponto. - a morena respondeu.

- Vocês tem noção que podem mudar o curso da história? - Hermione perguntou alarmada.

- Temos. - Jason respondeu

- Na verdade nós planejamos bastante... - Sarah explicou. - No inicio pensamos em simplesmente avisar a Ordem do Passado que você-sabe-quem iria atrás dos Potters, mas ai o lorde das trevas ainda ficaria vivo e ia ter toda aquela coisa da camara secreta, mas como o Harry não teria a cicatriz ele não seria ofidioglota e se ele não fosse ofidioglota... - ela deixou a frase no ar.

- Eu morreria na Camara... - Gina concluiu desconfortavel.

- Hãm... Enfim... Preferimos não correr riscos... - a Riddle concluiu tentando apaziguar o assunto.

- Mas agora que estamos aqui me ocorreu uma coisa... - Jason se pronunciou. - Se o Potter não for mais o Eleito e tal e coisa. As... - começou procurando uma palavra boa para definir, enquanto olhava para Harry. - Coisas. - falou olhando para os futuros Sr. e Sra. Potter. - Podem não acontecer... E se essas "coisas" não acontecem... "Coisinhas" não nascem. - falou apontando Albus que não estava entendendo do que os mais velhos estavam falando. Afinal, o que era uma "coisa"?

- Aff... Jason, até parece que a "coisa" só aconteceu por que Harry Potter é o menino-que-sobreviveu... - Sarah protestou.

- Sarah como você conheceu o Potter? - ele perguntou.

- Bom, no Srta. Mugins quando ele tentou te matar por que você era a cara do Voldemort e tal... Mas...

- Não 'tô falando do Harry. Estou falando do Albus...

- Por que o pai dele tentou te matar e eles foram para o hospital e blablabla.

- É. Mas se Harry Potter, não fosse o menino-que-sobreviveu ele não teria tentado me matar por que não saberia que eu sou a cara do Voldemort, logo você não conheceria Albus no Srta. Mugins. Logo vocês não namorariam... E quem garante que isso também, não poderia acontecer com eles? - argumento indicando com a cabeça os futuros Potters.

- Jason, eu ia entrar para Hogwarts e ia conhecer o Sev de qualquer jeito. Do mesmo jeito que eles iam se conhecer de qualquer jeito! - a menina teimou.

- Será que vocês, poderiam falar em Inglês? - Gina pediu fazendo os dois olharem-na sem entender. - Sabe, o Harry e talvez o Albus sejam ofidioglotas... Mas nós - indicou a si e aos outros ao seu redor. - Não somos.

- Dadadadadaddadadadadaa

- Ficou louco?

- Daddadada.

- Jason, qual o seu problema?

- Da da daddada

- Fala criatura!

- Nada, to pensando...

N.A.: Oi, espero q tenham curtido esse novo cap... Obrigado por lerem... mandem um review dizendo o que acharam, por favor...

a partir do daddaa já não é mais capitulo só pra avisar... é só uma tentativa de fazer minha imaginação funcionar... mas não deu certo por isso o cap acaba aki...

repondo reviews capq vem,ok? mas vlw praquem mandou. Amei todos.. até as criticas...