Olá, pessoas! Sinto muito pela demora, mas queria avisar que essa tradução vai ter atualizações aceleradas até o fim do mês! Yey!
Outra observação importante: Essa fic não é minha! É a tradução de uma fic da Bellatrix_2009, uma escritora genial (e minha beta) em espanhol. Se quiserem o link do original, posso passar por MP, mas está num fórum protegido, tem que se inscrever para ler.
Na manhã seguinte não pude evitar sorrir com desprezo quando Zabini ficou de boca aberta ao ver nós três. Parecíamos cansados, mas Weasley e Potter transbordavam felicidade.
Claro que essa felicidade se devia ao fato de que ao acordarem, se olharam e começaram a rir. Não entendi o motivo do riso até que começaram a comentar que se encontrar com um cachorro de três cabeças tinha sido uma grande aventura. Comentando cada acontecimento como se fosse muito engraçado.
Eu não tive outra saída que ficar quieto. Não sei, mas acho que esse é um traço grifinório que me mostra que sigo sendo uma serpente. Para mim, encontrar um cachorro de três cabeças tinha sido aterrador, de nenhuma maneira via como uma aventura e tampouco compatilhava a alegria deles, ainda sentia o medo que o enorme cão pudesse ter me jantado.
Mas, certamente alguma coisa deles deve estar me contagiando, porque, a curiosidade me invadiu, queria saber o segredo que Potter e Weasley tinham, não estavam normais. Qualquer menino é curioso, mas eu costumava ser mais precavido e me afastar dos problemas, e mesmo assim, me sentei perto deles para poder escutá-los.
Merlin, estava me transformando num gatinho curioso!
- É algo muito valioso, ou muito perigoso. - Ron disse.
- Ou as duas coisas. - Harry opinou. - Eu gostaria de saber o que é.
Minha cabeça gritou "perigo" em seguida, e me revirei na cadeira, assustado. Granger e Longbottom também não mostravam muito interesse em saber o que tinha debaixo do alçapão, assim, deduzi que como eu, preferiam não saber.
Ainda que dentro de mim, algo me gritava que se tratava da famosa pedra filosofal, que Potter arrancaria das mãos de Quirrek no fim desse ano. Malditos leões, por que tinham que ser tão curiosos e valentes?
Também notei que Granger deixou definitivamente de falar com eles, e os dois pareciam felizes com isso, em que momento o trio tinha nascido?
X~x~X
Naquela mesma tarde fui até as masmorras, bem, isso é outr coisa que aconteceu, parece que quando você vai para gryffindor a coragem te pega. Era isso, ou definitivamente tinha ficado louco em Azkaban e ainda não tinha me dado conta. Por que, quem em são juizo ia dizer para Severus Snape que ia jogar contra ele no quadribol?
Quando terminei de bater na porta, escutei imediatamente a voz sedosa de Severus do outro lado.
- Está aberto, Draco, pode entrar.
- Olá, Severus.
Ele levantou o olhar da pilha de pergaminhos que tinha em cima da mesa.
- O jogador de quadribol mais jovem em cem anos?
Suspirei, é claro que McGonnagal já tinha dito.
- Sim, um dos jogadores mais jovens em cem anos. - Disse, baixinho.
- Claro, estava esquecendo do esúpido Potter.
Torci as correias da mochila e mordi os lábios.
- Severus?
- Sempre imaginei que você seria o apanhador estrela de Slytherin, me ajudando a conservar a copa das casas.
- Posso te garantir que nunca poderia te dar esse prazer, Severus.
Severus Snape me olhou com cara de resignação.
- Artilheiro?
- Potter será o apanhador, é muito bom ao que parece.
O vi bufar baixinho e desviei o olhar até sua biblioteca, sequer deveria ter ido ali.
- Por que veio aqui, Draco? Me dar uma úlcera?
Tentei não sorrir, soube que o tinha no bolso, como sempre tinha sido antes.
- Queria saber se ia aprovar que eu jogue quadribol para Gryffindor.
- Por acaso precisa da minha permissão?
- Não, claro que não. - Disse com altivez. - Mas, também não quero que fique bravo e pare de falar comigo.
- Sabe que seria impossível que eu parasse de falar com você, Draco.
- Então?
- Bem, enviarei uma coruja pro seu pai avisando-o. Peça a Merlin que ele não morra de um infarto ou Narcissa vai me matar.
- Não se esqueça do meu castigo no natal. - Murmurei, e soube que tinha ficado pálido.
- Não vou me esquecer. Venha tomar o chá comigo no domungo, certo?
- Certo, Severus, e obrigada.
- Vá embora, está deixando meu escritório com fedor de leão sentimental.
Não pude evitar soltar uma gargalhada, e sai correndo, fiquei do outro lado da porta, e escutei como um tinteiro se estilhaçava nela.
- Maldito menino, se não gostasse tanto de você!
Suspirei aliviado e contente, fizesse o que fizesse, Severus sempre me amaria, me amou mesmo quando eu me tornei a puta do Lorde, e incoscientemente lutei no lado oposto ao dele.
Quando voltei a sala comum de Gryffindor me sentei em uma mesa afastada dos demais, ainda que perto da de Potter e Weasley, e pude escutar que planejam se vingar de Zabini, ainda que não tinham certeza de como. Teria gostado de me unir a eles, mas, não fui incluido, então, terminei da redação de Transformações.
X~x~X
A tão esperada vingança chegou uma semana mais tarde, e por carta, podem acreditar? Exatamente como tinham se vingado de mim e eu já não me lembrava. Ironias da vida.
Enquanto as corujas voavam pelo Grande Salão, como de costume, a atenção de todos se fixou imediatamente nos pacotes grandes e finos, que seis corujas brancas e seis corujas negras levavam. Potter estava tão interessado como os demais, eu soube de imediato, ainda que tenha ficado igual que os outros, olhando como um bobo. Potter se surpreendeu muito quando as corujas baixaram o pacote frente a ele, jogando o bacon no chão. As corujas negras também fizeram estragos enquanto me entravam o meu. Elas estavam se afastando quando outra coruja branca, Hedwig, deixou cair uma carta sobre o pacote de Potter, e meu falcão deixou cair outra sobre o meu.
Potter abriu o envelope para ler primeiro a carta, eu fiz o mesmo para ver quem tinha me enviado o meu.
Não abra o pacote na mesa. Contém sua nova Nimbus 2000, mas não quero que todos saibam que te comprei uma vassoura, porque também vão querer uma. Oliver Wood vai te esperar no campo de quadribol hoje às sete da noite, para sua primeira sessão de treinamento. Boa sorte, malcriado.
Severus Snape.
Ergui a vista e vi a coruja de Potter apoiada no ombro de McGonnagall, e meu falcão sobre o ombro de Severus, levantei uma sobrancelha e Severus franziu o cenho. Tive que conter minha surpresa e minha vontade de rir. Desde quando Severus e Minerva McGonnagal entravam em acordos? Provoquei uma utopia! Era um milagre que o mundo não tivesse destruido.
A voz de Weasley me tirou dos meus pensamentos.
- Uma Nimbus 2000! - Ron gemeu com inveja. - Eu nunca toquei em uma. Você também tem uma? - Perguntou, se virando para mim, assenti em silêncio e ele voltou a gemer.
- Vamos vê-la, você vem, Malfoy? - Potter me perguntou, e dessa vez o ruivo não disse nada, mas me olhou me apressando.
- Claro. - Respondi, mais feliz do que tinha me sentido em dias.
Saímos rapidamente do Grande Sação para abrir o pacote em privado, antes da primeira aula, mas na metade do caminho nos encontramos com Crabble e Goyle, que nos fechavam o caminho. Zabini me tirou meu pacote com rudeza e o examinou.
- Uma vassoura. - Disse, devolvendo-a bruscamente, com uma mistura de ciúmes e rancor em sua cara, mais ainda quando viu que Potter também tinha uma. - Dessa vez você conseguiu, mocinha. Os alunos de primeiro ano não tem permissão para ter uma. - Disse, a poucos centímetros do meu rosto. - Vou fazer que te expulsem.
Não consegui responder, porque o ruivo já tinha se adiantado.
- Não é nenhum vassoura velha. - Disse. - É uma Nimbus 2000. Qual disse que tinha em casa, Zabini? Uma Comet 260? - Weasley riu, xombeteiro. - As Comet parecem rápidas, mas não chegam perto das Nimbus, não é, Malfoy?
- O que você sabe, Weasley, se não pode comprar nem os ramos? - Zabini respondeu. - Suponho que você e os seus irmãos tenham que ir juntando a vassoura raminho por raminho.
- Suma daqui, Zabini. - Disse, rilhando os dentes. - E não me chame de mocinha ou...
Antes que pudesse terminar ou Weasley pudesse responder também, o professor Flitwick apareceu atrás de Zabini.
- Não estão brigando, não é, meninos? - Perguntou, com voz aguda.
- Potter e a moc... Malfoy tem vassouras, professor. - Disse, rapidamente, o slytherin.
- Sim, sim, está bem. - Disse o professor Flitwick, olhando-os radiante. - A professora Mcgonagall me falou das circunstâncias especiais, Potter, Malfpy. E que modelo ganharam?
- Uma Nimbus 2000, senhor. - Potter disse, tentando não rir diante da cara de horror de Zabini, certamente a mesma que a minha naquela ocasião. - E, realmente, é graças a Zabini que as temos, não é, Draco?
Tentei não mostrar surpresa quando o leão me chamou assim, então, só disse, baixinho:
- É verdade, obrigado, Blaise.
Segui Potter e Weasley pelas escadas enquanto os via evitar gargalhar da cara de confusão e espanto das serpentes... merda, tinha feito de novo! Virei um leão? Merda, parece que sim! Severus e Lucius iam me matar.
- Bem, é verdade. - Potter disse, quando chegamos no final da escada de mármore. - Si ele não tivesse roubado o lembrol não estaríamos no time, não é, Malfoy?
Merda, voltei a ser Malfoy de novo, mas mesmo assim assentir.
- Então, acreditam que é um prêmio por quebrar as regras? - Ouvimos uma voz irritada atrás de nós, e tive que me virar totalmente. Granger subia as escadas, olhando com desaprovação os pacotes com nossas vassouras, seguei o meu mais perto do copor e franzi o cenho.
- Pensei que não estava falando com a gente. - Potter disse, seu tom altivo e frio dirigido a Granger me surpreendeu.
- Sim, continue assim. - Ron disse. - É muito melhor para a gente.
- Eu não disse nada. - Disse a Granger quando ela me olhou de maneira sombria.
Granger me olhou feio e se afastou com o nariz em pé, tentando parecer totalmente ofendida e digna.
X~x~X
Pude notar a ansiedade de Weasley e Potter durante o resto do dia, não tivemos tempo para desembrulhar as vassouras, então tivemos que esperar atá aquela noite. Certamente a ansiedade de Potter se devia ao fato de nunca ter tido uma vassoura, já a minah era saber que poderia voar de novo todos os dias se me dava vontade, tinha sentido falta de voar em Azkaban. Havia sonhado tanto com voltar a voar, além de jogar quadribol, o que mais poderia pedir?
- Oh. - Weasley suspirou, quando a vassoura de Potter rodou sobre a colcha de sua cama, e logo deixou escapar outro quando a minha fez o mesmo sobre a cama.
Até Potter, que não sabia nada sobre as diferenças entre as vassouras, pensava que era maravilhosa. Polida e brilhante, com o cabo de mogno, tinha uma grande cauda de ramos retos, e levava escrito em letras douradas "Nimbus 2.000".
Claro que ele não se lembrava que mais tarde teria uma Firebolt. De onde ele teria tirado essa?
Perto das sete, Potter e eu saímos do castelo e nos dirigimos para o campo de quadribol. Potter nunca tinha estado naquele estádio, ao que parecia não tinha recorrido o castelo. Olhou com uma espécie de carinho as centenas de assentos elevados nas arquibancadas para que os espectadores tivessem altura suficiente para ver o que acontecia. Em casa extremo do campo havia três postes dourados com aros na ponta. Bem, isso eu já tinha visto no dia do lembrol.
O vi montar rapidamente sua vassoura e depois de dar um pontapé no solo, se elevou, certamente para poder voar antes que chegasse Wood, com um sorriso, o imitei, se sentia tão bom voar. Voamos cada um idependente do outro, sem nos falar, só sentindo o vento bater nos nossos rostos.
- Ei, Potter, Malfoy, desçam!
Oliver Wood tinha chegado. Trazia uma caixa grande de madeira debaixo do braço. Potter aterrisou perto dele, eu o fiz um pouco mais longe.
- Muito bonito. - Wood disse, com os olhos brilhantes. - Já vi o que McGonagall, realmente tem um talento natural. - Logo se concentrou em Potter. - Vou te ensinar as regras essa noite y logo você se junta ao time para treinar, três vezes por semana. Suponho que já sabe as regras, não é, Malfoy?
- Sim, já sei de cor.
- Certo.
Abriu a caixa. Dentro estavam as quatro bolas de diferentes tamanho. Sentei-me sobre o gramado, prestando atenção na explicação de Wood, para não parecer mal educado e voltar a ter problemas com esse leão.
- Bom. - Wood disse. - O quadribol é fácil de entender, ainda que não seja tão fácil de jogar. Há sete jogadores em cada equipe. Três são os artilheiros.
- Três artilheiros. - Harry repetiu, enquanto Wood tirava uma goles da caixa e a mostrava a Potter. Potter não tinha dito que eu seria um bom artilheiro? De repente sacudi a cabeça, talvez Potter só estava tentando não ser mal educado, igual a mim.
- Essa bola se chama goles. - Wood dijo. - Os artilheiros a jogam e tentam passá-la pelos aros do gol. Obtém dez pontos cada vez que a goles passa por um aro. Entendeu até aqui?
- Os artilheiros jogam a goles e a passam pelos aros do gol. - Potter replicou. - Então é uma espécie de basquete, mas com vassouras e seis cestas.
- O que é basquete? - Wood perguntou, e eu também olhei para Potter, o que diabos era basq... o que fosse?
- Esqueça. - Respondeu rapidamente e me deixou com curiosidade.
- Malfoy vai ser um dos artilheiros, portanto, ele vai tentar marcar para a gente. - Vi Potter assentir. - Tem outro jogador de cada lado que se chama goleiro, eu sou goleiro da grifinória e tenho que voar ao redor dos nossos aros e deter os lançamentos do outro time.
- Três artilheiros, um goleiro. - Potter disse, parecia muito concentrado no que Wood dizia. - E jogam com a goles, perfeito, já entendi. E para que são essas? - Apontou as três bolas restantes.
- Te mostro agora mesmo. - Wood disse. - Segure isso.
Wood mostrou os bastões que usavam para desviar dos balaços e o entregou um, sorri, veria algum balaço acertar o herói?
- Vou te mostrar para que são. - Wood disse. - Esses são os balaços, fique para trás. - Avisou a Potter, e eu também me coloquei de pé e me afastei um pouco. Ele se inclinou e soltou um dos balaços.
Imediatamente, a bola negra se alçou no ar e se lançou contra o rosto de Potter, apertei os olhos e contive o grito que quis soltar para preveni-lo, mas Potter a acertou com o bastão, para impedir que quebrasse seu nariz, e la mandou voando pelo ar. Passou zunindo ao nosso redor e logo avançou contra Wood, que se arrumou para pegá-lo e segurá-lo contra o chão. Eu fiquei olhando para Potter, surpreso com sua habilidade.
- Vê isso? - Wood disse, ofegando e colocando a bola na caixa à força, e prendendo-a com as tiras de couro. - Os balaços voam por ai, tentando derrubar os jogadores das vassouras. Por isso, temos dois jogadores que são os batedores de cada equipe, os gêmeos Weasley são os nossos. O trabalho deles é proteger o time dos balaços e desviá-las para o time adversário. Entendeu?
- Três artilheiros tentam pontuar com a goles, o goleiro vigia os aros e os batedores mantém os balaços longe do time. - Harry resumiu.
- Muito bem. - Wood disse, e o vi contente de não ter que explicar de novo.
- Humm, os balaços já mataram alguém alguma vez? - Harry perguntou, com tom sério, mas notei uma leve burla em sua voz, mas certamente me equivocava.
- Nunca em Hogwarts. Tivemos algumas mandíbulas quebradas, mas nada pior até agora. Bem, o último membro da equipe é o apanhador. Esse é você. E você não tem que se preocupar pela goles ou pelos balaços.
- A menos que me quebrem a cabeça. - Disse, com tom despreocupado.
- Tranquilo, os Weasley são oponentes perfeitos para os balaços. Quero dizer que eles são como um par de balaços humanos.
Tive que rir baixinho, a comparação de Wood era perfeita e combinava com esse par de gêmeos loucos.
Wood procurou na caixa e tirou a última bola e mostrou o pomo para Potter.
- Essa dourada. - Continou. - É o pomo de ouro. É a bola mais importante de toda. Dá muito trabalho para pegar poeque é rápida e difícil de ver. O trabalho do apanhador é pegá-la. Vai ter que ir e vir entre os artilheiros e batedores, entre a goles e os balaços, antes que o apanhador do outro time a pegue, porque cada vez que um apanhador pega o pomo seu time ganha cento e cinquenta pontos extras, assim que acaba sendo o time vencedor. Por isso incomodam tanto os apanhadores. Uma partida de quadribol só termina quando o pomo é pego, assim pode durar muito. Acho que o recorde é de três meses. Tinham que trazer substitutos para que os jogadores pudessem dormir. Bem, isso é tudo. Alguma pergunta?
Potter negou com a cabeça.
- Malfoy?
- Não, nenhuma.
- Ainda não vamos praticar com o pomo. - Wood disse, guardando-o com cuidado na caixa. - Está muito escuro e poderíamos perdê-lo. Vamos tentar com umas poucas dessas. - Disse, mostrando a Potter uma bolsa com bolinhas de golfe. - E vou enfeitiçar a goles para que possa tentar pegá-la, Malfoy, de acordo?
- Sim. - Respondi, subindo na vassoura.
Wood e Potter estavam no ar. Wood jogava as bolinhas de golfe o mais fortemente que podia, em todas as direções, para que Potter as pegasse. Esse não perdeu nenhuma e Wood estava radiante, enquanto observava a nós dois. Depois de meia hora escureceu totalmente e não pudemos continuar.
- A copa de quadribol levará nosso nome esse ano. - Wood disse, cheio de alegria enquanto voltávamos ao castelo. - Não me surpreenderia que terminasse sendo melhor jogador que Charles Weasley, Harry. Ele poderia jogar no time da Inglaterra se não tivesse ido caçar dragões. E você, Malfoy, temos que te ver em ação, mas seguramente será um excelente artilheiro. Espero que não tente nos sabotar.
O olhei com ira, aumentei o aperto sobre o cabo da minha vassoura.
- Idiota. - Soltei enfurecido, e caminhei rapidamente para o castelo, deixando-os atrás, tomei uma ducha e me meti na cama, tentando dormir.
Pouco depois ouvi a voz de Potter me chamando do outro lado das cortinas.
- Malfoy?
Coloquei a almofada sobre a minha cabeça e não respondi. Por sua culpa estava metido entre os leões preconceituosos e estúpidos.
