Cap 3 – discussões marotas.
Thiago estava no salão, em uma das poltronas em que os marotos normalmente costumam se reunir, quando descem Remus e Sirius.
- Oi – Sirius disse um pouco mal humorado.
- Nossa, Educação faz bem sabia? – Disse sabendo exatamente a resposta
- Você sabe muito bem que eu fico mal humorado quando Aluado cisma de me acordar cedo não é? – Thiago jurava que ele estava um pouco vermelho de raiva – Então fica quieto!!!
- Cedo? Sirius já são 8:40. Já estava mais que na hora de acordar! Você que é um preguiçoso!
- So mesmo! Eu estava sonhando, sabia? Sonhando muito bem até que você botou aquele maldito treco pra tocar.
- Não é "Maldito treco" Almofadinhas, é despertador!
- Como se fizesse alguma diferença!
- Faz sim.
- Falando nisso Aluado, como você fez pra aquele treco funcionar? Ele é trouxa não é?
- É trouxa sim almofadinhas. Ehh... bem, eu enfeiticei ele – dando um sorrisinho amarelo.
- Ah. Isso pelo menos explica por que eles só param de tocar quando eu acordo!
- Eu tinha que arranjar um modo de acordar o Cervo dorminhoco e o cachorro pulguento.
- Cachorro sim – vociferou Sirius – Pulguento não!!!
- O casal pode parar de discutir? – Thiago disse divertido – cadê o Pedrinho?
- Tomando banho!
- Mas mudando de assunto, Pontas, você não acha que o nosso amigo Aluado está mais... Lupino? – Disse com malicia na voz.
- Tenho reparado. – respondeu no mesmo tom.
- Do que vocês estão falando? – tentava manter a voz o mais natural possível, mas sabia do que eles estavam falando.
- Estamos falando de uma certa loirinha. Amiga da minha Sophy e da ruivinha do Pontas.
- Que parece, anda tirando o seu sono, não é Aluado?
- Não é nada disso. É apenas... apenas...
- Amor – interrompeu Sirius - Mas não se preocupe Aludo, tive uma idéia brilhante para ...
- Pode ir parando Almofadinhas – interrompeu Remus
- Por que? – estava com um pouco de raiva por ter sido interrompido
- Porque suas idéias brilhantes sempre acabam em desastre – Sirius olhou para ele emburrado, e abriu a boca para retorquir, mas Remus foi mais rápido – E além do mais, não quero ajuda.
- Por que não seu lobo de uma figa?
- Simples – Ele fechou um pouco a cara e abaixou a voz – Eu sou um mostro, não posso botar em perigo ninguém.((n/a: um mostro que eu queria pra mim, ah se queria. Mas nao fica com ciumes, nao Sissi, ainda te amo!!!))
Mas antes que pudessem retorquir, Pedro desce as escadas ((n/a: rato desgraçado!!!!!!))
- Ainda estão ai? – intrigado, olhava de Remus a Sirius, e desse a Thiago – Não vamos tomar café?
- Senta ai Pedro – indicou uma poltrona ao lado de Sirius – E não se preocupe, a comida não vai fugir de você.
Pedro se sentou, em meio as risadas abafadas de Remus e Sirius, um pouco emburrado, não gostava de esperar eles para ir tomar café, sempre se atrasavam.
- Voltando ao caso, não tem querer Aluado, eu vou te ajudar e pronto!
- Ela não iria querer um monstro pra ela! ((n/a: para com isso Reminho, se ela nao querer, eu quero))
- Não julgue precipitadamente Aluado, você não tem como saber a reação dela, pra isso, você tem que contar!
- Nunca. – Falou em tom de fim de conversa.
- Para com isso Aluado! – ignorando o comentário anterior de Remus.
- O Sirius tem razão. Você tem que parar de se martirizar por uma coisa que você nem queria que tivesse acontecido.
- Eu não quero ok?((n/a: ta começando a encher o saco, ok? para com isso!!))
- Mas você gosta dela.
Pedro olhava para eles como se estivesse assistindo um jogo de ping pong.
- Eu disse que não. Dá pra respeitarem minha decisão?
Sirius parou de falar, e ficou de braços cruzados e com uma feição tremendamente emburrada,((n/a Fica emburrado nao Sissi, eu te amo!!)) como sempre ficava quando perdia em uma discussão. Thiago não resistiu e começou a rir da cara dele! Sirius ia abrir a boca pra falar alguma coisa, mas Pedro foi mais rápido.
- Thiago!
- O que foi, Rabicho?
- Atrás de você.
Thiago se virou, e viu ninguém menos que a sua Ruivinha, e não era só isso, ela estava olhando pra ele, quando percebeu que os olhares sem encontraram ela desviou rapidamente o dela, corou furiosamente e saiu o mais rápido possível.
- Vamos tomar café? - perguntou ?
- Até que enfim – disse Pedro já se levantando.
- Você só pensa em comer Pedrinho?
- Vamos logo? – Thiago já estava impaciente.
- Já saquei qual é a sua. Vamos logo se não o veado aqui vai surtar.
- Não é veado, seu cão sarnento, é Cervo, C-E-R-V-O!!!
- E eu digo que dá na mesma, ambos tem chifres e tem um ar afeminado!!!
- E você seu cachorro sarnento, pulguento, e que só sabe correr atrás do próprio rabo!!!!((n/a: nao fala assim do meu Sissi u.u)) – sua voz tinha um tom de maldade fingida ((n/a: existe isso??))
- Eu não so assim Pontas de uma figa! – disse raivoso.
- É porque você nunca de viu transformado – disse Remus – Agora vamos descer de uma vez. – disse em tom definitivo.
- Vamos – Sirius estava contrariado, queria continuar aquela discussão, mas achou melhor descer junto com os outros.
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Lily desceu as escadas, pensava em ir até o Grande salão, mas sabia que Thiago iria pra lá, parou perto da porta, olhou, foi até a mesa, onde estavam suas amigas.
- Lily – Alice chamou-a – pensei que não viria. – olhou pra ela – Cadê as meninas?
- Tão se arrumando pra descer!
- Fica aqui – apontando o espaço ao lado dela.
- Dá não Lice. Vou pra biblioteca.
- Em um sábado?? Lily!!!
- Não dá mesmo.
Pegou um sanduíche e saiu rapidamente do grande salão.
- Ela não me engana – disse se dirigindo a Jully – Ela não quer ficar aqui por causa do Thiago
Lily pegou um sanduíche da mesa e saiu, ele deveria chegar no salão em pouco tempo, não queria vê-lo, tinha medo do que podia acontecer, estava confusa, muito confusa, queria pensar, pensou em ir para a biblioteca, mas era obvio demais, seria o primeiro lugar que a procurariam, como queria conhecer uma sala que ninguém conhece-se ((n/a: ta certo isso o.o ??? Ah, sei lá)), pegava o caminho que a levaria direto para o corujal, pelo menos podia contar tudo a sua amada Deméter ((n/a: liga naum, adoro essa deusa desde a 5º série, então resolvi dar o nome dela pra coruja da Lily)), ela não contaria pra ninguém, não que desconfiasse de suas amigas, longe disso, mas sabia que elas iriam tentar 'ajuda-la' e complicaria mais as coisas pra ela. Chegou na porta do corujal, abriu, Deméter a viu e voou direto pra ela, ela uma coruja muito,linda, branca com vários riscos cor de mel, Lily achava seriamente que era uma espécie híbrida, pois nunca tinha visto uma igual ((n/a: minha gata é assim, ela é linda demais. Não queria que a coruja dela fosse normal, então axo q assim ficou legal!!))
- Deméter – exclamou acariciando as penas da cabeça da coruja – to com muitos problemas.
A coruja a encarou apreensiva, Lily sempre conversava com ela ((n/a: não achem ela maluk, eu faço isso com a minha gata, é uma maneira de desabafar sem correr o risco do segredo 'voar' por ai em menos de 24 hs)), ela deu uma bicadinha carinhosa na ponta da orelha da ruiva, como que dizendo que estava escutando.
- Sabe, to muito confusa.
A coruja piou baixinho, demonstrando atenção.
- Eu não sei o que eu sinto em relação ao Thi... Potter – sentou-se em um banco que ficava perto das janelas abertas. Deméter saiu do seu braço e encarapitou em seu ombro – Sinto-me muito confusa, quando eu estou longe dele, penso toda hora, quando estamos perto... meu... meu coração dispara, sinto uma vontade enorme de o abraçar, de o beijar. Mas ao mesmo tempo... ao mesmo tempo começo a xingá-lo. Não sei o que está acontecendo comigo. Será que ei amo? Mas então, se eu o amo, por que eu ajo dessa maneira? – perguntou já com os olhos marejados. A coruja passou carinhosamente a sua cabeça na bochecha da ruiva, como se a estivesse acariciando.
De repente seus olhos pousaram em cima de uma coruja completamente negra, reconheceu-a, era o coruja que sempre pousava na frente de Thiago no café da manha, nos dias de correio. Levantou-se e foi em direção a ela, quer dizer, ele, já que era macho, e acariciou-lhe o cocuruco da cabeça, sentiu suas mão tocarem em penas muito macias, enquanto a coruja fechava os olhos, dando sinais de que estava gostando do carinho.
- Você é a coruja dele, não é? É, é sim, não tem outra igual a você em todo o castelo.
A coruja abria e fechava os olhos demoradamente. Lily sentiu uma corrente de ar mais fria do que o normal, se enrolou mais ainda na capa.
- Melhor descer. – ia em direção a porta, mas parou, pegou um pedaço de pergaminho, uma pena e um tinteiro que estava no bolso interno de suas vestes– Deméter! – chamou-a enquanto escrevia uma carta pequena. – entregue aos meus pais, espere lá, caso haja resposta, mas venha rápido de volta, Ok? – dizendo isso escreveu no envelope "Sr e Sra Evans" e amarrou-a na perna escamosa de sua coruja.- Vá – estendendo o braço pela janela, para que ela pudesse ir.
Ficou vendo o pequeno ponto de sua coruja desaparecer no céu. Enrolou-se ainda mais na capa e desceu as escadas. Escrevera aos seus pais que queria passar o natal em Hogwarts, que não gostaria de passar o natal junto a família, junto a Petúnia. Se sentia triste sempre que pensava que estava brigada com sua irmã, por pura inveja, Petúnia a repudiava, mas ela sabia, sempre mexia em seus Profetas Diários e as revistas semanais e quinzenais bruxas que recebia. Quando percebeu isso, entendeu, era inveja, ela queria ser uma bruxa, e quando soube que sua irmã mais nova tinha esse poder e ela não, a inveja a tomou. Lily se sentia muito triste em relação a isso. ((n/a: essa é a minha opinião quanto ao por que petúnia odiava sua irmã. Uma prova disso é que petúnia conseguiu guardar aquela informação dos dementadores 5º livro por todo aquele tempo, mesmo fingindo que o mundo da magia não existisse.))
Tomou o caminho da biblioteca, não queria ir ao salão comunal, ainda não. Pegou qualquer livro da estante, e sentou-se na cadeira mais afastada das pessoas possível, bem perto de uma janela que dava para o lado oeste dos terrenos. Segurava o livro frouxamente, não conseguira sair nem da primeira página, quando viu Mary e Sofia entrarem. Escondeu o seu rosto com a capa do livro, temia que elas a avistassem, mas tarde de mais, elas a viram. Vinham em sua direção, fingiu imediatamente estar completamente entretida no livro.
- Lily – disse Sofia sussurando – venha conosco
Como Lily não respondeu e continuava com o rosto afundado no livro, Sofia o arrancou de suas mãos enquanto Mary puxava-a para fora da biblioteca. Era tanta a surpresa de Lily por ver suas amigas agindo tão estranhamente que ela nem teve tempo de ter uma reação adequada. Quando viu já estava fora da biblioteca.
- Que foi caramba – falou com rispidez
- Você está estranha demais. Não conversa direito com a gente, vive escondida. O que deu em você? – perguntou Mary já com raiva.
- Do que estão falando – retorquiu
- De você. Você mudou Lily. Não é a mais espontânea. Não é mais aquela garota que a gente conheceu no 1º ano. Aquela que vem sendo nossa amiga desde então – quem respondeu foi Sofia.
- Vocês falam que eu mudei? Por que não olham pra vocês? Sofia, você destestava os marotos mais do que eu! Detestava o que eles faziam. E agora? Você até participa de alguns dos trotes deles. Você namora Sirius Black. E você – virando-se para Mary – Você era a garota mais espontânea que eu já vi. Você não ligava pra ninguém, fazia o que te dava na cabeça. E agora? Sempre que você chega perto do Remus fica envergonhada, tímida! Mary, você nunca foi tímida. – Olhando de uma para a outra – E depois vocês falam que eu que mudei? E por que eu mudaria? – virou-se, preparando para sair – me deixem em paz
- Lily – chamou Mary – eu sei, é verdade o que você falou. Mas nós estamos preocupadas com você.
- por que?
- Lily – ela virou-se para Sofia, que falava – Você sabe do que estamos falando. Só não quer dar o braço a torcer.
- Não eu não sei – disse já com raiva – Eu não sei do que vocês estão falando! – dizendo isso virou-se e saiu do corredor, deixando-as para trás.
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N/a: eu espero que gostem desse capítulo, embora eu ache que nao foi um dos melhores que eu fiz. Já tenho escrito até o cap 5, mas vou dar, pelo menos, 1 semana de tempo entre as postagens. Mas eu quero mais reviews, só recebi 2.
E quanto ao negócio da beta, minha beta voltou pra mim.(depois de mais de 1 mes... ¬¬ ). Bom, agora vou responder aos inumeros (ironia) comentários que recebi.
Kawaii girl 92 - to postando.
num precisa mais naum, depois de décadas, minha querida e amada beta voltou pra mim... rsrsrs
Sério, vc mora em Portugal olhos brilhando eu adoro portugal. Tenho cidadania portuguesa, mas ainda nao posso ir T-T...
Sério? brigada... espero que continue a ter imaginaçao pra terminar a fic... odeio parar as coisas pela metade.
me add sim, mas avisa quem é pra eu saber, ok? se nao eu fico perdida.. rsrs
thata - Se eu acredito? é claro que eu acredito... ô pais sem cultura heim... (to de zoa, mas as pessoas aqui leem muito pouco... ¬¬)
bom, to continuando agora, espero que goste.
EU QUERO MAISSSSS REVIEWSSSSSSSSSS... T-T To triste...
Se nao tiver mais eu nao posto o cap 4 faz cara de emburrada.
ai, vcs nao vao saber o que acontece no cap 5, nem no 6 (o cap 5/6 tem algo q vcs vao querer ler... minha beta quase teve um treco quando eu dei o cap pra ela... rsrsrsrs), chantagem? pode se dizer que sim!
bjks e COMENTEMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
