Mais um capítulo:)

Este capítulo possui algumas falas do Deathly Hallows também, portanto qualquer sensação de Déjà Vu já sabem o porquê.


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Capítulo 5- Fim da Guerra


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Hermione estava parada ainda ao lado do pilar em que Severus a havia deixado, sentindo que finalmente pertencia a aquele mundo sem nenhuma restrição. Agora ela viveria num mundo diferente, onde não mais ouviria as palavras "sangue" e "ruim" pronunciadas juntas. Ela olhou Rony, do outro lado do salão com a multidão que ajudava a carregar Harry e jogá-lo para cima, Ron retribuiu o olhar e um grande sorriso de testa a testa cruzou sua face, ela sorriu de volta se sentindo culpada. Os dois andaram na direção um do outro, se encontrando no meio do Salão. Nenhuma palavra foi dita, eles se olharam por alguns segundos e em seguida se abraçaram, deram as mãos e andaram para um canto onde se sentaram.

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—Você ta bem? Não se machucou?—perguntou ele para desencargo de consciência, afinal, Hermione não possuía um arranhão sequer.

— Eu to bem Ron.—disse ela simpática, se perguntando se agora seria o momento adequado para dizer a ele que não poderiam mais ficar juntos. Ela não possuía esperanças (muitas) de realmente conseguir ficar com Severus, mas seria totalmente injusto ficar com Ron tendo sentimentos por outro. Ela também se perguntava se talvez não era passageiro— E você? Está bem?

Ele checou seus braços e pernas e deu batidinhas no resto de seu corpo procurando por alguma coisa. Enquanto ele se mexia, Hermione percebeu que sua camiseta estava rasgada debaixo do braço e havia um pouco de sangue ali, nada sério.

— Pode me dizer onde conseguiu isso? —disse ela apontando para o machucado, que ele parecia ter ignorado.

—Ahn? O quê?!Orra!! Nem tinha visto isso!—disse ele espantado. Hermione riu.

—Rony, seu bobalhão!—disse ela ainda rindo

— Eu to falando sério, nem tinha visto. Acho que no calor do momento, nem senti. — disse ele analisando o machucado. Hermione deu um pedala nele.

—Sorte sua que pegou de raspão!! Você podia ta morto agora! —disse ela brava.

—Ih Mione, pegou mania do Snape?—disse ele dando risada ao que Hermione riu também, se perguntando se ela havia mesmo sem querer.

— Sabe, por falar nele... Fiquei impressionado. Acho que o Snape, não era nada daquilo que parecia.—disse ele arrependido—Quer dizer, ele era um desgraçado—Hermione riu—mas não era tão ruim assim.

—Também acho. Ele foi muito corajoso de enganar Voldemort por tanto tempo. —disse ela orgulhosa.

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Os dois voltaram seus olhares ao corpo de Voldemort, que agora deitava sem vida ao lado de seus fiéis servos, também mortos, no lado oposto do Salão de onde estavam os corpos dos que morreram lutando por Hogwarts. No meio agora havia uma grande mesa, com todos os professores e alunos, fantasmas e parentes, centauros e meio-elfos sentados sortidamente.

—Ele parece tão indefeso assim, não?— disse Hermione se referindo a Voldemort, numa meio-pergunta, meio-afirmação. Porém, Rony não respondeu, ao invés disso a fez outra pergunta.

— E o corpo do Snape, o que você fez com ele? Seria melhor se trouxéssemos para cá né, pra ele ficar junto com os outros do nosso lado.—falou ele.

Hermione estava se preparando para dar a notícia de que Snape estava vivo. Ela estava feliz que Rony não o considerava mais tão ruim, e se perguntava se não seria melhor esperar para que Harry estivesse junto para contar, mas ela não precisou pensar muito, Harry estava logo atrás deles, e aparentemente, usando sua Capa da Invisibilidade, pois eles não viram nada, somente ouviram.

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— Sou eu— ele murmurou, encurvando-se entre eles— Vocês querem vir comigo? — Eles se levantaram imediatamente, e juntos, Rony, Harry e Hermione deixaram o Salão Principal. Faltavam grandes pedaços de mármore nas escadarias, parte da balaustrada havia sumido, havia cascalho e manchas de sangue pela escada enquanto eles subiam. Em algum lugar distante eles podiam ouvir Pirraça zumbir pelos corredores cantando uma canção de sua própria composição:

"Nós conseguimos, nós vencemos eles, Potter é o cara, e o terrível Voldemort está morto, então vamos nos divertir!"

—Realmente passa um sentimento da tragédia que foi, não?­— disse Rony, empurrando uma porta para deixar Harry e Hermione passarem.

Harry então, se mostrando extremamente exausto, se dirigiu aos dois e começou a contar sobre tudo que havia visto na penseira. Com um olhar cúmplice ambos decidiram que era melhor deixar assim, não sabiam se Harry ficaria feliz de saber que Rony invadiu as memórias que Snape havia dado a ele. E para Hermione, estava sendo até bom poder ouvir tudo detalhadamente, já que Rony só havia contado por cima. Quando Harry contou que Phineus Nigellus a havia chamado de sangue-ruim, e Snape havia gritado com ele e dito para não falar dela assim, ela corou levemente e teve que esconder um sorrisinho. Mas ela se perguntava, se Snape não tinha nada contra "sangue-ruins" porque então ele a tratava tão mal, se lembrando do episódio dos dentes no 4ºano, em que Draco desferiu um feitiço nela para fazer dentes crescerem , e Snape disse que não via diferença alguma.

Mas logo Harry começou uma narrativa que eles não conheciam: a da Floresta Proibida. Hermione ficara emocionada quando Harry contou que Dumbledore havia conversado com ele, e deixara cair algumas lágrimas. Ela daria tudo para poder ver aqueles olhinhos azuis cintilantes de novo ou sua voz fraca e mansa pronunciando palavras aleatórias sem sentido em pleno Salão Principal.

Harry então ía se aprofundando no assunto enquanto andavam, e Mione e Rony ficavam cada vez mais interessados. Agora tudo fazia sentido.

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Os três chegaram à Gárgula do escritório do diretor e Harry perguntou: —Nós podemos subir?

—Sintam-se livres!-gemeu a Gárgula.

Eles subiram e a escada em espiral se moveu lentamente para cima liberando a passagem .Harry empurrou a porta que estava aberta, e logo que os três adentraram a sala, se assustaram com o barulho ensurdecedor de aplausos vindo dos quadros. Alguns outros começaram a chorar, outros a dançarem e um estava até usando uma corneta. Mas os três se dirigiram ao quadro atrás da cadeira do diretor, que por baixo de seus óculos de meia-lua estava chorando.

—O que estava escondido no pomo de ouro— começou Harry— Eu o deixei cair na floresta. Não exatamente aqui, mas não vou voltar a procurar por isso de novo. Você concorda?

—Eu concordo, meu garoto— Disse Dumbledore, quando os retratos de seu companheiros olharam confusos e curiosos— Uma decisão sábia e corajosa, mas eu não esperava menos de você. — Mas alguém sabe onde caiu?

— Não, ninguém—disse Harry, e Dumbledore demonstrou satisfação.

—E então tem isto— Harry levantou a Varinha Mestra e Rony e Hermione olharam-na com reverência. —Eu não a quero—continuou ele.

—O quê??? —Rony falou alto—Você ta doido.

—Eu sei que ela é poderosa—falou Harry cansado— Mas eu estou feliz com a minha. Então...

Hermione assistiu enquanto Harry retirava da bolsa em volta de seu pescoço sua varinha quebrada, as duas partes de azevinho conectadas apenas por um fino pedaço de pena de fênix e a pôs na mesa do diretor, encostou a ponta da Varinha Mestra nela e disse: — Reparo.

Fagulhas vermelhas saíram da varinha e as duas partes se juntaram, perfeitas, como se nada tivesse acontecido. Então Harry se voltou ao quadro de Dumbledore.

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—Colocarei a Varinha Mestra de volta para onde ela veio. Ela poderá ficar aqui. Se eu morrer por morte natural que nem Ignotus, este poder será quebrado, não será? O último mestre jamais será derrotado. Então será o fim disso tudo— Dumbledore assentiu e eles sorriram entre si.

Você tem certeza? —disse Rony

Hermione não precisou pensar muito sobre isso, ela entendia a tentação em ter uma varinha tão poderosa, a melhor varinha do mundo, mas ela era muito perigosa, alguém deveria por um fim nisso.

—Eu acho que Harry está certo—disse ela baixo porém decidida.

—Essa varinha não causará mais dano—disse Harry heroicamente como sempre, o que fez Hermione pensar que se Snape estivesse lá, provavelmente estaria revirando os olhos, e quase riu— E honestamente—continuou ele—Eu tive problemas o suficiente por toda minha vida!

Todos os quadros ao redor da sala o olharam como o homem que ele verdadeiramente era, não mais o garoto-que-sobreviveu, agora um homem formado. Harry foi seguido por olhares de admiração, enquanto guardava a varinha atrás do quadro de Dumbledore onde antes se encontrava a espada de Gryffindor.

Hermione pegou no braço de Harry querendo que naquele gesto ele soubesse que tudo havia acabado.

—Vamos para o dormitório? Acho que todos nós precisamos de um bom descanso —disse ela bondosamente, enquanto o trio se despedia dos quadros deixando-os voltarem à festança.

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Os três se dirigiram ao Salão Comunal da Grifinória, passando pelo quadro da mulher gorda que estava completamente torto e agora dava livre acesso a qualquer um, não que isso fosse exatamente um problema, ninguém estava preocupado. Quando entraram se depararam com a maior aglomeração de alunos, pais de alunos, moradores de Hogsmeade e até mesmo os professores. Minerva veio em direção a eles.

—Imaginei mesmo que vocês fossem vir para cá—disse ela ao maior estilo Dumbledore— Queria dar um aviso, antes que vocês fossem dormir. Já comuniquei ao Ministério da Magia sobre o ocorrido, e lógico, sobre nossa vitória—ela disse orgulhosa se dirigindo a todos— e amanhã virão buscar os Comensais da Morte para entregá-los para suas respectivas famílias, e nós realizaremos o enterro dos que morreram lutando por nós no solo de Hogwarts, ao lado de Dumbledore, tenho certeza que nenhum familiar fará objeção. Vamos erguer um monumento em homenagem a eles. E gostaria que todos estivessem presentes. Logo após, começaremos a reconstrução de Hogwarts, e precisaremos de toda ajuda que pudermos ter. Agora, os que pretendem dormir aqui, podem ficar, mas não há espaço para todos, alguns podem ficar no dormitório da Corvinal, outros na Lufa-Lufa e também na Sonserina. Também existem alguns aposentos vazios que utilizamos para visitas, por favor sigam a mim e aos outros professores os que não vão ficar aqui. —explicou McGonagall gesticulando.

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A multidão saiu seguindo McGonagall, Flitwick, Sprout e Slughorn e o dormitório foi gradualmente esvaziando, sobrando Hermione, Harry, Rony, Neville, Luna, Gina, Jorge, Sr e Sra Weasley, Gui e Fleur, Percy, Olívio Wood, Katie Bell e Angelina Johnson, Dino e Simas, alguns outros grifinórios que logo se retiraram para o dormitório e dois alunos sonserinos que Neville parecia ter feito amizade. Hermione notou os olhares furtivos que Gina e Harry se dirigiam, no entanto os Weasleys estavam num momento familiar e Harry não iria interromper. Rony logo se juntou à família sentada num sofá, que agora, chorava a morte de Fred.

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Hermione não pôde deixar de ouvir a conversa entre Olívio, Katie, Angelina, Dino e Simas, pois os três primeiros estavam contando tristemente aos outros dois que Alicia Spinnet, artilheira de quadribol da Grifinória era uma das que haviam morrido e Zacarias Smith, da Lufa-Lufa estava extremamente abalado. Ao que Hermione pôde notar, Harry também estava ouvindo, pois olhou para ela assustado e triste.

Neville estava engajado numa conversa com os dois sonserinos sextanistas, que não pareciam nada maus, realmente. Eles estavam comentando que esta era a primeira vez que entravam no salão comunal da Grifinória e que acharam lá bem aconchegante. Luna que parecia alheia a qualquer coisa olhava o lustre enquanto se dirigia aos sonserinos: "Não se preocupem, esta também é minha primeira vez".

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Hermione decidiu que este era o momento para contar a Harry, ninguém estava prestando atenção neles, então pegou em sua mão e o fez sentar no degrau da escada que levava para os dormitórios.

—Que foi Mione?—perguntou ele já pressentindo que era algo sério.

— Harry, preciso te contar algo que eu fiz—disse ela com uma expressão no rosto de que o que quer que ela havia feito era uma boa notícia. Harry suspirou de alívio, ela percebeu, e agora o que era apreensão virou curiosidade. Ela julgou que seria melhor falar de uma vez, do que ficar fazendo suspense. —Eu não sei como dizer isso Harry, mas Snape não está morto. A feição de Harry não mudou e após dois segundos tornou-se duvidosa.

—Como assim, Snape está vivo, e o que você fez? —perguntou ele nem aprovando nem desaprovando meio desconfiado. Hermione ficou com medo, será que ele não havia ficado contente? —ela pensou.

— Na Casa dos Gritos Harry, eu fiquei lá, esqueceu? Rony foi atrás de você e eu me lembrei de uma magia que havia visto no livro Magias de Cura. Eu o ressuscitei e dei uma poção repositora de sangue. —disse ela tomando o cuidado de não falar mais do que o necessário ou sobre uma certa sala de estoques e corando levemente. — Ele está bem Harry. —terminou ela afirmativamente com um sorriso para ele. Harry engoliu seco.

—Você está falando sério não é? —perguntou ele recebendo um aceno de cabeça. Seu rosto abriu um sorriso e ele puxou Hermione para um abraço dando risada. —Não acredito! E onde ele está? Por Merlin, devo tantas desculpas e agradecimentos a ele, nem sei por onde começar—disse ele meio abobalhado— acho que ele nem vai querer ouvir, mas enfim... Você sabe onde ele está?

— Eu não sei para onde ele foi, depois da batalha ele me disse que iria para a casa dele. —explicou ela

—Depois da batalha? Ele estava na batalha então? —disse Harry rapidamente.

—Sim Harry ele estava escondido auxiliando no que podia, foi ele quem salvou a Gina de ser acertada por um Avada. —contou Mione. Harry surpreso, olhou em direção a namorada.

—Então acho que devo mais agradecimentos do que eu pensava—disse ele divertido. —Mas não sei o quanto vai ser diferente agora, com tudo isso. Acho que ele ainda vai me odiar, afinal, sou a cara do meu pai, e ele, bem, ele é Snape—ele constatou.

—Mas você tem os olhos da sua mãe—arrematou Mione levemente enciumada, se perguntando o quanto Snape ainda amava Lílian.

Neville chegou puxando os dois sonserinos e Luna veio logo atrás. Hermione viu e se dirigiu a Harry antes que eles chegassem.

—Não conte pra ninguém, acho que ele não quer que saibam ainda, ok? —cochichou baixinho apressada.

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—Harry, estes são Magnus Vickrey e Kratos Tepes— Disse Neville.Os dois cumprimentaram Harry meio tímidos e depois Hermione. Ela pensou já ter ouvido o nome Tepes antes.

—Óóóhh, você é Tepes? É descendente do Conde Drácula?—disse Luna avoada pendendo a cabeça para um lado se mostrando interessada. Hermione e Harry pareceram surpresos.

—Sim, não que eu me orgulhe disso.—o menino respondeu— Muitos não sabem que ele foi um bruxo, porque ele é muito mais famoso no mundo trouxa que no mundo bruxo e ele não usava magia para torturar suas vítimas—disse ele explicativo meio enojado.

—Ah sim, eu sabia que já tinha ouvido esse nome antes. Tepes vem de empalador, não é? —disse Hermione ligando a sabe-tudo interior—Era como ele era chamado, Vlad Tepes. –e o menino corou bruscamente.

—Uau, vivendo e aprendendo—disse Harry irônico.

—Eu sempre soube que ele era um bruxo, meu pai me disse. Ele criava um Erumpent para atacar pessoas—disse Luna. Todos sentiram vontade de perguntar o que era um Erumpent, mas resolveram deixar de lado.

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—Quem é esse tal de Drácula? —perguntou Neville confuso.

— Ele foi um bruxo sanguinário Neville, matava pessoas e diz a lenda que depois bebia o sangue delas, mas isso não se sabe se é verdade. No mundo trouxa há uma lenda de que existem vampiros, pessoas que bebem sangue para viver, e ele é o "vampiro" mais famoso. —explicou Hermione.

— Nossa... —disse Neville

—A propósito Neville— disse Harry— Bom trabalho com aquela cobra. —Neville sorriu, agora ele parecia de novo o Neville menino e não o Neville homem, Hermione notou.

— Só fiz o que você me pediu para fazer— falou ele modesto a Harry.

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Assim que a conversa finalizou, Hermione e os outros subiram para o dormitório, as mulheres e os homens se separaram respectivamente para o dormitório feminino e masculino, mas já não importava na cama de quem iriam dormir. Hermione deitou desejando boa noite às outras e pensou na ironia de eles lutarem para acabar com o preconceito, sendo que eles mesmos nunca se deram ao trabalho de conhecer um sonserino, simplesmente porque era sonserino. Seu pensamento também vagava em direção aos seus pais, que estavam na Austrália agora e não tinham memória de algum dia ter tido uma filha. Agora ela iria para lá reencontrá-los — pensou aliviada . E se permitiu então, dirigir seus pensamentos a um certo Severus Snape.

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Snape estava nesse mesmo momento se preparando para dormir, na antiga casinha no vilarejo trouxa em que morava com seus pais quando era criança, só que agora, melhorada. Seu pai já havia morrido fazia anos e ele era extremamente grato a isso, já que seu pai era abusivo e injusto, mas sua mãe ainda estava viva, e com seu salário de Professor, que era muito generoso contando com o fato de que ele não tinha nenhum gasto na escola, ajudou sua mãe a reformar a casa, já que ela não queria se mudar. Ele se deitou em sua cama de casal, sozinho, e se permitiu pensar um pouco em como seria ter Granger... Hermione ali.

Adormeceram.

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No livro, não sei se vcs lembram, mas só pra refrescar a memória, o último capítulo (antes do epílogo) acaba com o trio na sala do diretor com Harry dizendo que já teve problemas suficientes para toda vida.

Sim, realmente acontece o fato de Gina quase ter sido atingida por um Avada de Bellatrix, mas obviamente não foi Snape quem a salvou, a maldição passou de raspão.

Não acontece nada de Hermione e Gina jogando um Cruciato na Bella, mas achei que ela merecia um double Crucios huahuahua.

Erumpent (o negócio que Luna disse que Drácula criava) é um animal, que parece um rinoceronte e pesa até uma tonelada. Só ataca se provocado (não no caso do do Drácula que era treinado para matar :D). Seu chifre pode perfurar qualquer coisa, desde pele até metal e contém uma secreção que faz a pessoa atingida explodir. Vide Animais Fantásticos e Onde Habitam.

Achei interessante colocar Drácula como um bruxo. Tepes era como ele era chamado, o verdadeiro Conde Drácula tinha o nome Vlad e era comumente acompanhado por Tepes ou Drácula.. Sendo que Tepes é Empalador em romeno acho. E pra quem não sabe, empalar é uma técnica de tortura que consiste em enfiar uma estaca pelo ânus da pessoa, até sair na boca . "Oo

Ô nominho, coitado do Sonserino (ah e é por isso que ele fica com vergonha quando a Hermione menciona que Tepes é empalador)..huahuahua

Bom, ta aí, esse capítulo foi só pra preencher lacuna, agora não vou precisar por mais nada do livro, rs

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Agradeço aos meus primeiros reviews:

:D

Raquel Ruiz

Lu

Pathy Potter

vivian alves

e Dinharj

Brigada msm garotas, bjus

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