Esse capítulo me consumiu uma grande quantidade de pesquisa em Google e Google Earth T.T
Os lugares que mencionei no capítulo existem. E tive que dar nomes para os pais da Hermione.
Eu não poderia ficar relatando tudo nos mínimos detalhes neste capítulo, até porque são coisas sem importância... mas também não poderia correr e pular tudo...
E não se preocupem... uma hora as coisas vão se resolver ;)
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Capítulo 10: Austrália
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Severus fechou a porta sem entender nada. Ele era orgulhoso sim, mas não mediria esforços para pedir perdão a Hermione, isso é, se ele tivesse feito algo errado, e a questão é que ele não tinha feito absolutamente nada para causar uma mudança tão drástica de comportamento, a não ser que ser ele mesmo pudesse causar algo assim.
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Ele em toda sua inexperiência não poderia imaginar o que é que se passava pela mente de uma mulher. Talvez fosse aquele tal de "ciclo" que ele tanto ouviu falar. Mas a questão é que, se ele não era culpado de nada , então porque ela havia feito isso? Porque o colocou nessa situação ridícula, lhe deu esperanças e depois arrancou à base de machadadas. Ela com certeza era muito atrevida, uma garotinha atrevida. E o pior é que ele já havia se sentido em situação parecida, Lílian também o havia dado esperanças. Eles eram inseparáveis até o incidente "Potter", todos na escola os consideravam o casal inter-comunal, apesar de o máximo a acontecer entre eles ter sido um simples selinho, coisa de criança. Daquela vez a culpa foi uma divisão entre ele e Potter, o causador da discórdia que o levou a chamar Lily de sangue-ruim, mas desta vez... Ciúmes, talvez? Não, isso não poderia ter nada a ver com Julianne Barchet, afinal, ela não estaria mais ali daquele dia em
diante.
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"Você é velho e eu sou nova"—as palavras ressoavam em sua cabeça como um grande sino de Igreja. Snape nunca havia se sentido tão deslocado, tão indesejado. Ele queria ir atrás dela e se vingar, voltar a seu quarto ano e a chamar de dentuça de novo, ah sim, isso o daria muito prazer. Se ao menos ele pudesse ler seus pensamentos, mas infelizmente um sonoro "CRACK" pôde ser ouvido. Ali na vizinhança, qualquer trouxa que ouvisse poderia pensar que era o escapamento de um carro, uma janela quebrando, uma casca de árvore rachando, no entanto o som para ele era inconfundível. Ela havia ido embora.
Vários pensamentos ocorreram-lhe: Ela só estava fazendo graça com ele, só queria se vingar por todas as humilhações, queria fazê-lo se apaixonar por ela só para jogá-lo no lixo, queria o enganar, fazer joguinhos com ele.
Pois bem, se era isso que ela queria, era isso que ela teria.
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Um sorriso sádico cobriu seus lábios: Espere e verá Srta.Granger.
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Num giro de calcanhar Snape se encaminhou para o quarto de sua mãe para avisar que os dois medibruxos viriam buscá-la, antes de se dirigir à lareira para esperá-los.
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Hermione se sentia extremamente contrariada, ela não queria ter feito isso, mas sentia que era extremamente necessário. Ele não foi atrás dela, mesmo ela o dando um tempo para vir. Isso mostrava o quanto ela não era importante. Mione se dirigiu para trás de uma moita ao redor de uma bela cerejeira, verificando se não havia ninguém por perto. No escuro da tarde para a noite, ela desaparatou, desejando que nunca tivesse alimentado sentimentos por aquele homem.
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Mione apareceu no mesmo local isolado que Severus a havia mostrado e agradeceu por não ter ninguém ali, senão teria de usar alguns Obliviates. Ela se encaminhou para o portão quatro do aeroporto, onde faria uma viagem de aproximadamente 22 horas, com parada em Hong Kong, até o Aeroporto Internacional Kingsford Smith em Sydney. Com ajuda de sua mente geniosa, ela alterou a memória dos pais, inserindo uma vontade imensa neles de se mudarem para a Austrália, mais precisamente para Sydney, num lugar bem próximo ao aeroporto internacional para facilitar ao máximo sua vida.
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A viagem foi definitivamente muito cansativa e Mione ainda por cima teria de achar algum hotel barato em que ela pudesse ficar até achar a casa dos pais. Ela se manteve informada o máximo possível sobre onde eles estavam morando, mas como nunca tinha ido a Sydney, teria que aprender a se virar por ali antes.
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Devido ao fuso-horário, o avião partiu de Londres às 21h da noite do dia 5 de Julho e chegou em Sydney por volta das 5h da madrugada do dia 7. Na pequena parada que fizeram em Hong Kong, Mione comprou alguns chaveiros interessantes que vendiam em uma lojinha de presentes. Um deles era uma bruxinha, que ela comprou para si mesma.
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Ela teve 22 horas de vôo para pensar em como abordaria seus pais, e mesmo sua mente ágil não encontrou nenhuma bela desculpa para conseguir entrar na casa dos "Wilkins", como no momento eles se chamavam, ou pensavam que se chamavam. Era óbvio que ela não poderia simplesmente bater à porta e ir conjurando um "Finite Incantatem", pois poderia haver trouxas vendo. O que ela poderia inventar? Talvez ela pudesse arrombar a casa? Isso não parecia certo.
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Hermione desceu no aeroporto de Sydney e se dirigiu a um guichê.
-Com licença, onde posso encontrar uma pousada ou um hotel barato a essas horas aqui na redondeza?—ela perguntou a uma das mocinhas que parecia ser a mais simpática.
-Bem, na rua Pitt há um hotel com um preço bem acessível, chama-se Legend has it Westend...Geralmente muitos mochileiros se hospedam lá, creio que seja uns 55 dólares australianos a estadia. Há um ônibus que passa aqui que leva a essa rua.—ela respondeu com um sotaque australiano puxado.
-Uhm, muito obrigada!—respondeu Mione aliviada pela informação.
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55 dólares australianos era algo que ela poderia pagar, só era preciso achar uma Casa de Câmbio no aeroporto e trocar um pouco de suas libras. Foi o que ela fez, sendo que apenas 25 libras seriam suficientes, mas ela preferiu trocar um pouco mais para prevenir. Hermione deixou o aeroporto, pegou o primeiro ônibus para a rua Pitt e fez seu check-in no hotel. Não era um lugar muito freqüentado e realmente, só havia mochileiros ali, mas era um lugar extremamente confortável. Infelizmente, eram seis horas da manhã na Austrália e ela não tinha sono pois agora deveriam ser 20h da noite em Londres, sendo assim, ela tentou ocupar seus pensamentos com outra coisa que não fosse Severus Snape e resolveu ir tomar um bom e revigorante banho.
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Após o banho Hermione aproveitou para assistir televisão, coisa que ela não fazia há séculos. Apesar da programação de manhã ser um lixo, ela estava se divertindo como nunca. Ás vezes ela esquecia como era bom ser trouxa, não que ser bruxa fosse chato, muito pelo contrário, mas poder agir como se nunca tivesse existido um Voldemort no mundo, poder se fingir de trouxa, nos dois sentidos, era agradavelmente prazeroso. Ela tomou seu primeiro café da manhã decente sem ser preparado por um elfo há muito tempo em sua vida e decidiu que seria uma ótima hora para explorar onde "Wendell" e "Monica Wilkins" estavam morando agora.
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Graças à corretora de sua ex-casa em Londres, após alguma enrolação e certas mentirinhas inofensivas como estar interessada em comprar a casa, ela conseguiu a informação de onde seus pais estariam morando agora. Nunca duvide de Hermione Granger—ela pensou consigo mesma.
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A moça pegou o ônibus que levava ao bairro Mascot, mais precisamente para a rua Pyrmont, número 565. Se preparando para o que diria, ficou mais ou menos 10 minutos estancada à porta imaginando se deveria bater ou correr. Não foi preciso nenhum dos dois. Um homem vestindo um pulôver cinza por cima de uma camiseta pólo branca e calça jeans azul clara abriu a porta segurando um saco de lixo numa das mãos e dando de cara com uma Hermione de mão direita levantada com punho fechado. O homem riu da desconhecida simpaticamente a encorajando a falar algo, o que não aconteceu.
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-Sim?—ele perguntou.
-Ah... é... –Mione engasgou.
- Querido, quem é, é algo importante?—gritava uma voz de mulher ao fundo que Hermione logo reconheceu como de sua mãe.
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Ela ouviu passos se aproximando e de repente uma figura de uma versão de Hermione Jane Granger mais velha e redonda apareceu à porta. Hermione deteve seu olhar sobre a forma circular por baixo de um vestido florido como queixo caído. Ela certamente não esperava por isso, mas alguém com certeza estava esperando, mais precisamente uma espera de nove meses. Aparentemente ela não tinha embutido e retirado pensamentos do que "fazer" e "não fazer" suficientes na memória de seus pais. "Nunca duvide de Hermione Granger" parecia um pensamento idiota e demasiadamente confiante no momento. "Burra".—ela pensou já não mais tão orgulhosa de si mesma.
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- Ah... olá—disse Katherine Granger olhando Hermione de cima a baixo, parecendo notar o quanto as duas eram semelhantes.
- Ahn.—a garota saiu do estado de transe. Ela teria tempo suficiente mias tarde para formular um pensamento sobre seu novo irmãozinho ou irmãzinha. —É, me deram este endereço, disseram que a senhora Wickes mora aqui. Eu acabei de chegar de Londres, ela é minha avó...—ela disse meio atrapalhada, se provando uma ótima mentirosa.
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-Senhora Wickes? Não, nós somos os Wilkins—disse o suposto senhor Wilkins. Hermione treinou uma expressão de surpresa e decepção conjunta.
- Ah meu Deus, ela está perdida—constatou a mulher grávida olhando preocupada para o marido.—Porque a senhorita não entra? Talvez você possa ligar para sua avó e pegar o endereço certo. – ela continuou sentindo uma certa empatia maternal pela garota. O senhor John Granger pareceu reprovar a decisão da mulher, mas Hermione estava aliviada.
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- Ah, eu não quero incomodar...—ela disse fazendo um doce – Mas, se eu puder só fazer uma ligação...
- Não tem problema, entre.—a mulher deu caminho a Mione, deixando que John passasse para levar o lixo para fora.—Qual seu nome?—ela perguntou já lá dentro.
-Ehr... é Hermione.—ela respondeu sem-graça. Katherine pareceu confusa.
- Jura?!?! Que coincidência... eu e Wendell queríamos colocar este nome em nossa filhinha.—ela acariciou sua barriga proeminente.—É um nome tão raro, me surpreende que você tenha o mesmo.—Hermione se xingou internamente por quase deixar seus pais nomearem a garotinha de Hermione 2.—A propósito, meu nome é Mônica.—a mulher estendeu a mão que a garota aceitou prontamente.
-Prazer. De quantos meses a senhora está?—ela perguntou interessada em quando teria sua nova irmãzinha.
-Bem, está previsto para o dia 29 deste mês...—ela contou feliz. O suposto Wendell entrou na casa, fechando a porta atrás de si.
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Hermione decidiu que este era o momento certo, esperou que ele se juntasse à esposa na sala e se levantou empunhando sua varinha. Algo na expressão calma dos dois denunciava que eles não haviam esquecido totalmente de suas vidas anteriores, pois não temeram nem estranharam o que ela segurava em mãos. Com lágrimas de ansiedade Hermione se pôs à frente dos dois.
-Finite Incantatem—ela balançou a varinha.
Por um momento que pareceu uma eternidade, os Grangers assimilaram as novas informações que estavam recebendo e suas feições passaram de choque a entendimento, confusão a decepção, raiva à felicidade. Os dois se entreolharam emocionados.
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-Hermione!
-Filha!—eles gritaram simultaneamente, se levantando para abraçá-la.
-Porque você fez isso??! Você sabe o quanto sofremos??—sua mãe perguntou.
- Mas mãe, eu fiz isso justamente pra vocês não sofrerem. Se eu morresse, não queria que vocês se lembrassem de mim, e também não queria que vocês corressem perigo lá na Inglaterra.—ela explicou chorosa tampando o rosto com as mãos.
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- Mi, você não tem idéia do que isso nos fez. Nós não sabíamos o porquê, mas nos sentíamos tão... vazios...—seu pai explicou.
-Sim, e achávamos que alguma coisa estava faltando... um filho talvez.—continuou Katherine – Então decidimos ter um. Você está feliz por ter uma irmãzinha, Mi?—a garota acenou com a cabeça na falta de palavras.
- Seus olhos sempre nos assombravam, sabíamos que havia algo faltando.— John puxou o queixo de Hermione para si, olhando profundamente em seus olhos mel acastanhados e a abraçou.
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A família feliz estava mais uma vez reunida. Hermione sentia-se com menos 100 quilos nas costas. Menos uma coisa para resolver.—ela pensou.
-Mãe, pai... Vocês me perdoam?—ela perguntou num tom um pouco infantil, como se tivesse pego um biscoito do pacote antes do almoço.
Os dois suspiraram e responderam em uníssono: —Está tudo bem.
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-É –ela sorriu aliviada—Está mesmo. Voldemort foi derrotado, Harry o derrotou... nós o derrotamos —ela corrigiu, lembrando-se do árduo trabalho de tantos outros para por um fim à guerra. Ela sentiu os olhares orgulhosos em sua direção.
- E aquele Comensal que matou o diretor... Snake, Snape, não sei. O qual você dizia ser um bom professor... foi preso?—Kate perguntou interessada.
- Lembra que eu dizia que suas ações eram meio contraditórias? Pois é, ele era inocente.—ela falou com um fantasma de sorriso no rosto.—Dumbledore pediu que ele o matasse por que ele já estava morrendo, e assim, o Snape poderia se tornar o Comensal favorito de Voldemort e ajudar o Harry. Na verdade, ele foi muito corajoso... como daquela vez que ele nos salvou na Casa dos Gritos.
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-Ah... –sua mãe sorriu—Tá vendo só? Sua intuição estava certa desde seu terceiro ano. Sempre falo pra você confiar um pouco mais em você e um pouco menos em livros.—ela falou mal sabendo o quanto Hermione havia confiado em sua intuição trazendo Snape de volta à vida.
- Agora vocês não precisam mais se preocupar comigo, o mundo bruxo não está mais em polvorosa. E eu estou vivinha.—ela disse alegre mas logo se lembrou dos outros que haviam morrido e murchou.
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- E seus amigos?—perguntou John.
- Vivos também... mas Jorge, Olho-Tonto Moody, Dobby, Lupin e Tonks morreram. Ah, Lupin e Tonks tiveram um filho, o Ted, e o Harry é seu padrinho. Uhm, deixa eu ver... Ah, a Minerva é a diretora de Hogwarts agora e o Snape é vice e vai ser o professor de DCAT. E Minerva obrigou todos a repetirem o ano, então nossa sala vai fazer o 7º ano de novo comigo, Harry e Rony, porque este ano nós estávamos atrás das Horcruxes e não podíamos ir para a escola. Lucius Malfoy foi preso, mas eu não sei muito sobre isso e o Draco parece estar mudando.—Hermione explicou pensativa. Seus pais tentaram assimilar toda a informação.
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- Pai, mãe... eu to meio cansada... Será que eu posso deitar? Acho que é o fuso-horário...
- Ah, pode deitar na nossa cama se quiser.—disse Kate
- Vou ligar para nossa corretora... resolver uns assuntos— John disse se referindo ao assunto casa.
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Hermione se sentiu meio culpada, mas subiu as escadas exausta para procurar o quarto se desculpando com o pensamento de que o que ela fez foi algo necessário. Agora ela precisaria pegar suas malas no hotel antes que a diária acabasse, mas antes ela queria descansar um pouco. Ela chegou ao quarto e se jogou na cama, caindo no sono logo depois. Nem meia hora se passou até que uma coruja, a mesma que havia aparecido no aeroporto com as cartas de Molly e Rony, começou a bicar a janela, a tirando de seus sonhos. Mione levantou e pegou o pergaminho abrindo a janela para a coruja entrar.
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"Mione,
Aqui é o Harry e a Gina, como você está? Já chegou na Austrália?
Precisamos te contar, Lucius Malfoy foi julgado ontem e constataram que ele praticamente abandonou o lado de Voldemort antes da guerra terminar. Usaram Veritasserum nele e parece que ele está realmente arrependido. Ele pegou 6 anos de Azkaban, mas se ele fizer doações anônimas para algumas famílias que ele prejudicou, a pena pode diminuir.
Agora o problema é que quando usaram Veritasserum nele, perguntaram se havia outros Comensais da Morte à solta. Ele deu o nome do Draco à contra-gosto. Parece que Crabbe e Goyle já estavam agindo por Voldemort, mas ainda não haviam recebido a Marca Negra... mas o Draco já. Os três foram presos. Estamos tentando nos informar de quando será o julgamento...
P.S.: Estamos cuidando do Bichento aqui, mas ele está com saudades.
Abraços,
Harry e Gina."
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Hermione lia e relia a carta surpresa para se certificar de que havia entendido cada milímetro.
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"Harry e Gina,
Já estou com saudades. Estou na casa de meus pais e já retirei o feitiço da memória, eles são John e Katherine Granger novamente. Acho que agora vamos procurar uma nova casa em Londres, e de preferência uma com um quarto extra pra minha nova irmãzinha! Isso mesmo que vocês leram, e ela está prevista para nascer dia 29 de Julho, perto do seu aniversário, Harry!
Quanto ao Draco, será que vocês não podem testemunhar? Sei lá, acho que ele está mudado... Quer dizer, ele é um cretino, ou era, mas não fez nada ainda que mereça Azkaban.
P.S.: Ah, falem pra ele que eu também to com saudades, mas vou ter que demorar mais um pouco aqui.
Abraços,
Mione"
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Ela despachou a coruja com sua resposta depois de alimentá-la e estava com tanto sono que resolveu que deveria primeiro ir buscar suas bagagens para depois poder descansar o quanto quisesse sem preocupações. Ela desceu as escadas para avisar seus pais.
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-Paiê, manhê... eu vou ir no hotel pegar minhas bagagens e trazer pra cá, tá?
- Que hotel é esse?—perguntou John
- Legend has it Westend, na rua Pitt.—Mione respondeu.
- Eu te levo lá de carro—ele disse notando o quanto ela estava exausta.
-Brigada, pai—ela ofereceu um sorriso sincero.
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Os dois foram ao hotel e pegaram sua bagagem, no caminho o senhor Granger perguntou coisas como onde estava Bichento e detalhes de todo esse ano que ele e a esposa perderam na vida de sua filha. Hermione foi cuidadosa o bastante para não contar seu envolvimento com Rony ou com Snape, seria horrível ter de dar satisfações sobre qualquer um, principalmente sobre seu Professor.
Ao chegar em sua nova casa temporária, Hermione desabou no primeiro lugar relativamente fofo que avistou e ficou desacordada pelo que pareceu ser 1 mês.
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Obrigada pelos reviews:
Monique
Éder :D
Iolanda
Dinha
Vanessa
Mickky
JúliaR
Pathy
Leila
Kahtia, ainda não achei tempo de postar na FB, mas uma hora eu consigo..rsr
Vivian
Nossa, já até perdi a conta..huahua, mas muito obrigada a vocês que estão acompanhando e não me deixam na mão :D. Não só aos que deixaram reviews, mas a todos os outros que não deixaram também!
E Srta.Snape, não acho que meus personagens (meus não, da JK) estão descaracterizados e muito menos que minha fic está parecendo um recorte de fics mal traduzidas. Talvez em algumas partes ela esteja corrida, mas mesmo assim, há algumas partes que se requer ler com atenção para entender o que foi dito. E o boca-a-boca não foi mencionado porque foi mostrado pelo POV (ponto de vista) do Severus... Ele estava morrendo (ou voltando da morte, como vc preferir) graças a Hermione que o reviveu, bombeando o pouco de sangue que restava em seu organismo e fazendo boca-a-boca nele. Isso está subentendido na parte em que fala sobre lábios encostando em seus lábios e mãos pressionando seu tórax.
Se ficou alguma dúvida ainda, os fatos aconteceram na seguinte ordem:
- Hermione vê Severus e imagina que talvez ainda haja alguma esperança para ele;
- Usa poção de estancar no machucado do pescoço;
- Faz massagem cardíaca e ressuscitação boca-a-boca;
- Assim que ele dá sinal de vida, ela passa a transferir energia de seu próprio corpo com a magia Energos Metathesis (inventada);
- Mas obviamente que essa magia só serve para transferência de ENERGIA, portanto ele não poderia viver muito mais tempo assim, isso só ganhou um tempinho para ele;
- Então, Hermione o dá uma poção repositora de sangue;
- Ele volta ao quase normal;
PS: Não achei necessário ele ingerir uma poção contra veneno, ou um bezoar ou algo assim, pois ele perdeu muito sangue (na verdade sua morte foi por perda de sangue mesmo né) e o veneno circula pelo sangue... portanto, ele já havia perdido muito do veneno que estava no organismo, provavelmente tudo, porque já que o veneno entrou na circulação, o sangue começou a sair... E quando um não quer, dois não vai xD
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