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Capítulo 15: Conversas.
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Draco e Snape estavam sentados de frente para a lareira. O fogo crepitando com pequenos estalidos.
- O que Potter queria?—Malfoy perguntou.
- Trocar figurinhas. —Snape respondeu irônico ao que o afilhado riu.
- Eu estava na biblioteca com a Granger até agora a pouco.—o loiro comentou deixando o outro com uma certa inveja – Ela pareceu decepcionada quando eu disse que estava vindo aqui.
Snape não sabia onde ele queria chegar com a conversa e se preparou para ficar na defensiva.
- Deve ter sido impressão sua.—Snape disse desconfiado.
-Uhm... Ela parece ter mudado de opinião quanto ao senhor ultimamente.
- Suponho que sim, assim como todos neste Castelo.—ele retrucou ainda na defensiva.
- Severus – o loiro começou, deixando claro que a conversa não era de professor para aluno—o senhor e a Granger – seguiu-se uma pausa—têm alguma coisa?—Severus fingiu não-surpresa e indignação.
- Alguma coisa? Como assim??—ele não poderia contar a Draco sobre isso por vários motivos. Primeiro: ele era seu padrinho e supostamente deveria dar bom exemplo. Segundo: por ser professor e Draco um aluno, não era seguro mencioná-lo algo do tipo. Terceiro: ele era um homem reservado.
- Algum envolvimento amoroso, sexual, sei lá. Desculpe, mas eu tinha de perguntar.—ele se explicou.
- Não. Se aquela garotinha insuportável tem algo por mim você tem que perguntar pra ela, mas isso eu também duvido.—Snape finalizou a afirmação com uma dor no peito, similar às que sentia quando era obrigado a fazer algo desagradável em nome da guerra, e que não foram poucas.
- Ok—Draco assentiu satisfeito.
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Na manhã da quarta-feira, todos estavam sentados à mesa comendo e conversando animados quando o correio chegou. Após a guerra ter terminado, muitos voltaram a assinar O Profeta Diário que voltou a ser um jornal confiável, e só os malucos como Luna liam O Pasquim. Hermione observou quando uma coruja pousou a frente de Neville trazendo um Pasquim, provavelmente influência da amiga louca.
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Quando O Profeta Diário caiu em sua frente, já se podia ouvir exclamações de todo o tipo ao longo do Salão. Uma grande manchete contendo uma fotografia do Professor Snape na sala-de-aula ilustrava a primeira folha com os dizeres: "Snape: Santo ou Canalha?"
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Tanto Hermione quanto os amigos tiveram de agarrar o jornal às pressas para ler as letrinhas mais miúdas com os dizeres: "Por Rita Skeeter." Hermione sentiu o sangue ferver de raiva e após ler cinco linhas da maldosa dissertação da besoura enxerida amassou o jornal. Harry fez o mesmo. Eles olharam para Snape, que parecia uma bomba-relógio prestes a explodir e levar consigo toda a bancada de professores de Hogwarts. Seus companheiros de trabalho por sua vez, pareciam extremamente horrorizados com as mentiras deslavadas de Skeeter, mas nenhum se arriscava a comentar e enfrentar a fúria do ex-Comensal da Morte. Conhecendo Snape, nunca se sabe a quem ele poderia direcionar sua raiva.
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- Harry?—Hermione chamou com um sorriso malicioso no rosto. – Acho que está na hora de fazer aquilo que prometi.
- Você quer dizer, denunciá-la??—Harry perguntou não contendo um pouco de animação.
- Isso. Vou escrever uma carta ao Ministério agora mesmo. Rita Skeeter que me aguarde.—ela falou com sede de vingança, já pegando o material e arrancando pena e pergaminho.
- Pode usar a Guinevere emprestada se quiser.—Harry ofereceu sua nova coruja que pousava a seu lado, bicando seu dedo gentilmente.
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Hermione escreveu uma curta mensagem e pediu para que seus amigos assinassem, aproveitando agora seus status de celebridade para dar maior credibilidade. Ela simplesmente insinuou algo sobre pesquisar se Rita Skeeter é uma animaga ilegal, endereçando para a Seção De Controle do Uso Indevido da Magia do Departamento de Execução das Leis da Magia no Ministério da Magia. Severus observou enquanto Hermione arranhava o pergaminho agilmente e pressentiu que era algo envolvendo Rita Skeeter e sua matéria absurda.
- Você acha que isso vai pará-la?—Gina perguntou.
- Não. Skeeter é como um câncer maligno, mais cedo ou mais tarde ela volta.—Mione respondeu—Mas eu sempre cumpro o que prometo.—e enviou a carta pela coruja de Harry.
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Severus esteve o dia inteiro pensando em Hermione e a observando. Onde quer que ele fosse, ela estava lá. Com seus amigos sempre por perto e parecendo muito feliz, com até mesmo aquele Weasley perto, mas ele notou com satisfação que apesar de andarem no mesmo grupo de amigos, não estavam se falando. Agora, com as aulas do dia finalizadas, ele podia ver da porta do Castelo Hermione e grande parte dos grifinórios sentados e deitados no jardim, em meio às lápides e ao monumento aos heróis. O local havia se tornado ponto de encontro, pois os alunos sentiam que os amigos e familiares mortos estavam mais próximos lá.
Ele pousou o olhar sob a lápide central se lembrando do quadro do diretor e do recado de McGonagall. Era tão prazeroso observar a Sabe-Tudo-Agora-Extremamente-Agradável sorrir que teve de xingar mentalmente o velho por tirá-lo desse momento. Ele virou nos calcanhares e se dirigiu à sala da Diretora.
Severus tinha uma presença tão grande que Hermione sentiu um enorme vazio no peito antes mesmo de se virar para constatar que o homem havia ido embora. Ela suspirou.
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A sala de Minerva ainda continuava a mesma de quando pertencia a Dumbledore. Snape só pôde imaginar que ela a mantinha igual por respeito ao ex-diretor.
- Ah Severus, eu estava o esperando, vou deixá-los a sós.—disse Minerva se levantando e saindo da sala. Snape assentiu.
Ele não sabia o porquê mas sempre que Alvo dizia que queria conversar com ele, se sentia como um menininho travesso, que havia feito alguma coisa de mal e escondido. Dumbledore exercia esse poder sobre ele. Tenso, ele sentou na cadeira de diretor.
- Então, meu filho, porque é que você não vem me visitar? Eu não preciso ficar pedindo pro Hagrid vir toda hora.— o quadro começou uma chantagem emocional. Snape bufou.
- Eu não sou o Hagrid. O que é que o senhor queria?—ele respondeu seco.
- Como vão suas aulas? Fiquei sabendo que você não abdicou das masmorras.—Alvo enrolou.
- Vão bem. Simplesmente transformei a sala de Poções em DCAT.— Snape se mostrava entediado – Agora fale, por que estou aqui?
- Ora meu caro Severus, porque eu o chamei.—Alvo abriu um sorriso enigmático, claramente testando sua paciência. Snape estreitou os olhos.—Ok, ok... Acontece que chegou a meus ouvidos uma informação extremamente... Uuhhm, sigilosa.—ele abriu um sorrisinho – Devo dizer, nunca imaginei Severus Snape numa situação assim – o quadro gargalhou divertido com a expressão de confusão e raiva do homem à frente—Mas tenho que avisá-lo Severus, foi muito difícil convencer os outros quadros a não falarem nada para Minerva sobre suas atividades noturnas.
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Severus gelou internamente. Será que o velho estava falando sobre o que ele pensava?
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- Sim, eu sei sobre você e a senhorita Granger.—os olhinhos azuis cintilaram e Severus engoliu seco—Ah meu filho, se você soubesse o tanto de favores que estou devendo por aí. Por favor, da próxima vez não fiquem se amassando em pleno corredor. Os quadros disseram que estavam prestes a ver um show e tanto até o garoto Weasley chegar.—o velhinho balançou a cabeça divertido. Severus permaneceu sem reação.—O que foi, Severus? –ele perguntou ao homem carrancudo.
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- Você e seus capangas.—ele olhou feio para os outros quadros—Fofoqueiros.—Alvo trocou a expressão de divertimento por uma de sério.
- Estou falando sério, Severus. Você tem sorte dos quadros no Castelo ainda me respeitarem, ainda respeitarem VOCÊ. Senão, teriam corrido contar a Minerva e então, o estrago estaria feito. – Snape assentiu—Você tem consciência que pode perder seu emprego?
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-Sim.
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- E de que isso é totalmente errado?—Snape assentiu.
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- E de que estou feliz por vocês?—Alvo abriu um sorriso deixando Severus mais aliviado e continuou falando mais pra si próprio que para o sonserino.—Interessante, muito interessante. Eu mesmo nunca pensei nisso...
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-Nisso o que?—Snape perguntou tirando o quadro de seus devaneios.
- Nisso. Você e senhorita Granger.—desta vez os dois sorriram.— E como está Draco?
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- Sinceramente, não sei. Ele é muito fechado.
- Uhm, parece alguém que eu conheço.—Alvo comentou numa indireta.—Pedi para alguns quadros ficarem de olho nele, aparentemente ele não tem amigos.
- Sim, é o que parece.
- Me disseram que ele não conversa nem com os sonserinos. Imagino que porque seus velhos amigos são todos a favor de Voldemort, e os que ele não conhece imaginam que ele SEJA a favor de Voldemort.—Dumbledore falou expirando sabedoria.
- É...—Severus respondeu desinteressado.
- Mas fiquei sabendo que a senhorita Granger anda conversando com ele.
- Como é?—Snape finalmente pareceu despertar e ligar os fatos. Draco estava interessado em Hermione, por isso tiveram essa conversas em que Draco mencionava a garota.
- É, a senhorita Granger e ele estão ficando amigos. Devo dizer que estou muito orgulhoso. Esse preconceito entre casas sempre foi o maior obstáculo entre os alunos de Hogwarts.— Alvo comentou ao nada, pois Snape impaciente ruminava em seus pensamentos e não dava atenção à fala do quadro.
- Bem, tenho que ir Alvo.—ele levantou de repente—Até mais.—ele precisava sair dali agora. Estava irritado e não tinha paciência para ouvir o diretor falar.
- Uhm, até mais Severus.Venha me visitar!—ele aumentou a voz quando o outro estava na porta.
Severus saiu pensando que agora mais que nunca ele precisava colocar em prática suas idéias. Amanhã era quinta e a turma de Hermione teria aulas de DCAT. Ele só precisava esperar mais um pouco e logo saberia se Hermione correspondia os sentimentos de algum daqueles pivetes.
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Hermione estava relaxando no jardim de Hogwarts se sentindo parcialmente deslocada. Harry e Gina estavam namorando, Rony e Charmaine estavam em seu próprio círculo fechado e Neville e Luna pareciam ser o mais novo casal intercomunal da escola. Agora Mione começava a entender porque ele estava assinando O Pasquim. Por sorte, Hagrid, Kratos e Magnus estavam lá, jogando conversa fora junto dela.
Distraída, Hermione tentou imaginar sob alguma hipótese Severus sentado ali junto a eles, como seu namorado mais precisamente, mas a idéia era tão absurda que não era nem possível sonhar com ela. Uma angústia a atingiu enquanto observava os amigos. Quando eles finalmente aceitariam Severus e quando Severus os aceitaria? Será que era possível algum dia todos eles se darem bem?
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Draco se aproximou do grupo, causando um grande silêncio constrangedor.
- Granger, hoje à noite teremos uma reunião de monitores. Isso vale pra você também Weasley—ele se dirigiu a Rony sem ser antipático ou amigável e sem esperar resposta se virou.
- Malfoy! Sobre o que é a reunião?—Hermione chamou.
- Imagino que é a votação para monitor-chefe e os novos monitores do 5º ano.—ele respondeu e se foi.
- Acho que é óbvio quem vai ser a monitora-chefe esse ano—Harry disse sorrindo para a amiga, sabendo o quanto ela queria o cargo.
-Bom, nós não sabemos ainda.— Mione respondeu encabulada—Só escolhem 2 monitores-chefes e pode ser qualquer um.
- Ah claro, se com uma Ordem de Merlin de Primeira Classe você não conseguir, quem vai?—Gina disse irônica arrancando risos dos amigos.
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A noite chegou rapidamente e Hermione , Rony e os monitores grifinórios do 6º ano se dirigiram à sala dos professores onde costumavam acontecer as reuniões de monitores.
- Ron, eu preciso falar com você.—Mione arriscou diminuindo o passo.
- O que é?—ele perguntou impaciente.
- Eu...—ela olhou para os sextanistas mais à frente e baixou a voz – Ron, por favor, mesmo que você me odeie agora, não conte nada pra ninguém... Por favor?—ela disse incerta e ele a devolveu um olhar furioso.
- Por mais que você pense que sim Hermione, eu não tenho intenção de ferrar nem você nem Snape!—ele cuspiu o nome a assustando com o tom de voz.
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Snape vinha de encontro com os dois e pôde ouvir uma pequena parte do discurso de Rony enquanto parava em frente à porta da sala dos professores. Rony quase esbarrou na grande figura negra, mas quando se deu conta da presença lhe dirigiu uma carranca ao estilo Mestre em Poções, obrigando Severus a devolver outra. Hermione correu os olhos pelas vestes cheias de botões do Professor tentando esconder pensamentos sórdidos que transpareceram em suas bochechas coradas. Snape sorriu quase imperceptivelmente enquanto ela passava por ele e entrava na sala.
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Todos chegaram e a reunião começou.
- Vocês precisam votar em dois monitores, lembrando que precisam ser um menino e uma menina do 5º ano de cada Casa.—Minerva explicou. Vários nomes foram levantados e após alguns minutos decidiram quais eram as melhores escolhas.
- Agora, os professores devem votar nos alunos que serão monitores-chefes.—ela continuou—Lembrando que não importa a Casa, é um garoto e uma garota.
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Hermione se segurou tensa no apoio de sua cadeira, mas a decisão foi unânime e ela era extra-oficialmente a nova monitora-chefe de Hogwarts, só tendo que esperar para o anúncio no Salão Principal para se tornar realidade. Com um grande sorriso no rosto ela agradeceu, mas mais que isso se sentiu totalmente realizada pelo fato de Snape também ter votado nela. Snape sorria interiormente e fechava a cara para manter as aparências, mas quando o Professor Bonitão-Whitford, Diretor da Grifinória, estendeu a mão para cumprimentar Hermione, qualquer vontade de sorrir desvaneceu. Com amargura ele se perguntou porque é que Minerva tinha de ter contratado outro Lockhart.
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Na votação para monitor-chefe houve uma pequena complicação. Muitos professores estavam indecisos pois haviam presenciado o grande amadurecimento de Draco Malfoy, que até ajudou a reconstruir a escola, no entanto, Ronald Weasley também era extremamente responsável e merecedor do cargo. Os professores discutiam enquanto os garotos encabulados se entreolhavam.
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Snape foi o único que se absteve de comentários e não votou em ninguém. Por um lado ele sabia que Draco havia mudado e talvez merecesse um prêmio como incentivo, mas por outro, ninguém poderia realmente dizer o quanto ele estava diferente, e todos sabiam o que acontecia com um sonserino com poder em mãos. Além disso, o orgulho de Severus simplesmente não o deixava votar em seu afilhado enquanto não passasse essa história a limpo do suposto interesse de Draco em Hermione. Ele poderia votar no grifinório, se ao menos não preferisse vê-lo morto ao invés de monitor-chefe.
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- Tudo bem, fiquem quietos agora.—disse McGonagall acabando com a discussão—Devo dizer que os dois merecem o cargo – ela falou frustrada por não conseguirem chegar a uma decisão justa—E já que é assim, creio que não há problema algum em abrir uma exceção e nomear 3 monitores-chefes este ano.
A sala mergulhou em silêncio por poucos segundos mas logo os professores concordaram que era o melhor a fazer e a reunião terminou. Rony saiu apressado deixando Hermione para trás e Snape tentou diminuir o passo, mas Draco parou Hermione e bravo, Snape saiu de lá.
- Parabéns Granger.—Malfoy a felicitou sabendo o quanto era importante para ela.
- Brigada Malfoy, parabéns pra você também.—ela respondeu contente.
-Por mim eles poderiam ter dado pro Weasley direto, não me importo com essas coisas.—ele falou dando de ombros.
- Nem um pouco?—Mione perguntou desconfiada.
-Não.—ele respondeu simplesmente.
- Bem, pra você é fácil. Você é puro-sangue, não precisa provar nada pra ninguém, já eu sou nascida-trouxa...—ela disse tomando o cuidado de não acrescentar "ou sangue ruim, como você chamaria".
-Você quem pensa.—ele bufou – O fato de eu ser puro-sangue quase me jogou em Azkaban por tudo que tive de provar, não se lembra?
Agora Hermione sabia que como ela, ele era uma pessoa movida a aprovação, só talvez não do mesmo tipo. Ela imaginava que Draco na realidade se arrependia sim de certa forma por tudo o que ele e seu pai fizeram, mas pelo modo como ele fora criado seria extremamente humilhante admitir isso.
- Sabe Granger, eu realmente concordava com meu pai, mas uma vez que você está dentro do círculo – ele disse se referindo aos Comensais da Morte – é uma visão totalmente diferente.
- Draco, me chame de Hermione, pode ser?— ela perguntou sem-graça pegando o loiro desprevinido.
- Você se incomoda que eu te chame de Granger?
- Não, é só que... Quando você me chama de Granger, parece que estou prestes a ouvir algum nome ruim acompanhando...—ela disse rindo.
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Hermione percebeu que Draco não riu e achou que havia falado algo errado, mas notou que o sonserino estava perigosamente próximo de si. Ela o encarou franzindo o cenho, não entendendo exatamente o que ele queria fazer. Em seguida uma mão pálida levantou em direção a seu rosto e lábios colaram nos seus transmitindo um calor impossível de prever que existisse somente olhando para os olhos frios do loiro. Por um momento ela ficou sem reação, mas sem precisar utilizar muita força, o afastou aturdida. Ele a olhou transparecendo um pouco de mágoa e ficaram em silêncio por longos segundos que pareceram horas.
- Malfoy, sinto muito mas... Eu não queria te dar essa impressão.— Mione afirmou ainda abobada pela reação do outro. Ele assentiu parecendo levemente desapontado.
- É ELE, não é?—Draco usou um tom de voz óbvio.
- Ele quem?—ela rebateu.
- Severus.—ele disse com uma certeza que a deixou chocada.
- Como...
- Eu vi como você o olha.—ele a interrompeu.—Mas saiba que ele não está interessado.—Malfoy falou se lembrando das palavras do Professor.
- Como assim? O que ele te disse?—ela perguntou indignada e intrigada simultaneamente.
- Ele disse isso.—ele deu de ombros—Que não está interessado – e confirmou a frase, deixando Hermione horrorizada. Ao ver a reação que causou, ele se perguntou se não deveria ter ficado quieto – Sinto muito.—e retirou-se, deixando-a sozinha para pensar.
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Brigada pelos comentários pessoal xD
Acho q fui meio injusta no capítulo anterior msm..rsrs
Mas é q quando recebo comentários fico muito feliz e quando não recebo fico triste e desmotivada : / e fico pensando besteira..rsrs
UUhm, o q será q o Snape ta tramando hein?..hehehehe
Bjundas pessoal!!
