Boa gente... Aqui ta o cap 2 da fic,com muito suor,lagrimas e sangue.

O suor porque ta um calor desgraçado aqui.

As lagrimas... to assistindo o cap em que a sakura encontra com o sasuke antes dele i embora..pela 7a vez(morra sasUKEEEEEE)

O sangue... i cadê o paninho, é ketchup que caiu no teclado(eca)

Bom voltando, ta ai o Cap 2 e eu atrasei o cap pq eu tava muito doente mesmo.

Naruto não me pertence mais estou bolando um plano pra rouba o Itachi e o gaara ahahahaha

N/A/Ynota da autora yuki

N/D/Snota da desocupada sika(afinal eu nem sei o porque dela comentar em uma fic MINHA uu

(agradecimentos: mika-hyuuga ,kakel,princessoflove,roymustangfma, sika-kenpachi)

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Escola...

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Yuki atravessou o corredor lotado,se desviando abilmente dos ombros obstinados a baterem-la,chegando até seu armario,e 2 segundos depois viu a cabeleira ruiva de maya abrir caminho com sua bengala e se postar a frente de seu armario,ao lado do dela.

-qual agora-perguntou yuki jogando os livros ao fundo do armario e pegando alguns outros na prateleira de livros,dentro de seu armario era simples,algumas fotos de atores e cantores que ela nem sabia quem era,mais tinha que deixar ali,alguns desenhos seus,um pequeno espelho,algumas tralhas na ultima pratileira,na porta em que ficava o espelho havia 3 grandes fotos e uma normal,a primeira uma da grande tokio, a segunda ela,maya,e sua grande familia,e logo abaixo,ela e mais oito pessoas,com os braços entreçados uns nos outros.

-ciencias,e voce?-maya retirava alguns livros de seu armario

Depois do recreio, a classe de yuki foi ao bloco B para a aula dupla de matemática, e a de maya foi para a aula de ciências no mesmo bloco.

Logo o sinal tocou, anunciando o final da quarta aula, e para a classe de maya havia sido uma bênção porque seria aula dupla de historia e o professor havia faltado, isso só significava uma coisa para os alunos: poderiam sair do colégio mais sedo.

Já na classe da yuki, chio havia dado um tempo de descanso para poderem digerir as informações.

Yuki como sempre estava sentada na ultima carteira da ultima fileira, no momento estava fazendo o que mais gostava: desenhar.

Poucos sabiam desse detalhe, afinal quem pensaria que a cubo de gelo teria seu lado delicado?

Ela desenhava uma paisagem um tanto estranha: parecia uma paisagem vista de algum lugar alto, e em baixo dava a vista como uma grande cidade e que ao longe se podia ver um grande muro a cercando. e atraz um lindo por do sol.

Enquanto desenhava ,inconscientemente,lembranças vieram a sua mente.

Flash back

Vários médicos e medicas, enfermeiros, cirurgiões, conversavam naquele corredor branco e iluminado pelas lâmpadas fosforescentes. o hospital inteiro foi imobilizado por aquele único paciente,e no momento ,alvo de todos os comentários.

-é incrível ela ter conseguido sobreviver!

-como alguém poderia ter feito isso...

-É estranho, deveria ter morrido!

-ela tem kami-sama ao lado dela

-tive fazer as três primeiras cirurgias, achei que nunca voltariam ao lugar!

-e eu tive que fazer as duas ultimas.

-pobrezinha, como será que ela vai reagir quando acordar?

-só saberemos quando o efeito dos anestésicos passarem, até la...

-Será que ela não vai ficar igual à prima?

-se não ficasse seria um milagre!

Dentro de um quarto branco, o paciente que era alvo dos comentários estava alheio a tudo grassas ao sedativo que lhe injetaram na veia há algumas horas.

Era uma pequena garota, estava com praticamente o corpo todo enfaixado, ataduras, gases, faixas, pontos, curativos,gesso, maquina respiratória, soro, aparelho cardíaco, havia chegado ao hospital quase morta.

Seus cabelos eram curtos e loiros escuros, foi identificada como kamia yuki de sete anos. já estava a um mês internada no hospital em estado grave.

Estava deitada sobre a cama macia do hospital com cobertas brancas a cobrindo. ao seu redor vários aparelhos de monitoramento.

Vagarosamente a porta foi aberta revelando uma senhora, ela usava um kimono amarelo mostarda com uma faixa na cintura cor vermelha sangue, tinha olhos negros e seus cabelos negros com vários fios brancos presos em um coque por dois hashis especiais, media mais ou menos 1,50 e se apoiava em uma bengala de madeira negra.

A mulher fechou a porta com cuidado,fazendo um estalo ao se fechar, e se aproximou da cama, encarando a criança sobre ela. depois de alguns segundos,levantou sua bengala e cutucou a perna da garota fracamente.no mesmo momento a garota soltou um gemido de dor, tentou abrir seus olhos mas uma dor aguda de dentro deles a impediram. Estava com faixas circulando sua cabeça com intenção de cobrir seus olhos e testa, usava o aparelho de oxigênio, cobrindo sua boca e seu nariz.

-ola criança, como esta se sentindo?-sua voz era em u timbre forte e rouco pela idade

- eu morri?-sua voz era abafada pelo aparelho respiratório

-não, você esta em um hospital.

- quem é você?

-você não me conhece, eu me chamo pawaraito nana.

-...

– tenho uma proposta para você criança, é especial, se fosse outra pessoa com certeza morreria mais você sobreviveu. esta destinada a grandes coisas desde que nasceu,mais para isso precisa de força.foi fraca,e estupida,eu posso lhe deixar forte.-disse isso lentamente,para ver a reação da garota

O silêncio predominou naquele quarto branco,a garota se mexeu um pouco na cama.

- o que eu tenho que fazer.

Aquilo soou como uma afirmação para os ouvidos da mais velha.

- quando receber alta, vira morar em minha pensão, será treinada por mim, o treinamento básico dura cinco anos, o intermediário demorara 10 anos no mínimo,e o mais difícil demorara sua vida inteira.

-quanto...quanto tempo d-demoraria...para apren-der...oq-ue você sabe?-a menor dizia com dificuldade,tanto pelo aparelho quanto pelo seu estado.

-haha,minha pequena...nunca você conseguiria saber tudo o que eu sei-nana dizia aquilo sorrindo pela ingenuidade de uma criança como aquela.

-nunca... é muito tem-po-ficou alguns segundos em silêncio e voltou a falar-conseguirei e ain-da serei melhor que vo...cê.

O sorriso de nana,diminuiu ,e seus olhos antes fechados se abriram pela metade,um brilho malicioso se fez notar em seus olhos negros,esbranquiçados ao centro graças a idade.não era a toa que o ponto fraco dos kamia era quando é imposto um desafio a eles.

-é uma garota obstinada, e muito atrevida... gosto disso.

Flash back off

Fora desperta pelo sinal irritante que zunia em seus ouvidos, as pessoas começavam a se levantar de seus lugares e arrumar suas coisas para ir embora, yuki resolveu fazer o mesmo, e quando olhou para baixo viu que em seu desenho avia duas pequenas sombras pretas na parte de baixo da folha,como se fossem a silueta de duas pessoas olhando a paisagem,levantou levemente as sobrancelhas e logo enfiou todo o material de qualquer jeito na mochila, se levantou e a jogou por cima das costas indo até a porta.mais logo foi interrompida pela professora que veio ao seu lado,parou de andar por puro instinto de obrigação do que interesse.

- hum...yuki eu queria saber se-ela não precisou de mais.

- faça macarrão com queijo,ele gosta-disse sem expressão vendo a professora corar logo depois

-co-como você-

-é meu trabalho saber-e ainda sem a encarar continuou seu caminho até a porta.

- yuki, o que você acha da gente ir assistir um filme?-perguntou yue se pondo ao lado de yuki, andando pelo corredor e com uma cara de quem não quer nada.

- isso é um encontro?-disse isso com uma sobrancelha levantada e um sorriso de canto.

Yue virou a cabeça para encarar a face de yuki, ela tinha um rosto fino com traços delicados, seus olhos não eram puxados, não se parecia nem um pouco com uma japonesa, seus olhos verdes escuros não tinham brilho,mais não deixavam de ser maravilhosos, e sempre serenos, ela poderia estar sorrindo, irritada, dando uma bronca, mais seus olhos nunca deixaram de ser serenos,como ela, e suas pálpebras nunca se abriam por inteiro, sempre o necessário para conseguir ver, suas olheiras estavam ficando grandes mais não eram escuras, tinham a cor clara da sua pele, apenas a deixando com dois riscos, um pensamento de que se parecia com as de Itachi passou pela sua cabeça, mais rapidamente saiu ,o nariz dela era pequeno e delicado, como de uma boneca de porcelana,sua boca era pequena e seus lábios não eram finos nem carnudos, eram do tamanho perfeito para serem bonitos.

- ta se isso for um encontro,então eu estou cometendo incesto,porque eu te considero como uma Irma.

-a ótimo!agora que eu encontro um bom partido descubro que ele é meu irmão!que destino cruel-seu tom era de pura zombasao

-ta,que tal quinta as 6?

-hamm...-levou a Mao ao seu bolso e de La tirou uma agenda eletrônica- humm,6 e meia?

-pra mim ta ótimo

- ótimo

-ótimo,a gente se encontra no treino de tarde?

-tanto faz

E se separaram na divisória do corredor,um indo para cada lado.

Yuki continuou o seu caminho pelo largo corredor cheio de pessoas,era uma escola grande e considerada umas das melhores de Tókio,mais para ela,era seu pesadelo encarnado em paredes brancas.

Seu caminho até a saída foi tranqüilo,o que foi estranho,porque sempre acontecia alguma coisa.

Continuou seu caminho pelas ruas cheias de pessoas indo e voltando,quase como se fosse invisível,entrou dentro de um banheiro publico,e antes de passar pelas portas de vidro que separavam o resto da rua do corredor aonde daria as portas para o banheiro,olhou vigilante para os dois lados,e entrando finalmente.

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Naquele beco profundo a luz quase não entrava,as paredes de tijolos danificados e mofados eram a paisagem que predominava.

As pessoas paradas ali se encaravam impacientes,menos um,que parecia até se divertir com aquilo.

Um dos homens,impaciente,resolveu se manifestar,já estavam a 3 horas ali!

-chefe!já esperamos tempo demais,já esta claro que aquela coisa não vai aparecer!-o homem de pele escura e altura e largura de intimidar, gesticulava com as mãos enquanto falava.

O homem que era o mais tranqüilo,a quem estava sendo dirigida a reclamação,apenas abaixou a cabeça,de forma que olhasse por cima dos óculos escuros.

-mais respeito,seu pedaço de merda, "aquela coisa"tem nome,e se ela tivesse escutado isso com certeza você já estaria desmembrado-e olhou seriamente para o homem que engoliu seco.

-na verdade eu ouvi sim.

Todos olharam para cima assustados na direção em que vinha a voz,e viram um vulto negro em frente ao sol,o que dificultava a identificação,que logo saltou daquela grande altura de mais ou menos 6 metros ,a altura do prédio em que tinha a distancia de 2 metros de largura até o outro prédio,criando o beco,e pousando graciosamente ao chão,fazendo uma onda de sujeira do chão se levantar.

-é isso que eu gosto em você kyuubi,as suas entradas dramáticas!-falou o que aparentava ser o chefe.

-o que você quer tanuki?-seu tom era sem interesse,enquanto se levantava do chão e encarava o homem a frente,ignorando o grupo de homens que estavam sentados em caixas de papelão,em cima da caçamba de lixo,ou em pé mesmo.

-Poxa kyuubi,eu tava tão animado em te ver e é assim que você trata me trata?-o homem se fazia de ofendido enquanto o resto permanecia em silencio amedrontados por estarem tão perto da lendária kyuubi.

-não me interessa o que você sente,o que quer comigo?-foi direto ao assunto,não gostava de fazer rodeios.

Pela pouca luz que entrava por cima , se via que os homens que estavam la vestiam calças compridas e largas de cores escuras alguns com correntes presas nos bolsos outros com cintos que não seguravam nada nas calças e sim,caiam,a maioria usava camisas negras largas com casacos largos,toucas e óculos escuros.

-calma estressada-colocou a mão em seu bolso e de la tirou um pequeno chip-seu novo trabalho-e deu um sorriso.

Tanuki não era o nome verdadeiro daquele homem.era só como o chamavam.era alto e parecia ter uns 36 anos,era magro,sua pele era negra e tinha uma barba rasteira mal feita,não era japonês,viera dos E.U.A,o porquê disso ninguém sabia, mais talvez viera por causa dos "trabalhos" que estavam com vagas.

-100.000 de dolares-e estralou sua lingua- é uma boa grana-e balançou o chip na frente da mascara de raposa.

A dita kyuubi,usava trajes um pouco estranhos,mesmo estando no Japão,usava sandálias de madeira,calça largas negras até os tornozelos(N/A/Y:tipo as do haku só que mais compridas)uma yukata cinza curta até as cochas,amarrado desleixadamente por uma faixa negra quase encostando no chão,(N/A/Y:tipo o quimono do haku,uu/N/D/S:plagio-cantando-/yuki:caaaaaaala boca)com as mangas compridas até os joelhos,e na área que escapava da yukata aberta,se via um tipo de blusa de la colada negra,resultando o busto,mostrando ser uma mulher,a gola subia até o pescoço.a mascara de raposa cobrindo seu rosto,e seus cabelos que pelo que se via eram castanhos escuros,naquela escuridão,lisos caindo sobre as laterais da mascara,a cobrindo um pouco chegando até 2 palmos acima do final da yukata.

-e o que faz o Lee pensar que eu aceitaria esse trabalho?já recebi muito melhor que isso.

-o lee-sama sabe que você não aceita trabalhos só pelo pagamento,mais também pelo trabalho em si-tanuki viu que o silencio de kyuubi era uma autorização para continuar - só ele sabe disso,parece que alguém contratou alguém para matar um certo alguém.

-você gosta da palavra alguém não é?-a pergunta soou retórica de kyuubi.

-desculpe mais é só isso que eu sei-e deu de ombros.

-porque eu ainda não te matei por essa falta de educação?-o tom de voz dela era perigoso,tanuki sentiu um calafrio subir por sua espinha,mesmo convivendo tanto com ela,ainda não se acostumara com as ameaças de morte.

-talvez porque eu sou irresistivelmente sexy?-tanuki rezava para que aquela piada desse certo,não queria que kyuubi desenvolvesse ódio por ele,ainda tinha muito ra viver.

O silencio predominou durante um minuto pesado naquele beco,os homens ali ficaram em silêncio durante toda a conversa,e agora só se ouvia os sons da rua movimentada.

-kuku...sem duvida-o som da risada segurada na garganta e o tom ameno de kyuubi fez com que tanuki finalmente conseguisse respirar aliviado.

-a propósito você ta muito bonita com esse cabelo,o que você acha de sair comigo?

-nem pensar,idiota-a voz dela saiu neutra,e uma gota desceu pela cabeça dele.

num movimento brusco pegou o chip da mão de tanuki e se virou dando alguns paços se afastando do grupo até que parou e olhou por cima de seu ombro na direção do homem que havia feito o comentário de sua pessoa.

-quase esqueci.

E em uma lufada de vento desapareceu e logo depois foi ouvido o grito de dor do grande homem,os outros viraram para velo,com kyuubi agachada sobre seus ombros segurando uma espada que atravessava seu coração e passava as costas,o sangue jorrando,a cada batida mais sangue jorrava mais.

Tanuki observava um pouco decepcionado,droga, já era o trigésimo que perdia para kyuubi ,e observando a posição em que ela se encontrava, lhe via a mente aqueles filmes como o grito ou o chamado,em que as garotas se espremiam e moviam seus corpos em movimentos assustadores.

-você apovoa os pesadelos não é kyuubi?-tanuki decidiu arriscar.

Ela pulava de cima do corpo morto que logo em seguida atingiu o chão e retirou a espada do cadáver,que pingava sangue.

-se livrem do corpo - andou em direção a um dos homens que se desesperou pela proximidade -e...-encostou a lamina contra o pescoço dele próximo ao cabo, mais a lamina se afastou e pousou sobre o ombro do homem limpando a lamina na blusa negra -desta vez façam direito.

E sumiu em uma lufada de vento.

Tanuki suspirou,mais trabalho pra ele.

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