Oi! Cheguei no capítulo 6! Eu sei que disse que ia demorar menos pra postar esse capítulo, mas acabou demorando mais, não? Desculpa... Eu estava meio que sem tempo por causa das provas de fim de ano... É muita pressão!XD! Mas agora, deixa eu começar logo!XD!
1º: Respostas aos reviews! XD!
Bruna-san: Obrigada pelo apoio! Que bom que você está gostando da minha fanfic! Esses dias eu estava relendo ela e percebi que o começo ficou muito... estranho! Se eu tivesse paciência, reescreveria tudo de novo! Mas, fazer o quê? Agora não tem mais como mudar... Espero que goste desse capítulo!
Ale-ann: Tá, agora você tem que admitir: EU DEMOREI DEMAAAAAAIS! Desculpa! Mais sabe como é... Final de ano, provas, natal, família reunida,... Fiquei meio ocupada... Mas isso não era motivo para não sentar na cadeira e começar a escrever o capítulo! Você vai me achar mais preguiçosa quando disser que eu escrevi uma ONESHOT de Vampire Knight e não comecei esse capítulo! Mas sabe, eu estava inspirada para escrever e tinha acabado de ler o Volume 3 de VK, por isso, minha inspiração se foi na ONESHOT... Desculpe, e espero que goste desse capítulo!
Taty: Vocês todas são meio puxa-saco, não? Por que todas insistem em dizer que minha fic está "maravilhosa"? Como disse antes, se eu pudesse, mudaria todos os 4 primeiros capítulos, porque eles não ficaram muito legais... Mas, já que não posso fazer isso, depois de ter postado a alguns séculos a fic, eu desisti... Ah! De nada por ter te respondido! É muito legal responder pras pessoas que me mandam reviews! Assim, eu falo sempre um pouco de mim para vocês... Do mais, ESPERO QUE GOSTE DESSE CAPÍTULO!XD!
Ju "Suki": Se você quiser pode me chamar até de Gabizinha, que eu não me importo! Vou tentar seguir a sua dica de descrever o cenário! Muito obrigada por estar perdendo seu precioso tempo, atendendo aos meus caprichos para ler essa fanfic... Você deve ter coisas mais interessantes para fazer como jogar jogos online... (Não foi uma crítica! Isso é verdade! Jogar é mais divertido do que ler!) Bom, Agora só posso te pedir desculpas pela demora! Eu sei que você queria ler esse capítulo bem rápido, mas, espero que goste dele... (mesmo depois de toda essa demora...)
Agora, comecemos o capítulo 6... (dessa vez, não vou perder tempo colocando legenda, porque vocês já sabem o que coloco na legenda, além do mais, assim começo o capítulo mais rápido!)
Capítulo 6
"É!" Pensou Aili. Talvez seus pais não descobrissem quem na verdade era o Alam. Para isso, ela tinha uma idéia:
- Papai, mamãe, -começou ela- será que vocês me dão um segundo para eu ir ao banheiro?
- Claro filha! –respondeu sua mãe- Nem precisava pedir!
- Então, licença! –disse ela enquanto se dirigia ao banheiro mais próximo.
O banheiro era bonito. Paredes pintadas num tom de pêssego, pias de mármore beje e todas as repartições de madeira Marfim. Era um banheiro aconhegante, mas em um canto havia algo que talvez não devia estar ali: uma teia de aranha ENORME! Apesar da teia, não se via sinal de aranha em lugar algum, mas Aili deduziu que ela teria uns 15 centímetros de comprimento, só pela teia que construíra. Como é que alguém deixa uma teia dessa em um banheiro no shopping? Aili fez um esforço e esqueceu da teia para se concentrar no que tinha ido fazer lá.
Ela olhou em volta e certificou-se de que não havia ninguém por perto, então procurou no bolso e tirou de lá um anel estranho com duas bolas douradas desenhadas na parte de cima. Dentro de cada bola havia outro desenho. Eram duas flores. Uma verde e outra vermelha. O anel também parecia ser bem antigo e estava enferrujado em vários lugares. Ela remexeu seu bolso novamente e retirou de lá um pequeno frasco com um fio de cabelo:
- Ainda bem que não joguei fora...
Ela então retirou um fio de cabelo de sua própria cabeça e segurou os dois fios com uma mão só. Lentamente, ela colocou o anel em seu dedo médio. Depois de feito isso, aproximou os dois fios de cabelo do anel. Quando estes tocaram o metal, uma luz muito forte tomou conta do banheiro todo.
A luz então cessou, e Aili olhou-se no espelho. Mas quando visualizou a forma que era refletida, um Alam de 8 anos surgiu na sua frente:
- Perfeito! –A voz que saiu não era de Aili, mas sim, do Alam- Consegui me transformar no Alam. Sabia que um dia eu ia precisar desse anel –ela então fitou o anel em sua mão, o qual possuía agora apenas uma bola dourada com duas flores entrelaçadas no centro- Como é que ele não percebeu que eu tinha pegado esse anel da sala secreta do rei? Ele me pareceu tão útil que não pude deixá-lo lá... Sem ninguém para o usar... –ela encarou-se novamente no espelho- É estranho voltar a ter esse tamanho...
Após dizer isso virou-se para a porta e saiu. O anel, além de mudar a forma da pessoa, ainda a deixava com a roupa que ela usava na ocasião em que o fio de cabelo foi tirado. Aili não prestou atenção, mas vestia uma pomposa roupa de cerimônia, afinal, pegara o fio do Alam enquanto ele estava em uma cerimônia...
Enquanto ela andava, todos os que estavam passeando no shopping a olhavam. Que roupa estranha era aquela? Alguma festa a fantasia?
Quando Aili chegou ao lugar em que seus pais iam buscar o Alam, os encontrou sentados, esperando que os monitores localizassem o garoto que aparentemente havia "se escondido".
Quando eles avistaram a Aili, correram ao seu encontro:
- Alam! Você não pode sair assim ser avisar! –disse a mãe da Aili.
- Mas ma... mãe da Aili... Eu só fui no banheiro!
- Sim, mas nunca mais saia sem avisar aos monitores! –disse o pai da Aili, apontado para um deles que voltava correndo para ver se era ele mesmo.
- Sim... Desculpe...
Nesse momento Alam percebeu que algo estava acontecendo, pois até o momento estava rindo dos monitores que se esforçavam inutilmente para encontrá-lo. Quando virou-se e viu-se entre os pais da Aili, não pôde conter o seu aborrecimento:
- Quem é você? –disse ele com todo o desprezo que conseguiu acumular.
- Eu sou o Alam! –disse Aili ironicamente.
- Como assim? EU SOU O ALAM!
- Alfredo, quer parar com isso, por favor. Olha o seu tamanho –disse a mãe da Aili.
- MAS EU SOU O ALAM!
- Sim, sim... Você pode ser quem quiser na sua imaginação...
Alam não conseguiu se controlar mais e partiu para cima da Aili, tentando enforcá-la:
- QUEM É VOCÊ? SEU IMPOSTOR!
Aili reuniu toda a sua capacidade teatral para gritar:
- SOCORRO! ESSE HOMEM ESTÁ TENTANDO ME MATAR! SOCORRO!
Após dizer isso, todos que estavam em volta pularam em cima do Alam, enquanto Aili segurava um risinho. Alam começou a se debater de um lado para o outro tentando se desvencilhar de todos. Não obtendo sucesso, decidiu se revelar e usar magia. Tentou fazer um feitiço para retirar todos de cima dele, mas a única coisa que conseguiu foi levantar uma caneta que estava por perto. Sua magia não funcionava bem quando crescia...
Depois de mais algum tempo lutando para conseguir se soltar, ele desistiu e ficou parado. Estava muito cansado com o esforço que fizera.
Vendo que ele havia desistido, todos o soltaram lentamente, foi então que Aili disse:
- Eu encontrei a Aili no banheiro e ela me disse que tinha se esquecido de um trabalho de escola que tinha que fazer, e por isso, ela precisou voltar para casa.
- Ah! Que pena! Sem ela o lanche não vai ser o mesmo... Que tal combinarmos outro dia, Alfredo?
- Hu! Hu! Hu, Hu, Hu! –foi a única coisa que Alam conseguiu dizer com a boca tampada pelo durex que Aili colocou:
- Acho que ele disse que não há problemas! –disse Aili.
- HU! HU! HU, HU, HU, HU!! –disse Alam, enquanto se debatia todo no chão.
- Querido, acho que ele quer dizer alguma coisa... –disse a mãe da Aili ao seu marido.
- O que ele pode dizer de importante depois dessa cena? –perguntou o pai da Aili.
- É... –concordou a mãe da Aili- Acho melhor irmos para casa agora, já que temos que fazer o jantar!
Os pais da Aili se dirigiram a saída e chamaram a Aili:
- Vamos Alam! Temos que ir embora!
- Já vou! Podem ir na frente!
- Tudo bem, mas não demore...
- OK! –disse Aili fazendo o famoso sinal de levantar o dedão.
Quando eles desapareceram da sua vista, ela se virou para o Alam e tirou o durex de sua boca, ao fazer isso, ele começou a gritar:
- CLARO QUE TÊM PROBLEMA! EU QUERO JANTAR COM OS PAIS DA AILI! QUEM É VOCÊ? PORQUE ESTÁ COM O MEU CORPO? E PORQUE ESTÁ COM ESSA ROUPA?
Nesse momento Aili reparou na roupa que vestia: aquela roupa colorida, cheia de penduricalhos, brilhante... Apesar disso, a roupa era bonita... Ficou então surpresa ao perceber que seus pais não perguntaram nada com relação a essa roupa estranha... Por que não estranharam? Ou será que estranharam mas não quiseram dizer nada para não magoar o "Alam"? Depois de refletir um segundo, não chegou a nenhuma conclusão e resolveu deixar o assunto de lado... Se concentrou no Alam, amarrado no chão:
- Olha, –começou ela- já que você não quis fazer o que eu te pedi, tive que dar um jeito para que meus pais não descobrissem quem é você... Agora, chega de gritar –Aili então deu um beijo em sua bochecha e o observou diminuir de tamanho até virar uma criança de oito anos.
- Aili? É você? -perguntou Alam.
- Não. Eu sou sua mãe! –respondeu Aili- Claro que sou eu! Só eu faço você voltar a ser criança! –então ela retirou o anel do dedo e, ao contrário do Alam, ela cresceu.
- Aili! POR QUE FEZ ISSO COMIGO? E... –ele observou o anel em sua mão- COMO CONSEGUIU ESSE ANEL?
- Não interessa como consegui esse anel... Aliás, FOI VOCÊ QUE COMEÇOU! AGORA, ANDA LOGO E VAI ATRÁS DOS MEUS PAIS! Eu tenho que chegar em casa antes de vocês!
- O QUE TE FAZ PENSAR QUE EU VOU TE OBEDECER?
- Você quer que eu conte para a rainha, que por acaso é sua mãe, que você tentou contar aos meus pais que você é um príncipe de um reino mágico?
- Ah...
- Isso mesmo! Agora vai lá!
Aili então viu o Alam sair correndo pelo corredor e quando se deu por si, lembrou-se de correr. Como ia chegar na sua casa à tempo?
Tentando esquecer esse fato, Aili deu tudo de si. Pegou dois ônibus, andou 2 km embaixo de chuva e conseguiu chegar a sua casa a tempo de ver seus pais virarem a esquina. Ela então sentou na mesa. Não tinha tempo de se enxugar, então apenas abriu um livro (que molhou todo) para parecer que fazia o trabalho.
Logo após sentar, a porta se abriu e seus pais, junto com o Alam, adentraram a casa:
- Filha! Está tudo bem com você? –sua mãe percebeu então que ela estava toda molhada- Por que você está toda molhada? Por acaso tomou chuva?
- É... Sim... Sabe... Eu estava lá no quintal, colocando comida pro Pochiro e a Koromi quando começou a chover. Quando estava entrando em casa, lembrei que tinha roupa no varal e fui tirá-las... Aí, fiquei toda molhada...
- Ah bom! Já estava pensando que você acabou de chegar em casa! –disse sua mãe, ironicamente, enquanto Aili forçava um risinho- Por que você não se secou antes de continuar o trabalho?
- Bem... Er... Sabe... Eu não queria perder nem um segundo!
- Mas que filha mas dedicada eu tenho!
- É... –respondeu Aili, forçando outro sorriso.
- Agora não vamos te atrapalhar! Vamos! Andem! Vamos fazer o jantar! –disse a sua mãe.
Enquanto ela se dirigia as prateleiras Alam deu uma breve olhada em Aili. Seu olhar passava uma grande sensação de desprezo...
Depois de fingir por um tempo que fazia um trabalho, Aili decidiu ir tomar banho. Quando saiu do banheiro o jantar já estava posto na mesa. Ela sentou e começou a se servir, enquanto ouvia a idéia de seu pai:
- Vocês sabem que depois da chuva, sempre vem o sol, não é? Então, que tal fazermos um passeio em família amanhã? Um piquenique?
- Ótima idéia querido! –disse a mãe de Aili- O que acha filha?
- Tanto faz –respondeu Aili. A situação em que se encontrava a sua relação com o Alam não a estava agradando...
- Então vamos! –disse entusiasticamente sua mãe.
Depois de ouvir seus pais combinarem o que fariam para o passeio, Aili se dirigiu ao seu quarto. Aquele dia tinha sido muito cansativo... Atrás dela foi o Alam, que não disse uma palavra durante o jantar.
Quando eles se deitaram e a luz se apagou, Aili se lembrou do filme que tinham visto, e pediu que o Alam deixasse a luz acessa, apesar disso ele já havia crescido nos poucos sengundos em que a luz se apagou. Alam acendeu a luz, mas não disse uma palavra. Foi então que Aili não agüentou mais e começou:
- Olha, me desculpa por hoje... É que você foi tão teimoso...
Alam olhou para ela, e começou a falar:
- Não sei porque você não quer que seus pais saibam de nós dois... Você tem vergonha de mim?
- Não, não é isso...
- Então porque você não conta?
- Porque meus pais sempre sonharam com um marido maravilhoso para mim e que me fizesse feliz...
- Você não é feliz comigo?
- Sou, mas é que ficaria difícil de acreditar que me casei com alguém que usa magia e vive em um reino mágico...
- Se é isso que te incomoda, é só não dizer que eu uso magia...
- Não é tão simples assim...
- Porque não?
- Porque você só tem oito anos e além do mais você iria para a prisão eterna...- Aili começa achorar e Alam a abraça. Do tamanho que ele estava, Aili quase sumia entre seus braços, mas ela não se importou com isso, estava muito gostoso ficar assim, juntinho dele.
- Então o seu medo é que eu vá para a prisão eterna? –sussurrou ele em seu ouvido.
"Por que ele sussurra? Por que ele fala comigo assim? Por que sinto algo diferente quando ele faz isso?" Pensou Aili.
- Alam... Seu bobo! Quem vai me proteger se você for para a prisão eterna?
- Aili... Você se peocupa demais comigo...
- Eu sei, mas é que...- Alam a interrompe, colocando o dedo indicador sobre seus lábios e depois enxugando suas lágrimas:
- Não, não diga mais nada... Prometo que vou me cuidar e que sempre vou te proteger...
- Bobo! –diz Aili enquanto os dois aproximavam os rostos um do outro.
Naquela noite, Aili dormiu abraçada com o Alam criança. Eles dormiram com a luz apagada, agora que os dois sabiam que um sempre protegeria o outro, nada os deixaria com medo...
Fim! (Não da fic... Do capítulo...) Aliás, o próximo capítulo vai ser o último de todos... Então esse foi o penúltimo! Mais uma vez, DESCULPEM A DEMORA! Não vou dizer nada quanto a data em que vou postar o próximo capítulo pra não dizer o que não cumprirei... Ah! Antes de acabar de vez esse capítulo, gostaria de pedir a todos que estão lendo, que votem na minha enquete! É só entrar no meu profile que vocês vão vê-la!
VOTEM POR FAVOR! É SÓ DAR A SUA OPINIÃO! OBRIGADA DESDE JÁ!
Sarah Lee Gibah
