Em seus sonhos

Isabella Swan x Edward Cullen

Comentários da Autora: Oi! Como estão? Espero que bem! UAHUAHA. Esse capítulo eu escrevi de maneira... Agressiva. Tem um pouco de mim na Bella, afinal, eu estava muito, MUITO irritada quando o escrevi, e infelizmente, eu tenho a desgraçada mania de expor meus sentimentos nas minhas histórias. E quando eu estou irritada, ou eu escrevo ou... FAÇO COOKIES! Passei o final de semana inteiro cozinhando cookies — que ficava um pior que o outro, mas... Tudo bem. AUAUHAUAHAUHAUH. Espero que gostem desse capítulo, e quero agradecer de montão à: Kaena H. Cullen; Gibeluh; Lizzie; Fee Furtado; Elisandra; Lara Brasil; MrSouza Cullen; Lady Sanctorum; Luana; Cris Turner; anaa; por terem comentado no capítulo anterior. Obrigado mesmo!

Agora, respondendo algumas perguntas... A Bella é lesada, né? Completamente. UAHUAHUA. Que festa é essa que a Bella vai ver o Darling? Formatura ou Baile de primavera? Vai ser em um baile, mas de nenhum dos dois tipos. Não vou falar o resto, se não vai ser muito spoiler... AUHAUA. A Bella vai sair com o Alec? Jasper vai beijar Alice? O que Rosalie tem contra a Bella? CALMA, CALMA, CALMA, UMA PERGUNTA DE CADA VEZ! Q. Gente, isso é spoiler e eu não gosto de spoiler... UAHUAHAUAUAHAUU.

Bem, vamos à fic!


Capítulo 05

"Ok, pode ser sincero, eu não vou te rejeitar. E até aceito sair com você no sábado" falei, enquanto andávamos pela rua deserta.

Ele olhou para mim, arqueando a sobrancelha e depois riu.

"Eu nem te convidei" ele disse.

"Convidou sim" falei, me pondo na frente dele. Sua mão soltou-se da minha e eu fiquei encarando-o "Você é Alec Volturi. Eu tenho certeza disso!"

Ele abafou um riso.

"Santo Deus, Isabella..." ele disse, botando a mão na testa. Fiquei nervosa apenas em pensar que talvez ele realmente fosse Alec Volturi "Da onde você está tirando essa idéia estúpida? Me explique, por favor"

"Ora" dei de ombros "Alec simplesmente está sendo gentil e romântico demais comigo. E até me chamou para sair no sábado à noite. Pegar um cineminha e comer alguma coisa depois, ele disse para mim"

"E você vai?" ele me perguntou, voltando a pegar na minha mão. Mais pontos para eu achar que ele era Alec Volturi.

"Eu irei" falei, e logo vi que ele iria falar alguma coisa "Se..." o interrompi "... Você for Alec Volturi. Caso contrário, eu recuso amanhã"

"Já devia ter recusado antes mesmo de ele perguntar, meu amor" ele disse, com um sorriso.

"Qual a dica de hoje?" perguntei.

"Eu sou amigo de Jasper Hale" e ele riu. Suas mãos envolveram-se na minha cintura e ele me puxou para um abraço confortável. Rapidamente, envolvi meus braços em torno do pescoço dele, puxando-o para mim, e abraçando-o forte.

Ele me levantou no colo e beijou meu rosto.

.xxx.

— Bella... — ouvi Alice resmungar do meu lado — Olha, eu sei o quanto isso é chato, mas não quero ver você se atrasando de novo...

Eu me sentei na cama. Encarei Alice da maneira mais mortífera possível. Era realmente impossível que ela sempre dava um jeito de me acordar nos melhores momentos dos meus sonhos. Parece até praga dela. Algo do tipo, sei lá. Ela deve adivinhar quando os momentos estão chegando. Sem dúvidas!

— Por Deus, Alice — reclamei enquanto me levantava da cama e ia até o banheiro — Me deixe me atrasar e... Puta merda!

— O que foi Bella? — Alice perguntou assustada.

Meu cabelo parecia palha. E eu estava com uma cratera enorme do meio da testa. Ou seja, uma espinha. Claro. Agora era só o que me faltava. Enquanto eu quase beijava o meu amor, Alice vai lá, me acorda, aí então meu cabelo parece uma palha e eu acordo com uma espinha GIGANTE na testa.

Claro, é isso aí. Muito bom, Isabella Marie Swan.

— Ai meu Deus, Bella! O que é isso o que você tem na testa?! — Alice perguntou de maneira exagerada, como se fosse o fim do mundo. Bem, fim do mundo não era. Mas era o fim da minha testa lisinha e sem cravo ou espinha alguma.

Grunhi.

— Vai se danar, Alice — choraminguei. Espremi a espinha e reclamei de dor. Estava doendo o inferno. E quando toda aquela porcaria saiu, ficou tudo vermelho, parecendo como se todo o sangue havia ido para aquele ponto vermelho no meio da minha testa.

— Acho que é mais aconselhável que você coloque um band-aid, Bella. — Alice deu um sorriso amigável.

E foi o que eu fiz.

.xxx.

— Ei. O que é que você tem na testa? — Edward perguntou enquanto puxava a cadeira ao meu lado. Agora sim para melhorar o dia: primeira aula de física, com Edward do meu lado, pronto para tirar um grande sarro da minha cara por causa da minha espinhazilla.

— Levei um tiro — falei de maneira sarcástica, enquanto encarava o quadro branco, esperando que o professor entrasse na sala logo e começasse a explicar a matéria para eu dar o fora de lá o mais rápido possível.

— Acho que isso está mais para uma espinha. Das grandes — ele disse — Sabe qual a razão da espinha, Isabella?

— Chocolate, doces...

— Não. — ele disse, e sorriu para mim de maneira sacana. — Você realmente não sabe qual a causa de espinhas?

— Bem, foram aquelas opções que citei antes.

— Mas eu disse que não.

— Então quais são, droga? — perguntei em voz alta, e todos viraram para trás, para nos encarar. Me encolhi, afundando na carteira. Edward riu do meu lado e depois pegou um pedaço de papel e escreveu algo. E depois ele mostrou pra mim.

Masturbação.

Eu fiquei vermelha, rosa, azul, roxa, verde. De todas as cores. Literalmente, virei por uns segundos, a bandeira gay. Aquele arco-íris todo. Eu fiquei encarando o bilhete por alguns segundos, e quando vi, já estava amassando-o. Edward ria descontroladamente do meu lado, até que uma hora eu levantei a mão e bati nele.

Foi no braço. Mas foi bem forte. Porque ele quase caiu da cadeira com o impacto.

Afundei minha cara na mochila em cima da mesa, e depois, senti as mãos de Edward na minha cintura fazendo cócegas e falando "Safadinha" perto de mim.

Desgraçado.

— Dá pra parar?! — berrei com ele. Novamente todos olharam para mim e para ele, curiosos. — Vão pro inferno! Não tem nada pra ver aqui! — berrei com eles, e todos, imediatamente, viraram para frente. Acredito que eu esteja de TPM. Nunca falei tanto palavrão assim em apenas um só dia.

Tem vezes que eu nem falo palavrão!

Edward começou a rir novamente, e dessa vez jogou a cabeça para trás. O encarei de maneira mortal, e ele continuou a rir. Quando parou, o professor entrou na sala. Eu continuava vermelha, e nem conseguia olhar para frente direito — minha cara estava enterrada na mochila.

O Sr. Faulckman chamou a minha atenção e eu desenterrei minha cara da mochila. E quando levantei, ouvi Edward rir novamente.

Pronto. Minha cara estava toda marcada por causa da mochila.

A vida é uma droga. É mesmo.

.xxx.

— Amiga — Kate disse, com uma expressão pasma — A coisa foi... Constrangedora.

— Nem me fale — resmunguei, enquanto tomava os últimos goles do refrigerante. — Edward é o demônio. Ouça o que eu estou dizendo.

— Nem fale. É um tipo de demônio sexy, tudo bem? — Kate disse, com um sorriso. Eu fechei a cara numa careta. — Ah, vai dizer que ele não é nem um pouco bonito? Bella, o cara é um gato. Mais bonito que o próprio Alec, e os outros rapazes.

— Credo, Kate — ouvi Alice resmungar do meu lado, fazendo uma cara de nojo — Vá ter mal gosto lá na p... Patolândia.

— Mas eu concordo com a Kate — Rosalie disse — Edward é lindo. Mesmo, Allie. Mas sabe que eu prefiro Emmett. E não escondo isso de vocês.

— É, nós sabemos — Kate disse, dando de ombros e comendo um pouco da batata frita do seu lanche — Emmett também não é de se jogar fora. Cara, aqueles músculos... — Rosalie a fuzilou com o olhar — Mas eu ainda prefiro o... Edward. Edward é realmente um gato.

— Mentira, você prefere o Garrett. — ouvimos uma voz masculina vindo atrás de Kate, que estava de frente para mim. O garoto de cabelos e olhos negros tinha um sorriso sacana no rosto. Kate deu um pulo, quase se engasgando com a batata e olhou para trás.

— Eleazar! — ela gritou, resmungando — Que susto, merda.

— Olhe esta boca, Kitty.

Kitty é a tua mãe — Kate disse entre dentes, o fuzilando. Eleazar apenas riu. O que é? Dia para todo mundo tirar um sarro de todo mundo hoje, é? Eu já estava de saco cheio de tantas risadas.

E naquele momento, me veio uma idéia na cabeça.

— Ei, Eleazar — o chamei e ele desviou os olhos negros de Kate para mim — Você é amigo do Jasper?

Senti Alice petrificar do meu lado. Ela me deu um cutucão com o cotovelo, mas ignorei, apenas olhando fixamente para Eleazar. Ele franziu o cenho.

— Bem, apenas nos jogos — ele disse — Eu e Jasper não somos muito ligados. Ele é meio fechado. Mas joga bem. Por quê a pergunta?

Meus lábios entortaram-se delicadamente.

— Curiosidade, apenas. Obrigado.

— Aliás, o que você tem na testa? — ele perguntou.

E eu senti uma veia pular da minha testa. O sangue subiu até minha cabeça e eu estava com os nervos a flor da pele. Realmente. E sem dúvidas, eu estava de TPM. Mesmo. Eu estava ficando irritada facilmente.

— Nada — falei tentando me acalmar e tentando ser convincente. — Um machucadinho, só.

— É, um machucadinho que ela fez lá no quarto — Alice disse — Bateu com a testa na quina da estante.

— Que tenso — Eleazar disse, provavelmente segurando o riso. Ele deu tchau para todas nós e saiu de lá.

Senti vontade de socar a mesa.

— Minha espinha está tão visível assim?! — sibilei.

— Amiga. Você está usando um band-aid de Cerejinha. Como você quer que isso não fique visível? — Kate olhou para mim, com um pequeno sorriso. Eu botei as mãos no rosto e dei um gritinho.

— Ei, relaxa. Não vai precisar encarar mais ninguém hoje — Alice disse animadamente — Temos os dois últimos tempos totalmente livres. Acredita?

Ah, sim. Toda quinta e toda sexta temos os dois últimos tempos livre. Mas o que eu faria nesses dois últimos tempos? Ficaria trancada no quarto por causa da minha espinha gigantesca?

Bem, a idéia é realmente tentadora.

— Eu acho — Rosalie disse —, que deveríamos ir para a piscina. Concordam?

— Bem, o sol ta lindo, gente. — Kate disse — Uma piscina agora não ia fazer mal pra ninguém. Que tal, Bella?

— Não, valeu — dei um sorriso torto — Acho que vou ir para a biblioteca ficar lendo alguma coisa... Sei lá.

Alice fez uma careta.

— Você tem problemas. Com um sol lindo desses, dando para aproveitar uma super piscina... E você querendo ir para a biblioteca. Você não é bem certa, Bella. — ela disse, se levantando — Bem, vou indo para o quarto me trocar. Vou para a piscina também. Quem sabe... Eu encontre o Jasper por lá.

— E você vai usar uma das suas mil e uma técnicas de sedução. Vai lá, tigresa — Kate disse segurando o riso. Alice deu um tapa no braço dela e saiu rindo baixo de lá. Rosalie foi logo atrás dela e ficou apenas eu e Kate na mesa.

— Que saco, hein? — ela disse, enquanto brincava com o canudinho no copo dela de suco, quase vazio. — Vai ficar mesmo lendo na biblioteca?

— Sim, quem sabe — dei de ombros — Não curto piscina. Sol. Essas coisas, se quer saber. — e sorri para ela.

Ela sorriu também.

— Por que você perguntou se Eleazar era amigo do Jasper? — Kate me perguntou.

Eu hesitei.

— Bem, lembra quando te falei... — hesitei um pouco mais — ... daquele garoto do meu sonho?

— Sim — ela assentiu.

— Então. A dica de hoje foi que ele era amigo do Jasper... — e antes que eu terminasse, Kate riu.

— E você acha que esse cara é o Eleazar? Não, Bella. Não mesmo! — e ela começou a rir novamente — Acredite, ele não. Eleazar literalmente não tem coração. Dicona!

— Será mesmo? — eu ri junto com ela — Mas foi por impulso, mesmo. Mas... Bem, também estaria errado. Ele está na minha sala.

— É. — Kate disse — Eleazar não.

— Isso mesmo — assenti.

O sinal tocou e nós duas nos levantamos.

.xxx.

Meus dedos passaram levemente pelos livros encontrados na biblioteca do colégio. Não pretendia pegar nenhum romance em estilo Jane Austen ou Nora Roberts por lá, mas era o que mais tinha, e eu estava quase me rendendo e pegando um daqueles para ler, já que, fora as apostilas, eu estava sem ter muita coisa para ler.

Havia um livro verde escuro, com letras brancas escrita na lateral. Victoria, dizia. A autora era Rosamunde Pilcher. Puxei o livro delicadamente e olhei na sua capa traseira.

Victoria Bradshaw apaixonou-se pelo autor teatral Oliver Dobbs quando tinha 18 anos. Mas ele a deixou e desapareceu de sua vida. Agora, anos depois, ele é um viúvo com um filho de dois anos de idade. E Victoria continua tão apaixonada que o aceita de volta. A viagem que farão juntos para um castelo na Escócia poderá se tornar uma odisséia de descobertas emocionais...

— Você gosta de ler, então, Sra. Espinha?

Eu dei um pulo, deixando o livro cair. Quando olhei para trás, vi Edward observando a parte de Harry Potter das estantes em frente à minha. Grunhi.

— Você me assustou, cretino — resmunguei, pegando o livro do chão.

— Não foi minha intenção. Além do mais, a culpa não é minha se você estava tão absorta lendo a sinopse desse livro besta — ele disse, puxando um livro de Dan Brown. — Romance é para os fracos.

— E Dan Brown é para caras fissurados em temas religiosos e que ainda moram com a mãe — comentei, enquanto folheava o livro disfarçadamente.

— Acho que tenho que procurar meu próprio apartamento.

Com aquilo eu não agüentei — comecei a rir baixo. Segui rapidamente até a recepção da biblioteca e entreguei o livro para a simpática bibliotecária; uma senhora de cabelos branquinhos, pele flácida, porém era bem magrinha, diferente daquelas senhoras de idade que vemos, que são tão gordas que... Prefiro nem comentar.

— Rosamunde Pilcher é um sucesso. Creio que você vá gostar — a bibliotecária disse. — Perdi dias, semanas, meses, lendo todas as suas obras. Ela é muito boa.

— Creio que sim. — ela estendeu o livro para mim.

— Devolução em duas semanas, querida. — ela disse sorridente, ajeitando o óculos que usava.

— Obrigado. — falei e me retirei da biblioteca. Segui calmamente até o dormitório feminino, mas quando entrei no elevador, vi uma pessoa.

— Hey, Isabella — Alec disse alegremente, com um sorriso enorme no rosto. Ele era tão bonito! Era incrível como um garoto naquela idade não tivesse uma espinha sequer no rosto, ou qualquer coisa do tipo.

— Oi, Alec — falei, com um sorriso, enquanto apertava o botão 5 no elevador.

— E então — ele disse — aceita sair comigo no sábado? — seus olhos azuis desviaram para o teto, disfarçando o pouco excesso vermelho em seu rosto.

— Perdão — falei, olhando para a porta. Eu não tinha coragem de olhar para ele naquele momento — mas é que minha tia me chamou para ir na casa dela no sábado. Sabe, fazer uma visitinha. Agora no começo fica bom, porque mais para frente complica por causa de provas e tudo mais.

— Ah certo então — ele sorriu pra mim — Sem problemas.

— Me desculpe mesmo — falei, agora conseguindo olhar para ele. Ele apenas sorriu para mim. A porta se abriu e eu vi o número cinco vermelho brilhar acima. Saí rapidamente, indo até o quarto. Eu ofegava. Não sabia o motivo, mas eu me sentia nervosa, do tipo, "oi, meu coração vai pular pela boca". Espero não encontrar Alice no quarto.

Puxei a chave do bolso da calça que eu usava e abri a porta, logo depois trancando-a. Acendi as luzes e liguei o ventilador do teto e abri a cortina da janela. O dia lá fora estava tão maravilhosamente lindo como quente. Eu sentia o suor correndo pelas minhas costas. Por que eu havia recusado o pedido de ir para a piscina?

Mas foi ai que eu lembrei: minha menstruação estava por vir.

As espinhas sempre se manifestam quando estou de TPM. Isso é normal, pelo menos pra mim. Jessica, quando estava de TPM ou menstruada, tinha um desejo sexual tão grande, que eu tinha até medo de ficar perto dela. Outras pessoas, com Angela, tem necessidade de comer algo doce o dia todo, ou se não ficam sentimentais demais.

No meu caso, aparecem espinhas. Teve uma vez que fiquei com três espinhas — duas na testa e uma no queixo. Quase fiquei com o rosto inteiramente enfaixado. Jacob falava que eu era bonita de qualquer jeito, e que ele não se importava se eu estava com uma espinha ou não. Mas sempre que ele falava isso, eu sentia certo desdém em suas palavras. Ele era um cretino mesmo.

Botei uma roupa mais leve, um vestido azul bebê — que, por um milagre, não foi pro lixo — de alcinhas. Me sentei na cama e comecei a ler o livro. Porém, eu não conseguia concentrar-me. Eu começava a pensar no Darling. Ele não era nem Alec, nem Eleazar. Nem Jasper, é claro. Restava-me várias outras opções, mas os garotos que eu conhecia — entre aspas — eram só os populares. E para ser amigo do Jasper, o garoto tinha de ser popular. Eis um fato.

Ele disse que estava no segundo ano. Que estava na minha sala. E que era amigo do Jasper Hale. Jasper de fato, era popular — um colírio para as garotas, a "santa perdição". Mas não tanto como Alec, ou Edward. Porque, como Kate disse, vamos combinar: Edward era um tremendo gato. Sem dúvidas.

Porém, ele continuava sendo um grosso que morava com a mãe.

Ponto final!

E aí, continuo ou não? Depende de vocês! :D