Olá! De novo... u.u

Reviews realmente animam! Ta, review... u.u Ainda assim, como esse cap tava quase pronto, terminei para postar logo. O próximo talvez demore um pouco pq vai ser comprido e eu to ainda no começo... u.u' Quem sabe reviews me animem! (chantagem)

Esse cap explica algumas coisas... Espero q não tenho ficado chato, tentei por alguma coisa fofa no fim.

Avisos: um pouco de yaoi, mas só mais na frente é que vai ficar perigoso xp...

Disclaimer: Eles naum me pertencem! Se pertencesse eu estaria rica! (com a venda de produtos yaoi ksks)

Amo todos que estão lendo! Espero que gostem! (Leda: para de ser puxa-saco, Lena! Escreve logo q eu quero q chegue logo na minha parte! *chuta a irmã q chorando começa a fic*)

Eh..Vamos lá...

Chapter 1:

Be My Brother

- Ele vai ficar bem? – Milo e Aiolia ouviram a mãe perguntar ao médico que acabara de sair do quarto.

- Sim, a febre dele já baixou. Ele apresenta alguns sinais de abuso, parece que foi espancado recentemente... – disse com uma voz amarga que tentou esconder assumindo um ar mais profissional. – Também precisa de repouso, creio que devemos chamar a polícia.

- O senhor disse "ele"? – perguntou o pai, abraçando a esposa abalada pelo que ouvira.

- Sim, suponho ser um garoto de uns oito ou nove anos, talvez mais.

Milo e Aiolia se entreolharam, ambos chocados por descobrirem que aquele ser tão frágil era um garoto. Encobertos pela parede num corredor podiam ver e ouvir os adultos que continuavam a conversar. Apurou os ouvidos, porém o leonino o puxou:

- Fica de vigia que eu vou ver ele. – e virou-se em direção ao quarto.

Milo ainda tentou impedi-lo, porém antes que percebesse o irmão já fechava a porta do quarto, tendo desaparecido por ela.

Aiolia fechou a porta com um cuidado que ele nunca teve antes para não acordar o garoto, contudo quando se virou viu os opacos violetas tornarem-se brilhantes ao focalizarem-no. E assim aproximou-se, falando baixo:

- Eu te acordei?

- Não. – e ele piscou – Quem é você?

- Eu sou Aiolia – ele riu – Mas você que é novo por aqui! Qual o seu nome?

- É Mu.

- Mu? Que nome legal. Não sabia que existia um nome menor que "Milo" ou "Saga".

- Mesmo? – o leonino fez que sim – E isso é bom?

- Eu acho bom. – e isso fez Mu sorrir – Meus irmãos e a mãe vão gostar também. Quero dizer, seus pais gostaram para por em você, não? – seu sorriso morreu ao ver os olhos violetas cheios de dor. - O que foi?

- Meus pais estão mortos...

- Eu sinto muito...

- Pelo quê?

- Eu não sei, é o que os adultos dizem nessas horas.

- Foi por isso que eu fugi. – e os violetas voltaram-se para a janela vendo os pequenos flocos de neve – Os adultos são estranhos. Meus pais diziam que me amavam e que sempre estariam comigo, aí eles morrem e eu fui para aquele lugar... No orfanato ninguém gostava de mim porque todos só gritavam e batiam... – ele voltou-se para Aiolia, a voz quase se quebrando – e agora seus adultos vão me levar de volta para lá...

- Não, não vão! – os olhos verdes brilhavam com determinação – Meus pais não são assim! Eles já cuidam do Milo! Ele foi deixado aqui ainda bebê quando eu também era um e os pais o acolheram! Eles vivem dizendo que sentem falta de mais crianças já que o Saga e o Kanon moram longe e Aiolos vai embora ano que vem para trabalhar! Confie em mim, eu não vou deixar ninguém te machucar! – o garoto disse isso tudo num fôlego só, com a empolgação e ingenuidade característica das crianças.

- Isso é verdade? – perguntou sentando-se fracamente para encarar os olhos verdes de perto, procurando por sinais de mentira, pois Aiolia havia sentado na beira da cama depois que falara.

- Claro que sim! – sorriu um feliz leonino.

Os violetas se encheram de d'água antes que Mu se jogasse, abraçando o outro pelo pescoço. Ele abraçou de volta hesitante, um pouco afetado pelo fraco cheiro de lavanda dos longos fios dourados.

- Obrigado... – sussurrou Mu, desfazendo o abraço.

Não conseguiram desviar o olhar um do outro, enquanto o leonino tentava descobrir por que uma sensação ruim se espalhara por seu corpo quando se soltaram e Mu estava confuso, pois realmente queria voltar a abraçá-lo.

E foi assim que os acharam quando abriram à porta do quarto.

- Mamãe! Papai! – correu Aiolia, agarrando as pernas da mãe e fazendo uma cara pidonha. – Posso ficar com ele? – apontou para Mu.

A mãe do garoto piscou sem realmente saber o que dizer, enquanto o medico levantava uma sobrancelha antes de se voltar para o ariano, dizendo gentilmente:

- Olá, qual o seu nome? – mesmo diante do rosto simpático ele se retraiu, se encolhendo intimidade.

Aiolia correu, pulando na cama ao lado de Mu e sentando sobre os joelhos, deu um sorriso radiante para todos antes de responder pelo outro:

- O nome dele é Mu. E não fique tão perto, ele não gosta de adultos que só parecem bonzinhos...

- C-como assim? – piscou o doutor ao que a mãe repreendia o garoto e Mu tentava conter o riso.

- Aiolia tá certo – veio Milo de trás de Aiolos – Sabemos que você esconde remédios com gosto horrível e agulhas para dar injeções, sr. Médico – Milo olhou-o se isso o tornasse a criatura mais perversa do mundo, antes de subir na cama e analisar quem estava a sua frente – Quantos anos você tem? – e os azuis sérios indicaram ao irmão que devia ser Mu a responder.

- Dez.

- E que dia é o seu aniversário?

- 27 de março.

- Ótimo, então não vamos ter que dividir a festa, Saga e Kanon viviam brigando por isso. – lembrou Milo.

Os mais velhos estavam atônitos demais para dizer algo ou impedir o interrogatório.

- O que você sabe fazer? – continuou o loiro escorpiano.

- Como assim?

- Tipo, você corre rápido ou não? Ou sabe brincar de esconde-esconde? Se é bom de briga ou sabe nadar ou jogar bola... Essas coisas – deu de ombros.

Conforme Mu respondia, Milo fazia um comentário ou outro. A mulher sorriu ao ver como interagiam, logo Milo deu o veredicto:

- É... Acho que posso deixar você ser nosso irmão – falou em tom importante, vendo os dois rostos sorridentes a sua volta.

- Eba! Conseguimos o Milo! E então, ele pode, mãe?

- Oi, Mu – sorriu a mulher gentil, sentando na beira da cama – E você? Quer ter esses aqui como irmãos? – o sorriso dela aumentou ao espalhar os cachos loiros de Milo e receber um abraço de Aiolia.

- Q-quero! – corou Mu, sentindo a aura de carinho e conforto que emanava daquela senhora.

- Bem vindo à família! – e ela riu quando Mu também a abraçou e seu marido engasgava pela surpresa.

Ainda foi preciso "muita coisa de adulto" como diriam os garotos – para Mu ser legalmente parte da família. Contudo, naquele momento, ele sentia que já era e estava feliz, de verdade, como não se sentia há tempos. Era tão bom poder sorrir, rir, se divertir como fazia antes. Era incrível, simplesmente fazer parte de uma família.

E se sentir amado de novo.

Continua...

Oi! Obrigado por chegar até aqui. O próximo virá o mais rápido possível, se ficar muito grande talvez eu divida... Mas vai valer a pena, vai ter mais ação no próximo... Se é que me entendem o///o

n.a: Talvez apareça logo o milo/camus, se eu não dividir...e se tiver algum erro nas falas das crianças é proposital, quis me aproximar da fala de uma criança, por isso tem algumas repetições. Erro no resto é culpa minha então avisem.

Se essa fic fez vc sentir algo, nem q seja pena, mande uma review! Dizem q faz bem pra pele! xp

Bem, por enquanto é só isso, obrigado por acompanharem!

And that's all...?