De volta com mais um capítulo n.n

Esse foi o que eu escrevi em menos tempo, só demorou pra pegar o Dani (meu editor, ou "beta" como dizem xD) online ¬¬ E minha net tá mais restrita ainda ultimamente u.u Ah, e tiveram uns problemas (lê-se: visitas indesejadas por mim) aqui em casa tbm -.-'''

Vou falar um pouco mais no final, sei que é muito chato ler comentários do autor no começo de uma fic, pelo menos eu acho chato, geralmente só leio os do final XD


Capítulo V- Cresça, amadureça!

Abriu os olhos, ainda sentindo aquela mão lhe acariciar os cabelos, sorriu ao vê-lo lendo um livro, com uma expressão séria, afinal, ele era mesmo, e adormecer em seu colo não era para qualquer um, achava-se privilegiado, mesmo que não compartilhasse de seus pensamentos com ninguém. O observou por longos minutos, até que ele afastou o livro e o olhou, só então notando que o outro já tinha acordado.

- O que está lendo? – quis saber o rapaz de cabelos prateados, não se interessava pelo livro, apenas queria arrancar alguma palavra da boca dele.

- "O Jashinismo". – respondeu o moreno.

Hidan não conseguiu esconder a surpresa ao ouvir isso, sua boca abriu instantaneamente, enquanto sentia o rosto corar, mesmo depois de tanto tempo ainda lhe assustava aquele Kakuzu que lhe dava atenção, até porque só tinha essa atenção quando estavam a sós. Viu um pequeno sorriso tomar conta da face do parceiro, enquanto ele continuava a acariciar seus cabelos bem penteados, os desalinhando.

- Por que a surpresa? Disse-te que iria me esforçar. – disse Kakuzu, o sorriso desapareceu, dando lugar a uma expressão séria – Não gostei do que li, é muito violento... Mas não estou a fim de discutir. – acrescentou rapidamente, quando viu que seria repreendido – Olha lá...

O moreno indicou algo com a cabeça, Hidan virou de lado para ver um ruivo e um moreno de pé em baixo de uma árvore, os olhando, quando o ruivo notou que foi descoberto desviou o olhar, mas o moreno nem se deu ao trabalho de se mover, continuou olhando fixamente para eles, mas nem um dos dois se importava, não com ele, afinal, deviam uma aquele moreno estranho que tanto os ajudou.

- O que Sasori faz com Shino-sama? – perguntou Hidan.

- "Sama"? – estranhou Kakuzu, voltou a olhar o rapaz deitado em seu colo.

- Shino-sama se mostrou uma pessoa que merece o máximo de respeito, o admiro muito, é uma das pessoas mais sábias que eu já conheci, e estamos em dívida com ele, afinal, sem ele não estaríamos juntos hoje. – disse ele, sorriu, voltando a encarar o moreno.

Kakuzu sorriu de volta, dobrou as pernas, levantando o que estava deitado em seu colo, laçou sua cintura, o aproximando, e o beijou. Mais distante deles o ruivo cruzou os braços, irritado por estar sendo forçado a vigiar os amigos namorando, olhou o moreno ao seu lado, que não dissera nenhuma palavra depois do "observe", e depois voltou a olhar os dois mais à frente, que já os tinham notado e mais pareciam estar se mostrando para eles, a fim de que fossem embora.

- O que você vê, Sasori? – perguntou Shino, sem sequer desviar a atenção para o ruivo ao seu lado.

- O que vejo? Bem... Vejo dois amigos meus esquecendo que estão ao ar livre e têm crianças na escola. – respondeu ironicamente, recolheu o sorriso quando as lentes escuras se voltaram a ele, parecia raivoso pela resposta – Desculpe.

- Pois olhe melhor, você não deve ouvi-los a essa distância, mas já imaginou Kakuzu ou Hidan dizendo algo como... Amo-te? Ou preciso de ti... – perguntou Shino, após pensar nas palavras certas, Sasori o olhou surpreso, era óbvio que nunca conseguiria imaginar nenhum dos dois dizendo algo assim – Imaginei que não, e esse é o ponto que quero lhe mostrar, Sasori.

- Que eles dois são estranhos? – sugeriu o ruivo.

- Aposto que Deidara apreciaria seu censo de humor, mas eu não. – suspirou Shino, voltando a olhar o casal – Sasori, quero lhe ensinar que você não pode continuar agindo como um... Um qualquer na vida do Deidara, mostre que você é especial, que pode ser mais que seu melhor amigo.

- Pode-me dar uma luz sobre como fazer isso? – perguntou Sasori, virando as costas.

- Pode começar por não ignorá-lo quando na verdade quer rir com ele. – respondeu o moreno, fazendo o outro virar-se bruscamente para ele, boquiaberto – Eu sei disso, como também sei da conversa que tiveram na noite anterior, me deixou orgulhoso, conseguiu ser carinhoso com ele, é um avanço... Lembro-me que eu quase bati no Hidan-senpai para fazê-lo dizer um "bom dia" ao Kakuzu-senpai, sem dúvidas os dois se merecem. – um pequeno sorriso se formou no rosto do Aburame.

- Ah, muito obrigado, me sinto muito melhor em saber que estou sendo ajudado por um tipo de "conselheiro sentimental" da escola. – ironizou o ruivo, sem esconder a irritação em sua voz.

- Quer segui-los? – perguntou Shino, ignorando a fala do mais velho.

O Akasuna olhou para os dois mais à frente, vendo assim que eles arrumavam suas coisas em uma única mochila, o moreno a pôs nas costas e saíram dali, indo em direção a quadra, provavelmente em busca de privacidade. Voltou-se ao Aburame, si perguntava se ele estava falando sério, mas ao ver a expressão no rosto dele viu que sim, para ele devia ser normal invadir a privacidade dos outros. Nem se deu ao trabalho de responder, passou a caminhar na direção contrária, sendo seguido pelo moreno. Pararam á sombra de uma árvore, o ruivo olhando as folhas verdes sem muito interesse, enquanto o mais novo fazia o que mais gostava de fazer: observar as pessoas.

- Sasori.

- O que?

Virou-se para olhá-lo, mas antes que pudesse concluir tal gesto sentiu seus pulsos sendo agarrados e seu corpo foi empurrado violentamente contra o tronco da árvore, arregalou os olhos, vendo que o Aburame agora tirava as lentes escuras, revelando os olhos negros e vazios, com a mão que fora solta tentou empurrá-lo, mas ele foi mais rápido em agarrar seu pulso novamente, jogando as costas de sua mão contra o tronco. Fechou os olhos, achando que seria agredido por aquele louco, mas foi um amargo engano, pois a única coisa que conseguiu daquele moreno foram seus lábios sobre os seus, simulando um beijo. Mais uma vez arregalou os olhos, sem compreender o motivo daquilo, a única certeza que teve foi a que Shino era um ótimo ator. Quando achou que não tinha mais necessidade de prendê-lo, soltou seus pulsos, levando as mãos ao pescoço do ruivo, que sentia uma corrente elétrica percorrer seu corpo, torcendo para que ele parasse logo com aquilo ou finalmente lhe concedesse um beijo de verdade. Os lábios do moreno se afastaram, ele olhou discretamente para trás, parecia procurar algo, enquanto o Akasuna o olhava boquiaberto.

- Acha que Deidara-senpai nos viu? – perguntou Shino, recolocou os óculos, voltando a olhar o ruivo.

Sasori o empurrou, furioso pelo que tinha ouvido, mas o moreno apenas voltou a abraçá-lo, agora o repreendendo com um dedo sobre seus lábios, lançando-lhe um olhar assustador.

- Não faça isso. – disse ele, tomou as mãos do ruivo e pôs em sua cintura – Você deveria ter olhado... Consegue vê-lo?

- Está entrando na escola. – respondeu em uma exclamação baixa – Por que vez isso? Pensei que queria me ajudar!

- Estou ajudando, confie em mim e faça...

- Shino!

Sua frase foi interrompida quando alguém passou voado por eles, o levando junto e quase que o ruivo também foi, pois o Aburame puxou seu braço, resistindo à força que o empurrara, antes de ver quem o chamava. Quando notou que o moreno tinha sido "raptado" olhou rapidamente para o lado, onde estava ele com um garoto de espessos cabelos castanhos, que o levantava, enquanto o beijava, mas logo se separaram, pois o moreno o empurrou com toda a força que tinha.

- Já te disse para não me interromper quando cuido de meus assuntos, Kiba! – exclamou Shino, ajeitando os óculos.

O garoto encolheu os ombros, como um cachorrinho que recebe bronca de seu dono, o Aburame irritado acalmou-se ao ver a expressão do garoto e passou a mão por seus cabelos arrepiados, arrancando um sorriso do Inuzuka.

- Agora vá, me encontre em trinta minutos no lugar de sempre.

Kiba coincidiu com a cabeça, obediente, e saiu caminhando pelo campo, com as mãos nos bolsos. O ruivo olhou abobado a cena, se perguntava se era um pesadelo. Seus pensamentos foram interrompidos quando o moreno voltou a falar:

- Como dizia...

- Seu namorado? – perguntou Sasori, surpreendendo o outro.

- Não, não é. O ignore, é apenas um idiota apaixonado.

- Isso é meio cruel de sua parte.

- Eu sei, mas ele sabe e ainda assim insiste nisso, então não posso fazer nada, estou apenas... Me divertindo com ele. – disse Shino, com um sorriso discreto – Mas, como dizia, faça o que eu disser... Vá ao quarto, aposto que o senpai vai estar devorando aquele pote de sorvete de chocolate que ele disse que não ia comer, muito irritado, caso ele não esteja, não se preocupe, você não entende muito dessas coisas, então deixe que eu decido isso. Aja naturalmente, se ele perguntar se sou seu namorado, diga que não, mas que estamos... Nos conhecendo. Me elogie, faça-o achar que está apaixonado.

- Elogiar você? – estranhou Sasori, olhou o moreno de cima abaixo.

Shino pareceu não compreender, depois que entendeu não conteve o riso, isso assustou o ruivo, nunca o vira rindo antes, era mais que assustador. O Aburame conteve o riso depois de alguns segundos, pôs as mãos sob os óculos, limpando os olhos, os tirou, em seguida desabotoou a jaqueta, a amarrando na cintura, retirou a touca, os cabelos castanhos eram penteados para trás, não tão bem penteado quando o de Hidan, mas sim espessos. Pequenos detalhes o fizeram uma pessoa completamente diferente, tinha a pele branca como leite, olhos vazios. Quem diria que aquela figura estranha seria um garoto tão belo?

- Pareço mais elogiável? – perguntou, mas não ouviu uma resposta, o ruivo estava surpreso demais – Seu silêncio é como uma afirmativa. Agora faça o que eu disse e... Até mais, tenho algumas coisas a fazer antes de encontrar meu cachorrinho.

Com isso ele acenou com a cabeça, virou as costas e passou a caminhar na direção da saída da escola.

oOoOoOoOoOo

Entrou no quarto e observou que estava vazio, pelo menos foi o que achou até ouvir um grito exageradamente alto vindo da tv, olhou com um pulo de susto, para ver algo que o assustou mais ainda, o loiro usava seu pijama, sentado no sofá, devorando um pote de sorvete de chocolate como um animal. Mais uma vez aquele estranho tinha razão, começava a achar que ele era um tipo de sobrenatural. Pensou em assistir ao filme, mas mudou de idéia ao ver um homem tendo sua cabeça arrancada.

- ISSO, O MATE UN! – gritou Deidara, o Akasuna arregalou os olhos, estava sendo um dia demasiado estranho – O que eu não daria para ter uma serra elétrica assim...

Não queria nem saber o que ele faria se tivesse uma serra elétrica, pensava o ruivo, enquanto deitava-se em sua cama, fingindo desdém. O loiro abaixou o volume, virou-se no sofá para encará-lo.

- Por que não me contou que está namorando? – perguntou em tom irritado, sem sequer tentar escondê-lo.

- Não estou, eu e Shino-kun... – tentou forçar um sorriso, mas só conseguiu uma careta, então parou – Ainda estamos...

- Que mau gosto danna, ele é esquisito! – exclamou o loiro, o interrompendo, voltou-se ao filme – Devia ter me contado, somos amigos, não somos un?

Sasori levantou-se com um sorriso, foi até lá para abraçá-lo, mas parou ao lembrar do que o outro tinha lhe dito, então apenas manteve o sorriso, enquanto olhava o loiro.

- Então já somos amigos de novo?

- Claro que somos, é meu melhor amigo, devia me contar as coisas.

O loiro o olhou, teve os olhos vasculhados por uma imensidão avermelhada, que achou lá no fundo daquela doçura um pouco de irritação, e mais alguma coisa, que não conseguiu identificar. Deidara sorriu, pausou o filme e tirou os pés do sofá, bateu duas vezes ao lado, convidando o ruivo a sentar-se, que obedeceu sem precisar ser convidado novamente, o loiro levantou-se, trocou o dvd e voltou-se ao seu danna. Abaixou-se, tirando seus tênis, ergueu-se novamente, o despiu de sua jaqueta e gravata, as jogou em cima da mesinha de centro, que tinha em cima alguns controles, dvds, um cinzeiro cheio de balas, pois nenhum deles fumava, e algumas embalagens vazias de chocolate.

O Akasuna teve os ombros seguros por duas mãos delicadas, que o forçavam a deitar-se em seu colo, mas não precisava ser forçado a isso, fazia de bom grado. As mesmas mãos que abriram os primeiros botões de sua camisa agora lhe acariciavam a face, enquanto assistiam a um outro filme, tomando sorvete, longe das piadas maldosas dos colegas. Podia ficar daquele jeito o dia todo.

oOoOoOoOo

- Bonito, não acha? – perguntou a voz grave e suave de um rapaz visivelmente contente, tinha um sorriso desenhado nos lábios esbranquiçados, por trás das lentes um brilho intimidador queimava aqueles olhos negros.

- Sim. – foi o que respondeu o dono de uma voz inexpressiva – Por que gosta tanto de ajudar as outras pessoas? Não é da sua conta.

- Ora, não seja curioso, já está sendo recompensado, não precisa saber nada além do que já sabe. – disse o rapaz.

Ambos admiravam o provável futuro casal por uma tela, mas ela não era a única, naquela pequena e escura sala o que não faltava eram telas, dezenas delas, monitorando cada canto da escola, desde o campus até os dormitórios, nem mesmo os banheiros e sala do diretor escapavam. Sentado em uma grande cadeira com alguns botões nos braços estava o moreno de pele clara, olhando com interesse para os jovens no monitor, atrás dele estava o segundo, oculto pela escuridão do lugar, parado a alguns passos do primeiro, que mantinha um sorriso quase imperceptível.

- E quem é a próxima vitima? – quis saber o segundo ocupante do escuro quartinho.

- Ainda não pensei nisso, estou me empenhando nesses dois, são muito interessantes. – respondeu, sem tirar os olhos da tela, refletida nas lentes escuras.

- Disse a mesma coisa com seu primeiro caso. – disse o rapaz, arrancou um pequeno riso do Aburame.

- Tem toda a razão.

- Posso me considerar privilegiado em ouvir isso do "Senhor da Razão". – ironizou o garoto, sem perder a frieza da voz.

- Se isso foi uma pergunta: sim, você pode.

- Não foi.

Seguiram em silêncio por alguns segundos, olhando os dois, até que Shino voltou os olhos ao que estava ali, apenas para conferir se não tinha sido, mais uma vez, deixado falando com as paredes. Ao confirmar que não voltou a olhar os monitores, procurando algo diferente, já estava monótono ver os rapazes assistindo a um filme. Parou em um dos banheiros, leu o nome escrito acima da tela, tendo assim a certeza de que aquele era o banheiro que estava em conserto, havia um pequeno garoto agachado ali, uma figura conhecida, chorando, com a cabeça nas mãos, embaixo da pia.

- Olha, que interessante. – disse em tom surpreso, ergueu uma das sobrancelhas, mas logo aquele sorriso irônico lhe tomou a face – Achei meu próximo caso.

- Não vou levar isso a sério.

- E por que não?

- Pedofilia é crime, Shino-kun. Não é certo incentivar o amor de Kabuto pelo diretor. Olhe para ele, está tão despreocupado... – respondeu o rapaz, apontou o monitor com a sala do diretor, ele estava lá, com os pés em cima da mesa, falando animadamente no telefone, enquanto acariciava os próprios cabelos negros.

- Não vou incentivar, vou tentar tirar aquela idéia ridícula da cabeça do nosso chefe dos inspetores, talvez se eu disser a ele: "Aquele homem está te usando, não seja burro!", ele se dê conta das verdadeiras intenções do diretor Orochimaru-san.

- Isso seria meio... Chocante para o coitado, não acha?

- Qual o conselho que dou a todos?

- Cresça e amadureça. – respondeu o rapaz, em suspiro.

- Exatamente, Kabuto-kun pode se considerar amadurecido, mas se ele ainda não reparou naquilo que todos já sabem, é porque algo está o cegando, algo que conheço muito bem. Mas ainda há uma remota chance de ele também ser amado.

- Eu acho impossível, você não viu o que aconteceu antes do inspetor ir chorar no banheiro.

- O que? – perguntou em tom curioso, olhou para o outro, com um sorriso maldoso na face.

- Não é o que está pensando, seu mente suja, sabe que desligo o monitor quando as coisas esquentam demais. – disse calmamente, vendo o desapontamento no rosto do moreno – O diretor pediu-lhe uma massagem, a ordem foi obedecida, mas em troca Kabuto pediu que os dois saíssem juntos, quase que Orochimaru bate nele, me deu pena do coitado, foi chamado de idiota e muitas outras coisas, disse que algo assim nunca iria acontecer e que ele devia apenas obedecer sem reclamar, jogou na cara que o posto que ele tinha era por seus "serviços". Fiquei até com medo dele.

- Homem amargo, não merece o amor do rapaz. – suspirou Shino, voltou a olhar os monitores – Vou ficar feliz em ajudar ao grisalho, quero ver... Como o diretor irá reagir ao ver Kabuto com outra pessoa, isso vai ser divertido.

- Vamos mudar de assunto?

- E do que quer falar? – perguntou sem muito interesse, agora observando dois rapazes conversando na enfermaria.

- E eu? Quando vai me por na sua lista?

- Quando descobrir que diabos é você. – respondeu o moreno, o outro achou que ele estava brincando, até ver sua expressão séria refletida no monitor – Quando gostar de alguém, me conte, aí eu posso pensar.

- E se eu já gostar de alguém?

- Imaginei que sim.

- Sabia, você sempre sabe, arrisco-me até a dizer que já tem em mente como me ajudar. – disse o rapaz, pela primeira vez abrindo um sorriso, oculto pela escuridão no lugar.

- Na verdade não, não pensei nisso, quanto mais cedo você arrumar alguém, mais cedo eu ficarei sem meu assistente.

- Egoísta. – foi a única coisa que o outro disse, antes de receber um aceno de mão como ordem para falar mais – Eu... Gostaria mesmo de estar com ela, mesmo que você não me ajude, te observei bastante, sei alguns de seus truques. Posso conquistá-la sozinho.

- Ótimo, então vá.

- Fala sério?

- Não, não quero que dê com a cara no chão, pelo menos não sem eu ter tentado ajudá-lo... Agora já está na hora, sabe o que fazer.

- Já? – perguntou ele, sem esconder sua surpresa – Fala de Sasori-senpai e Deidara-senpai?

- Não, esses dois vão passar uns dias sob observação, falo da nossa pequena flor solitária. – disse o Aburame, em tom gentil, apontou um dos monitores, onde estava Konan, sentada sozinha ao meio de algumas flores.

- Ah, pensei que não misturasse casos. Não é um por vez?

- Esse é especial, foi um pedido.

- A descrição de seus negócios está acabando, já estão até te fazendo pedidos. – brincou o garoto.

- Vai logo. Ah, e só mais uma coisa, se ver Kiba, diga a ele que eu viajei para longe e só volto no fim do ano.

- Você é tão mau com ele...

- Te dou esse cachorrinho, quer? Já cansei dele.

- Estou saindo. – disse o garoto, ignorando o pedido, ia obedecer apenas à ordem.

Shino sorriu, apertou um dos botões da cadeira, fazendo uma pequena porta abrir, ouviu os passos do rapaz saírem e apertou um segundo botão, fechando a porta, a sala escureceu novamente. Suspirou, apertando um outro botão, este fez descer uma tela muito maior, mostrando o jovem futuro casal. O ruivo continuava deitado no colo do loiro, tendo os cabelos acariciados, enquanto tomavam sorvete. O sorriso nos lábios do moreno se alargou, satisfeito com os resultados.


Chegamos ao fim de mais um capitulo da emocionante história... Opa, texto errado :x

Ok, vamos ao momento "leia o que tenho a escrever ou eu te mato, mesmo sendo apenas bobagem" \o/

Bom, já que escolheram uma fic grande na qual eu posso desenvolver os casais (pensamento da autora: "ainda bem, tava com medo que escolhessem pequena porque não faço idéia de como terminar essa fic e queria escrever uma grande... xD") eu vou por alguns capítulos "especiais" para cada casal, alguns terão esse capitulo exclusivamente para eles, outros não, irão dividi-lo com outro casal n.n

KakuHi terá seu especial, pois é meu novo segundo casal favorito °O° E o Shino, como meu novo vicio, irá aparecer mais, tenho em mente um capitulo só para ele, até n.nb

Próximo capítulo será um especial para o Deidei-chan, não vou entrar em mais detalhes, quero que vocês fiquem curiosos °-°

Ah, e sobre o garoto que estava com o Shino, eu acho que ficou meio óbvio, mas tentei fazer um pouco de suspense, se você sabe, não estrague a surpresa, não conte a ninguém -.-

Mande uma review e faça uma autora feliz, até \n.n/