Nha!!! Oi gente!!! Olha eu aki de novo! =P Desculpa por demorar tanto a postar de novo... mas trabalhar é barra... ñ ter net é pior ainda XD Bom... Vamos p/ fic q eu prometi p/ vcs... Mestre Camus entra em ação!!! \o/

Camus - Olha, sinceramente... Eu preferia ficar de fora dessa. Sabe? Reservado, como de costume?

Milo - Nada disso, senhor Camus! Td mundo está passando por seus momentos. Vc tb tem q aparecer n.n

Camus - Diz isso pq ñ é vc q tah sendo exposto... ù.u

Milo - Buwa!!! Minha irmazinha faz fic p/ td mundo menos p/ mim T_T

Como vcs dois podem ser amigos sendo tão diferentes? O.õ

Camus - Eu q sei? u.u

Milo - T_T

Calma, Milo... Eu vou pensar numa fic só p/ vc n.n

Milo - Promete...? T_T

Prometo n.n

Milo - Então tah n.n

Depois as mulheres é q mudam de humor facilmente... -.- Bom... Mas enfim... Vamos começar a fic do meu mestre n.n

Camus - Tem certeza q ñ quer reconsiderar? ó.ò

Tenho u.u

Camus - -.-

Bom... C/ vcs o primeiro capítulo da fic de Camus de Aquário. Divirtam-se e comentem! Espero q gostem. Boa leitura!!! n.n

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AMOR DE INFÂNCIA

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Capítulo 1: O retorno

Menino: Você vai pra Terra do Fogo?

Menina: Vou. Você não vai pra Sibéria?

Menino: Sim... Vou continuar treinando lá, como era com meu mestre até há três anos. Mas pode ser que o Grande Mestre me mande voltar.

Menina: Sei... Ora, mas os Cavaleiros de ouro só são chamados em último caso.

Menino: É...

Ele estava corado, e ela tão perto... Tão sorridente... Aqueles olhos verdes cheios de vida, cheios de uma alegria que, pensava ele, talvez só as espanholas tivessem. Os cabelos negros e ondulados brilhavam tanto com o sol... Aquela menina já fazia seu coraçãozinho de treze anos disparar desde que se conheceram, três anos antes, e se tornaram amigos.

Menina: Hei, Camus, o que é que você tem?

Não conseguia responder, estava hipnotizado pelo brilho de seus olhos, chegou mais perto, seus lábios se encontraram, fazendo a menina corar como o fogo, arregalando os olhos, assustada com o ato impensado do menino. Ela o afastou com força, com os olhos em chamas, brava como nunca tinha visto, e deu-lhe um tapa que deixou quatro marcas vermelhas de seus dedos no rosto do garoto espantado.

Menina: Você ficou louco? O que está pensando, seu francês pervertido?

Camus: Hã! Eu... Desculpa, eu explico.

Menina: Explica nada! Eu só tenho treze anos, ta? Fica longe de mim, pervertido! Eu nunca mais quero falar com você, não quero mais ver você. Nunca mais, entendeu?

Ela sai correndo, estava mais com medo do que com raiva, aquilo nunca lhe tinha acontecido e ela não sabia como agir. Estava indignada, nem ouviu os apelos do garoto que tentava alcançá-la.

Camus: Espera! Yolanda, espera! Você não entendeu... – para no caminho, cabisbaixo e com lágrimas nos olhos – Je t'aime...

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Estava debruçado no peitoril de seu templo, fitando o horizonte e se lembrando do passado. Era noite, ele estava bem arrumado, pronto para sair, mas ainda estava perdido em seus pensamentos, até que alguém lhe chama a atenção, olhando-o com impaciência do lado de fora da casa.

Milo: Camus! Camus!!! Ta no mundo da lua?! A gente não ia sair? O pessoal ta esperando! CAMUS!!!

Ele finalmente acorda de seu sonho, num susto repentino.

Camus: Ai, Milo, não precisa gritar feito um louco, né? Já to indo.

Ele desce, os dois se encontram e seguem até a entrada das Doze Casas, unindo-se ao resto do grupo: Aldebaran, Saga, Kanon, Shura, Aiolia, Aiolos, Marin, Shina e Seika. Milo já chega animando o grupo.

Milo: Gente, o pingüim desempacou. Vamos que a noite é uma criança.

Camus o fita com cara de poucos amigos, mas ele nem liga, mas a temperatura começa a baixar mesmo é depois do comentário irônico de Kanon.

Kanon: Ora, mas quem empaca não é mula?

Todos caem na gargalhada, menos Milo, que percebe algo diferente em seu olhar. Eles seguem, vão para um barzinho badalado em Atenas, bebem, dançam, conversam, falam besteiras, ironizam coisas que fazem nos treinos, se divertem. Mas Camus permanece a noite inteira aéreo, sem entrar muito nas conversas, olhando para o nada.

Voltam para casa bastante tarde, mas Milo não deixa o amigo seguir para Aquário, segurando-o em sua casa.

Milo: Camus, amigo, vem cá. Senta um pouco, vamos conversar.

Camus: Mas ta meio tarde, não acha?

Milo (com ironia): Imagina, são só 5:30, é cedo. Vamos, é fim de semana.

Ele cede, se senta no sofá, tira os sapatos, afinal eram bastante amigos para não fazerem cerimônias na casa um do outro. Milo também se senta, no sofá em frente, com o mesmo sorriso de sempre.

Milo: Ah... A noite foi divertida, né?

Camus: Foi sim, você dançou a beça.

Milo: Sim... Você é que tava meio perdido. O que é que você tem hoje?

Camus: Eu? Nada.

Milo: Hei... Eu te conheço, você não é do tipo que dança, se embebeda e racha de dar risadas, mas hoje você tava perdido demais. Nem prestou atenção nas conversas, aliás, você não disse uma palavra a noite inteira, nem terminou o primeiro drinque da noite.

Ele suspirou, abaixando a cabeça. Como sempre, ficara desapercebido para todos à sua volta, menos para Milo, seu melhor amigo. O rapaz parecia que lia sua mente.

Milo: Ow, desembucha, picolé!

Camus: Milo, sem piadas hoje, ta?

Milo: Epa, desculpa. Mas fala, o que você tem?

Camus: Estava preso no passado, numa pequena burrada que eu fiz.

Milo: Uma burrada... Camus de Aquário fez uma burrada??? Ta de brincadeira, né?

Camus: Lembra da Yolanda?

Milo: A espanholinha que ajudava na área de registros e de quem você gostava?

Acenou positivamente com a cabeça. De repente, Milo arregala os olhos num olhar incrédulo e espantado.

Milo: Camus, você não... Quer dizer... Vocês não...

Camus: Mon Dieu, Milo, não pensa besteira! A gente tinha treze anos.

Milo (dando de ombros): Isso não é impedimento. Mas como é você que ta falando eu acredito. Mas o que foi então?

Camus: Ouvi dizer que ela está voltando da Terra do Fogo.

Milo: Não me diga que ainda gosta dela?

Camus: Nunca deixei de gostar. Mas não sei como vou andar por aí, e ir treinar, com ela por aqui. Não sei como vou encará-la.

Milo: Que??? Como assim? Vocês eram amigos, ela vai adorar te ver. Conversa com ela, conhece ela de novo, conquiste-a!

O aquariano solta um suspiro, com um sorriso triste, deixando o amigo confuso.

Milo: Qual é o problema?

Camus: Ela me odeia, Milo. Da última vez que a vi, eu não consegui me controlar e dei um beijo nela. Ela ficou uma fera, me bateu e disse pra eu nunca mais falar com ela, que ela nunca mais queria me ver. Nunca pensei que as espanholas podiam ser tão bravas.

Milo: Camus... Nala tem metade de sangue espanhol, assim como eu, e ela já te deu um soco dos bem doídos, lembra?

Camus: Vocês têm sangue espanhol?

Milo: Nossa mãe era espanhola, eu nasci aqui por que meu pai era grego e eles tavam trabalhando aqui.

Camus: Aquela doeu... Agora sei de onde vem essa irritabilidade toda de vocês...

Milo: Ow, Camus, que é isso. A menina já deve até ter esquecido. Fala com ela.

Camus: Eu espero que esteja certo... Por que ela volta depois desse fim de semana.

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Milo - ôloko!! Camus de Aquário jah beijou alguém??? Essa eu ñ esperava... Como escondeu isso do seu melhor amigo???

Camus - Me poupem... Tds precisam mesmo saber disso? -.-

Precisam sim... É tão fofo o jeitinho como vc gosta dela n.n

Camus - Sim... E o fato dela me odiar tb, né...? ù.ú

Er... Bem... Quer dizer...

Saga - Tsc tsc... Como sempre... Nala fazendo maldades... Espero ñ ser uma de suas vítimas... u.u

Hey!!! Não tenho culpa se a espanholinha era esquentada ù.u

Kanon - Vc entende bastante de espanholas, né? rsrs

Aiolos - Vc teria feito isso c/ Hyoga se ele te beijasse sem vc pedir? O_O

Hyoga - glup o///o

Milo - se ele o fizesse EU transformava em peneira ù.ú

Hyoga - pq sempre sobra p/ mim...? -.-

Camus - Pq Nala e Milo são meio espanhóis kbças duras e esquentados, talvez? u.u

Milo - Não mude de assunto q a história é sobre outra espanhola, Camus rsrs

Camus - Vcs ñ desistem, né? -.-

Hehehe... Bom, gente... Espero q este tenha sido um começo de deixar c/ vontade de mais. Até o Próximo Capítulo! n.n