Gente!!! Tah, eu sei, passei do prazo... hehe...

Milo - É... Passou MUITO XD

Não precisa avacalhar ¬¬ Bom... Mas vamos para o próximo capítulo então ^^

Yolanda - Er... Nala-chan...? Não está esquecendo nada...?

Eu...? Ah!!! Claro!!! Tenho q responder os reviews, né? =P

Milo - Q kbcinha oca vc tah hj, irmãzinha... ó.o

Er... Toh morta de sono XD Mas enfim... Isso não importa... Vamos postar!!!

Yolanda - Er... Posso... Responder os comentários hj...?

Claro!!! n.n

Yolanda - Bom... Só Nando-san comentou, então... Bem... Sim... Eu percebi meu terrível engano e mau julgamento. Q vergonha! _ Só espero q eu possa tr uma segunda chance de concertar isso, ou nunca vou poder me perdoar T.T

Milo - Calma, moça... O Camus é um cara legal. Ele vai entender n.n

Yolanda - Mas eu fui tão injusta!!! T.T

*abraça Yolanda* Nhai... Bom... A boa notícia é q teremos uma resposta exatamente NESTE capítulo. Espero q dê td certo -.- Bom... Boa leitura, e COMENTEM PELAMORDEZEUS T.T

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Capítulo 5: Resultados

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Yolanda se remexia em sua cama, sem conseguir dormir. Pensava apenas naquele par de safiras cintilantes, naqueles longos e lisos cabelos brilhantes e esverdeados, no porte elegante e no sorriso gentil que tinha para seu discípulo. "Parecia mesmo o sorriso de um pai". E aquilo que ele dissera... "Não se erra com uma garota". Definitivamente não era o pensamento de um pervertido.

Yolanda: Ai... Eu era uma criança boba e amedrontada... E por isso eu julguei ele assim...

Escondeu a cabeça sob o travesseiro, mas não conseguiu se esconder de suas lembranças. Cada sorriso, cada apoio, cada vez que ele ficou do seu lado quando estava triste. O dia da despedida e daquele ato impensado do garoto, e o seu ato ainda mais impensado, o tapa que dera em seu rosto, onde vira formar os traços vermelhos de seus dedos. Sentiu-se culpada então por ter feito aquilo, um homem tão correto certamente jamais agiria de tal forma por pura perversão.

Yolanda: Será... Que ele gostava de mim?

Levantou-se e olhou no espelho seu rosto corado.

Yolanda: Será que eu gosto dele...?

Balançou a cabeça, cheia de remorsos por tudo o que estava fazendo.

Yolanda: Idiota! De que adianta agora? Depois de tudo o que eu fiz ele nunca mais vai nem querer olhar na minha cara. Que tonta soy!!!

O dia amanheceu, ela não dormira quase nada, chegou no treino e logo suas companheiras perceberam que muito fraca, até sua voz parecia rouca. Nala se preocupou, e pediu para as outras darem um tempo para que conversasse com ela. Chamou-a num canto onde ninguém as visse, olhou fixo para ela, depois tirou sua máscara, deparando-se com os olhos inchados e o rosto pálido.

Nala: Yolanda?! O que diabos aconteceu?

Yolanda: Eu... Não consegui dormir direito.

Estava com o rosto baixo, parecendo muito envergonhada, Nala cruzou os braços e a encarou, como quem espera por uma boa explicação. Yolanda não agüentou, acabou desabando em lágrimas.

Yolanda: Yo soy uma tonta, Nala... Uma tonta...

Nala a abraçou, deixando que ela chorasse e contasse o que quisesse.

Yolanda: Eu sempre achei que ele fosse um pervertido aproveitador. Mas foi por que fiquei assustada naquele dia. Mas... Mas... Depois de tudo o que você disse, e de ouvir a conversa dele com o garoto ontem... Eu... Eu... Não consigo acreditar que ele seja assim. Não quero acreditar... Eu... Eu... Me apaixonei por ele!

A garota que a ouvia não podia acreditar, seu sorriso se abriu instintivamente de um lado a outro do rosto e ela segurou os ombros da companheira. Estava sorridente e animada.

Nala: Então fala pra ele!

Yolanda: Estas loca?!

Nala: Como assim, louca? Você gosta dele, vai lá e conta. É o meu mestre, ele nunca vai falar nada pra te machucar, eu conheço ele.

Yolanda: Ai!!! Toda essa gentileza dele vai me deixar maluca!!!

Nala: Pelo amor de Deus, por que diabos chora tanto?! Isso não é bom?

Yolanda: Como bom?! Depois do jeito que eu agi e do que eu falei... Como vou querer que ele me olhe na cara? Nem eu acho que tenho o direito de querer que ele me corresponda. Aliás... Aquilo aconteceu quando éramos crianças... Ele pode até ter me esquecido e se apaixonado por outra garota...

Nala (se irritando): Chega disso, Yolanda! Você acha que meu mestre é tão insensível pra não entender? Ele é frio e sério nos treinos e combates, mas tem um coração, e com muitos sentimentos, se quer saber. Vai lá e fala com ele ou eu te levo pelos cabelos!

A garota arregala os olhos espantada, depois baixa os olhos, ela ia mesmo ter que ir, aliás, era o que mais queria. Uma chance de falar com Camus, de pedir desculpas, de pedir que ele lhe dê uma chance. Ela aceita, termina o treino daquele dia do modo que pode, vai para casa, toma um bom banho e se prepara para ir. Estava hesitante, pensando em talvez deixar para outro dia, mas Nala apareceu em sua porta.

Nala: E aí... Vai ou não?

Ela baixou a cabeça, não teria escapatória, saiu então em direção às doze casas, chegou em Áries, onde Mu apareceu na porta com um olhar desentendido.

Yolanda: Ah... Er... Senhor Cavaleiro de Áries...

Mu: Yolanda...? Nala disse que precisaria passar por aqui, mas você parece meio abatida... Está bem?

Yolanda: Sim... Estou... Eu só... Preciso ir até uma das casas adiante e...

Mu: À vontade.

Ela subiu, nas outras casas ninguém apareceu, parecia que todos já estavam avisados de que a garota passaria por ali, assim ninguém tentaria impedi-la ou fazê-la dizer por que queria atravessar as casas. Milo olhou para ela do segundo andar, sorridente e feliz, seu amigo teria uma bela surpresa ao ouvir os sentimentos da garota. Chegou na casa de Aquário, bateu à porta, esperou, apertando os dedos ente eles mesmos no nervosismo.

A porta se abriu, os olhos azuis tomaram-se de surpresa, o rosto de Yolanda queimava de vergonha e nervosismo pr trás da máscara, enquanto o coração de Camus disparou indescritivelmente, ele quase não conseguia acreditar em quem estava à sua frente. Toda a sua calma e frieza estavam prestes a se desintegrarem ali mesmo.

Camus: Yo... Landa... Ah... Entre...

A garota entrou, de cabeça baixa, o templo era belo e arrumado, Camus lhe indicou uma confortável poltrona onde ela se sentou.

Camus: Quer... Tomar alguma coisa? Suco, água...

Yolanda: Não... Obrigada.

Camus: Não esperava que viesse até aqui. Não teve problemas com os outros?

Yolanda: Não... Acho que Nala os avisou de que viria.

Ele se espantou, não esperava que a discípula estaria por trás daquilo, mas agora sabia que estava querendo ajudá-lo, o que lhe dava certas esperanças. Ainda assim esperou que ela tomasse a iniciativa.

Yolanda: Eu... Queria falar com você...

Camus: Não é normal de você hesitar assim... Pode dizer... Mesmo que seja para me chamar de pervertido.

E dizendo isso deu um sorriso disfarçado, mas um tanto triste.

Yolanda: Eu fui mesmo estúpida, né?

Camus: O que...? Non... Não foi o que eu quis dizer... Eu é que fui abusado...

Yolanda: Me desculpa...?

Camus: ...?

A garota se levanta, segurando as mãos do Cavaleiro, que já surpreso não consegue mais conter o coração, que parece querer sair pela boca. Seu rosto estava vermelho.

Yolanda: Por favor, Camus, me desculpa! Eu fiquei tão assustada aquele dia que nunca mais consegui tirar da minha cabeça que você fosse um abusado. Mas tudo o que a Nala disse de bom de você, o carinho que eu via nos olhos dela quando disse que era um pai pra ela... E... E quando o ouvi conversando com o garoto...

Camus: Garoto...?

Yolanda: Nala estava comigo, acho que ela fez de propósito em querer ouvir a conversa para eu ver como você é de verdade... Eu... Eu fiquei tão envergonhada de como te julguei por tantos anos...

Ele tirou suas mãos das dela, com medo de que caísse na mesma tentação daquele dia e estragasse tudo outra vez. Mas para ela aquilo doeu tanto no peito que parecia capaz de rasgá-la. "Ele não vai aceitar... Não vai entender..." Estava quase chorando.

Camus: Não me peça desculpas, Yolanda. Você não tem culpa de nada. Eu reconheço que fiz algo completamente impensado.

Ela baixou ainda mais o rosto.

Yolanda: Não importa o que você fez antes... Não importa mais... Eu só queria... Te pedir uma chance...

Camus: Chance...?

Ela não diz nada, tira a máscara, deixando o Cavaleiro estarrecido e ao mesmo tempo abobalhado com a beleza de seu rosto. Estava ainda mais linda que naquela época, agora que já era adulta. Não conseguia dizer uma palavra, estava hipnotizado com aquilo, e internamente agradecendo a todos os santos, deuses e à sua discípula por aquilo. Ela o abraçou, com o rosto em chamas e lágrimas nos olhos.

Yolanda: Eu te amo, Camus! Por favor... Me dá uma chance de ficar com você!

O aquariano não consegue conter o sorriso, e logo retribui o seu abraço, apertando-a contra si, não a queria soltar nunca mais. Sussurrou em seu ouvido.

Camus: Mas... Era eu quem implorava por essa chance...

Ela se afastou pouco dele, olhando-o diretamente nos olhos, quase derretendo ao ver aqueles olhos tão maravilhosos brilharem tanto cheios da mesma alegria que agora a preenchia por completo. Ele tomou seu rosto delicadamente numa das mãos aproximando o rosto do dela, era tudo o que a garota mais queria, e enlaçou o pescoço do rapaz ao sentir seus lábios unidos num beijo que a tirou deste mundo de tanta felicidade.

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Nha!!! Enfim mais um final feliz!!! E meu mestre querido agora tem namorada!!!!! *-*

Camus - Nala... Eu... Er... Por favor, não empolgue... o///o

Yolanda - n///n

Milo - Virão só como minha irmãzinha sempre dá um jeito, ela é perfeita u.u

Aniki... Menos, seu puxa-saco XD

Camus - Eu diria baba-ovo u.u

Milo - Olha só quem fala... Vc é q ñ desgruda mais da espanholinha XD

Camus - Apelão u///u

Rsrsrs. Bom, gente, mas ñ parem por aki q ainda tem mais um capítulo de encerramento. Até lah, e ñ esqueçam de comentar n.n

Milo - TEH MAIS POVO!!!