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-Quase vinte quatro horas de viagem, essa a Heinstein me paga... Ikki pensando no golpe de mestre que Pandora o aplicou. Realmente mandar ele para o Panamá foi genial, até Ikki estava admirado, se uma lição que ele aprendeu naquele momento foi que os anos em que ela conviveu com ele serviram para Pandora aprender alguns truques. Mas agora não adiantava lamentar, ele já se encontrava dentro do avião a milhares de pés de altura rumo ao seminário, se havia uma coisa que ele odiava mais do que ter que ir para a clínica era ir a seminários aos quais ele se lembrava de ter ido somente a dois, um em Chicago e outro no Brasil. Ikki só esperava que este seminário não fosse chato e estúpido como a maioria. Ele vendo que ainda tinha muito chão, ou melhor, ar pela frente, toma uma dose de Vicodin e pega seu Ipod para ver se conseguia pelo menos pegar no sono até seu destino final.
No hospital tudo estava uma tranqüilidade, Seiya estava na ala dos terminais cuidando de alguns pacientes, pois era lá um dos seus lugares favoritos e que há muito não freqüentava, ainda mais por causa dos acontecimentos dos últimos dias. Shiryu estava na sala de diagnostico resolvendo alguns assuntos burocráticos como o relatório atrasado que Ikki não se indignava a fazer. Minu e Shunrei estavam no P.S ajudando aquele setor, Jabu estava na clínica junto com Hyouga. Enfim todos estavam calmos e tranqüilos para não dizerem entediados com a situação.
Pandora estava na sua sala lendo uns relatórios quando uma batida na porta a chama atenção, era Irene.
Irene: Oi Pand.
Pandora: Oi filha, tudo bem?
Irene: Tudo, só queria te perguntar uma coisa.
Pandora sentindo o que seria: É sobre a viagem de Ikki?
Irene: É sim, por que você o mandou, não é justo bem agora que eu estava aqui.
Pandora não havia pensado nisso, o fato de ela estar com tanta raiva de Ikki a fez esquecer que a filha estava ali visitando ele, sentiu-se envergonhada por isso, mas agora já era tarde nesse horário o médico já estava praticamente aterrizando no Panamá.
Pandora: Desculpe Irene, mas o convite foi feito há muito tempo, você sabe que Ikki é o infectologista mais importante do mundo nesse momento, e esse seminário é muito especial, haverá muitos médicos e instituições que precisam de idéias e conhecimentos de pessoas importantes como o seu pai, ainda mais que é um evento feito pela Fundação Graad.
Irene chateada: Mas ele é o meu pai, nem tive muito tempo com ele, não é justo.
Pandora entristecida: Desculpe se frustrei a sua folga, você já pensa em ir embora?
Irene: Não, antes de ir embora o pai falou com Kanon que me deixou ficar na filial daqui por um tempo, pelo menos até eu matar a saudade do meu ranzinza favorito.
Pandora mais leve: Que bom minha filha. Você vai ficar onde?
Irene: Vou ficar na casa dele.
Pandora um pouco enciumada: Por que você não fica na minha casa?
Irene irônica: Você não me convidou u.u ... e também não quero estragar o seu "romancezinho" com o Sorento.
Pandora séria: Você sabe que tu és mais importante e também que a minha casa é sua. Às vezes parece que não me tens como tua mãe.
Irene cabisbaixa: Não é isso, você sabe que eu te amo como minha mãe, desculpa se faço parecer ao contrario, mas é que eu queria você junto dele.
Pandora: Eu também quis muito, mas infelizmente nem sempre as coisas são como queremos Irene.
Irene fica cabisbaixa e Pandora vai ao seu encontro e a abraça dizendo que mesmo sendo daquele jeito que as coisas haviam acontecido, Ikki seria o grande amor dela, mas que nem sempre isso era suficiente para manter uma relação. Pandora alisa os cabelos da filha e diz que sempre vai estar ao lado dela e que a ama muito, Irene sorri e retribui o carinho.
No P.S Minu estava lendo uns prontuários quando uma enfermeira chega com a ficha de um paciente que estava apresentando inchaços no sistema digestivo e tinha sinais de demência. Minu achou interessante o caso seria uma boa distração se naquele momento o paciente não entrasse num quadro de ataque cardíaco.
No refeitório Shina estava lanchando junto com Jabu, Shiryu e Hyouga, foi quando Minu e Shunrei apareceram dizendo sobre o caso o que deixou o pessoal intrigado, perguntaram a Shina o que ela achava e essa falou que preferia ver os exames para poder tirar suas conclusões. Shun depois de cuidar do último paciente que tinha no dia chegou ao refeitório, cumprimentou o pessoal e foi dar um beijo na esposa.
Shina: Querido você ainda está usando aquela colônia fedorenta, eu te pedi que parasse.
Shun confuso: Mas amor eu não estou usando.
Shina irritada: Você quer dizer que eu sou maluca Shun, nunca pensei ouvir isso de você... Ela sai do refeitório com os olhos marejados.
Shun: Shina espera...
Shunrei: Espere Shun, deixe-me falar com ela... Fala ela saindo atrás da cardiologista.
Hyouga intrigado: Vocês andaram brigando, porque ontem vocês estavam tão bem?
Shun cabisbaixo: Ela está assim faz uns dias, acho que ela ainda está abalada com a morte de uma criança que não resistiu ao transplante. O humor dela está muito instável.
Minu sacudindo a cabeça: Homens vocês não vêem a um palmo dos narizes de vocês. Eu vou atrás dela também.
Os quatro ficam sem entender o que Minu quis dizer com aquilo, mas já era tarde para pedir explicação, pois ela tinha ido embora atrás da amiga. No banheiro, Minu ao entrar encontra Shunrei ajudando a Shina a se recompor depois de ter vomitado todo o lanche, branca como um papel Shina agora estava se lavando, ela olhava para o espelho com o aspecto cansado, falando para as amigas que achava que estava doente. Minu riu da cara dela o que fez Shunrei perguntar qual era a graça.
Minu: Eu tenho uma suspeita de qual seja a doença dela, venham comigo, vamos fazer uns exames.
No Panamá, Ikki acaba de aterrizar, entediado e com muita dor na perna, localiza um homem vestido como chofer segurando uma placa com seu nome, depois de apresentar-se ao homem este fala a Ikki que o levaria até o hotel onde seria feito o seminário. Ikki meio a contragosto aceita que este pegue a sua mala e partem para o resort que ficava no Parque Nacional de Soberania. Ao chegar ao local Ikki tem um ataque, o lugar era simplesmente... EXPETACULAR. Ele ria internamente pensando que se Pandora conhecesse o lugar teria trocado de lugar com ele, mas dane-se, se Zeus foi bom com ele com certeza iria aproveitar, já estava maquinando como iria fugir do seminário e aproveitar duas semanas naquele paraíso com direito a mares caribenhos.
Ikki pensando: Até que vai ser divertido.
No hospital o pessoal estava fazendo os exames sobre o paciente que Minu, Shiryu depois de pegar os exames que Jabu e Seiya haviam feitos ficou surpreso com os resultados, o de sangue estava limpo. Minu e Shunrei estavam chegando nesse momento.
Jabu: Meninas onde vocês estavam? A Shina está bem?
As duas cúmplices: Está sim, ela só precisava conversar um pouco. Mas e o paciente?
Seiya: Está limpo pelo menos nesses exames.
Shiryu: Esse caso está estranho.
Minu: Acho que teremos que ligar para ele.
Jabu: E sofrer as retaliações depois?
Ao chegar à recepção do resort Ikki logo foi atendido pela recepcionista que o informou que ele faria a abertura do evento, Ikki não gostou muito da idéia, mas depois que ela falou que depois da abertura ele só teria sua próxima palestra em quatro dias ele ficou mais tranqüilo, afinal ele poderia aproveitar mais do lugar e quem sabe conseguir alguma "amiga" para se divertir. A única exigência que ele fez foi que no seu quarto tivesse o canal que passava seu seriado favorito o que foi logo atendido, ao entrar no seu aposento ele tomou duas pílulas de seu remédio e foi tomar um banho, não ouvindo quando o seu telefone tocou.
No hospital.
Seiya apreensivo: Então Minu.
Minu: Nada, ele não atende.
Shiryu nervoso: Tenta novamente.
Minu já estava preste a discar novamente quando o Pager tocou, seu paciente estava piorando.
Pandora estava se preparando para ir embora, depois de receber um telefonema de Sorento que havia lhe alegrado, ela estava pensativa sentindo um vazio muito grande como se algo faltasse, logo percebeu o que era, por mais que não admitisse, Ikki fazia muita falta, tanta falta que ela estava ficando arrependida de ter mandado ele embora, por mais que ele a perturbasse em todos os sentidos ela sabia que ele era uma grande parte na vida dela, na realidade o que ela mais desejava era que Ikki tivesse uma crise de ciúmes de verdade e que lutasse por ela como ela sempre fez por ele, ela gostava de Sorento e sabia que ele merecia uma chance e pelos acontecimentos que estavam se desencadeando, tudo pendia a favor do antigo general marinha, uma angustia abateu sobre o seu coração, ela não sabia o porquê, mas sentia que algo de muito importante estava prestes a acontecer e talvez mudasse o rumo da vida de muitas pessoas para sempre.
O congresso estava prestes a começar e Ikki já estava no local, ele viu a chamada de Minu em seu celular, mas não retornou achando que seria mais uma bobagem ou alguma pergunta de como estava à viagem e se fosse algum caso médico ele sabia que eles poderiam resolver senão ligariam novamente para ele, Fênix já estava saturado de medicina naquele momento já bastava esses seminários. O mestre de cerimônias estava começando a apresentação.
Mestre de cerimônias: Boa noite senhoras e senhores, bem-vindos ao Congresso Anual de Doenças Infecto-Contagiosas e Oncologia da Associação Mundial de Medicina. É um grande prazer tê-los aqui nessa edição no Panamá e nessa edição temos uma grande surpresa, graças a Fundação Graad e ao hospital Atena's Hospital, temos conosco o maior especialista em infectologia e diagnóstico do mundo, eleito por seis anos seguidos como o melhor na área pela Associação Mundial de Medicina, com muito orgulho eu peço que recebam o Dr. Ikki Amamya.
O murmúrio foi inevitável, todos conheciam a fama e a lenda que Ikki havia se tornado, mas pouquíssimos o conheciam e era sabido que ele não gostava de congressos, muitos começaram a mover os olhos para descobrir quem era o tão ilustre convidado, por sua vez, Ikki estava constrangido com tanta agitação, mas seu orgulho naquele momento estava falando alto, como bom leonino por mais que não admitisse, ser os centros das atenções era muito bom. Ele subiu ao palco sob grande aplauso e um meio sorriso brotou então ele começou a falar.
Ikki: Boa noite a todos é um grande prazer estar aqui essa noite (Pensamento: Na realidade o episódio do General Hospital me daria mais prazer e por falar nisso, ele está começando agora, droga... a Pandora me paga), ao lado de grandes nomes da nossa medicina (Pensamento: Que eu não faço a mínima idéia quem sejam), gostaria de agradecer a oportunidade que me deram (Pensamento: Bom se é pra mostrar que eu sou o melhor, vamos começar)... Ikki começou a falar sobre sua história médica e sobre alguns casos, com piadas irônicas e sarcásticas que fizeram os expectadores rirem, a maioria estava atenta ao que ele estava falando muitos surpresos e admirados, com certeza naquele lugar ele era a celebridade. Depois de terminar a oratória, Ikki agradeceu e se despediu abaixo novamente de aplausos.
No hospital.
Seiya havia recorrido a Shun para saber o que ele achava sobre o estado do paciente, Shun depois de ver os exames concluiu que câncer não era, frustrando mais o pessoal, Hyouga estava ficando apreensivo então Shun falou para eles terem calma, mas nem Minu não estava conseguindo.
Minu: Ikki vai nos matar se nós perdermos um paciente.
Shun: Ikki não vai matar vocês se perderem um paciente, ele pode querer matar vocês se ele perceber que vocês não pensaram em todas as possibilidades como ele pensaria, morte faz parte da nossa profissão.
Shiryu: Se ele estivesse no nosso lugar o que ele faria.
Jabu: Além de fazer piadas irônicas e dizer que não era Lupos, talvez investigar o histórico do paciente.
Shun: Ótimo façam isso, quem sabe isso não ajuda vocês.
Seiya: Obrigado Shun, os genes do Ikki realmente corre nas tuas veias... Falava ele brincando.
Shun sorrindo: Alguma coisa eu tinha que aprender com ele. Bom pessoal eu vou para casa ver o que está acontecendo com a Shina... Falava um pouco cabisbaixo.
Shunrei: Relaxe Shun aposto que ela está bem.
Shun se despediu dos amigos enquanto o pessoal foi procurar indícios que poderiam levar ao diagnóstico do paciente.
No hotel, Ikki depois da apresentação e de todas as formalidades, fugiu do assédio se refugiando no lugar que ele mais gostou no local: o bar. Ikki estava tomando a sua dose de wisk ao som de uma música ao vivo, pensando na sua vida e em como estaria o hospital, foi quando o telefone tocou, era Seiya que explicou o caso para ele dizendo que o paciente havia tido ataques cardíacos, demência e dilatação no aparelho digestivo, Seiya também falou que tudo indicava que poderia ser Chagas, mas não havia aparecido nada no exame de sangue.
Ikki: Fizeram o exame como?
Seiya: Por exame eletrônico.
Ikki sorrindo: É muito difícil o tripanossomo aparecer em teste eletrônico Seiya, façam o exame à antiga e um teste de detecção do DNA do parasita por PCR (reação em cadeia da polimerase). Mas acredito que vocês estejam certos.
Seiya: Obrigado Ikki e como está o congresso?
Ikki sarcástico: Melhor impossível.
Seiya se despediu de Ikki que ficou pensando em como as "suas crianças" estavam crescendo, praticamente resolveram um caso dificil sem a ajuda dele somente com algumas informações, como a de que o paciente havia visitado a Argentina e teria bebido alguma bebida típica. Ele deu um sorriso e começou a pensar balançando seu copo. Nesse momento um vulto senta-se ao seu lado, mas ele nem se indignou a ver quem era, deveria ser qualquer pessoa que estava hospedada, mas logo ele veria que estava errado.
- Olá Amamya... Uma linda mulher com cabelos lisos e prateados com uma refinada elegância estava sorrindo para ele com um olhar penetrante, seu cheiro exalava uma fragrância hipnotizante, todos os homens do local estavam olhando para ela, seja de uma forma discreta ou até mesmo descarada. Mas ela estava alí com toda sua atenção para Ikki.
Ikki sorrindo: Você? Quanto tempo não a vejo Hilda?... Ikki surpreendeu-se, ver a antiga representante de Odin alí era a última coisa que ele esperava.
Hilda: Muito tempo,você nunca aparece nesses eventos.
Ikki: Verdade, mas o que você está fazendo aqui.
Hilda: Oras eu sou pediatra com especialização em oncologia infantil, nada mais justo que eu venha a esse tipo de congresso.
Ikki: Entendo, ainda com Siegfried?... Perguntava curioso.
Hilda sorrindo: Você sabe que eu não estou com ele desde da época da convenção em Chicago, nosso namoro não deu certo.
Ikki deu um sorriso( um sorriso de verdade): Sério, não acredito que vocês terminaram.
Hilda: Mas terminamos, o seu amigo professor se enjoou de mim.
Ikki: Impossível, linda e inteligente como você é, só um idiota para te dispensar para ficar com alguma aluninha sem cerebro.
Hilda sorrindo: Mas as coisas acontece desse jeito não é verdade, vocês preferem depois de uma certa idade pegar duas com idade de uma.
Ikki sorrindo: Mas você é muito nova ainda, só se ele virou um pedofilo.
Hilda sorrindo: Você continua muito "engraçado" Ikki. Eu soube do caso do Radamanthis, confesso que fiquei surpreso com sua atitude.
Ikki sarcástico: Você não vai querer estragar a conversa, não é.
Hilda com um olhar penetrante: Nem em um milhão de anos... Ela dá um sorriso para o médico e fica olhando o semblante dele.
Ikki olhando para ela: É bom ver alguém conhecido aqui.
Realmente Ikki estava facinado com a presença dela. Além de bela, ele sabia que ambos tinham muita coisa em comum, seja nas questões médicas nos quais Hilda era uma grande pediatra ou na questões pessoais pois tinham personalidades parecidas, se demonstravam uma rocha intransponíveis quando na realidade não passavam de pessoas carentes.
Hilda: Eu também acho, às vezes estamos rodeados por tantas pessoas, mas ao mesmo tempo sentindo-se solitarios.
Ikki cabisbaixo: Isso é verdade, você está muito sentimental Polaris.
Hilda com um semblante triste: Eu no final das contas sou uma mulher, Amamya. Tenho meus sonhos, como de ter filhos, casar, encontrar alguém que se fosse necessário iria até o inferno por mim.
Ikki: Eu te entendo, às vezes as coisas parecem não darem certo, eu estou nessa fase.
Hilda: Eu também, mas trocando de assunto você estava ótimo no concerto.
Ikki surpreso: Você estava lá.
Hilda sorrindo: Claro que eu estava, quem você acha que falou para o Mime que você tocava piano.
Ikki surpreso: Como você soube.
Hilda orgulhosa: Eu vi você tocando no naquela sala de hotel no congresso de Chicago, você pensava que estava sozinho.
Ikki intrigado: Por que você falou pro Mime?
Hilda um pouco corada olhando para baixo: Porque eu queria ouvir você tocar mais uma vez.
Ikki sorriu e levantou o queixo dela: Era só me pedir.
Hilda: Não quis parecer boba e também não saberia qual seria sua reação.
Ela olhou para ele e novamente olhou para baixo. Ikki sorriu não sabia por que, mas algo estava mudando dentro dele, talvez a intuição que algo interessante iria acontecer realmente estava certa, ele se afasta um pouco dela sem falar nada, Hilda pensou que ele estava indo embora e ficou um pouco desapontada, mas vê quando ele fala com recepcionista e volta ao encontro dela.
Ikki sério: Vem comigo.
Hilda arqueando a sobrancelha: Para onde.
Ikki não fala nada apenas estende a mão e fala para ela confiar nele, ela sorri e pega a mão. Ikki a conduz até uma sala dentro do hotel onde havia um piano, Hilda fica surpresa com aquilo, não pensava que Ikki podesse ser capaz de fazer um cavalheirismo daquele, ela sorri para ele e diz que ele era uma pessoa cheia de surpresas. Ikki sentasse no piano e começa a tocar uma melodia doce com um certo teor de romance, Hilda fica somente admirando a música sentada ao lado do instrumento. Ele toca por algum tempo até que eles percebem que as horas já haviam passado.
Hilda um pouco triste: Já está tarde, amanhã começa tudo de novo. Ouvir você tocar com certeza vai ser a melhor lembrança desse congresso.
Ikki sorrindo: Obrigado pelo elogio.
Hilda sorri e levanta-se, Ikki fecha o piano e aproxima-se de Hilda e beija a sua mão agradecendo pela compania, eles saem da sala. Ikki se oferece para acompanhar a médica até seu quarto, chegando no local.
Ikki: Bem senhorita, está sã e salva.
Hilda sorrindo: Também estando ao lado do mais forte cavalheiro de Atena quem teria medo.
Ikki rindo: Isso foi a muito tempo, hoje não passo de um relês aleijado... Ele falava mostrando a bengala.
Hilda sorri: Modéstia nunca foi o seu forte Amamya... boa noite... Falava abrindo a porta do quarto.
Ikki sorrindo: Boa noite Polaris.
Hilda entra no quarto sob o olhar penetrante de Ikki, depois ele se dirigiu ao seu quarto que ficava no andar de cima, pensando no dia de hoje que foi muito surpreendente até para sua mente priveligiada como ele gostava de falar, Hilda depois de fechar a porta se encostou na mesma pensando nas horas que teve ao lado do cavalheiro, riu um pouco e abriu a porta. Ikki estava esperando o elevador quando ouviu alguém o chamado, ele vira e encherga Hilda voltando.
Ikki sarcástico: Esqueceu de alguma coisa?
Hilda olhando fixamente: Sim, me esqueci disso.
Hilda o puxa pela camisa e lhe dá um beijo. Ikki fica surpreso no primeiro momento, mas não resiste e retribui o beijo com desejo, ele não havia imaginado que ela beijava tão bem, depois de se separarem sem ar.
Hilda: Agora sim, boa noite Ikki.
Ikki sorrindo: Não Hilda, agora a noite está apenas começando.
Hilda sorrindo: Mesmo o que vo...
Ela é surpreendida por Ikki que pega pela cintura a beija, puxando o corpo dela para junto ao seu, ela passa a mão pelos cabelos dele, enquanto ele a abraçava com força, quando estavam ficando sem folego Hilda o afasta olhando fixamente para ele. Ikki olhava diretamente para os belos olhos da médica esperando alguma reação, algum sinal. Hilda depois de alguns segundos sorri.
Hilda séria repetindo o mesmo gesto dele há algumas horas atrás: Vem comigo.
Ikki se lembrando da cena e fazendo a mesma arqueada de sobrancelha dela: Para onde?
Hilda sorri e Ikki retribui dando o seu melhor sorriso malicoso enquanto pegava a mão da médica que o conduzia até o seu quarto.
TBC
Nota.
A – Espero que tenham gostado capítulo, acho que todos perceberam que eu gosto de casais bem incomuns...rsrs
B – Agora estou chegando ao ápice do capítulo( não pensem que é parte de hentai) que vai ser a viagem de volta, se preparem porque muita coisa vai acontecer. Só posso adiantar que nosso médico favorito vai ter que usar muito de suas habilidades para salvar a vidas de muita gente e principalmente a dele, não percam os capitulos que estão por vir.
C – Meus mais sinceros agradecimentos para Dorachan Yukida, Tenshiaburame pelos reviews, com certeza vocês são meus grandes incentivos, espero que estejam gostando. E ao johnny-johns não sei se chegasse a ver os restos dos capítulos, mas espero que goste dessa fic.
D – E ao outros leitores assíduos que não se manifestam, também os meus agradecimentos, sei que tem gente que não gosta de postar e respeito isso, mas quando quiserem estejam a vontade.
