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Nota do autor: Esse capítulo não terá casos médicos, ele vai mostrar o que aconteceu com nossos médicos até a viagem de volta de Ikki. Boa leitura.

Já estava amanhecendo, Ikki foi despertado por um delicioso aroma que havia ao seu lado, ele inspira e percebe que era o travesseiro de Hilda, ele sorri se lembrando da noite que teve, afinal ter uma noite ardente com uma mulher linda que o surpreendeu em todos os sentidos era muito bom e não ter que pagar pra isso era ÓTIMO, mas algo estava o intrigando: onde ela estaria agora. Ele acorda sonolento, mas para sua surpresa sem dor, algo que ele se admirou, fazia anos que ele não acordava sem ter que tomar uma dose do seu comprimido, mas dessa vez ele estava como se dizer... BEM. Ele vai até o banheiro se lavar, olhava no espelho o seu semblante, suspirou pensando que ainda tinha mais um dia de conferência, depois disso saiu do quarto onde encontrou Hilda vestida com a camisa que ele estava usando na noite passada, ele pensou o quanto essa imagem era sexy e como aquilo estava mexendo com ele. Ikki sacudiu a cabeça pensando que estava ficando sentimental demais, ele se aproxima de Hilda que ao perceber a presença dele o cumprimentou com um sorriso.

Hilda: Bom dia.

Ikki sorrindo maliciosamente pegando um pão na mesa do café: Seria melhor se você estivesse ainda na cama comigo.

Hilda falando alegremente: Você me esgotou sabia, não conhecia esse lado dos "santos" da Saori.

Ikki arqueando a sobrancelha: De santo eu não tenho nada.

Hilda sorriu com o comentário e depois de tomarem café, Ikki foi até o seu quarto para tomar um banho e se preparar para mais um dia de conferência. Chegando ao local ele encontrou Hilda, os dois sentaram-se junto para assistir as "emocionantes" palestras.

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Seiya estava tomando café com a Minu falando sobre o dia anterior, orgulhoso, ele falava que terem resolvido o caso praticamente sem o Ikki que pela voz este se sentia não só admirado, mas também orgulhoso da equipe era para Pegasus motivo para comemorar. Minu sorriu do modo que o namorado falava por mais que um dia ele fora um grande guerreiro que combatia deuses, o fato dele ficar mais feliz do que uma criança que ganha doce só por ter tido a aprovação de Ikki que para todos eles era como um irmão mais velho era motivo de graça, ela pensava como uma pessoa como ele poderia ser tão infantil e ao mesmo tempo tão decidido. Ela se aproxima dele e dá um beijo estalado e sorri, ele fica sem entender o motivo, mas ganhar um beijo e principalmente da Minu era para ele era o suficiente.

Minu: Eu te amo meu crianção.

Seiya: Eu também te amo, eu estava pensando que poderíamos ir ao orfanato hoje.

Minu concordou com a idéia fazia alguns dias que eles não iam até lá. Depois do café, ligaram para Shiryu e Shunrei convidando para irem também, depois se arrumaram e foram para o local.

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Shiryu aproveitou que estavam de folga e foi com a Shunrei para o shopping passear, eles recebem o telefonema de Seiya que os convidaram para irem ao orfanato. Imediatamente aceitam e depois de aproveitarem um pouco mais do shopping, eles foram para o local onde o casal de amigos já estava esperando, eles conversaram com as crianças, contaram história, enfim fizeram tudo que eles gostariam que alguém fizesse se fossem eles nos lugares daquelas crianças. Mais tarde os casais foram jantar conversando sobre amenidades.

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Já estava anoitecendo, Shun estava em casa arrumando uma surpresa para Shina, desde o episódio no refeitório eles não conversavam direito, Shun pensava que ela poderia estar triste com ele, afinal aquela história com Ikki, a morte da criança. Ele achava que poderia ter dado mais apoio a mulher. A única conversa que eles tinham tido hoje era a qual a Shina disse que iria ao hospital entregar uns relatórios no hospital mesmo sendo seu dia de folga. Shun não acreditou muito nisso, mas para ele isso foi uma boa, ele aproveitou a ausência dela e preparou um jantar a luz de velas para ela como pedido de desculpa, com direito a tapete de pétalas de rosas e tudo. Shina ao chegar estranhou tudo apagado, mas ao ver a penumbra das velas um sorriso nasceu, ela pensou se ele ia gostar da surpresa dela como ela gostou da dele. Shun apareceu na frente dela vestido uma camisa verde água que ela adorava, com os cabelos alinhados e com perfume que ela gostava, Shina ao vê-lo sorriu.

Shun: Eu sei que não estou sendo bom pra você nesses últimos dias, gostaria que você aceitasse jantar comigo essa noite como um pedido de desculpa desse seu marido atrapalhado.

Shina: Shun eu ...

Shun interrompendo: Shina eu te amo mais que qualquer coisa na minha vida, nunca pensei que eu iria senti isso por alguém. Se você quiser eu digo para o Ikki que essa história de divisão é loucura.

Shina sorrindo: Shun eu também te amo, mas o Ikki é seu irmão, é sua família.

Shun levando ela até a mesa, depois de afastar a cadeira para ela sentar: Você também é a minha família, ele tem que entender que a minha família agora é nós três.

Shina abaixou a cabeça e sorriu.

Shun meio confuso: O que foi amor eu falei alguma coisa errada.

Shina olhando fixamente: Sim, sua família não é composta por três pessoas.

Shun triste: Não? Você quer se separar de mim?

Shina sorrindo: Não seu bobo, só disse que você errou a contagem.

Shun pensativo: Hum...você tem razão, havia me esquecido da minha sobrinha, Irene iria me matar.

Shina se levantou da cadeira e se aproximou dele pegando a mão do marido: Realmente você esqueceu-se dela, mas na realidade eu estava falando do seu filho... eu estou grávida Shun, parabéns você vai ser papai... Ela sorrindo: E vou ter mais um motivo para enlouquecer o seu irmão. É por isso que eu fui até o hospital, para pegar o exame que a Minu tinha feito ontem.

Shun não resiste e abraça a esposa beijando-a, ele a fazia rir com os planos que eles estavam fazendo para o futuro da criança que estava por vir.

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A conferência estava chegando ao fim, no final das contas para Ikki essa viagem foi muito proveitosa, ele além de ter certeza que era o melhor no que fazia teve a maravilhosa experiência com Hilda, eles não se afastaram um dia sequer, mas depois de vários dias Ikki e Hilda sabiam que o dia da despedida estava para chegar.

Hilda triste: Amanhã estamos de partida.

Ikki: Por que você não vem trabalhar no hospital comigo?

Hilda esperançosa: Por que você quer que eu faça isso?

Ikki nesse momento não sabia o que responder, ou melhor, admitir o porquê ele queria ela trabalhando no hospital ao lado dele, mas o seu medo era maior. Ele já havia sofrido demais com Esmeralda e Heinstein, ele não sabia o que ele estava sentindo por Hilda, mas ele sabia que era algo diferente e para surpresa dele era um sentimento muito bom, ele sabia que jamais havia sentindo isso por nenhuma de suas mulheres.

Ikki: Por que você seria uma ótima aquisição para o hospital.

Hilda arqueando a sobrancelha: Só por isso?

Ikki sem ação pelas atitudes (leia-se pressão da Hilda): Eu vou para o meu quarto, conversamos amanhã antes do vôo... Ikki sai, deixando Hilda olhando o partir com um sorriso triste no rosto.

Hilda pensando: Eu já tenho a minha resposta Fênix.

Ikki chega ao seu quarto e desaba no sofá pensando no que estava sentindo, ele se odiava se sentir vulnerável. Mas ele não poderia se dar uma chance? Ele pensava nisso e em muitas outras coisas, ele se lembrou de uma conversa que teve com Shun:Já pensou na possibilidade de não ser ela? Eu acho que o seu maior medo não é perder ela, mas sim de realmente tentar se apaixonar por alguém, porque ela você já conhece, mas entregar seu coração para alguém que realmente o faça tremer e seja desconhecida, você não está preparado para isso. Ele pensava em tudo que havia acontecido na vida que teve quando era guerreiro, na faculdade, em seu relacionamento tanto com Pandora e Esmeralda, ele teve que admitir que não foi um homem exemplar para ambas, mas não entendia por que motivos ele não dava certo em seus relacionamentos. Ele suspira e toma duas pílulas de Vicodin para ter animo de arrumar a suas coisas para a viagem, sorte que não tinha muito que arrumar. E assim ele fica toda noite pensando e bebendo, até que ao amanhecer ele tomou uma decisão. Ele vai até o quarto de Hilda, mas depois de bater insistentemente, a porta não se abre, ele sente uma angustia e se dirige até a recepção onde pergunta sobre Hilda.

Recepcionista: A senhorita Polaris, deixou o hotel há quinze minutos, ela vai pegar o avião em uma hora.

Ikki se assusta com a noticia, olha para a recepcionista e manda que ela providencie o chofer para levá-lo ao aeroporto. Hilda estava chegando ao local, pensando nos dias que teve no Panamá, ela sorria pensando nas lembranças desses quatorze dias, ter um concerto particular, ter a experiência que teve com Ikki eram coisas para se guardar, mas ela se lamentava que isso não poderia ser para sempre, uma lágrima escorreu solitária de seus olhos. Mas ela tinha que seguir em frente, ela se aproxima do balcão de embarque, quando é surpreendida por um chamado.

Ikki ofegante: Hilda.

Hilda: Ikki o que você está fazendo aqui?

Ikki: Por que você foi embora sem se despedir?

Hilda séria: Eu perguntei primeiro.

Ikki sarcástico: Eu sou o aleijado, tenho preferência.

Hilda sorriu: Meu vôo para Alemanha é daqui a pouco e não fui eu que fugi ontem da conversa, Amamya.

Ikki: Eu sei.

Hilda séria: Tudo bem Ikki, foi bom o que vivemos, eu nunca vou esquecer, mas sei que não me queres e como eu já te falei, por mais que eu aparente ser uma pessoa fria, eu não passo de uma mulher com sonhos os quais você não está disposto a realizar, eu não quero disputar alguém com a Heinstein ou com a Esmeralda.

Ikki atordoado: Hilda deix...

Hilda o interrompendo: Tudo bem Ikki... Ela se aproxima dele e o beija: Está na hora do meu vôo, nunca irei esquecer esses dias... Ela se afasta de Ikki antes que ele veja as lágrimas caindo, ela anda rapidamente, mas é parada pelo grito de Ikki.

Ikki: EU IRIA ATÉ AO INFERNO POR VOCÊ, POLARIS...

Ao falar isso todos que estavam em volta olharam para o casal, Ikki se repreendia pelo ímpeto, mas alguma coisa deveria ser feita, ele não iria deixar a oportunidade passar. Hilda fica estática observando a aproximação do médico.

Ikki: Você me fez andar como um louco até aqui, não deixou eu falar nada sua teimosa, quando eu sai ontem do seu quarto eu estava atordoado com a reposta que eu mesmo já sabia, eu quero você no hospital não só porque você seria uma boa aquisição para o hospital, mas também por ... por...

Hilda arqueando a sobrancelha: Por?

Ikki envergonhado: Porque estou apaixonado por você, por que eu te amo... porra Hilda não faça isso ser mais difícil pra mim do que já é.

Hilda sorrindo: Eu também estou apaixonada por você seu ranzinza... Ela dá um beijo longo no médico.

Ikki: Você vem comigo então?

Hilda sorrindo: Sabe que até que não será uma má idéia, estou devendo uma visita para Freya, você sabia que ela está namorando o Jabu?

Ikki sarcástico: Aquele unicórnio não me engana, eu sabia que ele tinha outro se mexendo dentro dele.

Hilda sorriu e Ikki estava aliviado, agora que ele tinha certeza que ela iria com ele uma tranqüilidade surgiu, mas ele ficou se perguntando como nunca havia percebido que o Jabu estava agarrando a Freya, ele sabia que ela estava trabalhando como psicóloga no hospital. Ele sempre achou que a loirinha iria ficar com o pato, mas depois que ele engrenou com Eire, Ikki não sabia de mais nada das confusões amorosas dos seus amigos, afinal já bastava às confusões que ele mesmo se metia.

Depois de algumas horas eles estavam entrando no avião, Hilda entrou primeiro vendo o local em quais eles iriam viajar. Ikki ao entrar já teve que mostrar sua "delicadeza" peculiar com um homem que no momento que Hilda passou não resistiu e cheirou o cabelo dela, Hilda não percebeu, mas Ikki se aproximou do homem pedindo licença para passar e como estivesse distraído pisou no pé do homem com a bengala.

Homem tossindo: Desculpe pode passar.

Ikki surpreso por ele não reclamar pela pisada: Obrigado... Outra coisa veja onde você mete seu nariz, aquela mulher é minha.

Homem tossindo novamente: Desculpe, eu não sabia.

Ikki sarcástico: Tudo bem, eu também não resisti quando senti pela primeira vez.

Hilda chama Ikki que vai até ela sentando ao seu lado.

Hilda séria: Por que você demorou?

Ikki também sério: Por que você tem que ser tão cheirosa?

Hilda confusa: Não entendi.

Ikki deu seu melhor sorriso malicioso e colocou seu Ipod dando um dos fones para Hilda, ela se aninhou no ombro do médico enquanto esperavam o avião partir.

Duas horas depois.

O avião estava em pleno vôo à milhas do Panamá, Hilda estava adormecida ao lado de Ikki, mas este não conseguia dormir, ele estava com o pressentimento que algo estava para acontecer. Ele também estava incomodado com o barulho de tosses que ele estava escutando. Ikki pensando: Isso é praga da Heinstein. Mas ao sentir Hilda se despertando ele logo esqueceu o seu mal humor. Isso até uma das aeromoças gritar.

Aeromoça: Por favor, um médico, tem um passageiro passando mal.

Hilda e Ikki se assustaram e foram até a aeromoça, Ikki olhou para o passageiro e constatou que era o mesmo do episódio da bengala. Ele o examina e olha para Hilda.

Hilda nervosa: o que ele tem?

Ikki apreensivo: Ele está morto.

TBC

Nota do autor dois:

A – Espero que tenham gostado, agora sim iremos para parte boa da fic, o próximo capítulo se chamará: Pânico no Vôo.

B – Sei que essa parte foi meio parada, mas eu a usei mais como introdução para o próximo capítulo. Acho que o clímax dela ficou mesmo na cena Shun X Shina

C – Aos recados:

C1- Thenshiaburame: Você quer saber se o Fenrir vai aparecer... A resposta é: SIM... Aguarde.

C2: Dora Chan: Obrigado pelos reviews, que bom que você gosta de casais inusitados como eu.

Até o próximo capítulo.