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Anteriormente em Ikki MD
Shun percebendo o tom de voz do irmão: Quão rápido você acha?
Ikki alisando o cabelo dele com força: Pelos meus cálculos, cinco horas?
Seiya confuso: E como você sabe disso?
Ikki nervoso: Porque foi o tempo que demorou pra pessoa que começou a tossir sangue falecer.
Shun: E como você sabe que a pessoa começou tossir sangue agora? Pode ter começado antes, ou isso não ter nada haver com a infecção.
Ikki suspirando: Porque a pessoa em questão é a Hilda!
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Parte V
Depois que Ikki falou o nome de Hilda, todos gelaram, afinal, além de ser sócia da fundação Graad e amiga deles, era irmã de Freya que estava lá sem conseguir falar absolutamente nada. Jabu só conseguiu pegar a mão da namorada e apertar forte.
Jabu tentando ser confiante: Nós vamos conseguir Freya, nós vamos salvar ela.
Freya desolada: Você ouviu o Ikki, cinco horas! É praticamente impossível.
Shido entristecido: Não pense assim, vamos conseguir.
Freya acenou com a cabeça concordando com o amigo, enquanto Aldebaram saiu com Bado e Hyouga para providenciar a retirada dos corpos. Shun, Shina, Shiryu estavam indo examinar os passageiros. Seiya e Minu estavam vendo os que estavam apresentando sintomas, até o momento não havia baixas. No avião Ikki estava vendo os infectados quando Hilda acorda, ele olha para a direção que ela estava e percebe que ela já estava acordada. Quando chega perto dela, ele a vê com os olhos marejados, segurando a manga de camisa ensangüentada.
Ikki sem ação: Hilda.
Hilda chorando: Quanto tempo.
Ikki tentando ser forte: Como assim, quanto tempo, Hilda?
Hilda triste: Ikki, eu sei o que aconteceu com os outros! Quanto tempo, Ikki?
Ikki cabisbaixo: Pelos meus cálculos cinco horas, você usando o pouco do cosmo que tem provavelmente mais três horas... oito horas, Hilda. É o que eu tenho pra te salvar.
Hilda baixa a cabeça e começa deixar as lágrimas escorrerem. Ikki olha para ela e se aproxima: Confie em mim.
Hilda levanta a cabeça e olha para ele: Desculpe.
Ikki confuso: Por quê?
Hilda com as lágrimas escorrendo: Por não ter te ouvido, por ter brigado com você antes, por não poder concretizar tudo que eu planejava fazer ao seu lado, por ter tido pouco tempo pra te amar.
Hilda baixa a cabeça novamente e deixou o choro vir com força. Ikki percebeu que ela não estava com medo da morte em si, mas sim do que ela representava: o fato de perdê-lo. Ikki pega o queixo dela suavemente e levanta: Você não vai morrer, eu não vou deixar... eu não suportaria, eu te amo Hilda. Ikki deixa seus olhos marejar, ele não se lembrava quando foi a última vez que ele havia chorado, mas ele sabia que era em situações tão negras quanta essa.
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Aldebaram estava com Gen. Ford quando Ten. Henry chega dizendo que os corpos já haviam sido retirados. Aldebaram olha para o relógio, haviam passado vinte minutos desde a conversa com Ikki.
Aldebaram: Onde está Shido?
Ten. Henry: No laboratório, Bado e Hyouga foram para o local há pouco.
Aldebaram parte em direção ao laboratório, chegando lá encontra os médicos, menos Shina que estava com Freya e Pandora observando os passageiros, ele liga para Ikki que estava cuidando de Hilda.
Ikki atendendo ao telefone: Conseguiram?
Aldebaram: Estamos no laboratório com os corpos.
Ikki pensativo: Quem está com você?
Aldebaram: Shido e Bado, Shunrei e Minu, Seiya e Shiryu, Hyouga e Jabu.
Ikki pensou um pouco: Cada um antes de terem sintomas iguais, tiveram alguma reação diferente, vamos separar por área. Talvez tenhamos mais sorte. Seiya, Shiryu, Jabu vocês vão fazer as autopsias na mulher, no careca e no cara com barba.
Aldebaram confuso: Não entendi? Por que somente um não faz?
Ikki pensativo: Porque um teve dor generalizada, outro uma dor alucinante na cabeça e o último arritmia cardíaca... se cada um explorar na sua especialidade, podemos ter mais chance.
Aldebaram confiante: Algo mais?
Ikki sério: Eu preciso que vocês vasculhem a vida dessas pessoas, algo que faça nós entendermos o que aconteceu.
Aldebaram: Sem problemas.
Ikki pensativo: Cadê o Shun!
Shun: Estou aqui irmão.
Ikki analisando: Shun eu quero que você veja o corpo do primeiro morto, se eu não me engano o nome é Ralf... descubra o que você puder.
Shun: Ok, irmão!
Ikki nervoso: Shido, Bado vocês sabem o que fazer. Minu e Shunrei com vocês eu nem preciso falar, não é?
Shunrei sorrindo: Pode deixar Ikki, nós sabemos o que temos que fazer.
Ikki: Ótimo, nós temos só quatro horas.
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A confusão no aeroporto estava mais calma, uma área em um raio de um quilômetro foi isolada e vários familiares estavam sendo informados do que estava acorrendo através de Irene que se tornou uma espécie de porta-voz oficial de Aldebaram nesse assunto. Sorento depois de hipnotizar quase toda uma região estava junto de Irene, tentando ajudar no que podia. Shina estava cuidando de algumas crianças, olhando para elas e pensando em como a vida poderia ser às vezes tão injusta, afinal, elas eram apenas crianças indefesas e muitas poderiam nem sobreviver. Ela pensava no futuro de seu filho ou filha e como ela reagiria se fosse ela no lugar das mães das crianças...
Shun chegando perto da esposa: Está tudo bem?
Shina enxugando um pouco as lágrimas: Sim, o que você está fazendo aqui?
Shun alisando o rosto da amada: Vim te ver, antes de fazer os exames no cadáver.
Shina sorrindo: Eu só estou pensando nas mães dessas crianças, imagine se fosse o nosso bebê.
Shun abraçou forte a esposa: Eu te entendo, eu já pensei nisso e é por essa razão que eu vou fazer de tudo pra descobrir o que é isso.
Shina com a cabeça enterrada no peito de Shun: Nós temos que lutar, não é?
Shun: Sim.
Shina levanta o rosto e sorri, ela pergunta sobre Ikki e Shun diz que ele estava dando as coordenadas para o resto da turma e que pelo o horário, Jabu e os outros já deveriam ter terminado as autopsias.
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Na sala onde estava sendo feito as autopsias.
Jabu confuso: Isso é estranho.
Seiya mais confuso ainda fazendo um comentário irônico: Estranho por quê? Só pelo fato deles terem tido no inicio sintomas diferentes e morrerem exatamente iguais.
Shiryu rolando os olhos e pegando o celular: Vou ligar para o Ikki...
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Ikki falando desacorçoado: Deixa ver se entendi? Por mais que tivessem problemas naturais eles não morreram por isso?
Shiryu explicando: Não só por isso, imagine que os problemas foram agravados, mas ao mesmo tempo outras causas agiam em conjunto.
Ikki pensou um pouco analisando tudo como se fosse o maior quebra-cabeça que ele havia visto: Duas causas agindo junto (Falava pensativo)... Como uma camuflagem! Shiryu mande um pedaço do coração, cérebro e fígado para o Bado analisar.
Shiryu sorrindo: Já pensamos nisso! Em quinze minutos eles estão com os resultados.
Ikki sorrindo: Muito bem, vou esperar por vocês.
Shiryu sério: Você já tem uma idéia do que seja.
Ikki sério olhando para Hilda: Tenho e se minhas suspeitas estiverem certas... estamos encrencados.
Ikki desliga o celular e percebe Hilda olhando para ele. Ikki se dirige até ela.
Ikki sério: Como você está?
Hilda sarcástica: Morrendo e você?
Ikki sorrindo: Vou levando.
Hilda mudando o semblante para um muito preocupado: Quanto tempo você está sem tomar Vicodin?
Ikki confuso: Não entendi?
Hilda séria: Mesmo que eu esteja suando, febril e tossindo sangue, não quer dizer que eu esteja ficando cega... fazem no mínimo oito horas que você não toma nenhum e você está andando mais que o de costume.
Ikki pensativo: Talvez os sintomas estejam começando a aparecer em mim.
Hilda preocupada: Você já imaginou o que seja?
Ikki sério: Tenho uma suspeita.
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No laboratório
Shido estava vendo o resultado das amostra feita no coração, ele observava e ficava admirado com o resultado: Isso é incrível!
Bado que estava olhando o resultado ao seu lado: E assustador
Minu e Shunrei estavam vindo com os resultados das outras amostras com caras não muito diferentes dos seus amigos.
Minu perplexa: Rapazes vocês não vão acreditar.
Bado: Nós já sabemos.
Shunrei olhando os três resultados: Um adenovirus, com DNA bacterial é possível de acontecer, mas isso... o HIV e o Ebola teriam que evoluir constantemente por uns cinqüenta anos para ficar igual a ele.
Shido surpreso: É tão assustador que chega a ser incrível
Shunrei pensativa: Temos que falar com Aldebaram, nós temos só três horas.
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No aeroporto, a função com os passageiros já estava resolvida. Dos que estavam sob suspeita somente dois casos se confirmaram. Eles foram colocados juntos com os que possuíam alguns sintomas estranhos, os outros passageiros estavam somente em observação preventiva. Irene e Freya estavam em um dos salões de embarque que dava uma visão privilegiada do avião. Elas estavam com medo pelo o que poderia acontecer aos seus familiares.
Freya suspirando: Hilda
Irene abraçando a moça: Tudo vai dar certo, não se preocupe. Meu pai vai salvar eles.
Freya dando um sorriso fraco: Você confia muito nele, não é?
Irene orgulhosa: Com todas as forças do meu coração.
Freya pensativa: Eu te entendo, pois é a mesma forma que eu me sinto em relação à Hilda.
Elas continuaram a conversar mais um pouco, quando Pandora e Sorento chegam.
Pandora erguendo dois copos de cafés: Trouxe cafés e algo para comerem, vocês precisam se alimentar.
Freya sorrindo: Obrigado.
Sorento tentando consolar as moças: Vocês precisam se acalmarem, tudo vai dar certo.
Irene falando enquanto pegava seu celular que estava tocando: Eu espero Sorento. Só um momento que vou atender o telefone... Ela dá alguns passos: Oi mãe, pode falar!
Sorento confuso, falando com Pandora: Mãe?
Pandora rolando os olhos e louca de ciúmes: Esmeralda, sempre ela.
Freya: A ex-esposa do Ikki e atual do Radamanthis?
Pandora: Essa mesmo. Vamos dizer que ela tem duas mães. É uma longa historia.
Os três continuavam a conversar enquanto Irene falava com sua outra mãe que estava preocupada, desde que soube do caso, Esmeralda estava apreensiva e resolveu ligar para filha para saber informações. Pandora e Sorento estavam falando com Freya sobre Ikki e Hilda, quando ela vê o Bado e Shido andando junto com as médicas, os três decidem falar com eles.
Pandora apreensiva: Digam que vocês descobriram!?
Minu cabisbaixa: Sim e não.
Freya confusa: Como assim?
Bado: É confuso, nós estamos indo ao encontro de Aldebaram, venham conosco.
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Na sala de reunião.
Shido sério: E essa é a situação pessoal.
Shiryu estava surpreso com a notícia: Mas como isso é possível?
Bado suspirando: Não temos idéia, mas uma coisa é certa, isso não é natural.
Aldebaram sério: Arma química?
Minu que estava olhando uns relatórios: Não sabemos ao certo.
Hyouga pensativo: Gen. Ford você sabe de alguma coisa?
Gen. Ford: Existem vários estudos sobre armas químicas, teríamos que saber qual é o caso dessa.
Shina pensativa: Vamos esperar Shun terminar com o caso zero, talvez ele dê uma luz para nós.
Seiya apreensivo: Quanto tempo Shun vai demorar?
Jabu suspirando: Ele falou que mais uns 15 minutos.
Bado: Mesmo que ele descubra, até acharmos a vacina ou algo que retarde a evolução, vai ser tarde demais.
Shunrei triste: Não podemos achar que eles estejam condenados.
Shina enérgica: Vocês se esqueceram de quem somos? Nós podemos fazer o impossível. Meu cunhado, minha amiga estão lá e eu não estou cogitando perder nenhum deles!
Seiya concordando com a amiga: Isso mesmo Shina, nem que tenhamos que juntar nossos cosmos para dar mais tempo, mas ninguém vai morrer hoje, não no meu turno!... Falava arrancando risos com seu comentário.
Aldebaram: Vamos ligar para o Ikki e dar a noticia.
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No avião os passageiros infectados estavam bem, alguns pareciam que estavam em um estágio mais avançado a qual não sentiam dores, outros estavam na fase de estafa pura. Ikki observava tudo e analisava a questão. Ele estava na parte do avião que ele havia rabiscado nos vidros e onde havia vários papéis com palavras desconexas. Ele pensava, que na sua cabeça as coisas começavam a fazer sentindo e isso o deixava apreensivo, se fosse o que ele achava que era, as coisas seriam mais "emocionantes". Ele estava pensando em tudo quando o telefone toca.
Ikki suspirando: Pode falar.
Aldebaram sério: Ikki fizemos o que você pediu.
Ikki: Então?
Aldebaram: Vou deixar o pessoal explicar para você.
Shido sério: É um vírus, Ikki, você tinha razão.
Bado cabisbaixo: Mas a questão é que o nunca tivemos nada parecido.
Minu: Ele reúne varias características hibridas de um vírus e bactéria.
Shunrei: Parece que o vírus sofreu um processo de transdução.
Bado: Ele parece um bacteriófago, misturado com vírus da gripe, possui DNA plasmidial... ele é uma obra de arte da engenharia genética.
Shido: O incrível é que teoricamente é impossível um vírus ter tudo isso.
Shiryu pensativo: O pior é que não conseguimos juntar as peças, Ikki, como ele conseguiu acelerar o processo metabólico das doenças inerente aos infectados e atacar eles com outros sintomas.
Hyouga cabisbaixo: Não sabemos se um antiviral de amplo espectro vai resolver ou retardar o processo.
Aldebaram pensativo: E temos menos de duas horas e meia.
Ikki pensativo: E Shun, onde está?
Shina olhando pela janela: Ele está chegando.
Shun chegando ao local: Pessoal estou com os resultados.
Shun depois de explicar o que descobriu: Então é isso, Ikki, sintomas iguais ao outros, aparentemente saudável, tirando a tatuagem estranha.
Ikki pensativo: Como era?
Shun confuso: Uma águia segurando uma caveira com uma faca, eu achei estranho um antropólogo ter aquele tipo de tatuagem, mas quem sabe não era coisa de adolescência.
Ikki andando em direção a Hilda: Antiviral não vai funcionar.
Seiya surpreso: Como você sabe?
Ikki olhandopara Hilda que estava febril: Porque isso é um "VMADA"
Aldebaram: VMADA? O que é isso, Ikki?
Ikki suspirando: Pergunte aos seus amigos do exército o que aconteceu no Camboja há dez anos, Deba.
Aldebaram mudou o semblante e com um olhar interrogativo para o Gen. Ford: Ford?
Gen. Ford: Virus Mutagênico de Ação Acelerada e Destruição Absoluta, a obra prima da guerra biológica pós guerra fria.
Aldebaram surpreso: E como eu não sabia disso?
Gen. Ford: Porque pensávamos que havíamos erradicado, foi um vírus que um grupo terrorista havia desenvolvido na selva do Camboja, mas o vírus entrou em contato com a população e evoluiu, perdemos muita gente, isso foi encoberto pelos governos e comandos anteriores, ficando como se fosse uma lenda. Não entendo como Ikki sabe disso?
Ikki cabisbaixo: Porque fui eu quem achou a vacina, eu estava no grupo na época. Não fique indignado, Deba. Todos pensávamos que havíamos conseguido acabar com aquela praga.
Seiya admirado: Mas então você sabe a cura.
Ikki suspirando: Eu precisei de 4 meses de estudos contínuos para descobrir, não tem como produzir em três horas.
Shun pensativo: Só não entendo, por que o vírus está aqui, o morto estava vindo da África do Sul.
Ikki pensando: É que todos estão em alerta contra o famoso eixo do mal, que esqueceram os velhos inimigos. Bombas Atomicas não são tão eficientes quanto VMADA.
Shina suspirando: O que podemos fazer então?
Ikki em um estalo: A tempestade ainda está muito forte?
Hyouga confuso: Um pouco.
Ikki pensativo: Gen. Ford, ainda existe o protocolo V11H12?
Gen. Ford: Sim, por quê?
Ikki sorrindo: Porque ele diz a localização e a senha das amostras da vacina que eu produzi, deve ter trinta amostras, deve dar para o pessoal e para Shido e Bado sintetizar para possíveis infectados. Elas foram feitas para proteger possível ataque contra presidentes ou pessoas com cargo importantes. Pode dar certo.
Aldebaram: E onde está esse protocolo?
Gen. Ford: No cofre da Liga das Nações, senhor.
Aldebaram enérgico: Vamos para lá agora.
Ikki sorrindo: Óti...
De repente Ikki começa a tossir.
Shun preocupado: Ikki você está bem?
Ikki vendo um pouco de sangue sair: Sim, Shun, tudo bem.
Shun sério: Você nunca conseguiu mentir pra mim.
Ikki suspirando: Eu vou ficar bem, se vocês forem rápidos.
Shun olha para seus amigos: Vamos pegar esse maldito protocolo agora!
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Aldebaram e Ford saíram apressadamente, aos outros só restava esperar. No avião Ikki depois de olhar novamente os infectados, sentou-se ao lado deHilda. Ela percebe a presença dele.
Hilda: Então?
Ikki sorrindo: Descobrimos.
Hilda deu um sorriso fraco: Eu sabia que você conseguiria.
Ikki sorrindo: Tudo vai dar certo... Eu espero... Pensava Fênix.
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O tempo estava passando e os médicos começavam a ficar inquietos. Seiya andava de um lado para outro ansioso pela vinda de Aldebaram. Os outros não estavam diferente. Irene estava olhando para o avião sentindo falta do seu pai. Pandora sentia uma dor no seu coração. Passou-se uma hora e meia quando Gen. Ford chegou com boas e más noticias.
No avião.
Ikki suspirando: Havia somente vinte e uma amostras?
Aldebaram sério: Sim, vai dar para todos no avião.
Ikki: Uma vai ficar para Bado fazer produção. Então mande vinte para nós.
Aldebaram apreensivo: Mas com você são vinte e uma pessoas ai!
Ikki suspirando: Eles são mais importantes, eu ainda tenho tempo.
Aldebaram resignado: Tudo bem. Vou enviar para você.
Ikki estava ao lado de Hilda quando Aldebaram o avisa que a mala com as vacinas estavam no compartimento de carga. Ele vai até o local e a pega. Ikki começa a aplicar as vacinas nos outros passageiros e como havia combinado com Aldebaram estava mandando eles para fora do avião sobrando somente ele e Hilda.
Ikki sorrindo: Pronto, a vacina está aqui.
Hilda séria: Eu não quero.
Ikki confuso: Como assim?
Hilda tossindo: Eu não tenho mais tempo, eu sei... você precisa mais do que eu.
Ikki sério: Eu tenho tempo, tem uma amostra sendo produzida.
Hilda enérgica: E se não for a tempo? Eu não quero que você morra em vão.
Ikki sério: Você vai tomar.
Hilda sorrindo: Não vou, por favor, não faça com que meus últimos momentos sejam brigando com você.
Ikki suspira: Tudo bem, só não esqueça que eu te amo.
Hilda passa a mão no rosto dele: Eu sei.
Ikki olhapara Hilda profundamente: Você me daria um último beijo?
Hilda sorriu: Claro.
Hilda fecha os olhos enquanto Ikki se aproxima juntando os seus lábios com os dela, quando de repente ela sente uma picada no pescoço.
Hilda se afastando: O que você fez?
Ikki sério: A coisa certa.
Hilda olha para seringa e percebe que ele injetou nela a vacina: Seu estúpido... eu não vou resistir.
Ikki enérgico: Eu prometi que iria salva-la e vou cumprir nem que isso custe a minha vida, e sinceramente é um preço pequeno.
Hilda tossindo: Mas pra mim, não.
Ikki enérgico: Fica quieta pelo menos uma vez na vida.
Ikki a levanta e a pega no colo já que ela estava sem força pra caminhar e sai do avião. Shun e Hyouga que estavam no lado de fora quando avista Ikki saindo percebe que algo estava errado, ele estava sem a bengala meio cambaleando. Shun correu ao encontro do irmão seguido por todos.
Shun alterado: Ikki! Que está acontecendo?
Ikki sem muita força: Leve ela para um local seguro, ela precisa de cuidados.
Shun pega Hilda no colo que conseguiu falar ainda fraca que Ikki estava morrendo.
Ikki olhou para os dois e sorriu, ele sentiu seus olhos ficarem negros.
Seiya pegando Ikki: Ikki, acorda, não morra.
Pandora desesperada: Ikki!
Irene desesperada: Ele não está respirando, vocês têm que salvar o meu pai!
Shiryu gritando: Não temos muito tempo, ele não vai resistir!
Hyouga desesperado: Se afastem...
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Dois meses depois.
- Eu não sei bem onde eu estou, mas é diferente de tudo que já presenciei, estou em um lugar inerte, onde a escuridão é minha única vista. Estranho é que sinto que não estou morto, mas também não estou vivo... o que será que me prende?
Hilda estava dormindo ao lado de um corpo inerte, era o que ela fazia nos últimos dois meses. Ficar segurando a mão dele esperando alguma reação. Irene chega e toca no ombro dela oferecendo um copo de café.
Irene: Tome, você está precisando.
- Por que eu não consigo me desprender? O que preciso para seguir em frente.
Hilda sorrindo: Obrigado querida.
Irene olhando para o corpo: Ele não reagiu?
Hilda suspirando: Não.
Irene suspirando: Vamos ter fé e você precisa descansar. Vá pra casa que eu fico com ele.
Hilda triste: Não vou conseguir, só vou lavar o rosto e volto, mas obrigado pela preocupação.
Irene dá um sorriso. Nesses últimos meses as duas ficaram muito íntimas, afinal, o homem da vida de ambas estava preso inerte em uma cama. Elas notaram rapidamente que tinham muitas coisas em comum.
- O que está acontecendo comigo? Eu sinto um toque, eu já senti esse toque, esse perfume, essa voz... Pandora? Esmeralda? Não! É algo mais forte, algo que me puxa para querer voltar a viver... Só pode ser ela... Hilda.
Hilda se levantando falando ao ouvido dele: Amor eu já volto, não esqueça que eu estou aqui ao seu lado, te esperando, você prometeu estar comigo... e eu confio na sua palavra.
Ela dá um beijo no corpo inerte e dá um sorriso, quando estava saindo ela sente um aperto em sua mão.
Ikki balbuciando: Hilda...
Hilda espantada: Vo..vo..você acordou!
Irene admirada: Pai!
Ikki fraco: Filha!
Irene sorriu, correu para chamar os outros que logo chegaram correndo para ver o amigo ressurgindo das cinzas como uma fênix.
Shun sorrindo: Irmão você acordou!
Ikki tonto: O que aconteceu?
Seiya feliz pelo amigo estar vivo: Você esteve em coma por dois meses!
Ikki ainda tonto: Eu pensei que estava morto.
Shun alegre: Quando você desmaiou, Hyouga usou o pouco de energia que tinha para congelá-lo, assim o vírus não iria evoluir, demorou alguns dias para Bado e Shido terminarem de fazer a vacina. Tivemos que usar nossos cosmos para poder descongelá-lo e injetar a vacina, demorou muito para sabermos se tinha dado certo, só nos restou esperar e rezar.
Ikki surpreso: Vocês foram espertos. Obrigado.
Ele olha ainda fraco para seu grupo, seus amigos. Ele percebe a alegria que eles estavam, mesmo com o semblante de cansados eles estavam lá. Ele olha cada um deles até que para em Shina que estava com a barriga saliente: Pelo que estou vendo muita coisa aconteceu nesses últimos meses em que estive fora.
Shina sorrindo: Muitas coisas, Ikki, bem vindo à vida novamente.
Hilda olhando para ele: Não se preocupe, eu te conto tudo o que você perdeu.
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Uma semana depois
Shiryu surpreso: Bom Ikki, você está bem e pelo que eu vi, o vírus atacou uma parte do seu sistema nervoso referente a dor... é por isso que você não sente mais as dores na perna.
Ikki irônico: Então me curei quando quase morri.
Seiya sério: Não brinque com isso e também não sabemos se é irreversível.
Shiryu concordando: Isso mesmo, por mais que você não sinta dor, não quer dizer que você tenha recuperado o músculo da perna. Então não abuse.
Ikki concordou, quando avista Hilda chegando. Ela cumprimenta os rapazes e pergunta se poderia falar com Ikki. Eles falaram que sim e saíram.
Ikki arqueando a sobrancelha: Eu não gosto dessa cara.
Hilda suspirando: Temos que conversar.
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Dois dias depois no aeroporto.
Ikki suspirando: Eu ainda não acredito que concordei com isso.
Hilda abraçada nele: Eu vou ficar fora por um mês, é o tempo que eu preciso para resolver a papelada da minha transferência para cá.
Ikki indignado: Um mês é muito tempo.
Hilda sorrindo: Eu sei, mas preciso passar os meus pacientes para outro médico e eu fiquei dois meses aqui. Tenho muito que resolver. Um mês passa rápido.
Ikki suspirando: A nossa casa vai ficar vazia.
Hilda sorrindo: Você vai ter muita coisa para arrumar na nossa casa nova e outra coisa, cuide da Irene, ela te ama muito.
Ikki sorrindo: Ela ganhou uma terceira mãe.
Hilda piscando o olho: Ela é um bom brinde.
Ikki sorrindo: Vou sentir a sua falta.
Hilda alisando o rosto dele: Eu também.
Hilda escuta a chamada de embarque do seu vôo e se despede de Ikki. Ele a observa partindo, mas não com dor, pois ele sabia que ela iria voltar para ele, assim como ela o fez voltar a vida.
Ikki pensando: Até logo.
Fim da primeira temporada.
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Nota do autor:
A – É isso ai pessoal, demorou, mas terminou a primeira temporada da fic. Espero que tenham gostado da aventura dos nosso cavalheiros.
B – A segunda temporada só vai sair se vocês quiserem, então se não houver reviews esqueçam. Mas vou avisando vocês podem estar perdendo uma grande história.
C – Vou deixar uma espécie de propaganda da segunda temporada... daí vocês decidam se querem e se preferem no mesmo arquivo ou como se fosse uma outra fic.
D – Agradeço de coração a todos que acompanharam a fic, sem vocês nada teria sentido.
