Aceita essa flor?

E aqui vou eu agradecer os reviews:

carol mamoru: AUSUAHSUH, eu também pensei em colocar a flor preferida da Lily como o lírio, mas ia ficar muito óbvio --' Orquídeas? Hm, acho que não são minhas preferidas. Sou mais uma boa e velha rosa vermelho-sangue *o* Vamos acompanhar a história até o fim, pra saber qual é essa flor!

Victoria: Olha, atualizei *-* Lily owns, fatão [2]. Que bom que gostou, achei aquele capítulo tão fraquinho ._. Continue acompanhando!

F. Ismerim Snuffles F.: Demorei um pouquinho mas tá aí! Fico feliz que tenha gostado *-*

Bia: OOOOLHA, postei *-* Vai continuar lendo, né? Obrigado pelo review *-*

Rose Anne Samartinne: James gay? ridemais HUSAHUSHUAS. Bah, pelo menos uma vez na vida ele tem que ser fofo, né. Não pode ganhar a Lily sendo um bruto que só fala sobre quadribol. Aqui estou eu ppstando e esperando um review de sua pessoa *-*

Jéssica: Ainda tento entender se isso foi um comentário ou uma crítica UHASHUASHUAUHSUHASHU. Entenda, James vive por Lily Evans agora, então nada que não estiver relacionado a ela não tem importância, a não ser os amigos e família, mas a importância dos fatos também cabe a mim, que não consegue botar nada de interessante no dia do james que não seja algo relacionado à Lily... De qualquer jeito continue a ler *-*

Juliana Montez: Que bom que gostou, ju e que arrumou um tempo pra ler a fic *o* Estou honrada com a sua presença nos meus reviews. A flor que a Lily gosta? MWAHAHAHA eis o mistério. Acompanhe, que alguma hora vai ser revelado. E espero também que em alguma hora a Lily perceba que o James é um fofo, perfeito que se importa demais com ela! Continue acompanhando :*

MidnightStar44: Nooooooossa, não vou dizer muito, mas eu finalmente consegui que você lesse essa fic \o/ Jesus, que pessoa teimosa que você é --' AAAAEEEEEE, A PARTE DO QUEIJO CHEGOU /o/ Melhor rir do que chorar, né? Obrigado pelos votos de inspiração, curta aí o capítulo todo bonitinho.

E é isso, agora vamos ao capítulo \o/


III - O Queijo Polêmico.


5:27 da madrugada:


"Cara Lily,

Peço desculpas se eu sou irritante, mas agora virou realmente meu dever descobrir essa coisa 'insignificante' que você mencionou.

Perdão, mas você acha que eu sou tão não-familiarizado com o mundo trouxa assim? Bruxos também têm floriculturas; do jeito deles, mas têm. 'Garagem' também sei o que significa, se você quiser me perguntar.

Mandei lírios não pelo seu nome, sabe. Realmente pensei que a delicadeza dessas flores combinasse com você. Sua mãe deve ter pensado o mesmo quando você nasceu.

Dessa vez te mando violetas. Quatro lindas violetas, o que acha?

Carinhosamente,

JP.

P.S: Os p.s são a melhor parte das cartas, ok?

P.P.S: O 'boa sorte' se referia à você tendo que me aturar mesmo que à distância.

P.P.P.S: Remus chegou ontem e disse para eu lhe mandar um oi."


x.x.x

Pela primeira vez na semana, eu consegui voltar a dormir depois de escrever a carta. Era a única escolha que eu tinha, já que era de madrugada, eu não tinha nada para fazer e meus amigos só acordariam por volta de 1 hora e meia mais tarde.

Quando acordei, os dois já estavam ali, no meu quarto. Perguntava a mim mesmo porque ali era o lugar onde nos reuníamos, em vez da sala-de-estar. Provavelmente os arquitetos ou sei lá quem que inventou esse nome, não tenham colocado o 'de-estar' por acaso.

Enfim...

A primeira coisa que vi ao acordar foi um castelo de cartas em construção na minha barriga. O que aquilo estava fazendo lá?

Então eu virei um pouco a cabeça e visualizei Sirius. Questão respondida.

Levantei-me para me sentar no colchão e as cartas não se mexerem. Sirius começou a rir.

– Cartas bruxas para castelo de cartas? Muito engraçado, Almofadinhas... – ronronei enquanto bocejava e me espreguiçava ao mesmo tempo. Peguei minha varinha embaixo do travesseiro e desfiz o feitiço das cartas; elas se espalharam pelas cobertas.

Notei, então, Remus sentado na minha cadeira com as pernas na mesa, lendo o Profeta enquanto fatiava e comia um enorme queijo apoiado no para-peito da janela. Por um minuto, quase o confundi com Rabicho, mas então lembrei que Peter preferia evitar coisas que tenham letras/palavras/frases/textos envolvidos. Enquanto Remus parecia atrair essas mesmas coisas. Vai entender...

– Que horas são? – perguntei completamente desorientado. Podia sentir meus olhos pesados por dormir demais.

Fiquei encarando o queijo, ele estava me dando água na boca. Quem sabe se eu o encarasse o suficiente, ele entendesse meu apelo e fosse diretamente pra minha boca?

– Quatro e meia, Pontas. E toma logo esse queijo – Remus o jogou para mim. Acho que minha tática deu certo, de certa maneira.

Cortei um pedaço com minha varinha, moendo os fatos em minha cabeça.

Primeiro: Eram quatro e meia da tarde.

Coloquei o pedaço de queijo na boca e mastiguei.

Segundo: Da onde diabos tinha saído aquele queijo?

Parei de mastigar. Aquela era uma boa pergunta.

– Da onde diabos saiu esse queijo? – perguntei. Comecei a pensar seriamente no fato de que eu era lerdo. Ou só gostava de repetir uma pergunta.

Sirius já tinha acabado de arrumar as cartas, e como Remus voltou a ler, ele começou a explicar.

– Trixie que trouxe junto com a réplica da sua carta para Lily. Nós não lemos a carta dela, então não fazemos idéia do por que do queijo.

Demorei alguns longos minutos pra associar a idéia de Lily me mandando um presente. Certo, era um queijo e ele já estava quase acabando, mas ainda sim era um queijo-presente.

Finalmente saí da cama num salto, quase derrubando o queijo no chão. Por pouco ele não virou comida para os ratinhos nos lixões, que iam ficar muito felizes com o presente também. Não mais que eu, digo, por isso salvei o queijo antes de seu trágico fim no estômago de ratinhos feios.

Repus o queijo na cama e fui para a mesa aonde Aluado apoiava os pés. Não tinha notado antes o pequeno pergaminho ali.


"Potter,

Desde que você começou a mandar essas flores para minha casa, minha mãe vivia dizendo para eu recompensar você. Bom, esse momento chegou assim que você enviou essas violetas, que são as flores favoritas da minha mãe (dela, não minhas). Ela propôs então que eu enviasse alguma coisa de volta a você. Eu não sabia o que mandar então eu escolhi um dos queijos deliciosos que minha mãe conserva aqui e o dei pra você. Não fique se gabando, é só uma retribuição.

Se quiser continuar com sua busca à flor misteriosa, vá em frente, não vou te impedir, contanto que você não chegue ao ponto de empanturrar minha casa de flores.

Olha, então você sabe sobre o mundo trouxa! Fiquei surpresa.

Minha mãe também pediu pra te dizer que você acertou sobre o meu nome.

Novamente com educação,

LE.

P.S: Oi, Remus, se você estiver lendo essa carta. (Oi para você também Sirius...)

P.P.S: Boa sorte para mim."


– O queijo era mesmo um presente da Lily... – delirei comigo mesmo, colocando a carta junto com as outras no meu armário.

– E o que fez ela, Lily Evans, mandar um presente a James Potter, o garoto que ela aparentemente mais odeia na face da Terra? – indagou Almofadinhas.

Ponto para o cachorro, ele tinha razão.

– Ela escreveu na carta que era uma retribuição por todas as flores que eu mandei.

– E ela te dá um queijo? – perguntou Remus.

– É um queijo especial! – Tentei dizer de um jeito que fizesse sentido, porque até para mim não fazia. O que importava é que a Lily me dera um presente. Um presente! – Aliás, ela mandou um 'Oi' pra vocês.

Sentei-me novamente na cama aproveitando meu almoço convidativo e amarelo. Era o queijo mais delicioso que eu já tinha provado e quando vi não tinha sobrado nada para meu pai e minha mãe.

O resto do dia não foi muito útil, não. Meus pais nem ficaram sabendo da existência de um queijo.

Queijo? Não sei de nenhum queijo. Eu, hein.

No final, como você já sabem, nenhuma outra carta da Lily, o que fez com que meu dia não tivesse mais nada de interessante para ser contado a vocês. Não que tenha demorado muito pro dia acabar, mas AH, vocês entenderam...

Continua...


N/A: Eu seeeeeeei, fiquei um monte de tempo sem postar, mas agora ta aí, ó! Tive vários problemas, tipo que viajei por duas semanas nas férias e não consegui escrever, falta de inspiração e por ter perdido o começo do terceiro capítulo também, no que eu tive que começar tudo de novo...

Espero que curtam, esse é um dos capítulos mais hilários que eu escrevi, com a participação especial do queijo-presente amarelo!

Comentem depois, ok? Façam uma escritora muito feliz *-*

Até o próximo capítulo,

Hella.