N/A: Oi!! Estou muito feliz com as reviews que recebi! As respostas estão logo abaixo:
carol mamoru: Pois é, essa professora super sem noção parece que só atrapalha a vida da Lily! Ou será que ela não está ajudando? Confira agora se aquilo tudo o que você previu acontece mesmo... Beijos e obrigada pela review!
tahh halliwell: Fofa!! Que bom que veio ler, e que está gostando! To muito feliz!! Continue por aqui! Beijos, e obrigada pela review!
Flor Cordeiro: Hahahaha! Realmente, por que será que ela ta com ele? Continue lendo, e obrigada pela review!
Rose Anne Samartinne: O segredo de escrever é prender o leitor, ué! Hahaha, que bom que está gostando! Beijos e obrigada pela review!
Laís: To postando! Obrigada pela review/pedido/ordem!
samchuva: Amiga fofa!! Te amo também! Beijos!
zix black: Que bom que está adorando! Continue acompanhando! Beijos e obrigada pela review!
Antes de apresentar o capítulo, tenho um aviso importante. Poder ser que esse seja o último capítulo que eu vá postar por um bom tempo. Acontece que eu vou viajar para Nova York (*-*) no dia 16, e só volto no dia 24. Talvez eu encontre tempo pra postar o capítulo seis entre arrumar as malas e sair em blocos de carnaval, mas se não acontecer, vocês já estão avisados. Só devo voltar a postar depois do dia 24. Ok?
Bom, aqui está!
Aprendendo Juntos
- O que dizia o bilhete, mesmo? – perguntou Lily, desanimada, sentando-se numa poltrona, o rosto apoiado nas mãos, os cotovelos apoiados nos joelhos.
- Aparentemente temos que ensinar algo um ao outro. E então, o que você não sabe que eu poderia te ensinar? – perguntou o rapaz, divertindo-se com a situação.
- Não há nada de útil que você poderia me ensinar, Potter, fique sabendo.
- Hum... então talvez eu deveria lhe ensinar algo inútil!
A garota revirou os olhos, impaciente. Isso não estava certo. Era um erro! Só podia ser um erro! Trebell devia ter enxergado errado o destino dos dois - com aqueles óculos estranhos que ela usava era bem possível. Ela não podia estar destinada a ficar com esse imbecil a vida toda! Não podia!
- Tive uma ideia! Venha comigo, Lily. – disse James guiando-a pela mão.
- É Evans! – retorquiu a garota, soltando sua mão da dele – E eu sei andar sozinha...
Caminharam quase em silêncio até os jardins. A ruiva estava ficando curiosa. Que ideia Potter teria tido?
Quando chegaram ao campo de quadribol, Lily se arrependeu de ter deixado o rapaz guiá-la. Aliás, arrependeu-se de ter saído da cama naquele dia.
Quando chegaram perto do vestiário, James pediu que Lily o esperasse ali e em seguida entrou. Voltou segurando uma pesada caixa de madeira e trazendo duas vassouras.
- Lily, você já voou, certo? – perguntou ele didaticamente.
- Já. – respondeu ela sem emoção.
- Mas já jogou quadribol? – voltou a perguntar, mais entusiasmado dessa vez.
- Nunca. Na minha. Vida.
O rapaz suspirou. Ia ser difícil. Ela estava realmente mal-humorada. Mas alegrou-se. Isso só deixava a situação ainda melhor. Mais divertida. Para ele, pelo menos.
- Bom, então vou te ensinar a jogar! Vamos, suba na vassoura. – pediu, já montado na sua.
- Potter, eu sei como se joga quadribol. Já li nos livros e já assisti a algumas partidas. E não me interesso. Portanto, eu passo. – e virou-se para ir embora. Porém James a seguiu com a vassoura e parou em frente à ela, flutuando no ar.
- Olha, Evans. Eu sei que você não está se divertindo muito com essa situação. Mas como eu disse ontem, estamos nisso juntos. Não temos escapatória. Você não conseguiu fugir de mim hoje, conseguiu?
- Não, mas...
- Então. Olha, nós podemos cumprir esse "castigo", se você quiser chamar assim, de maneira desagradável ou de maneira agradável. E acredite, vai ser melhor pra nós dois se cooperarmos para fazer isso de maneira agradável. Já que a vida nos deu limões, façamos uma limonada!
Lily o olhou, incrédula. Droga, ele estava certo! Mas não ia ceder assim tão fácil.
- Só pra constar, pra mim nunca vai ser agradável estar na sua companhia. – começou ela, ao que James sorriu já prevendo a reposta dela – Mas já que temos que fazer isso... tudo bem, vai. Me ensina a jogar esse jogo idiota.
Durante toda a manhã Lily se esforçou para aprender tudo o que James lhe ensinava, sem reclamar. Voaram juntos, ele a ensinou a rebater balaços, fazer gols, driblar os adversários (no caso, só ele). Ela até se divertiu um pouco, embora quase tenha caído da vassoura algumas vezes (mas sempre amparada por James). Não fora tão ruim assim, ela admitiu para si mesma. Mas preferia ter passado o dia no povoado com Amos.
- Estou cansada. – revelou ela quando voltaram ao chão.
- E eu com fome. Que tal almoçarmos?
Lily concordou, e depois que James guardou o equipamento de quadribol, voltaram para o castelo. Como era de se esperar, o salão estava praticamente vazio, a não ser pelos dois e Severus Snape, aluno do mesmo ano que eles, mas da Sonserina. Lily observava o rapaz solitário com um pouco de pena. Gostaria que ele tivesse mais amigos.
Quando terminaram de comer e já iam saindo do salão, a mochila velha e surrada de Snape rasgou-se no meio do saguão e caíram dela diversos pergaminhos, livros e outros objetos. James estava pronto para começar a rir e zombar do garoto, mas Lily o repreendeu com um puxão no braço.
- Potter, vá lá ajudá-lo. – pediu, baixinho.
- Quê? Eu, ajudar o ranhoso? Ora, Evans, isso aí já é pedir demais! – ele ia rir, mas ela lhe lançou um olhar duro.
- Vá, por favor. Estou te ensinando uma coisa.
- O quê? – James perguntou, curioso. A garota suspirou e olhou para o garoto solitário recolhendo suas coisas no chão.
- Compaixão.
Sem mais, James apressou-se em ajudar seu inimigo número um. Recolheu alguns livros que estavam longe e os entregou nas mãos de Snape, que estava abaixado.
- Tome. Peguei pra você. – disse James, sério, sem se deixar amolecer.
Snape ergueu o olhar cheio de desdém e revolta. Olhou para Lily, num canto atrás do grifinório, e depois de volta para o rapaz. Apanhou os livros da mão de James e murmurou um "não preciso da sua ajuda"
- Disponha. – respondeu James, voltando para junto de Lily. A essa altura Snape já tinha juntado todas as suas coisas e consertado a mochila com magia. Seguiu para as masmorras o mais rápido que pôde. – Mal educado...
Lily, ignorando o comentário, disse satisfeita e disfarçando um pouco da emoção:
- Estou orgulhosa de você, sabe. Poderia ter sido maldoso, mas fez algo de bom.
James sorriu. Pelo visto, subira no conceito da ruiva.
- Ah... O que você não pede que eu não faço? – falou o rapaz, presunçoso, enquanto subiam as escadas em direção à Torre da Grifinória
- Hum... Ficar longe de mim? Parar de me atormentar? Deixar de ser tão arrogante?
James teria ficado preocupado se Lily não tivesse rido de leve pouco depois.
Acabaram passando a tarde inteira juntos, sem muitas objeções por parte da ruiva. Jogaram xadrez de bruxo e fizeram suas lições de casa juntos. Lily ajudara James com o dever de Poções e ele a ajudara com um trabalho de DCAT.
Na hora do jantar, todos os alunos do castelo já estavam de volta. Lily pôde conversar com suas amigas – nada relacionado a como passara o seu dia; para todos os efeitos, tivera que ajudar a profª. McGonaggal com algumas coisas e depois aproveitara para fazer os deveres de casa. Não pôde, entretanto, conversar direito com o namorado, que ainda estava meio chateado por ela não ter saído com ele naquele dia. Paciência. Depois se acertariam.
Não tivera mais oportunidade de conversar com James naquela noite. Mas entreouvira uma conversa dele com os outros marotos na sala comunal, antes de se recolher para o dormitório.
- E aí, Pontas, qual vai ser nossa próxima armação pra cima do Seboso? Já faz um tempinho desde a última... Não podemos deixar a poeira baixar! – falava Sirius, animado. Peter ria, e Remus não disse nada; estava pálido e abatido.
- Ah, Almofadinhas, vamos dar um tempo, né? Temos aprontado demais com o Ranhoso ultimamente... Vamos mudar de foco um pouco... – retorquiu James, para a surpresa dos amigos.
- Nossa, Pontas. Que atitude sensata. Estou orgulhoso de você. – falou Remus, realmente admirado com a mudança do amigo e sorrindo fracamente.
- Pois eu estou decepcionado. Você ta falando sério? Não pode estar falando sério! – rebateu Sirius, indignado.
- Pois eu estou, e repito: fiquem longe do Ranhoso por uns tempos. Só isso.
- Ah, vai dizer que ta com peninha dele agora, é? – disse Sirius, inconformado, mexendo nos cabelos negros e cruzando os braços, feito uma criança emburrada.
- Não. Só estou tendo... Compaixão.
Do alto da escada do dormitório feminino, Lily sorriu. Ele realmente tinha aprendido algo com ela. Ficou feliz.
N/A: Reviews?
Beijos,
Lulu Star ;D
P.s.: incrível como cinco páginas de word parecem tão pouco no formato do FF. Talvez eu faça um esforço e poste o capítulo 6 na sexta-feira. Mas só se receber reviews suficientes. [só um pouquinho de chantagem]
