CAP 7 – SEM VOCÊ
Assim como Naruto previra o dia amanheceu triste e chuvoso, a chuva que caia sobre a pequena aldeia da folha não era capaz de lavar a dor que todos sentiam naquele momento.
Kakashi se encontrava diante do grande Hokage em mãos trazia o troféu da missão ninja da noite passada: o pergaminho sagrado. O Sr. Kodah também estava presente e olhava ansioso para o pergaminho que estava nas mãos de Kakashi, Asuma estava ao lado do sensei da equipe 7, mas esse nada dissera desde o momento que entrara na sala do Hokage.
Kakashi deu três passos para frente se aproximando da mesa onde o grande Hokage estava sentado, sem dizer nada jogou o pergaminho sagrado sobre a mesa, o velho senhor sentado a sua frente cruzou as mãos e o olhou com um olhar de sabedoria.
-Kakashi sinto muito pela perda de sua aluna – lamentou o Hokage
-Perdemos uma grande promessa da academia... – limitou-se a dizer.
Diferente dos aspirantes a ninjas Kakashi já havia realizado muitas missões e já havia perdido muitos companheiros nessas missões; mas do que ninguém sabia como era difícil enfrentar a dor da perda de um companheiro. No entanto tantas batalhas e missões arriscadas e ver tantas pessoas serem mortas a sua frente o haviam transformando numa pessoa um tanto fria; não que não tivesse sentimento, mas apenas que sabia reprimi-los a sua maneira. É engraçado como ver tanto sofrimento pode deixar as pessoas insensíveis a isso, parecendo que são imunes a qualquer tipo de dor ocasionada por um sentimento.
-As equipes completaram a missão – finalizou Asuma
-Perfeito – disse o senhor que havia contratado a missão – enfim tenho de volta a minha família o pergaminho que pertenceu a meu avô – o homem sorriu satisfeito, e logo avançou para tocar no artefato que repousava sobre a mesa do Hokage.
Kakashi o olhou com curiosidade e algo o despertou.
-"O que será que há de tão especial nesse pergaminho?" – questionou-se a si mesmo.
Realmente era difícil compreender porque um pedaço de papiro velho estava tão bem guardado; e não ter a resposta para isso era algo que o intrigava.
A chuva havia cessado, gotas de água já não caiam mais do céu, restavam apenas agora as ruas molhadas da aldeia da folha; Naruto caminhava cabisbaixo por essas ruas molhadas, todos o olhavam curiosos e isso já o estava incomodando, não sabia dizer o porque as pessoas da aldeia que sempre o ignoraram agora pareciam que só tinham olhos para ele. Não queria que as pessoas o vissem, queria apenas ficar sozinho para que assim pudesse curar a sua própria ferida, uma ferida interna que ao contrário das externas parecia que não iria cicatrizar jamais, e que sempre sangraria ao ser tocada.
Pouco a pouco Naruto afastou-se do centro da aldeia, a chuva havia afastado muitas pessoas das ruas, e apenas algumas andavam de um lado ao outro carregando sacos de comida ou simplesmente se locomovendo.
Naruto escutou passos apressados vindo em sua direção, deteve-se e ao virar viu o neto do antigo Hokage: Konohamaru.
-Naruto eu sinto muito pelo o que aconteceu com a Sakura – disse apressadamente quase sem engolir ar para respirar.
-Obrigado Konohamaru – agradeceu Naruto
O pequeno garoto olhou triste para Naruto, oposto das outras vezes em que agradecia alguma coisa, Naruto não sorriu, e sem dizer mais nada continuou a sua caminhava pelas ruas molhadas da Aldeia da Folha; essa era uma jornada que parecia que não teria final. Konohamaru o viu se afastar pouco a pouco, e sentiu-se triste pelo amigo e 'mestre'.
Ao longe Hinata, Shino e Kiba observavam o andar triste de Naruto; Kiba e Shino pareciam indiferentes a situação, mas Hinata mostrava um olhar de tristeza e solidariedade pelo garoto.
-"Naruto... você tem que ser forte, mais do que nunca batalha"- desejou Hinata em pensamento – "queria poder ter palavras para te consolar".
No entanto não apenas Hinata não tinha essas palavras de consolo como também as demais pessoas da aldeia da folha não as tinham; afinal o que se poderia dizer ou fazer diante de uma situação como essa? Os mais sábios talvez dissessem que a morte é parte natural da vida, os poetas escreveriam uma poesia com seus mais profundos sentimentos, os cantores cantariam seus lamentos por toda à noite e as pessoas comuns, como Naruto, simplesmente abaixaram suas cabeças e prosseguiriam em sua jornada.
Outro que também estava sofrendo com a perda da Sakura era Lee; Gai o havia informado da morte da garota, e desde do momento que soubera não havia parado de chorar. Recolhido em um canto da varanda da academia, com as pernas encolhidas junto ao corpo Lee deixava que suas lágrimas falassem por ele; Gai o observava em silêncio, mas a insistência do garoto em continuar chorando já o estava irritando, afinal um ninja deveria ser forte e não demonstrar sentimentos, essa era uma regra ninja, no entanto tanto Gai como qualquer outro sensei sabiam que para os jovens aspirantes ainda era complicado aprender a lidar com as emoções, e esperançosos que a vida ninja os ensinasse sobre o quanto os sentimentos podem prejudicar uma missão não se importam muito com o fato dos pupilos mostrarem abertamente seus sentimentos.
Gai estava disposto a ensinar a Lee sobre os sentimentos e este era o momento ideal.
-Lee, fique de pé – ordenou Gai
O jovem ninja ergueu a cabeça para olhar o sensei, e sem questionar o obedeceu. Gai olhou o pupilo, e antes que Lee pudesse ter qualquer reação deu-lhe um soco no rosto fazendo o garoto atingir a parede abrindo um buraco na madeira.
-Não seja fraco, Lee – disse Gai com altivez, lágrimas escorriam de seu rosto – Não deixe os sentimentos se sobreporem a sua força.
Lee se levantou com dificuldade e passando a manga da blusa nos olhos limpou as lágrimas que molhavam seu rosto.
-Sim Gai-sensei – respondeu o jovem ainda num tom choroso
-Esse é o verdadeiro espírito ninja – disse Gai com altivez
-Gai-sensei – disse Lee tentando sorrir
-Lee...
-Gai-sensei
-Lee
-Gai-sensei
-Lee
-Gai-sensei... eu não consigo eu gostava muito da Sakura
Novamente Gai atinge o aluno com um soco abrindo um buraco ainda maior na parede de madeira.
-Lee será que não escutou o que eu disse!!! – gritou furioso, mas logo se acalmou ao ver o garoto erguer-se com dificuldade - "Você ainda tem muito que aprender da vida" – completou em pensamento, ainda que tentasse animar o garoto sabia que no fundo nunca era fácil superar a morte de uma pessoa querida – Lee vamos para casa, sem treinos por 2 dias.
Realmente talvez ainda não fosse o tempo de ensinar a Lee essa preciosa lição; essa era a mais difícil lição ninja a ser aprendida, e essa lição não se podia ensinar para os alunos eram eles que tinham que aprender sozinhos.
Kakashi e Asuma haviam saído da sala do grande Hokage e se encontravam num jardim na parte externa do local.
-Kakashi o que vai fazer com seus garotos? – perguntou Asuma
-Vai ser difícil para eles enfrentarem a morte da Sakura... ainda mais para o Naruto.
-Eu conversei com Chouji e Shikamaru e eles me contaram sobre o shinobi... – começou a relatar Asuma – eles me contaram ele tinha um jutsu um tanto incomum, disseram que esse shinobi era capaz de fazer raios azuis surgirem da terra e depois que esses raios brilhavam mais forte a terra explodia...
-Hum interessante – retrucou Kakashi que nunca ouvira falar de um shinobi com tal poder.
-Será que o Senhor Kodah sabia sobre esse shinobi? – questionou pela primeira vez Asuma.
Kakashi pensou por um algum tempo e sentiu uma revolta interna enorme ao pensar que o homem sabia sobre a existência desse shinobi e nada lhes dissera deixando que eles enviassem os garotos tão inexperientes para uma missão tão arriscada.
-"Acho melhor investigar isso" – pensou consigo mesmo.
Sem dizer nada a Asuma, Kakashi foi embora. Partiu em busca de informações sobre o shinobi, o homem que os contratou e o pergaminho sagrado; estava disposto a descobrir a relação dos três.
Ino estava sentada no topo de uma das casas de aldeia ao lado de sua equipe, a garota briguenta e de personalidade forte estava calada e tristonha; a perda da amiga de infância a havia chocado.
-Hey Ino por que você está tão chateada? – perguntou Shikamaru – Pensei que você e a Sakura não se suportavam...
-Seu idiota, eu e a Sakura éramos... éramos apenas concorrentes pelo amor do Sasuke...
-Agora o Sasuke é só seu – analisou Shikamaru
-Não tem mais graça – disse num tom de voz meloso - ... Shikamaru o que aconteceu durante a batalha?
Shikamaru e Chouji já estavam cansados de responder a essa pergunta, todos vinham até eles apenas para saber detalhes da luta.
-Já contei que apareceu um cara muito estranho que explodia a terra, estávamos quase perdendo mas conseguimos virar o jogo para o nosso lado, só que a Sakura e o homem caíram do abismo.
-Vocês viram o corpo dela, hein? – questionou – como sabem que ela está morta?
-Ninguém sobreviveria a uma queda daquelas, mesmo sendo um ninja... – disse Chouji que finalmente parara de comer para falar
-Mas ainda pode haver esperança, não é mesmo? – Ino ainda tinha esperanças que amiga estivesse viva.
-Desencana Ino, Sakura jamais sobreviveria a uma queda daquela altura.
Ino olhou triste para Shikamaru.
-A Sakura era insuportável, mas ela vai fazer muita falta... – disse Ino por fim deixando transparecer uma lágrima que caia de seu rosto.
Cinco dias se passaram desde a noite em que Sakura falecera, e nada havia mudado naqueles dias; Sasuke pouco era visto, assim como Kakashi que parecia ocupado demais com alguma coisa particular, e Naruto andava o dia todo pela aldeia da folha e a noite se recolhia em seu quarto sem falar com ninguém.
Naquela manhã não fora diferente depois de caminhar por metade da aldeia Naruto chegou a entrada do aldeia, e novamente a imagem de Sakura lhe veio a mente.
"Estarei te esperando no local marcado – disse Sakura num tom gentil e amigo, um tom bem diferente do qual costumava a tratar Naruto comumente."
Aquelas palavras não saiam de sua mente e isso o fazia lembrar o tempo todo que ela não estava ali esperando por ele na noite da missão, ela não viera, Sakura havia rompido sua promessa. Naruto sentiu uma presença a suas costas, e não demorou para que reconhecesse quem era que estava atrás dele.
-O que quer aqui? – perguntou secamente sem se virar.
-Está triste pela Sakura? – perguntou Sasuke que mantinha as mãos no bolso e olhava para Naruto.
A resposta para a pergunta parecia bem óbvia.
-E quanto a você Sasuke? Está triste? – perguntou irônico.
-Sei que pensa que eu não me importava com a Sakura...- abaixou o tom de voz - mas não é verdade.
Ainda sem se virar para encarar o companheiro de equipe, Naruto cerrou os punhos e os comprimiu.
-Eu sempre me perguntei porque ela gostava de um idiota como você... mas acho que nunca vou saber a resposta.
Naruto levantou a cabeça e deu dois passos para frente.
-A Sakura também se preocupava com você – ao escutar as palavras de Sasuke, Naruto parou de andar e virou-se para encara-lo - Naruto, antes de nos separarmos naquela noite... Sakura veio falar comigo – começou Sasuke.
Naruto se lembrava de ter os vistos juntos naquela noite, e em seu peito ainda era possível sentir o ardor das chamas que queimaram seu coração ao vê-los; lembrava-se também de que escutara Sakura pedir para Sasuke que se cuidasse, ela estava sempre preocupada com ele, mas ele nunca se preocupara com ela. Naruto apenas balançou a cabeça num sinal positivo e Sasuke continuou.
-Ela pediu que cuidasse de você.
-O que? – Naruto não acreditava que Sakura estivesse preocupada com ele
-Me disse que não confiava muito em deixar você numa missão sozinho, já que você era imprudente e cabeça-oca.
Estranhamente as palavras de Sasuke somente lhe causaram mais dor, não lhe servira de consolo saber o quanto Sakura estava preocupada com ele naquela noite, e como ele deixara que ela morresse.
-Obrigado Sasuke – agradeceu Naruto e voltando a virar-se continuou a caminhar.
O sol já estava quase se pondo, mais um dia havia se passado sem que Kakashi obtivesse alguma informação sobre o shinobi misterioso; já havia conversado com quase todos os aldeões e também com alguns caixeiros viajantes da aldeia da folha a fim de saber se alguém já ouvira falar num shinobi com aqueles poderes, mas nada resultou útil.
-"Parece que esse shinobi é tão misterioso quanto a sua identidade. Será que ele pertence a algum país vizinho?"- ia perguntando-se em pensamento enquanto lia mais um capítulo de sua série de novelas preferida, nos últimos dias essa era a única coisa que o distraia e relaxava – "Acho melhor checar fora da Aldeia da Folha, já perdi muito tempo aqui"
Kakashi fechou seu livro e guardou-o; ao olhar para o alto viu Naruto sentando no telhado de uma das casas da aldeia. Saltou pelos telhados próximos a fim de chegar até o local.
-Então está aqui – disse Kakashi se aproximando do pupilo que pareceu nem dar importância para a sua chegada.
Kakashi o olhou de soslaio, o garoto permaneceu imóvel sentado de costas para o sensei, não estava a fim de conversar, e Kakashi sabia o porquê; realmente a morte de Sakura fora algo inesperado para ele, além disso, Naruto não estava acostumado a enfrentar a perda de pessoas queridas, se é que possível alguém de acostumar a isso, por isso sofria muito. Kakashi sentou-se ao lado do pupilo e começou a olhar para o horizonte onde os últimos raios de sol brilhavam.
-Naruto... sabia que a flor de cerejeira (sakura) é um tipo de flor efêmera – Naruto virou-se para olha-lo, e Kakashi continuou filosofando – na Idade Média a vida dos samurais era comparada a vida de uma flor de cerejeira... na primavera elas enchem as copas das árvores e trazendo beleza e alegria, no entanto possuem um tempo de vida muito curto.
Naruto encarou seu sensei com pesar, e ao vê-lo ali a sua frente soube que não era o único que sofria pela morte da garota, ainda que não deixasse transparecer seus sentimentos Kakashi também sofria com a perda da pupila.
-Sensei eu... – Naruto nunca soubera muito bem usar as palavras, mas mesmo assim as usava, entretanto naquele momento pareceu-lhe que as palavras lhe faltavam a boca.
-Naruto, eu sei que você e o Sasuke estão sofrendo com toda essa situação, por isso decidi dar-lhes um tempo – disse Kakashi e Naruto apenas assentiu com a cabeça – Eu vou viajar alguns dias, mas em breve estarei de volta a aldeia da folha até lá vocês podem descansar.
Sem esperar a resposta do pupilo Kakashi desapareceu, deixando Naruto intrigado com o que ele dissera. E naquele instante pela primeira vez em tantos dias lhe ocorrerá uma idéia a qual não havia pensando antes.
-"A Sakura está morta... foi o que disseram aqueles dois imbecis do Shikamaru e do Chouji... hum..." Eu vou investigar isso pessoalmente, tô certo! - disse levantando-se.
Naruto resolveu ir ver pessoalmente o local onde ocorra a batalha na noite anterior, afinal ficar se lamentando não estava ajudando em nada; somente acreditaria que Sakura estava morta se visse o corpo da jovem com seus próprios olhos.
COMENTÁRIO DA AUTORA
Que capitulo mais depre... Finalmente o Naruto parou de se lamentar e resolveu tomar uma atitude. O que será que ele vai encontrar por lá?... No próximo capitulo uma nova personagem surge na historia
Para quem já conhece as minhas fics sabe que eu sempre coloco alguma curiosidade cultural no meio delas. E não é porque a fic é de Naruto que seria diferente, dessa forma os leitores podem aprender enqto lêem a minha história. A curiosidade dessa história fica por conta da flor de cerejeira ou como é chamada no Japão: sakura.
As sakuras começam a desabrochar nas árvores no sul do Japão, em Okinawa, e vão em direção ao norte, até Hokkaido. O fenômeno, que dura dois meses e se "move" como uma onda, é chamado Sakura zansen e significa, literalmente, linha de frente das cerejeiras. Os grandes apreciadores da flor fazem roteiros turísticos que acompanham a transformação da paisagem; isso aí alguns fazem até piquiniqui para acompanhar o evento que é anunciado pelos meteorologistas que prevêem quando as flores vão desabrochar em cada região.
A LENDA
Reza a lenda que uma princesa desceu dos céus e aterrissou em uma cerejeira. Acredita-se então que o nome sakura, na verdade, é derivado do nome da princesa Konohana Sakuya Hime, que significa "a princesa da árvore de flores abertas". Outros dizem que o nome da planta tem sua origem no cultivo de arroz e sua divindade (Sa). A segunda parte do nome, kura, faria referência à sua morada.
UTILIDADE
Apesar de não dar frutos, a madeira da árvore é utilizada na produção de móveis e blocos para impressão de ukiyo-ê dos séculos 16 e 17. Até as flores são utilizadas e, depois de ficarem em conserva no sal, se transformam em um chá, o sakura-yu, usado nas festas de casamento para pedir felicidade ao novo casal.
E na culinária elas também aparecem na forma de docinhos em formato de sakura. O tradicional bolinho de massa de arroz, quando enrolado na folha da cerejeira, vira o sakura-mochi.
ADMIRAÇÃO
Como já coloquei na história da fic; as flores, por durarem pouco tempo nos galhos das árvores, impressionaram os japoneses na Idade Média, período de guerras, o que fazia com que as pessoas sentissem que tinham a vida ameaçada a todo momento. Assim, a sakura foi associada à imagem do samurai, guerreiros que estavam dispostos a dar sua vida quando necessário e de existência muitas vezes tão breve quanto a flor da cerejeira.
A FLOR DO AMOR
Antigamente, a sakura era considerada símbolo do amor. Quando as mulheres enfeitavam os cabelos com um galho de sakura ou decoravam o quintal de casa com as flores, mostravam que estavam em busca de um amor. Nas peças do teatro kabuki, o cenário do bairro das gueixas é freqüentemente ilustrado pelas flores de cerejeiras para representar a alegria dessa região de entretenimento. No entanto, a flor também tem uma simbologia negativa: um galho quebrado de cerejeira também pode significar a aproximação da morte. Acredita-se o que sakura é a ligação entre o mundo dos vivos e dos mortos; e que a alma dos mortos é absorvida pelas árvores das cerejeiras.
RESPOSTA DAS REVIEWS
Sakusasuke – nossa fiquei com medo agora!!! Ah, mas convenhamos que eu fui original, que outra autora mata uma das principais personagem da história no capitulo 5, hein? Pode ficar tranquila que a história está apenas começando...
.bruh-chan xP – que bom que gostou, realmente é algo inesperado a Sakura morrer; por isso eu resolvi escrever assim para ser bem inustado... quanto ao sorvete, hum... eu vou pensar na proposta.
Florinecordeiro – será msm que ela tem que estar viva? A morte de alguém querido é sempre algo dificil de se aceitar
Anjo Setsuna – que comentário foi esse da testa não tê-la salvo, eu ri mto quando li!!! Hahahahaha acho que dessa vez a testa não ajudou...
Obrigada a todos os leitores que vem acompanhando a fic! Eu prometo uma grande virada na história nos próximos capítulos, então, não percam!
