Capítulo 4:

Decepções em plena terra natal


"Os homens detestaram as fofocas das mulheres porque desconfiam da verdade: elas tiram as medidas deles e as comparam."

- Erica Jong (1942-), educadora e escritora norte-americana.


História da Moda

MONOGRAFIA DE GINEVRA WEASLEY

Em contraste com o vestuário egípcio, em que havia divisão de estilo visível entre os sexos, o vestuário grego durante o mesmo período não variava entre homens e mulheres. Retângulos grandes de tecido, de tamanhos diversos, eram enrolados no corpo e presos apenas com um broche decorativo.

Esta vestimenta, que se chama toga, transformou-se em um dos modelos preferidos das festas de fraternidades universitárias, por razões que esta autora não é capaz de imaginar, já que a toga não contribui nada para o visual nem é confortável, principalmente usada com roupa emagrecedora.


Não estou vendo ovelha nenhuma. Acontece que o aeroporto não é exatamente assim tão no interior. Como se já não desse para ver que não estou mais em Michigan pela aparência das casas (muitas delas são geminiadas, como naquele filme, The Snapper... que, pensando bem, na verdade era ambientado na Irlanda, mas tudo bem), tenho certeza absoluta ao olhar para os outdoors por que passamos. Em muitos casos, sei qual é o produto que estão tentando vender: um deles mostra uma mulher de calcinha e sutiã com a palavra Vodafone por baixo, o que pode ser um anúncio de serviço de sexo por telefone.

Mas também pode ser, com a mesma probabilidade, anúncio de lingerie.

Mas, quando pergunto, nem Dean nem o pai conseguem me dizer o que é, já que a palavra calcinha faz com que os dois tenham um ataque de riso.

Não me importo de eles me acharem tão hilária (ainda que sem intenção), já que isso significa que Dean parou de pensar que foi relegado ao banco de trás.

Quando finalmente viramos na rua que reconheço como sendo a de Dean, por causa do endereço dos pacotes que eu tenho mandado para ele o verão todo (caixas cheias com seu doce americano preferido, wafers Necco, e maços de Marlboro Light, a marca de cigarro preferida dele; apesar de eu mesma não fumar e saber que Dean vai largar antes do nascimento do primeiro filho), estou me sentindo muito melhor a respeito das coisas comparado à maneira como me senti no estacionamento. Isso porque o sol finalmente resolveu aparecer, espiando tímido por detrás das nuvens, e porque a rua de Dean parece bacana e tem um ar europeu, com calçadas limpas, árvores em flor e casinhas antiquadas. Parece alguma coisa tirada daquele filme Um Lugar Chamado Notting Hill.

Preciso admitir que sinto um certo alívio: fiquei imaginando o apartamento de Dean como algo entre high-tech, tipo o de Hugh Grant em Um Grande Garoto, e um sótão, como o de A Princesinha (que ficou bem fofo depois que aquele cara arrumou tudo para ela), só que em uma parte mais feia da cidade, com vista para um porto. Simplesmente achei que eu não poderia andar a pé pelo bairro dele depois que escurecesse por medo de ser atacada por viciados em heroína. Ou por ciganos.

Fico feliz de ver que, na verdade, é algo entre os dois extremos.

Como o senhor Thomas me informa, estamos apenas um quilômetro e meio de Hampstead Heath, o parque em que um monte de coisas famosas aconteceram, sendo que eu não me lembro de nenhumas delas no momento, e aonde os trouxas vão hoje em dia para fazer piquenique e empinar pipa.

Fico feliz de ver que Dean mora em um bairro tão bacana e refinado. Não achei que professores ganhassem o bastante para alugar apartamentos em casas antigas que foram convertidas em condomínios. Sem dúvida, o apartamento dele é o mais alto: igualzinho ao de Mickey Rooney em Bonequinha de Luxo! Talvez eu conheça os vizinhos malucos, mas com um coração bem grande, de Dean. Talvez eu possa convidá-los (junto com os pais de Dean, para agradecer o senhor Thomas pela carona do aeroporto) para um jantarzinho, para demonstrar minha hospitalidade. Posso fazer o espaguete due da minha mãe: o sabor é complicado, mas é a coisa mais fácil de fazer no mundo. É só massa, alho, azeite de oliva, pimenta vermelha em flocos e queijo parmesão. Tenho certeza que dá para encontrar todos os ingredientes aqui.

- Bom, chegamos – o senhor Thomas diz e estaciona em uma vaga na frente das casas antigas de tijolinhos marrons e desliga o motor. – Lar, doce lar.

Fico um pouco surpresa de ver que o senhor Thomas vai descer conosco. Achei que ele ia nos deixar e ir para a casa dele, sei lá onde; para o lugar onde a família de Dean mora. Esta família, pelo que posso me lembrar das cartas dele, consiste em um pai, que é professor; uma mãe, que é assistente social, dois irmãos mais novos e um collie.

Mas talvez o senhor Thomas queira nos ajudar com as minhas malas, tendo visto que Dean provavelmente mora no último andar da casa antiga encantadora na frente da qual estamos estacionados.

Só que, quando chegamos ao topo da escadaria comprida, é o senhor Thomas quem pega a chave e abre.

E é recebido pelo focinho inquisidor dourado e branco de um collie lindo.

- Olá. – O senhor Thomas nos chama para dentro e eu logo vejo que aquela não é uma casa antiga convertida em apartamento, mas sim a casa de uma única família. – Chegamos!

Arrasto minha bolsa de mão enquanto Dean faz minha mala de rodinhas subir a escada, sem nem se dar o trabalho de levantá-la, mas sim arrastando-a de degrau em degrau: tonk, tonk, tonk, tonk, tonk. Mas juro que eu quase larguei a bolsa (que se dane o secador) quando vi aquele cachorro.

- Dean – sussurro, virando para trás, já que ele vem subindo as escadas atrás de mim. – Você mora... com os seus pais?

Porque, a menos que ele esteja cuidando do cachorro, esta é a única explicação que posso encontrar para o que vejo. E não é uma explicação muito boa.

- Claro que sim – Dean responde, parecendo aborrecido. – O que você achou?

Só que, de repente, ele fala tudo enrolado e preciso me esforçar para entender.

- Achei que você morasse em um apartamento – digo. Realmente estou tentando não soar acusatória. Não o estou acusando de nada. Só estou... surpresa. – Quer dizer, você me disse lá na faculdade, em maio, que ia alugar um apartamento durante o verão, quando voltasse para cá.

- Ah, claro – Dean diz. Como paramos no meio dos degraus, parece que ele achou um bom momento para fazer um intervalo e fumar, por isso pega um maço e acende um cigarro.

Bem, o trajeto desde o aeroporto foi mesmo longo. E o pai dele realmente disse que ele não podia fumar no carro. Não vou me incomodar com isso.

- É, o negócio do apartamento não deu certo. O meu amigo... você deve estar lembrada, escrevi sobre ele? Ele ia me emprestar a casa dele, porque conseguiu um trabalho em uma fazenda na Austrália. Mas daí ele conheceu uma gata e resolveu não ir, no final das contas, então vim morar com os meus pais. Por quê? Isto é um problema?

Isto é um problema? ISTO É UM PROBLEMA? Todas as minhas fantasias relativas a Dean me levar café-da-manhã na cama (e a cama king size dele com lençóis de mil fios) se despedaçam em migalhas e são levadas pelo vento. Não vou fazer espaguete para os vizinhos e para os pais de Dean. Bom, talvez faça para os pais dele, mas não vai ser a mesma coisa se eles simplesmente descerem as escadas para comer, em vez de virem da casa deles.

Daí penso uma coisa que faz o meu sangue gelar.

- Mas, Dean – eu digo –, quer dizer, como é que você e eu... com os seus pais por perto?

- Ah, não se preocupe com isso. – Dean sopra a fumaça pelo canto da boca de um jeito que, preciso admitir, considero arrepiante de tão sexy. Ninguém da minha cidade fuma... nem tia Muriel, desde aquele dia em que colocou fogo no tapete da sala. – Meus pais são se importam com esse tipo de coisa. Eles são superlegais.

- Certo – respondo. – Desculpe. É só que eu fiquei... sabe como é. Meio surpresa. Mas, de verdade, não faz mal. Desde que possamos ficar juntos... Seus pais não vão ligar? De nós dormirmos no mesmo quarto, quer dizer?

- Ah – Dean diz, em um tom meio distraído, dando em puxão na minha mala. Tonk. – Falando no assunto... Eu não tenho exatamente um quarto nesta casa. Sabe, meus pais mudaram para cá ano passado, enquanto eu estava nos Estados Unidos. Eu disse a eles que não voltaria para casa no verão, sabe como é, mas foi antes de eu ter problemas com meu visto de estudante... Mas, bem, eles ficaram achando, sabe como é, que eu tinha basicamente saído de casa, então se mudaram para uma casa de três quartos. Mas não se preocupe, estou dividindo o quarto com meu irmão Doug...

Olho para Dean, um degrau abaixo de mim. Ele é tão alto que, mesmo em pé em um nível mais baixo do que o eu, continuo precisando erguer um pouco o queixo para olhar nos olhos castanhos dele.

- Ah, Dean – digo, e sinto meu coração derreter. – O seu irmão vai deixar o quarto para mim? Ele não precisava fazer isto!

Um olhar estranho passa pelo rosto de Dean.

- Ele não deixou. Não quis deixar. Você sabe como as crianças são. – Ele me lança um sorriso torto. – Mas não precisa se preocupar. Minha mãe é mestre em projetos de faça-você-mesmo, e ela arrumou uma cama suspensa para você... bom, na verdade, para mim. Mas você pode usar enquanto estiver aqui.

Ergo as sobrancelhas.

- Uma cama suspensa?

- Isso mesmo, é fantástica. Ela fez a coisa toda de MDF, na lavanderia. Bem em cima da lavadora-secadora! – Dean, ao ver minha expressão, completa: - Mas não se preocupe. Ela colocou uma cortina entre a lavanderia e a cozinha. Você vai ter muita privacidade. De todo modo, ninguém vai lá, só o cachorro. É lá que a tigela de comida dele fica.

Cachorro? Tigela de comida? Então... em vez de dormir com meu namorado, vou dormir com o cachorro da família. E a tigela de comida dele.

Mas tudo bem. Está ótimo. Educadores como o pai de Dean (e assistentes sociais como a mãe dele) não ganham muito dinheiro, e imóveis custam caro. Tenho sorte por eles terem um lugar para me receber! Quer dizer, nem o filho mais velho deles tem quarto em casa, e arrumaram um jeito de espremer uma cama para mim!

E por que um dos irmãos de Dean deixaria o quarto dele para mim? Só porque na minha casa eu sempre tinha que deixar o MEU quarto para qualquer visita de fora que fosse ficar lá não significa que a família de Dean seja obrigada a fazer a mesma coisa...

Principalmente porque nem sou uma visita importante. Sou apenas a futura esposa de Dean, afinal de contas.

Bem, na minha cabeça.

- Agora, vamos – Dean diz. – Preciso me apressar. Tenho que trocar de roupa para trabalhar.

Estou prestes a subir mais um degrau quando fico paralisada de novo.

- Trabalhar? Você tem que trabalhar? Hoje?

- Tenho. – Pelo menos, ele faz a gentileza de parecer chateado. – Mas não é nada de mais, Gi, só preciso fazer o turno do almoço e do jantar...

- Você... você é garçom?

Minha intenção não é soar pejorativa. Não é assim que me sinto. Não tenho nada contra quem trabalha em restaurantes, não tenho mesmo. Também cumpri meu período no setor alimentício, como todo mundo, usando aquelas calças de poliéster com muito orgulho.

Mas...

- O que aconteceu com o seu estágio? – pergunto. – Aquele na escola prestigiosa para jovens bruxos superdotadas?

- Estágio? – Dean bate a cinza do cigarro. Cai nas roseiras lá embaixo. Cinzas na terra geralmente são usadas como fertilizante, então isso não conta exatamente como sujar a rua. – Ah, aquilo se transformou em um desastre de proporções épicas. Sabia que não iam me pagar nada? Nem uma merda de um nuque.

- Mas... – engulo em seco. Ouço passarinhos cantando nas copas das árvores da rua. Pelo menos os passarinhos aqui cantam igual aos de Michigan. – É por isso que se chama estágio. O pagamento é a experiência que se ganha.

- Bom, a experiência não vai pagar a cerveja com meus amigos, vai? – Dean brinca. – E é claro que eles tinham duas mil inscrições para a vaga... uma vaga que nem tem salário! Não é igual ao que acontece nos Estados Unidos... A verdade, Ginny, é que nem me dei ao trabalho de me inscrever. De que adiantaria?

Fico só olhando para ele. O que aconteceu com aquela história de aceitar um trabalho apenas pela pura experiência? O que aconteceu com ensinar jovens bruxos a fazerem feitiços?

- Além do mais – ele completa –, quero trabalhar com jovens bruxos de verdade, não geniozinhos aristocratas... Jovens bruxos que realmente precisem de modelos masculinos de conduta positiva na vida...

- Então – digo, com meu coração se enchendo de esperança –, você se inscreveu para dar aula em alguma escola de um bairro pobre durante o verão?

- Ah, cacete, não. Nesse tipo de trabalho, o salário era uma merda. A única maneira de pagar as contas nesta cidade é trabalhando em restaurante. E tenho o melhor turno, de onze às onze. Aliás, preciso sair correndo agora mesmo para conseguir chegar na hora.

Mas acabei de chegar! Tenho vontade de gritar. Acabei de chegar e você vai sair? E não só vai sair como também vai me deixar sozinha com a sua família, que não conheço, durante DOZE HORAS?

Mas não digo nenhuma dessas coisas. Quer dizer, aqui está Dean, que me convidou para ficar, sem pagar nada, na casa da família dele com ele, e estou tendo um ataque porque ele tem que trabalhar... e por causa do emprego que ele tem. Que tipo de namorada sou, hein?

Mas acho que a expressão do meu rosto deve entregar o fato de que estou bem menos do que entusiasmada em relação à situação, já que Dean diz, esticando a mão para me abraçar pela cintura e me puxar para mais perto.

- Olha, não se preocupe, Gi. A gente se vê à noite, quando eu sair do trabalho.

De repente, ele já está amassando a guimba de cigarro com o calcanhar e está com os lábios no meu pescoço.

- E, quando eu voltar, você vai se divertir como nunca. Certo?

É muito difícil pensar direito quando um cara fofo, que é seu namorado, está fazendo carinho no seu pescoço.

Não que, na verdade, exista alguma coisa a respeito de que se pensar. Meu namorado me adora. Eu sou a bruxa mais sortuda do mundo.

- Bem – digo –, isso me parece...

E, antes que me dê conta, a boca de Dean já está na minha e nós estamos nos agarrando na escada diante da casa dos pais dele.

Espero que os Thomas não tenham como vizinhas velhinhas que se assustam com facilidade e que, se tiverem, que não estejam olhando pela janela nesse momento.

- Merda – Dean interrompe nosso beijo. – Preciso ir trabalhar. Mas, olha, nos vemos à noite, ok?

Meus lábios ainda formigam dos lugares onde a barba por fazer dele arranhou. A esta altura devem estar tão inchados quanto os de Angelina Jolie, de tanta pressão que foi aplicada sobre eles.

Não que eu me importe. Não tenho muita experiência no departamento de beijos.

Mas acho que talvez Dean seja o melhor beijador do mundo.

Além do mais, não posso deixar de notar que parece estar acontecendo alguma coisa muito agradável na região da virilha de Dean.

- Você precisa mesmo ir trabalhar? – pergunto a ele. – Não pode tirar o dia de folga?

- Hoje não. Mas amanhã vou estar livre. Tem uma coisa que preciso fazer na cidade. Mas, depois disso, vamos poder fazer o que você quiser. Ai, Merlin. – Ele me dá mais alguns beijos, então apoia a testa contra a minha. – Não acredito que vou fazer isto. Vai ficar tudo bem com você, não é?

Fico olhando para ele, pensando em como é bonito, apesar da jaqueta pavorosa, e como ele é fofo e desencanado também. Quer dizer, ele tem tanta determinação em seguir os passos do pai e ensinar os jovens... Só que ele não vai se contentar com qualquer situação. Está esperando até a oportunidade certa aparecer...

Tenho tanta sorte por ter estado no banho bem na hora que a poção daquela bruxa pegou fogo e por Dean ter sido o assistente dos residentes que estava de plantão na hora...

Eu me lembro da primeira vez que ele me beijou, na frente do alojamento McCracken (comigo de toalha e ele com aquele jeans desbotado nos lugares certos), com o hálito enfumaçado (de cigarro, não do incêndio) e quente na minha boca.

Fico pensando em todos os telefonemas e cartas que trocamos desde então. Lembro-me do fato de ter torrado todo o meu dinheiro em uma passagem de avião para vê-lo, já que não vou me mudar para Nova York com Mione e Ron, para ficar na casa dos meus pais e poder estar perto dele quando o ano letivo começar.

E respondo, com um sorrisão:

- Vou ficar bem.

- Beleza, então – Dean diz e me dá mais um último beijo.

Então ele dá meia volta e vai embora.


N/A: Hello, people!

Quarto capítulo postado! É agora que as coisas começam a esquentar. Será que você teria a coragem de fazer o mesmo que Ginny? Nem mesmo eu teria coragem!

Mas isso é ainda o começo. Só peço calma aos adoradores do Harry. Ele vem, sim, é só saber esperar. E enquanto isso, é ir lendo as desventuras de Ginny, que nesse capítulo começou a descobrir a verdadeira face do Dean...

Obrigada a todos que estão lendo! Mas eu quero reviews. Não, eu não quero. Eu PRECISO de reviews. Se não receber alguma, podem dar tchau ao quinto capítulo. Sim, podem dar "au revoir" a ele se não mandarem uma review para mim. ¬¬ Sou chantagista, sim.

Agora, obrigada às pessoinhas boas que me mandam reviews! No topo Juli-chan e Padma Ravenclaw, essas fofas que me enchem de felicidade sempre.

Aliás, a Padma está terminando a PUFF! Capítulos finais a caminho! Go ahead, flor! Te adoro! ^^


Será que alguém quer que eu continue? Será que alguém quer cenas do próximo capítulo?

"(...)- Quem é essa?

- Como assim, quem é essa? (...) É Gi, a namorada do seu irmão Di, ela é bruxa...

- Ah, fala sério, mãe – David diz, sorrindo. – Acha que sou bobo? Não é ela. Ela não é...

- David, esta é Gi. (...) E em homenagem à volta da amiga de Di, Gi, à sua terra natal, um genuíno café-da-manhã inglês!

Aprumo as costas na cadeira, de tão animada e lisonjeada que fico.

- Muito obrigada – digo. – Realmente, não precisava ter tanto...

Daí vejo o que tem nos pratos.

- Ratatouille de abóbora – a senhora Thomas diz, toda orgulhosa. – A sua preferida! E a nossa especialidade, abóboras no vapor. E também abóbora recheada, omelete de ovo com abóbora e suco de abóbora. Di me contou como você adora abóbora, Gi. Espero que esta refeição faça com que você se sinta novamente em casa!

Ai. Por. Merlin."

Parece que as coisas não estão indo tão bem quanto deveriam...

Agora... REVIEWS! ;)

Até o próximo post!

Afetuosamente,

Lucy Lovering.