Capítulo 5:

Mais decepções (isso é perseguição?)


"'Eu nunca repito nada.' Essa é a frase ritualística dos integrantes da alta sociedade, por meio da qual a fofoca é sempre garantida."

- Marcel Proust (1871-1922), romancista, crítico e ensaísta francês.


História da Moda

MONOGRAFIA DE GINEVRA WEASLEY

Uma das primeiras mulheres conhecidas a ditar a moda foi a imperadora bizantina Teodora, filha de um domador de ursos, que se sobressaiu frente a milhares de outras garotas e ganhou a mão do imperador Justino. Segundo os boatos, para que ela vencesse a Caça ao Imperador, de muito lhe valeram seus talentos de dançarina e acrobata.

Apesar de ter sido necessário um ato legislativo especial para permitir que Justino se casasse com alguém de posição social tão baixa, Teodora revelou-se uma imperadora valiosa: patrocinou dois espiões reais para que se infiltrassem na China e roubassem bichos-da-seda, para que ela pudesse se vestir de uma maneira a que, ela acreditou, seria fácil de se acostumar. Se Teodora não podia ir a Chanel, bom, simplesmente mandou que lhe trouxessem Chanel.


Estou aqui! Finalmente estou de volta, em casa!

E, tudo bem, não é exatamente o que eu esperava. Eu realmente pensava que Dean morava sozinho.

Mas, também, ele não MENTIU para mim.

E talvez isso seja melhor do que se nós dois simplesmente tivéssemos ficados sozinhos no apartamento dele, fazendo amor delicioso o dia e noite. Assim, vou ser obrigada a interagir com a família dele. Nós vamos mais ou menos poder nos testar, os Thomas e eu, para ver se somos compatíveis. Afinal de contas, ninguém vai querer casar com alguém cuja família a odeia.

Além do mais, enquanto Dean está trabalhando, posso dar início à minha monografia. Talvez um dos Thomas me empreste um computador. E posso fazer um pouco de pesquisa no Museu Britânico. É isso aí.

E, sinceramente, é bem melhor assim. Realmente vou poder conhecer Dean e a família dele e começar minha monografia de maneira bem sólida. Talvez até consiga terminar antes de voltar para casa! Meus pais nunca vão saber que houve qualquer tipo de atraso na minha formatura.

Hummm... sinto um cheirinho vindo da cozinha. Imagino o que seja. O cheiro é bom... mais ou menos. Não cheira nem um pouco como ovos mexidos com bacon, que são a especialidade da minha mãe. Realmente, é muito gentil da parte da senhora Thomas preparar o café-da-manhã para mim. Eu disse a ela que não precisava... Ela parece tão legal, com seu cabelo curto castanho-areia. Ela me disse para chamá-la de Tanya, mas é claro que nunca vou fazer isso. Os olhos dela ficaram meio esbugalhados quando entrei e o senhor Thomas me apresentou. Mas seja lá o que tenha pensado sobre mim que a deixou apavorada, ela não deixou transparecer.

Com certeza, espero que ela não repare na minha calcinha. Ou na ausência dela. E se foi por ISSO que ela ficou olhando para mim daquele jeito? Ela deve estar pensando: de todas as garotas que meu filho poderia ter trazido dos Estados Unidos, ele foi logo escolher uma vagabunda. Eu sabia que deveria ter colocado outra roupa para descer do avião. E estou com tanto frio com este vestido idiota que sei que os meus mamilos devem estar aparecendo. Talvez eu devesse colocar alguma coisa menos... fina. Certo, é o que vou fazer. Vou colocar um jeans e o meu twin-set bordado... apesar de eu estar guardando-o para a noite, quando achei que poderia fazer um pouco mais de frio.

Mal lembrava eu que aqui fazia frio o dia inteiro.

Certo. Uau, seja lá o que a senhora T estiver cozinhando, com certeza o cheiro é... forte. O que será? E também, por que parece que conheço este cheiro de algum lugar?

Sabe, minha cama de MDF não é tão ruim. É meio fofa, para falar a verdade. Parece o tipo de cama que Ty Pennington, daquele programa Extreme Makeover – Home Edition, faria para uma criança com câncer.

Só que a versão dele teria o formato de um ventrículo de coração, ou uma nave espacial, ou algo assim.

Certo, já estou pronta. É só dar uma ajeitadinha no cabelo e... Ih... pena que não tem espelho aqui. Ah, bom, quem se importa se o meu rímel estiver um pouco borrado ou algo assim? Tenho certeza de que estou ótima. Certo, é só abrir a cortina, e...

- Ah, nossa – a senhora Thomas diz, toda animada. – Achei que você iria se deitar um pouco.

Será que era isso que ela me disse agorinha há pouco? Na verdade não entendi o que ela falou. Ah, por que Dean foi trabalhar? É óbvio que preciso de um tradutor.

- Desculpe – digo. – Simplesmente estou agitada demais para dormir!

- Então, esta é a primeira vez que vem à Inglaterra? – a senhora T quer saber.

- Oh, não, eu nasci aqui, só que me mudei para os Estados Unidos faz seis anos e estava morrendo de saudades. Não sei o que a senhora está cozinhando, mas o cheiro está delicioso. – Esta foi uma leve mentira. O que ela está cozinhando simplesmente... cheira. Mesmo assim, provavelmente vai estar delicioso. – Tem alguma coisa que eu possa fazer para ajudar?

- Ah não, querida, acho que está tudo sob controle. Então, gostou da cama? Não é muito dura? Está boa?

- Ah, está ótima. – Eu me acomodo em uma banqueta na ponta do balcão da cozinha. Não consigo ver o que está chiando nas panelas em cima do fogão na frente dela, porque todas estão com tampa. Mas com toda a certeza cheira... muito. A cozinha é minúscula, realmente muito pequena. Tem uma janela no fundo que dá para um jardim colorido barrado pelo sol, cheio de botões de rosa. A própria senhora T parece uma rosa, com bochechas rosadas, jeans e bata.

Mas a bata dela não parece ser exatamente desta estação. Na verdade, deve ser uma bata dos tempos em que os senhores feudais liberaram os servos e esse tipo de bata entrou na sociedade, faz séculos!

Agora sei por que Dean acha que está tudo bem em andar por aí com uma jaqueta de dançar break. Mas ao mesmo tempo que algumas peças vintage (como a blusa da senhora Thomas) são maravilhosas, outros exemplos (como a blusa de Dean) não são. Obviamente, a família Thomas precisa ser informada a respeito do que funciona e do que não funciona quando se trata de peças de brechó.

É bom que eu esteja aqui para ajudar. Vou ter que me mostrar muito sensível ao fato de eles não terem muito dinheiro disponível para se vestir superbem. Este twin-set consegui no Twitch por vinte nuques! E a minha Levi's stretch é da Sears. E, tudo bem, comprei no departamento infantil... Mas você faz ideia de como fiquei feliz por caber em alguma coisa do departamento infantil?

Não que, na nossa sociedade obcecada com o peso, isso seja algo de que se gabar. Porque as mulheres precisam caber em roupas infantis para serem consideradas desejáveis? Isso é, ao mesmo tempo, doentio e nojento.

Mas... são para uma criança de nove anos! Caibo em um tamanho nove! Nunca entrei em um tamanho desses, nem quando tinha a idade em que supostamente deveria usar este tamanho.

- Que blusa bonita – a senhora T diz, a respeito do meu suéter.

- Obrigada – respondo. – Eu estava mesmo admirando sua bata!

Ela dá risada ao ouvir isto.

- O quê? Esta coisa velha? Deve ter uns trinta anos, no mínimo. Provavelmente é ainda mais velha.

- Que legal. Adoro roupas antigas.

Isto é tão bacana! A mãe de Dean e eu estamos nos dando bem. Talvez mais tarde possamos ir fazer compras, só a senhora T e eu. Ela provavelmente é como mamãe e não tem muita oportunidade de conversar assuntos femininos, já que tem três filhos e tudo o mais. Quem sabe podemos fazer a mão e o pé, e ir ao Caldeirão Furado tomar alguma coisa! Espere: será que ela vai a lugares bruxos com o filho?

- Nem posso dizer como é ótimo poder conhecê-la depois de ouvir falar da senhora durante tanto tempo. – Também não estou tentando puxar o saco. É de coração. – Estou tão animada de estar aqui!

- Que bom. – A senhora Thomas parece de fato feliz por mim.

Dá para ver que as unhas dela são quadradas e com aparência forte, e totalmente sem cuidado. Bom, ela provavelmente não tem tempo para frivolidades como ir à manicure, já que é uma assistente social ocupada.

- Dean me disse que você também é bruxa. O que planeja ver por aqui em Londres?

Por alguma razão, minha mente vai para a foto do bumbum pelado de Dean. Não acredito que pensei nisso! Deve ser o fuso horário.

Respondo:

- Ah, o palácio de Buckingham, é claro. E o Museu Britânico. – Não menciono que as únicas partes do museu que estou interessada em visitar são as salas onde guardam as vestimentas históricas. Se é que tem alguma sala assim. Posso ver arte velha e chata nos Estados Unidos sempre que eu quiser. De todo modo, vou mudar para Londres depois que Dean terminar o mestrado. Nós já combinamos.

- Ah, e a Torre de Londres. – Porque ouvi falar que é lá que ficam todas as joias refinadas. – E... ah, a casa de Jane Austen.

- Ah, você gosta dela, é? – a senhora Thomas parece um pouco surpresa. Está claro que nenhuma das antigas namoradas de Dean tinha gosto literário tão sofisticado. – Então, qual é sua obra preferida?

- Ah, a versão que passa no canal A&E, com Colin Firth, é claro – respondo. – Mas o figurino na versão com Gwyneth Paltrow também era fantástico.

A senhora Thomas olha para mim de um jeito meio esquisito: talvez não esteja entendendo meu sotaque do Meio-Oeste, da mesma maneira que eu não tenho mais facilidade de entender o dela. Droga, estou perdendo o jeito. Mas realmente estou tentando falar de maneira bem clara. Daí percebo o que ela quis dizer e acrescento:

- Ah, está falando dos livros? Não sei. São todos muito bons. – Tirando o fato de que não têm muitas descrições sobre as roupas dos personagens.

A senhora Thomas dá risada e pergunta:

- Quer se servir de um pouco de chá? Tenho certeza que deve estar morrendo de sede depois da viagem.

O que eu realmente gostaria de beber, é claro, é uma Diet Coke. Mas quando pergunto se tem alguma latinha na casa dos Thomas, a senhora Thomas me lança um olhar estranho e diz que precisa comprar algumas no mercado.

- Ah, não – digo, morrendo de vergonha. – Mesmo, está ótimo. Tomo um pouco de chá.

- Que bom. Porque não gosto da ideia de você colocar todos aqueles produtos químicos artificiais e horríveis no seu corpo. Isso não pode fazer bem.

Sorrio para ela, pesar de não fazer a mínima ideia do que ela está falando. Diet Coke não contém nenhum produto químico horrível. Contém gás carbônico, cafeína e aspartame, tudo muito adorável e delicioso. O que há de artificial nisto?

Mas agora que estou de volta, vou fazer como os ingleses fazem. Sirvo-me de um pouco de chá de uma chaleira de cerâmica que está ao lado do bule elétrico e coloco um pouco de leite, embora prefira colocar mel ou limão.

Fico surpresa ao me lembrar que realmente fica bom assim, como minha mãe fazia. E menciono isto em voz alta.

- O que é bom?

Um garoto com uns 15 ou 16 anos, usando jaqueta jeans escura com calça stone washed (essa doeu; mas como ele está usando a camiseta do Killers por baixo da jaqueta, isso meio que o redime um pouco), entra na cozinha e então fica paralisado ao me ver.

- Quem é essa?

- Como assim, quem é essa? – a senhora T diz em tom ríspido. – É Gi, a namorada do seu irmão Di, ela é bruxa...

- Ah, fala sério, mãe – David diz, sorrindo. – Acha que sou bobo? Não é ela. Ela não é...

- David, esta é Gi – a senhora T interrompe, de maneira ainda mais ríspida. Agora ela não está muito parecida com uma rosa. Ou acho que está sim, mas uma rosa com os espinhos aparecendo. – Cumprimente-a de maneira adequada, por favor.

David, parecendo acanhado, entende a mão direita. Eu a aperto.

- Desculpe – ele diz. – Prazer em conhecê-la. É só que o Di falou...

- Por favor, leve isto para a mesa – a senhora T enfia um punhado de facas e garfos na mão do filho mais novo. – O café-da-manhã logo ficará pronto.

- Café-da-manhã? Está quase na hora do almoço, não está?

- Bem, Gi não tomou café-da-manhã ainda, então é o que vamos comer.

David pega os talheres e vai para a sala de jantar. Geronimo, o collie da família (não é superfofo?), que tinha ficado encostado nas minhas pernas durante todo o tempo que eu estive sentada, saí atrás dele, aparentemente na esperança de cruzar com alguma travessa de comida.

- Você tem irmãos, Gi? – a senhora T pergunta, deixando toda a rispidez de lado, agora que o filho saiu do recinto.

- Oh, sim – respondo. – Sou a única garota da família. Tenho seis irmãos.

- Nossa, então você deve saber como garotos dão um trabalhão. – A senhora T desliga o fogão e grita: - David, diga a seu pai que o café-da-manhã está pronto. Dê um berro para Doug também.

Dean, Douglas e David. Adoro os nomes que os pais de Dean escolheram para os três filhos! Que fofura, dar nomes com a mesma letra para os três... Igualzinho a Paul Anka, só que ele só teve filhas: Alexandra, Amanda, Alicia, Anthea e Amelia.

E como é fofo eles todos me chamarem de Gi e não de Ginny. Ninguém nunca me chama de Gi. Ninguém além de Dean, é claro. Não que algum dia tenha pedido para que ele o fizesse. Ele simplesmente... chama.

- Bem – a senhora Thomas sorri para mim –, por que não se senta? Daí podemos comer.

- Deixe-me ajudar a levar as coisas para a mesa. – Desço da minha banqueta.

Mas a senhora Thomas me expulsa da cozinha, dizendo que não precisa de ajuda. Vou para a sala de jantar – que simplesmente faz parte da sala de visitas em formato de L, onde fica a mesa. Geronimo já está sentado ao lado da cadeira na cabeceira da mesa, alerta para qualquer migalha que possa cair perto dele.

- Onde eu sento? – pergunto a David, que, da maneira típica dos adolescentes (acho que isso é universal), dá de ombros.

É nesse instante que o senhor Thomas aparece e puxa uma cadeira para mim com um gesto galante. Agradeço e sento, tentando me lembrar de alguma vez que meu pai tenha puxado uma cadeira para mim, e não consigo.

- Prontinho – a senhora Thomas diz, saindo da cozinha com vários pratos fumegantes. – Em homenagem à volta da amiga de Di, Gi, à sua terra natal, um genuíno café-da-manhã inglês!

Aprumo as costas na cadeira, de tão animada e lisonjeada que fico.

- Muito obrigada – digo. – Realmente, não precisava ter tanto...

Daí vejo o que tem nos pratos.

- Ratatouille de abóbora – a senhora Thomas diz, toda orgulhosa. – A sua preferida! E a nossa especialidade, abóboras no vapor. E também abóbora recheada, omelete de ovo com abóbora e suco de abóbora. Di me contou como você adora abóbora, Gi. Espero que esta refeição faça com que você se sinta novamente em casa!

Ai. Por. Merlin.

- Gi? – A senhora Thomas, percebo, olha para mim com o rosto rosado tomado pela preocupação. – Está tudo bem com você? Parece um pouco... agitada.

- Estou bem. – Tomo um gole grande do meu chá com leite. – Parece ótimo, senhora Thomas. Muito obrigada por ter tanto trabalho. Não precisava.

- Foi um prazer – a senhora Thomas diz, radiante, e se senta na cadeira diante a minha. – E, por favor, me chame de Tanya.

- Certo. Tanya. – Torço para que meus olhos não pareçam tão úmidos quanto sinto que estão. Como ele pode ter cometido um erro desses? Será que ele nunca LEU as minhas cartas? Será que nem estava escutando o que eu disse na noite do incêndio?

- Quem está faltando? – a senhora Thomas pergunta, olhando para a cadeira vazia na frente do pai de Dean.

- Doug – David responde e pega uma torrada.

Torrada! Eu posso comer torrada. Não, espere, não posso. Não se quiser continuar usando um tamanho da seção infantil. Ai, Merlin. Vou ter que comer alguma coisa. A omelete de ovo com abóbora. Talvez o ovo disfarce o gosto da abóbora.

- DOUGLAS! – o senhor Thomas berra.

De algum lugar das profundezas da casa, uma voz masculina avisa:

- Oi! Já estou indo!

Dou uma mordida na omelete. Está boa. Mal dá para sentir o gosto da... Ah, não. Dá sim, para falar a verdade.

Mas o negócio é que este foi um erro honesto. Estou falando das abóboras. Qualquer um poderia ter confundido algo assim. Até mesmo a sua alma gêmea.

E, quer dizer, pelo menos ele se lembrou de que mencionei abóboras. Pode não ter se lembrado exatamente o que eu disse sobre eles. Mas obviamente sabe que eu disse alguma coisa.

E até parece que ele não está ocupado, ensinando jovens bruxos a fazerem feitiços e tudo o mais.

E trabalhando como garçom, parece.

Ao perceber que ninguém está olhando para mim, derrubo um pouco da omelete do meu prato no guardanapo do meu colo. Então olho para Geronimo, que saiu do lado do senhor Thomas, aparentemente percebendo que dali não vai sair nenhuma migalha.

O olhar do collie encontra o meu.

Antes que eu me dê conta, já estou com um focinho de cachorro na virilha.

- Mas o que é isso?

Um garoto, que deve ser o segundo irmão mais novo de Dean, Douglas, aparece na porta. Diferentemente da mãe e dos dois irmãos, o cabelo de Douglas é brilhante, de um ruivo acobreado (provavelmente da cor que era o cabelo do pai, antes de ter perdido todos os fios... a julgar pelas sobrancelhas, pelo menos).

- Ah, olá, Doug – a senhora Thomas diz. – Sente-se. Estamos tomando um café-da-manhã tradicional para dar as boas-vindas à amiga de Dean, Gi, dos Estados Unidos.

- Oi – digo, e ergo os olhos para ele, que poderia ser meu irmão mais novo só pela cor do cabelo. Está vestido da cabeça aos pés com roupas esportivas Adidas... Calça de moletom, jaqueta, camiseta e tênis da Adidas. Talvez ele seja patrocinado pela marca. – Sou Ginny. Prazer em conhecê-lo.

Douglas fica olhando para mim com olhar fixo durante um minuto. Daí cai na gargalhada.

- Até parece! Fala sério, mãe. Que tipo de piada é esta?

- Não é piada nenhuma, Douglas – a senhora Thomas diz em tom frio.

- Mas – Douglas solta – ela não pode ser Gi! Dean disse que Gi é uma gordinha!


N/A: Olá, pessoas!

Quinto capítulo on-line, como prometido. Sou chantagista sim, mas nunca deixo de cumprir minhas promessas. :)

E isso me lembra que tenho que agradecer à Juli-Chan, à Padma Ravenclaw e à Lara Lynx Black por tudo! Sim, pois sem elas eu não estaria aqui postando esse capítulo. Beijo, garotas! Obrigada pelo apoio! ;D

Ginny está mesmo numa roubada... quando o príncipe Harry vem salvá-la? Só saberá quem ler os próximos capítulos... e, consequentemente, quem mandar review para mim, pois só posto o próximo capítulo com pelo menos três reviews. Ouviram? TRÊS reviews ou nada de capítulo 6, que por acaso é um capítulo com cenas de NC17.

Sim, é aquele proibido para menores de dezessete.

Querem ou não? :P


E só para aumentar a vontade de vocês, vou mostrar um pouquinho do que irá acontecer no próximo capítulo:

"(...)

- Gin-NY! – Hermione berra ao telefone. – É VOCÊÊÊÊÊ?

Ah, legal. Ela está bêbada.

- Como vaaaiiiii? – ela quer saber. Como está Londres? Como está o gostoso, gostoso, gostoso do Dean? Como está o buuuuuuuuumbuuuuuuuum dele? (...)

Mione, acho que Dean disse aos irmãos que eu era gorda. (...)

- Ele disse isso, merda? Ele disse que você era gorda, merda? Fique onde está. Fique na merda do lugar em que você está agora. Vou pegar aquele trem do canal da Mancha e vou aí cortar o saco dele fora...

(...)

- Ah, Dean, tudo está um horror! O seu irmão Douglas... falou alguma coisa a respeito de você ter dito que eu era gordinha. Não é verdade, é?

- O quê? (...)

- O seu irmão, Douglas. Ele ficou chocado quando me conheceu, porque você tinha dito a ele que eu era gorda.

(...)

- Venha aqui, deixe-me dar mais um beijo em você... (...)

É difícil saber ao certo o que eu sei quando ele está me beijando, a não ser Oba! Ele está me beijando!. (...)

- Dean – eu sussurro –, você tem camisinha? (...)"

O clima parece estar esquentando no RF...

Então... REVIEWS! ^^

Afetuosamente,

Lucy Lovering.