Título: Tempête
Autora: Annette Fowl
Classificação etária: T
Shipper: Harry/Hermione
N/A.: bem, aqui vai mais um capitulo da fic , q espero eu, agrade vocês. Não digo q é dos melhores, mas é q a Maira betou tem tanto tempo que não sei se todos os ajustes foram feitos. Mas bem, boa leitura XD e deixem reviews XD
Capítulo II: Defénestrer¹
O escritório era confortável. Suas paredes continham estantes com livros de variados assuntos. Aquele era o santuário de Hermione. Quando ela se encontrava ali, Hudson, seu marido, sabia que não deveria incomodá-la, afinal, ela estava trabalhando.
Hermione era produtora de uma editora de livros. Sua função era caçar autores que fariam trabalhos que renderiam grandes lançamentos.
Obviamente que não era todo dia que ela encontrava um novo "O Senhor dos anéis", mas ela conseguia sempre encontrar Carl Sagans e Tom Clancys. Para ela não havia mundo mais mágico do que o dos livros e a arte de descobrir um novo autor. Estimulá-lo a desenvolver o que ela sabia, que ele poderia fazer de melhor, era algo muito, mas muito gratificante.
Todos os dias, voltava do trabalho e após fazer a janta, sempre antes de dormir, sentava-se em sua poltrona, colocando os pés no puff e se entregando a uma nova experiência. Quando se encontrava muito cansada, costumava ler na cama mesmo, antes de dormir.
Hoje ela fazia um trabalho extra. O contrato de determinado escritor estava chegando ao fim com sua editora e sua chefe pedira que avaliasse seu trabalho. Concordara de imediato. Havia fechado cinco livros naquele semestre no que pareceu uma maratona sem fim de trabalho com cinco autores. Estava se preparando para o que chamava de entre safra, a época em que os autores dos quais era responsável aproveitavam para tirar férias. Então não custava nada ler mais um livro, pensou antes de ir pra casa.
- Hermione, você sabe que horas são?
Ela ajeitou os óculos de leitura que já caia sobre seu nariz.
- Espere só mais um pouco, querido... Eu já vou.
Hudson revirou os olhos e antes de sair do escritório lançou as mãos ao ar em sinal de rendição. Seu dia havia sido cansativo e tudo que esperava era encontrar a sua esposa em casa para que pudessem desfrutar de alguns momentos juntos.
- Mas o que consigo? Nada, pois Hermione só sabe manter o nariz enterrado no trabalho – falou para si mesmo.
Maldito o momento em que a apoiei a seguir a carreira, pensou. Só para variar ela estava trabalhando e se deixasse ainda iria pra cama com aquele livro. Agüentava aquelas atitudes fazia mais de um ano e sabia que não ignoraria mais. Chegou ao quarto e sem pensar duas vezes pegou a mala vazia e a jogou aberta na cama. Existiam coisas que você não podia parar muito para pensar e aquela, para Hudson, era uma delas.
Estava quase terminando de arrumar tudo quando Hermione entrou no quarto. Imaginou que ela ia logo reparar na mala, mas em suas mãos havia um livro que ela continuava lendo. Ele soltou um murmúrio cansado e foi ai que ela parou.
- O que é isso? – falou se referindo claramente a mala em cima da cama, quase pronta.
- Isso? – ele apontou para a mesma e ela afirmou com um aceno – Bem, isso é a minha resposta a você e a isso que você chama de casamento.
Hermione retirou os óculos e o encarou aturdida. Não conseguia acreditar que seu marido estava fazendo as malas para ir embora. Não era possível que isso estivesse acontecendo novamente com ela.
- Como? Desculpe-me... Acho que não entendi direito...
- Ah, você entendeu sim. Você é esperta demais, Hermione. Não feche seus olhos para isso também! – ele pôs o último par de meias na mala e a fechou – estou indo embora!
- Eu não acredito que você está fazendo isso, Hudson... Sabe há quanto tempo somos casados? – falou o seguindo até a sala.
- E a senhora sabe há quanto tempo não fazemos sexo? Pelo amor de Deus, Hermione! Isso aqui deixou de ser um casamento tem muito tempo! Você se enterrou no trabalho, nós não temos uma vida amorosa. Somos, muito mau, amigos e olhe lá!
Ele jogou a mala ao chão e virou-se para encará-la. Hermione estava vermelha, mas não de raiva. Uma sensação de "dejà vu" tomou conta dela e sabia bem porque. Fracassara novamente e dessa vez com seu marido. Com Hudson, o homem que jurara amar e respeitar até que a morte os separasse. Deu um suspiro cansado e jogou o livro no sofá.
- Olha... Só estamos passando por um momento ruim... Amanhã... Isso, amanhã! Eu preparo um jantar e nós fazemos...
- Esquece! – ele a interrompeu – Hermione, eu quero o divórcio.
Ela o olhou sem ação. Não ouvira bem ou Hudson acabara de lhe pedir o divórcio. Parecia uma piada. Tivera um dia cansativo no trabalho, encerrando suas edições e agora ele queria discutir a relação. Aliás, ele queria por um fim no casamento deles. Havia razão para aquilo? Não a seu ver. Concordava que estava se dedicando muito ao trabalho, mas quando ele a conheceu ela era exatamente daquela maneira. Eles haviam se casado porque ambos priorizavam suas carreiras e sentiam que o outro seria uma boa companhia. Daquele tipo que não faria cobranças. Hermione reconhecia que Hudson se apaixonara por ela, mas assumia que não estava ali por amor. Então, tomando para si que ele apenas estava cansado, após mais um dia de trabalho na bolsa de valores de Londres, resolveu acabar com aquela cena.
- Não! – exclamou categoricamente lhe dando as costas e indo até a cozinha.
- Como não? A gente não é mais um casal Hermione e não me refiro apenas ao sexo. Nós não temos uma vida em comum, nós não temos...
- Hudson, eu não aceito isso!
- Mas você aceitando ou não eu estou indo embora e amanhã meu advogado te procura.
Só podia ser um pesadelo, ela pensou. Procurou a caixa com remédios em busca de algo para dor de cabeça e pôs a água do chá para ferver. Divórcio? Não. Seu casamento era tudo que lhe restara. Hudson era tudo que tinha além de sua carreira. O trabalho a absorvia de tal forma que não tinha tempo para encontros com os amigos. Muito mal se encontrava com Gina, mas somente porque esta tinha alguns trabalhos editorias e lhe pedia ajuda às vezes. Então a menos que seu amigo fosse algum escritor em potencial, não havia lugar na sua vida para eles. Encarou o marido e respirou fundo.
- Você não pode pedir o divórcio, você me ama!
Ele riu. Riu e muito, antes de voltar a falar com ela. Hermione só soube ficar parada frente aquela atitude.
- Sejamos sinceros. Eu posso até um dia ter te amado, mas você nunca me amou, Hermione. Eu não sei onde que a sua mente esteve todos esses anos em que vivemos juntos, mas eu sempre senti que quando eu te beijada, quando eu te tocava e você fechava os olhos não era a mim que você via...
Hermione contou até dez. Nunca amara Hudson. Entrara naquela relação para esquecer uma escolha errada. Acabara não esquecendo, mas sentira que estava protegida e que seus fantasmas não mais lhe atormentariam. Precisava se manter segura e a rotina de Hudson era um bálsamo para ela. Não sabia o que fazer naquela situação e isso a deixou desnorteada. Não aceitava fracassos.
- Hudson... – se aproximou dele – É o meu trabalho que te incomoda?
- Não Hermione... Sua dedicação a ele que me incomoda. Não apenas a ele, mas a tudo que você ama. Ou seja, você não ama o nosso casamento. O nosso casamento é apenas algo que você tem e que está ali. Do qual você não abre mão. Algo que está ali para que todos vejam e seja admirado. É engraçado como nas festas todos acham que somos o casal perfeito, mas mal sabem eles que a minha esposa viraria uma prostituta pelo trabalho!
Um tapa. Hermione se segurou para não dar um tapa em Hudson. Chegou a levar a mão ao ar, mas desistiu, pois não valia a pena. O silêncio que se seguiu foi quebrado apenas pelo apito da chaleira. Não sabia que se dedicar ao trabalho era crime, muito menos amar a sua carreira. Lembrava-se das vezes em que o próprio hudson chegara tarde por causa do trabalho, ou que deixara de fazer uma coisa ou outra com ela por causa deste. Na verdade ela tentara ser uma boa esposa, ainda tentava, como quando chegava cansada e se preocupava em preparar algo para ambos comerem. Mas Hudson...
Talvez ele estivesse certo. Talvez aquele casamento estivesse falido. Se ele não a amava mais e não queria levar a frente, ela que não se responsabilizaria.
- Quem sabe o problema não tenha sido eu, Hudson... – murmurou – Talvez você não tenha conseguido ser motivo o bastante pra me tirar o foco do serviço.
Hudson deu um passo para trás. Agora a culpa era dele. Hermione apontava o dedo para seu peito e avançava em sua direção. Seus olhos mostravam certo rancor. Ele engoliu em seco. Respirou fundo e a atacou.
- O problema não fui eu! – gritou – O problema foi você! Foi você e a sua alienação pra vida!
- Nunca! Você que não foi homem o suficiente! Quer saber? Vai embora! Porque se o seu problema for sexo eu vou te dizer uma grande verdade! – Hudson arregalou os olhos.
- Que verdade?
- Eu nunca... Escute bem... Eu nunca... Senti um orgasmo com você, nesses quatro anos de casamento!
Ela falara devagar. Pausando nos momentos certos. Queria ver a cara dele. Segurara-se durante todo aquele tempo, mas se agora ele queria guerra, ela daria. Um sorriso triunfal brotou em seus lábios. Sentia-se mais leve depois daquela informação.
- Mentira... Nós sempre alcançamos juntos... Você...
- Poupe-me, Hudson! Você estava tão concentrado em seu bel-prazer que nem repararia se eu estivesse fingindo ou não!
Hermione já não conseguia nem encará-lo. Pegou uma xícara e preparou seu chá. Tudo que queria agora era um pouco de descanso. Se ele queria o divórcio, o daria. Não valia mais a pena. Na verdade para ela nada mais valia a pena.
- Sua mentirosa! – acusou segurando-a por um braço e a sacudindo – Diz que isso é mentira!
Ela o encarou com a cara mais limpa do mundo e aquilo bastou.
- Solte-me, ou meu advogado vai adorar a marca que vai ficar no meu braço.
- Espera... Deixe-me ver se entendi direito... Você disse a ele que não sentiu nenhum orgasmo em 4 anos de casamento?
Já havia se passado uma semana desde que Hudson pedira o divórcio. Hermione, após acertar tudo com o advogado, esperava calmamente que a audiência fosse marcada e que pudesse assinar os papéis. Naquela tarde, encontrava-se em um restaurante, tomando um pouco de chá com Gina. A amiga era a primeira pessoa para quem contava a notícia e agora a ruiva se mostrava maravilhada com a história.
- Sim, eu disse... – Hermione respondeu sem deixar de sorrir por trás da xícara.
- Ah meu Deus, eu daria tudo pra ver a cara dele nessa hora! Imagina eu dizer isso ao Draco, ele teria um filho! – a ruiva se segurava pra não chamar a atenção das pessoas à volta delas.
- Claro que não era verdade... Mas eu disse Gina, somente pra que ele desfizesse aquela pose de quem consegue tudo. Sinceramente, foi uma ótima idéia.
Ambas se refrearam para não gargalharem. Teria sido muito mais interessante se Hermione houvesse chamado Gina para visitá-la, mas em seu constante hábito de evitar Hudson, esquecera que agora não morava mais com ele e que voltara a desfrutar de certas liberdades em casa.
Chegara à conclusão de que aquela fora a melhor coisa que Hudson poderia ter feito. Agora se sentia mais livre. Disposta a fazer mais coisas. Tinha de admitir que aquele casamento fora mais uma fuga do que qualquer outra coisa, mas às vezes ter a liberdade de volta era algo muito proveitoso.
- Vai ser bom para você, Hermione. Na verdade já está sendo. – Gina falou, olhando para a amiga e bebendo um gole de chá. – Você parece mais rosada, mais à vontade... Eih! – os olhos da ruiva brilharam - Dê um presente ao Hudson por essa brilhante idéia.
Dessa vez elas não conseguiram se segurar e caíram na gargalhada. Depois de alguns minutos, Hermione se controlou e retomou a conversa.
- Está bem... Agora me diga o que você tinha de tão interessante para me contar.
Assim que se encontraram, a ruiva disse à amiga que precisava lhe contar algo muito importante. Mas ao ter a sensação de ter algo diferente acontecendo com Hermione, Gina perguntara o que havia acontecido e a morena lhe contara sobre o divórcio.
Gina acabara se esquecendo de seu real motivo ali, o que não era nada bom. Afinal, a ruiva queria que a sua história soasse o mais plausível possível. Às vezes era azucrinante inventar algo para contar a Hermione, porque a morena era capaz de encontrar um furo na trama e assim por todo um trabalho em jogo.
Mas hoje ela estava decidida. E aquela notícia que Hermione lhe dera era um sinal dos céus de que deveria seguir em frente. Pegou uma pasta e a entregou a amiga.
Hermione a pegou e olhou para Gina a procura de respostas.
- Bem, eu sei que você vai entrar de férias agora... E queria te dizer que tem um certo tempo que fico protelando pra te entregar, mas de hoje não pode passar.
- E o que é isso? – Hermione perguntou já abrindo a pasta sobre o colo e pegando algumas folhas de dentro.
- Bem, uma pessoa me manda essas cartas todos os meses pra redação da revista. Sinceramente se eu tivesse contatos no mundo editorial bruxo, entregaria a eles, mas eu acho que isso faria sucesso entre os trouxas.
Hermione deu uma rápida olhada em uma das folhas. Não podia deixar de dizer que a principio a narração era interessante.
- Ele usou um feitiço... – murmurou ao ver a letra de forma – rapaz esperto...
Gina quase se engasgou do outro lado. A morena a olhou de relance, mas ao ver que ela estava bem, voltou ao papel. Gina agradeceu por isso e com o tom mais displicente do mundo perguntou.
- Como que você sabe que é "ele"?
Hermione deu um sorriso sem graça e balançou a cabeça em sinal de que aquilo não tinha importância. Guardou a folha e pôs a pasta em sua bolsa. Depois veria direito aquilo.
- Eu vou dar uma olhada com calma. Se valer a pena mesmo, marcamos uma entrevista. Concorda?
A ruiva reprimiu um sorriso de vitória.
- Claro! – ela olhou para o relógio – oh Hermione... Tenho de voltar pra casa. Draco volta de viagem hoje e bem... Quero fazer uma surpresa. – piscou para a amiga.
Hermione pediu a conta e elas se despediram na frente do restaurante mesmo. O sol começava a sumir. A morena respirou fundo. A casa já havia uns dias parecia ser de outra pessoa. Não reconhecia seu escritório sem a costumeira papelada editorial pra ser feita. Precisava arrumar uma ocupação e aquele material que Gina lhe dera era perfeito.
Às vezes a vida pregava peças a Hermione e aquela, era uma delas. Tinha uma taça de vinho em mãos, pronta para beber enquanto relaxava em um banho de espuma quando o telefone tocou. Acabara de falar com seu advogado e descobrir que Hudson pretendia pedir uma indenização pelos anos que estiveram casados.
Passou pelo telefone e deixou que a secretária atendesse. Estava se despindo quando reconheceu a voz de Alice, sua chefe.
- Hermione, sei que você está ai. Vamos atenda. Preciso falar com você sobre aquele autor. Hermione, aquele material que você me deu é um achado. Sabe onde pode encontrá-lo? Sei que por ele usar um pseudônimo fica difícil, mas não deve ser difícil se achar alguém como esse aqui na Internet. Essa sua nova fonte não pode marcar uma entrevista? Ah Hermione...
Ela continuou falando por mais alguns minutos. Minutos esses que Hermione ignorou. Bebeu um pouco do seu vinho e ficou ali. Tão somente sentindo a água em sua pele quando o telefone voltou a tocar.
- Ah Alice, eu não vou te atender hoje... – falou para si mesma.
A secretária voltou a atender. Ouviu a sua própria voz avisando a quem quer que estivesse ligando que ela não poderia atender no momento. Passaram-se uns segundos antes que voltasse a ouvir algo.
- Erh... Mione? Sou eu a Gina. Bem, não sei se é exatamente assim que esse aparelho funciona, mas bem... É meio estranho falar com essa caixa... –a ruiva riu nervosa – olha, eu só to aqui, porque eu queria te avisar uma coisa...
De onde estava, a morena apenas mexeu seu pescoço, para movimentar os músculos. Precisava urgentemente de uma massagem. Quase que estendeu a mão para pegar o aparelho sem fio que estava próximo a ela, mas não o fez. Era engraçado ver Gina embaraçada com o uso de um telefone.
-... É sobre aquele meu amigo que escreveu aqueles textos, Hermione... Já que você disse que gostou e que possivelmente a sua chefe iria aprovar, acho que está na hora deu te dizer que foi o Harry que escreveu tudo aquilo...
Hermione parou com a taça a caminho de sua boca. A menos que estivesse errada, muito, mas muito errada, Gina citara o nome Harry. Claro que existiam vários Harrys no mundo, mas Hermione tinha consciência que para relutar tanto em contar, Gina só poderia estar se referindo a um.
-... Sei que tem um tempo que vocês já não se vêem e se quiser eu posso marcar um encontro pra vocês, mas é que o Harry queria que...
Cansada, a morena se pôs de pé a procura de sua toalha. Pegou o telefone e começou a falar enquanto andava até sua cama. Suspirou.
- Boa noite, Gina.
A ruiva permaneceu muda do outro lado, o que era estranho, já que ela se mostrara tão falante no ultimo minuto.
- Vamos lá Gina, me diga que você não fez isso comigo. – ela manteve o tom o mais calmo possível.
Seu dia estava chegando ao fim e tudo que queria e precisava era de uma boa noite de sono.
- Erh... Mione, me desculpa, mas é que...
- Vamos ser claras, Gina. A partir de agora todo e qualquer assunto que o senhor Potter quiser resolver será com a minha chefe ou algum colega meu que ela encarregar de trabalhar com ele. Avise a ele que com toda certeza estará em ótimas mãos...
- Mas Mione, ele disse que...
- Gina, avise a ele que só tem uma forma deu trabalhar com ele. E sinceramente no presente momento eu não sei se seria viável que ele recorresse a isso. Estou exausta... A gente pode se ver amanha?
- Sim, claro...
Mais tarde, enquanto olhava para o teto, sem conseguir dormir, Hermione se perguntava o que poderia estar acontecendo de errado em sua vida. Não que ela não visse as coisas que estavam acontecendo, mas o porquê de tudo isso acontecer ao mesmo tempo.
Se fosse fã de astrologia, diria que as suas estrelas deveriam estar em alguma posição com o seu planeta natal que desencadearia toda a sorte de acontecimentos em sua vida. Sorte não, azar.
Virou-se na cama e fechou os olhos. Ela nunca deixara de ser Hermione Granger, logo tinha todo e total controle de sua vida. Então, até onde lhe dizia respeito ao menos o assunto Harry Potter estava encerrado. Com Hudson querendo arranjar confusão no processo de divórcio tudo que ela não precisava era parar para pensar no passado. Principalmente aquele.
N.A.2: a tradução do capítulo. oks, eu amo essa palavra e queria pq queria colocá-la como título do capitulo. Me perdoem se em francês ela estiver errada, oks? Mas essa foi a equivalência que achamos.
¹ Defénestrer: adj. defenestrar.
N.A.3: ok, agora os agradecimentos.
MiaGranger28: como assim achou q não veria seu nome aqui? Mas se vc é q ta betando, sereia? Impossível deu não falar de vc, né? 8-) uahauhauhauaua vc mal pode esperar pelas atualizações e eu pelos capítulos betados 8-) uahauhahaaa te amo, beijos.
Tha Black: Thais, obrigada pelo review. Valeu por me aturar no MSN e talz 8-) ah, eu não mandei pro chall pq ate o dia do encerramento eu so tinha o capitulo um, dois e 3, acho 8-) e sim, eu tb achei esse nome mto fofo - espero o próximo review, oks? E valeu pelo meu nome la -
Pink Potter: pink! Valeu pelo review XD espero q esse capitulo te agrade tb 8-) uauhauuuahhua to esperando o próximo, review, oks? Beijos
Monique: aih, q lindo, vc ta achando a fic legal XD espero q esse capitulo não te decepcione 8-) mas bem, aqui está a sua atualização XD obrigada pelo review! Beijos
Mione03: Caroooooooooooooooooooool. Valeu pelo reviw - ah, obrigada pelo apoio e talz, mas vc sabe, eu não tenho um pingo de confiança e sou mto critica cmg mesma, daí eu nunca acho q ta bom 8-) mas obrigada por sempre me ajudar, viu? Fica c Deus. Beijos
Bitriz: Bitriz, eu não vou parar a fic não, calma XD é q to tendo uns probleminhas. Uma pequena dificuldade técnica entre a minha disponibilidade e a da beta 8-) obrigada pelo review, oks? beijos
Pra você que lê a fic e nunca deixa review (povo do FF): eu resolvi ensinar vocês, que nunca deixam review, como se faz pra deixar uma. Primeiro: você termina de ler e no final da página tem uma caixinha no canto esquerdo com o link "submite review" clique em "go" e uma janela irá se abrir. Como eu sou legal destravei os reviews anônimos quando publiquei o primeiro capítulo da fic. Logo você não precisa ser cadastrado no fanfiction pra deixar um review. Nessa janela tem um espaço pra você deixar e-mail e nome, depois tem um espaço maior onde você pode deixar o review e pronto. Se você tem cadastro é só clicar em "log in" por senha e e-mail e depois seu review. Sendo cadastrado no fanfiction aparecem umas opções abaixo do espaço pra você escrever. Onde você pode pedir pra receber alerta do autor ou da fic. Sendo assim toda vez que eu atualizar a fic você vai ficar sabendo em primeira mão. Antes mesmo que ela apareça na lista da página HH. Isso não é legal?
Pra você que lê a fic e nunca deixa comentários (povo do Floreios): eu também resolvi ensinar vocês que nunca deixam comentários como se faz pra deixar um. No floreios é muito mais fácil. Porque quando você entra no menu da fic tem a listagem dos capítulos. No final tem um campo destinado ao voto. Se você não estiver a fim de escrever ao menos clique em uma das bolinhas lá (de preferência na 5, é claro). Agora se você resolver ser mais caridoso ainda vá até o final da página e você vai ver um espaço com seu nome, e-mail, nota (você tem de mudar porque senão a nota que entra é 1)e por último o espaço em branco para o seu comentário. Se você quiser que eu receba é só marcar um link onde diz pra mandar pro autor senão, não precisa. Viu como é simples?
N.A.4: Ah, eu não podia esquecer do doug, que não gosta de ler fanfics, mas q leu essa somente pra me ajudar c o nome do capitulo; thais e bia, minhas sobrinhas que ficaram me aturando c essa idéia do nome e ajudaram a procurá-lo em francês; e a aninha, que ficou vendo eu colocar na janela dela todas as variantes de defenestrar ( q ironico, não?) uauauhauhauhau. Valeu gnt, um grande beijo.
