n/a: só pra vcs nao confundirem: a segunda lembrança não é do ultimo jogo (o q tá escrito na primeira), é só ver pela estações e tal... era no começo do ano escolar ainda. a primeira lembrança não seria lembrança, porque é o ultimo fato desde o ultimo capítulo. mas escrevo como se a marlene estivesse lembrando disso, uns dias depois, entao, certo?..... ok? qualquer dúvida, perguntem!

espero, do fundo do coração, q vcs gostem!

Capítulo 19. Lua Minguante

Ela pensava no jogo do sábado anterior, que ganharam a copa pelo sétimo ano seguido, e que isso não a fazia tão feliz quanto já fizera. Talvez isso que chamassem de crescer, pensou. E torceu para estar errada.

Antes de tudo ela olhava através da janela, olhava a lua cheia, a sua solidão e o esforço desgraçado que estava fazendo para definir quem ela mesma era, o que fazer a repeito. Não deveria ser tão difícil assim, não deveria...

-- Foi um jogo bonito. – Sirius lhe disse ao se aproximar o bastante, o barulho enchia a Sala Comunal na comemoração pelo jogo. Ele tinha uma caneca na mão, e nenhuma expressão no rosto.

Ela tentou sorrir, mas não deu certo.

-- É, foi legal. – Concordou por fim.

Dividiram por um tempo o mesmo assunto com os olhos, mas as bocas os ignoravam. O jogo, afinal, não tinha sido tão bom assim.

-- Talvez melhore da... – Ela começou, pensou, e deu coração doeu.

-- Não vai ter um próximo. – Ele disse o que ela sentiu doer. – Foi nosso último jogo.

Ela respirou fundo, sentia falta de ar. Viu-se sufocada pela areia de uma imensa ampulheta.

-- Tem razão. – Disse, e se sentiu pequena e vulnerável. – Talvez se Jim ainda fosse o capitão...

-- Seria melhor?

-- É.

-- Talvez. – O tom de Sirius era vago. Ele mirou fundo os olhos castanho-esverdeados; eram quase do mesmo tom dos de James. – Pelo menos seria como sempre foi.

-- Mas ele é monitor agora, não pôde mais ser capitão. – De um modo ridículo e incompreensível, ela tentava explicar a ordem das coisas. Estava tudo tão errado que ela se sentia culpada.

-- Mas ele não devia ser monitor. – O garoto agora mirava o negrume através da janela, um olhar vago, mas a voz firme. – É monitor por causa da Evans. – Fitou novamente os olhos da amiga. – Remus deveria ser monitor. Ele sempre foi bom com essas coisas. Não sei o que deu nele.

-- Ele estava cansado. Muitas obrigações. – Estava difícil sustentar o olhar, era mesmo uma idiota por se sentir tão fraca. Eram só os olhos de Sirius, afinal.

Mas foi ele quem desviou o olhar, e ela mirou seu perfil; ele passaria por despreocupado e calmo se analisassem somente a expressão de seu rosto. Mas ela estava tão habituada à tristeza displicente de Sirius quanto estava à sua própria ansiedade.

-- Ele gostava de ter obrigações, sempre gostou. Você não devia ser capitã.

A música começou a ficar animada. Estavam os dois como se longe daquele som, e de tudo o mais. Distantes da ordem natural do universo. Ou assim se sentiam.

Ela sentiu tristeza e desespero. "Você não devia ser capitã." E sentiu-se idiota por isso fazê-la querer chorar.

-- Eu deveria ser o quê? – Marlene perguntou baixinho, olhando para os próprios sapatos rudes de jogo, como botas de guerra. Ela não era ninguém e não estava em lugar algum. Não conhecia a si mesma, nem aquele mundo que a rodeava.

-- Nós devíamos ser amigos. – Ele disse, como se respondesse à pergunta dela. Como se isso solucionasse as coisas.

Ela o olhou intensamente.

-- Amigos? – Repetiu para ele.

-- Só amigos. E é assim que você devia estar na minha cabeça. Uma amiga, mais uma amiga. Um James de saias, e só. É isso que saiu errado.

Ela engoliu em seco.

-- Deve ser. – Disse vagamente.

-- Você conseguiu? – Ele perguntou, seu rosto expressava uma dor que ela jamais vira em Sirius.

Ela o olhou sentindo seu coração se comprimir, como se tentasse mas não conseguisse bater.

-- Consegui o quê? – Perguntou num fio fino e agudo de voz, e lágrimas ardidas nos olhos.

-- Sou só um amigo na sua cabeça, sou como James ou Peter?

-- Eu... – Ele sussurrou, tentava conter o choro. – Eu tô trabalhando nisso.

Olharam-se. Ela mordia os lábios a ponto de sentir dor, os olhos dele pareceram mais cinzentos.

-- É? – Ele perguntou rouco, e viu-a menear o rosto num "sim" taciturno. As lágrimas tocaram seus lábios vermelhos.

Sirius baixou o rosto numa careta de dor.

-- Você tá conseguindo? – Ouviu-a perguntar e fungar baixinho com o nariz.

Ele a olhou outra vez, ela realmente nunca vira aquela expressão nele, e não saberia descrever se tentasse. Uma tristeza profunda e um brilho dolorido... era só o que conseguiria dizer, mas daria tanto para realmente entender...

-- Vou trabalhar duro nisso. – Sua voz não falhava como a dela. – Pode acreditar.

Bom, não era isso que ela queria? Estar sozinha?

A lua minguava em algum ponto do céu, e podia ver isso nos olhos calmos de Remus, e nas olheiras fundas sob eles: o dia anterior fora o último de lua cheia.

Era raro o céu estar assim tão limpo, ela podia ver cada estrela. E sentia o braço dele ao lado do seu, a presença inteira e reconfortante.

Deitaram-se num pátio desconhecido entre uma passagem secreta e os jardins da escola, sobre a pedra fria de Hogwarts e sob aquele céu. Ela pensou que era muita sorte não estar nevando, e muito bom que ela soubesse aquele feitiço para esquentar um pouco o ambiente. Nem mesmo estavam com as capas quando decidiram sair um pouco do castelo.

-- Rem? – Ela girou o rosto sobre a pedra, os olhos dele pareciam perdidos em algum ponto que ela não conhecia, antes que ele a fitasse. – Você acha que vai ficar tudo bem? A guerra, eu quero dizer.

Ele a olhou um momento, parecia cansado e sério demais para a idade que tinha. E ela gostava tanto disso.

-- Parece tão real agora, não é? – Ele comentou.

-- Perto demais.

-- Eu não sei, tenho... acho que... bom, podem acontecer coisas ruins, estão acontecendo coisas terríveis. – Ele olhou fundo nos olhos dela. Podia ver claramente o espaço vazio que se expressava no rosto dela, o semblante triste, a falta de um pai. – Mas acho que com o Dumbledore do nosso lado, as coisas não vão piorar. Ele sabe o que faz, vai nos dizer como lutar. – Ele queria despreocupá-la e confiava em Dumbledore. E isso foi tudo o que conseguiu dizer.

Ela suspirou.

-- Tomara que fique tudo bem.

Ele girou o corpo sobre o chão e, com um cotovelo apoiando o peso do corpo, fitou os olhos castanhos, quase no mesmo esverdeado dos de James. Antigamente as sobrancelhas escuras dela sempre estavam bagunçadas; alguma traquinagem, correria, marotice que fizera pelo castelo. Hoje elas formavam um conjunto sedutor com os olhos grande de cílios compridos.

-- Mesmo que as coisas não fiquem bem, eu vou proteger você, Lene. Vou tá sempre do seu lado. Eu juro. – Ele acariciou seus cabelos e a viu fechar os olhos, como se quisesse ouvir o som do vento.

Mãos grandes e seguras... Os dedos de Remus eram grossos, as palmas sempre machucadas em algum ponto. A lua era minguante. Ela respirou fundo e segurou a mão de Remus sobre seus lábios. Depois abriu os olhos e entrelaçou seus dedos aos dele.

-- Eu deveria dizer que não preciso de ninguém, que sei me cuidar sozinha. É isso o que eu diria. É isso o que eu conhecia de mim. – Ela parecia triste. Mas se sentia idiota, fraca.

Remus a olhava de um jeito sério. Firmou o peso nos próprios braços e cobriu o corpo dela com o seu.

-- Você sabe se cuidar. Só é meio descontrolada... – Ele ergueu as sobrancelhas de um jeito charmoso e brincalhão, tentou desviar o assunto por não saber ao certo aonde aquilo chegaria.

-- Não, Rem. É sério. É como se de repente eu não fosse mais nada, não conseguisse mais ser nada... Ou como se eu tivesse percebido que na verdade nunca fui nada. Nada só eu. Só de mim, entende?

Ele suspirou.

-- Você acabou de perder seu pai. – Ele lhe lembrou, a olhava como se dissesse "não seja tão dura consigo mesma".

-- Exatamente. – Ela ignorou o sentido de seu olhar. Sentiu beijos carinhosos em seu ombro e pescoço. – Se o perdi, tenho que crescer logo, não ficar feito uma tonta perdida no que eu sou, no que eu tenho que fazer. Eu tô sozinha agora, é assim que tenho que aprender a ser.

-- Você não tá sozinha, Lene, não queira estar.

Ela fitou por um tempo o castanho-amarelado, mel, dos olhos dele. Às vezes ele lhe lembrava tanto seu pai... O sorriso calmo, os cabelos castanhos sobre os olhos, a maneira como simplificava as coisas.

Ele acariciou o rosto dela com as duas mãos, o corpo apoiado nos cotovelos, um de cada lado do corpo dela.

O tronco largo dele e o peso quente que se fazia sobre seu próprio corpo a fazia pensar num vento morno e seco. Ele aproximou o rosto e o encaixou entre pescoço e ombro dela, respirando o cheiro de seu cabelo. Ela o abraçou. Não queria estar pronta para sair dali.

Pensou novamente na ampulheta, na falta de ar.

Não era mais uma simples questão de querer estar com ele, de querer seu toque ou o sorriso acalentador.

Possivelmente era instinto, ele pensou. Mas se sentisse o cheiro dela por tempo demais, o controle das coisas e de seu corpo não estava mais em suas mãos. Ele sentiu que ela se arrepiou, talvez sua respiração tocando sua nuca. Ele colou os lábios aos dela, e o gosto dele também era como instinto para ela.

Era questão de já sentir sua falta, de já notar a ausência daquelas mãos. A falta das cicatrizes que sentia sobre sua pele e músculos, enquanto deslizava as mãos sobre suas costas, para lhe tirar o suéter.

Ela ergueu um pouco a cintura do chão, para que ele lhe tirasse a blusa também. Ele sentiu-a espirar um fôlego falho.

-- Tá muito frio? – Ele sussurrou cuidadoso, as mãos já buscando saciar seu tato.

Ela sorriu só com os lábios.

-- Você me protege do frio. – Sussurrou de volta.

Era questão de encarar a guerra, o mundo fora de Hogwarts, os ventos além dos muros.

Ela entreabriu as pernas devagar, fazendo a saia deslizar pela parte interna de suas coxas, descobrindo-as; aquele movimento, o deslizar, as meias pretas escolares contra a pele branca; aquele momento inteiro o fazia suar instantaneamente, todas as vezes em que estiveram juntos assim. Ele tocava a pele descoberta num impulso irreprimível, e sentia a textura finíssima da pele de olhos fechados, achando-se perdido no corpo dela.

E já estava com os botões abertos sem saber como, e seus corpos estavam quase completamente juntos. Segurou uma das pernas dela contra seu próprio corpo, e a viu de olhos fechados perder o fôlego, os lábios dela sempre inchavam mais ou menos nesse momento.

Era questão de saber e sentir e temer que tudo aquilo, não só eles dois, mas todo o mundo como conheciam podia acabar, a qualquer momento. E os sinais de fim estavam na lágrima que escorregou no canto de um dos olhos dela, e na dor que ele sentiu no próprio peito, quando segurou firme a cintura fina a se arquear num suspiro do prazer que ele também sentia, que o fazia perder rumo, controle e paz.

Era questão do medo que aquilo tudo lhes dava. E do modo como tinham que ser fortes.

Era muito cedo para entender que as curvas dela e o peito forte dele não eram porto seguro.


James Potter parou bruscamente à porta, segurando-se ao portal para não derrapar; viera correndo, ele presumia. E isso o alarmou.

-- Que aconteceu, Prongs? – Remus perguntou,

James colocou uma mão no peito, como quem tenta oontrolar o ritmo da respiração, e a outra agitou nervosamente seus cabelos suados, e isso o alarmou ainda mais. Ele estava com o uniforme do jogo que Remus perdera enquanto voltava de sua última "visita familiar", o corpo alto e atlético do amigo arqueava de cansaço e seus olhos pareciam refletir seriamente sobre o que estava fazendo ali.

-- Conta logo, Prongs. – Remus insistiu, pois seu amigo parecia hesitar.

Não entendia por que viera correndo contar a Remus... Sirius já estava cuidando dela, e a enfermeira também. Talvez fosse aquela imagem que fazia do amigo, de que ele era o único entre os quatro que realmente sabia o que era o certo a se fazer, e o fazia. Talvez fosse isso, mas sentia-se movido por algo que não entendia.

-- Lenny... ela caiu. – Ele ajeitou os óculos que escorregavam com o suor do rosto, e ainda não entendia por que estava ali.

Remus abriu e fechou a boca.

E disparou, atravessou o portal do dormitório e desceu as escadas de quatro em quatro degraus.

James não o seguiu de imediato. Sentiu um estranho calafrio na espinha quando viu o amigo pulando os degraus, como se, em algum momento, o fato de ele ter vindo chamar Remus daria errado.


Era toda uma sucessão de coisas, e ele talvez entendesse por que James o chamara. Fazia sentido de uma maneira que ele jamais acreditara, algo como destino. Algo que o aproximava de Marlene por todos os lados.

Lembrou-se daquele baile, do sorriso dela e do beijo do dia seguinte que mais fora um adeus. Lembrou de quando o pai dela morreu, da mão dela na sua como se confiasse só nele. Das brigas entre ela e Sirius e do rosto corado e cheio de lágrimas dela. Do modo como a dor da guerra refletia-se em seus olhos antes sempre tão alegres. Pensou nessa queda, no rosto temeroso de James ao contar, e seu coração pareceu parar um segundo. Sentia necessidade de vê-la e tocá-la e sentir que ela estava bem.

E quando virou o último corredor e já podia avistar a porta da enfermaria, sentiu como um vento frio na nuca, como se os muros de Hogwarts estivessem ficando menores... A guerra estava perto demais. Estava perto demais de Marlene. Se não fosse agora, talvez ele nunca mais tivesse outra chance. E ela era a única com quem valia a pena tentar o que ele sempre negou a si mesmo...

Abriu a porta tentando fazer silêncio, a respiração tão rápida que seu peito ardia.

-- E se eu não estivesse lá, Marlene? E se ninguém que voasse rápido o suficiente estivesse lá?!

Sirius visivelmente tentava não gritar, pelo modo rouco que sua voz saía. Estava parado à frente da cama dela, em pé, os braços e as mãos gesticulavam com raiva, refletia raiva também no rosto e na mandíbula cerrada. Marlene estava sentada e recostada sobre os travesseiros de uma cama, o uniforme (e seu coração parou outra vez) estava sujo de sangue próximo à gola da blusa. Madame Pomfrey limpava seu rosto do mesmo sangue e olhava Sirius irritada.

-- Bom, eu teria escapado de outro jeito! – Marlene estava irritada, e parecia confusa enquanto olhava Sirius.

-- Que jeito!? Você é desastrada demais pra jogar Quadribol, Marlene! Mulheres são distraídas demais!

A garota enviou seu olhar mais gélido para Sirius.

-- Ah, por que não chegou a essa conclusão antes, Black? Vamos fazer como a Sonserina: nenhuma garota no time! E me colocaram como capitã por pura falta de homem, então!

Sirius deu um passo a frente e cerrou os punhos.

-- Ei. – Remus decidiu que era melhor interromper.

-- Graças a Merlim! – Exclamou Madame Pomfrey. – Eu não consigo fazê-los parar, Lupin! Mas você é mais ajuizado, sempre foi. Enquanto você os faz ficar quietos, eu mando o Black para fora, certo? – E ela olhava para Sirius enquanto falava.

-- Já tô indo. – Ele rosnou. – Sua amiga quase arrebentou o crânio no chão, outra vez, Moony. Vê se dá um jeito nela. – Falou tão rouco que sua garganta arranhava, e estava com tanta raiva que não encarou Remus nos olhos, não viu a ansiedade iluminando seu rosto.

Saiu e fechou a porta com força.

-- Esse garoto acha que é o rei da escola, francamente! E você, McKinnon, estive aqui e recebi seus primos quando eles se machucavam, e, juro por Merlim, juntando todos eles, não vieram aqui tantas vezes como você vem! E não traziam garotos arrogantes e briguentos em seu encalço!

-- Bom, não é minha culpa! – Marlene alteou a voz.

-- Não fale alto outra vez ou seu crânio se abrirá, ouviu bem? Deite e descanse, e tome a poção outra vez daqui a dez minutos. – E virou para Remus. – Você tem cinco minutos com ela, Lupin. Nada mais.

E saiu por uma porta interna, resmungando e com o rosto corado.

Finalmente eles se encararam. Ela desfez o semblante zangado e sorriu, como a chuva pára de cair no verão, assim de repente, com o Sol a empurrá-la.

Ele não teve dúvidas; ou não teve tempo de tê-las; não pensou em mais nada, ou em nada.

Seguiu a passos grandes e marcados até o lado da cama em que ela estava, sentou-se numa cadeira bem ao lado, tocou seu rosto agora limpo do sangue e aproximou-o só um pouco, enquanto dobrava o tronco sobre a cama para chegar perto o suficiente. O mais perto que podia estar.

-- Eu vim ver você. – Ele sussurrou, já sem pensamentos, agindo por algum impulso que ele achava vir do universo e de seu peito completamente descontrolado. Sentiu o ar sair da boca dela, e incrivelmente ele parecia estar naquele mesmo ritmo, sem ritmo.

Colou os lábios aos dela porque já não podia fazer mais nada, e sua mente sempre atenta e preocupada o abandonou. O único receio que sentia era do novo ferimento dela, e para isso bastava que deixasse passar todo o carinho que guardara para ela, esse tempo todo.

E ela tinha exatamente o gosto de que se lembrava, doce e quente, como a esperança certa de que o dia vem, mesmo quando a noite é de lua cheia. Como o primeiro dia de lua minguante.

Sentiu ela o abraçar e descolar seus lábios, puxando-o mais para afundar o rosto no ombro dele. Sentir aquele cheiro de que ela se lembrava na camisa dele. Colônia antiga e sabonete, o peito morno e forte, rígido por pura mania de se manter alerta. Ela realmente sentira falta dele.

-- Lenny, namora comigo? – Ele perguntou, sentiu que nunca pensara a respeito, mas que sempre soubera que ia perguntar.

Soubera que ela sorria pelo modo como o ar escapou de sua boca, indo pousar em seu pescoço.

Ela o puxou com a firmeza delicada dela, e o beijou outra vez enquanto meneava o rosto. Ela sentia a mesma coisa: como se sempre soubera que aquele momento ia chegar; como se sempre esperasse por ele, de alguma forma proibida que a fizera não pensar a respeito.

Ela o fazia pensar em Lua Minguante. Num calendário inteiro só com Luas Minguantes.


n/a: provas!!!! essa é a razão da demora! como sempre, to sempre tentando atualizar mais rápido, tá? é q é mesmo difícil...

q q vcs acharam? muuucho tristonho? mucho chato? insuportável? legal? agradável? suuuper emocionante e lindo!??!? ^^

rs, me digam!! ajuda mesmo, é sério!!!

Nah Almeida: q honra!!! brigada mesmo!!! nossa q maravilha!! a primeira s/m e minha!!! :D nem fiquei feliz e toda orgulhosa!!! rs espero q vc goste do capitulo!! eles tbm sao pra mim o casal mais bonito!!! tenho absessao por eles!

Fefa Black: acho q fiquei vermelha quando li sua review!!! :) brigada!!!

kssy Potter: farei mais briguinhas em sua homenagem!!! rs brigada!

NathyHime: ai, demorei mesmo!! espero q compense!!! brigada pela review

bju grande!