Miracles

Secret Saturdays não me pertence, e que continue não pertencendo. Os fãs agradecem. :D

-x-

Zak não conseguia processar mais nada do que estava acontecendo; algo poderia incendiar a caverna, ele continuaria ali, olhos vidrados naquela última nota.

"te iubesc"

"amo você".

- Zak.

Nenhuma resposta.

- Zak? – Doyle chamou-o novamente, acenando com a mão na frente dos olhos do sobrinho, tentando tirá-lo do "transe". Nada. Doyle, desistindo, revirou os olhos e procurou nos bolsos as ditas cinquentas pratas.

- Tio Doyle?

- Hm?

- Nós deveríamos procurá-la, ou... você acha que ela estava falando sério?

- Eu não sei, homenzinho. O que você acha?

- Eu... eu não sei. – Zak olhou para baixo, como se esperasse que o chão se abrisse e lhe desse uma resposta. Fechou os olhos, e, quando tornou a abri-los, já havia tomado uma decisão.

*

Floresta abaixo da caverna, 10:13 a.m.

Karen assistiu Zak e Doyle chegarem à caverna do topo de uma árvore, que esta, por sua vez, possuía vários galhos grossos e era cheia de folhas. Ela estava sentada em um desses galhos, com as costas repousando no tronco grosso da árvore.

O Sol da manhã lançava alguns raios de luz que atravessavam as folhas com um pouco de dificuldade, e batiam diretamente no rosto da garota – ela se sentia grata pelo calor. Havia fechado os olhos há um bom tempo, seu corpo cansado cedendo ao "conforto" que a luz e o silêncio lhe proporcionavam. Sua mãe lhe veio em mente, assim como uma antiga música de piano que ela costumava tocar. Essa lembrança desapareceu tão rápido quanto aparecera – ela já não sentia tanta falta de sua antiga vida.

Um mosquito cantava em seu ouvido, e ela sentiu vontade de cantar junto. Sua pele estava pálida e possuía alguns arranhões no rosto.

Karen estava quase dormindo quando ouviu o barulho dos motores da mochila de Doyle. Quando o barulho diminuiu o suficiente para o que ela considerava "seguro", o pensamento de sair dali e continuar apenas relampejou por sua mente – seu corpo não respondia mais à seus comando e, logo, ela dormia um sono profundo.

*

N/A – Sim, eu demorei. Eu havia perdido meu planejamento. Achei – na verdade, meu professor de Matemática encontrou – no meio do meu trabalho (pelo menos ele foi gente boa de me devolver. Um dia, uma história RAPR foi parar no meio do meu trabalho de Física. A professora leu e tirou 3 pontos da minha média, só por ser yaoi. Eu mereço).

Legal, capítulo #13. Minha criatividade anda fugindo de mim, não sei por quê.

Ah, pessoal, eu leio, sim, as reviews que me mandam. A preguiça de respondê-las é tão forte – e o teclado ainda me mata de vergonha com os erros que ele próprio comete. Mas não é antipatia. Não mesmo. Bom, eu fico feliz em saber que não deixou de passar. Mas terça é o único dia em que eu não posso fazer nada. Acho que só baixando mesmo, ou vendo no Youtube.

E eu sei que está curto, mas, de novo, minha criatividade fugiu.

(: