Laços de Família
Disclaimer: Jensen Ackles e Jared Padalecki não me pertencem. Eu não os conheço nem sei o que se passa com eles, isso tudo é fruto apenas da minha imaginação.
Sinopse: Jensen Ackles perdera tudo que tinha tudo que importava seu pai, sua mãe, sua estabilidade. Sua vida não era para ser desse jeito. E o culpado de tudo tinha um nome: Jared Padalecki. J2, PADACKLES, UA.
Beta: Capítulo betado por Ariathy S2
Avisos: 1. Atenção, essa fic é slash, ou seja, relação homossexual masculina, se você não gosta, não leia. Se gosta, sinta-se à vontade para ler e comentar.
2. Contém lemon, isto é, relação sexual entre homens, se vc é menor de 18 anos, é aconselhável que não leia, mas isso quem decide é você.
3. Essa fic é UA (Universo Alternativo)
3. O título da história é uma clara referência ao livro da Clarice Lispector, mas elas ficam só no título mesmo. Eu sequer li o livro, infelizmente.
Capítulo 2: Testamento - parte I.
Jensen dirigiu pelo caminho que ele já conhecia tão bem, mas contra o qual ele ainda relutava. O bar também já era velho conhecido. O local não ficava no que se podia chamar de zona mais nobre da cidade, e era exatamente por isso que Jensen gostava dali, era conveniente. Nenhum de seus amigos ou qualquer pessoa de seu circulo de influências o veria ali. Era isso que importava manter as aparências.
Chegou à portaria, encarou o homem negro e extremamente forte que trabalhava no local e ele apenas acenou com a cabeça para que Jensen entrasse. Descrição também era um dos fortes do local.
Entrou e ouviu a tão característica batida eletrônica que ecoava por todo o ambiente. Por mais que tentasse, não conseguia se acostumar àquele som, que ainda o deixava um pouco tonto. Ou talvez fosse o whisky fazendo efeito. Não importava, no final.
Jensen se lembrava da primeira vez em que foi até aquele bar. Fazia quase dez anos. Foi acompanhado de um amigo, que conhecera na faculdade. Ben era o nome dele. De vez em quando ainda se cruzavam nesse bar. Era um dos únicos amigos que conhecia a vida dupla que Jensen levava, mas nunca o tinha julgado por isso. Jensen ficava agradecido, pois eram poucas as pessoas em quem ele podia confiar.
Chegou ao balcão do bar, onde um rapaz sem camisa e dentro de uma calça de couro justíssima preparava drinks com uma habilidade invejável. Pediu uma vodka pura, queria ficar bêbado o mais rápido o possível. Foi prontamente atendido. Deu uma olhada pelo ambiente. Não via Ben por ali, mas o local estava lotado de homens dançando, bebendo e se agarrando nos espaços escuros momentaneamente iluminados por conta do jogo de luzes do lugar. A música continuava tocando alto.
Avistou um cara do outro lado do grande salão. Ele era bonito, sim, bem bonito. E estava olhando de volta. Era loiro, cabelo curto, quase igual ao seu, só um pouco mais claro. Alto e forte. Usava um jeans apertado e uma camisa branca, com uns detalhes em prata e tinha uma cerveja nas mãos. Deu um gole e acenou com a cabeça para Jensen.
Jensen pensou por um segundo apenas, depois fez um gesto com a cabeça para que o homem o seguisse. Minutos depois, encontraram-se do lado de fora do bar. Jensen estava encostado a uma parede, a rua era escura, com pouquíssima visibilidade, ele chegou primeiro, e depois de alguns instantes chegou o outro homem.
- Você não acha que esse lugar é meio perigoso? – Perguntou o desconhecido se aproximando de Jensen.
- Você não acha que eu posso ser perigoso? – Jensen respondeu provocantemente. Os dois aproximaram seus corpos mais ainda, Jensen ainda colado à parede.
- Hum, de repente, pode ser. Você quer me fazer algum mal, meu bem? - O homem tinha o rosto muito próximo ao rosto de Jensen agora, que aproximou a boca da orelha do desconhecido e falou num sussurro.
- Só se você também quiser.
Não precisaram falar mais nada e antes que aquelas palavras morressem na boca de Jensen, ele já estava sendo beijado de forma selvagem, e correspondia com a mesma avidez. Os dois homens permaneceram naquela viela escura se beijando e explorando o corpo um do outro com as mãos por alguns minutos ainda, até que o estranho separou a boca da de Jensen para tomar ar e aproveitou para fazer uma proposta bem indecente.
- Você não prefere ir para um lugar mais calmo, benzinho?
Jensen olhou para o homem com os olhos escurecidos de luxúria, mas ao mesmo como se dissessem "Me chame de benzinho de novo e eu quebro a sua cara". Mas respirou fundo e deu um belo sorriso cínico.
- Eu conheço o lugar perfeito - disse e saiu de onde se encontrava, entre a parede e aquele homem. Fez sinal para que ele o seguisse.
O homem o olhou um pouco confuso por alguns segundos, mas depois o seguiu até o carro. Quando os dois entraram no carro de Jensen, o outro loiro parou e o encarou.
- Eu ainda não sei o seu nome - disse o homem, e esperou uma resposta de Jensen, que só veio após ele terminar de colocar o cinto e ligar o carro.
- Isso porque eu não disse – respondeu sem olhar para o outro. Não falaram mais nada depois daquilo. Para o que eles iriam fazer, nomes não eram necessários. Jensen deu a partida e eles rumaram até o lugar perfeito de que ele falara.
-J2-
Jared acabava de se despedir das últimas pessoas que ainda permaneceram com ele em casa após o enterro de Jeffrey. Alguns poucos e bons amigos, sem dúvida. Eles, aliás, estiveram presentes não só agora, nos momentos derradeiros, mas durante toda a vida de Jared com Jeffrey. Sempre apoiando, mesmo quando o mundo fazia questão de tentar provar que o que os dois tinham era sujo e errado. Jared nunca teria como agradecê-los. Particularmente Jim, um grande amigo de Jeff e que fora um dos únicos que continuara a seu lado nos últimos dez anos.
Sua mãe havia voltado direto para casa, em San Antonio. Ela se despediu do filho, sabendo que ele ficaria em boas mãos. Além do que, Jared era um homem equilibrado, ela sabia que podia confiar nele.
Jared então subiu as escadas em direção ao seu quarto. Entrou e fechou a porta. Olhou ao seu redor. Tudo estava tão igual! Ficou parado, em pé, observando o cômodo. Era impossível não imaginar que Jeff entraria ali a qualquer instante, enrolado numa toalha, saindo do banho, procurando seus óculos feito um louco ou rindo de alguma coisa que vira na TV e que fazia questão de contar para Jared. Podia quase senti-lo abraçando-o por trás e beijando sua nuca.
Fechou os olhos com força e balançou a cabeça. Mas sabia que essas imagens mentais demorariam bastante a desaparecer, se é que um dia desapareceriam. Ainda mais ali, naquela casa, naquele quarto. Virou um pouco a cabeça e encarou a cama. Aquela cama. Dez anos não se apagam do dia para a noite. Nem mesmo se ele quisesse apagá-los.
Foi desabotoando as mangas da camisa, depois tirou a gravata. Abriu os botões de sua camisa um por um e retirou-a por fim. Tirou os sapatos e as meias e seguiu para o banheiro. Terminou de despir-se e entrou no box, ligando a água quente. Entrou debaixo do chuveiro e finalmente deixou as lágrimas presas durante todo o dia escorrerem por seu rosto. Precisava chorar por Jeff, até porque sorrira durante dez anos por aquele homem.
Flash Back
- Não Jeff, eu vou me atrasar pra aula, por favor, a gente acabou de transar - disse Jared não acreditando no que via quando notou que Jeff invadia o box do banheiro com aquela expressão safada no rosto.
- Não é só você quem está atrasado, seu egoísta, eu também quero usar o chuveiro - Jeffrey pareceria inocente a qualquer um que não o conhecesse.
- Certo, eu vou fingir que acredito - Jared deu espaço para que Jeffrey entrasse debaixo d'água também. O homem mais velho então molhou o rosto e a água foi descendo por sua barba e pelo seu corpo, e quando Jared se afastou um pouco para pegar um vidro de xampu, sentiu-se sendo abraçado por Jeff, e sentiu também que o homem já estava bastante animado novamente.
Jared apenas suspirou.
- Quem é mesmo de nós dois que tem 22 anos? - perguntou enquanto se virava e ainda tinha a boca livre.
Fim do Flash Back
Quando Jared saiu do banheiro tinha ainda os olhos um pouco vermelhos. Ele talvez devesse comer alguma coisa, pensou. Mas quem conseguiria pensar em comida numa hora dessas? Resolveu apenas se jogar na cama e tentar dormir, pelo máximo de tempo que conseguisse.
-J2-
Jensen e o homem mal tiveram tempo de abrir a porta do quarto de motel, tamanha era a fome com que um invadia a boca do outro. Eles entraram cambaleando e quase não perceberam quando alcançaram a cama. Jensen caiu por cima do desconhecido, imediatamente pressionando sua já latente ereção contra o quadril do outro loiro. O homem gemeu em aprovação e mordeu o lábio inferior de Jensen.
- Você gosta de ficar por cima? - perguntou o estranho, se afastando para poder olhar o rosto de Jensen.
- Se não for pra ficar por cima então nem vai rolar - Jensen respondeu secamente, deixando bem claro que aquilo era apenas uma foda com um desconhecido, e que se ele não topasse suas condições, era só dar meia volta que Jensen encontraria outro que topasse.
- Tudo bem, bonitão, eu sou bastante eclético - o desconhecido respondeu sorrindo meio de lado e abrindo mais as pernas, fazendo com que Jensen se acomodasse melhor. - Mas eu podia te fazer ver estrelas, se você deixasse - sussurrou por fim na orelha de Jensen.
- Eu não estou interessado em estrelas hoje.
- Uma pena - o homem disse e começou a tirar a camisa que ainda vestia, e Jensen passou a retirar as próprias roupas também. Eles de vez em quando paravam e se beijavam, ou um agarrava o cabelo do outro e atacava seu pescoço ou orelha, seguindo esse ritmo até que ambos não vestissem mais nada.
- Você tem... - perguntou o homem com uma expressão levemente preocupada no rosto.
- Proteção? - Jensen deu um sorrisinho de lado. Foi até a mesinha ao lado da cama e tirou de dentro de uma das gavetas um punhado de camisinhas e um tubo de lubrificante. Deu uma piscadela ao loiro que observava impressionado.
- Não vou nem perguntar se essa é a primeira vez que você vem aqui.
- Melhor não, mesmo. Sem perguntas, sem mentiras - Jensen continuava com um tom seco na voz.
Jensen estava parado de pé, em frente à cama, olhando para o homem deitado diante de si. O desconhecido notou que estava sendo observado e abriu as pernas, num convite mudo para que Jensen o fodesse logo.
- Vira - o homem pareceu não entender. "V-i-r-a." Jensen repetiu, como se soletrasse. "Eu quero comer você de quatro." Era de uma frieza impressionante.
Por um instante, aquele homem pensou em levantar-se daquela cama e ir embora. Ou quem sabe ensinar para aquele filho da puta como é que se come alguém de quatro de verdade. Mas algo lhe dizia que aquela foda valeria à pena. Então ele apenas se virou e se apoiou sobre os joelhos e cotovelos sobre a cama.
-J2-
Já fazia horas que Jared se revirava na cama sem sequer indícios de que o sono estava por vir. Isso é inútil, pensou o moreno. Sentou-se na cama e olhou ao seu redor. Não conseguiria dormir naquele quarto, não com tantos fantasmas o assombrando. Não com o maldito cheiro de Jeffrey ainda impregnado nos lençóis e no travesseiro. Talvez se eu os trocasse... Mas não era tão simples, e como ele tiraria aquele cheiro do próprio corpo? Aquilo era, antes de tudo, mais uma lembrança.
Levantou-se de vez e caminhou até o banheiro. Abriu a torneira da pia e juntou água nas mãos em forma de concha, depois jogou no rosto, abaixando a cabeça. Levantou-a novamente e encarou seu reflexo no espelho. O banheiro estava mal iluminado, mesmo assim, Jared conseguiu notar as manchas escuras sob seus olhos. E que não eram de hoje. Se procurasse bem, acharia até rugas ou quem sabe algum fio de cabelo branco. E com certeza havia perdido peso, massa muscular. Tudo isso aos 27 anos, pensou. Incrível, nos últimos dez anos Jared sempre tivera o desejo de ser mais velho, ou ao menos de parecer mais velho. Porque sua juventude, sua jovialidade incomodavam. Não a ele realmente, ou a Jeffrey, mas esse era mais um dos motivos para que as pessoas olhassem torto para eles.
Os últimos meses tinham feito um ótimo trabalho.
Jared fechou os olhos com força, depois voltou a abri-los. Abriu a porta do pequeno armário que ficava no banheiro e tateou entre os vários fracos com os dedos até achar o que procurava. Abriu-o e despejou dois comprimidos na mão. Num movimento rápido, jogou-os na boca e abaixou a cabeça, tomando um pouco de água da torneira mesmo.
Saiu do banheiro e voltou a sua cama, deitando-se novamente. Agora tinha certeza de que dormiria por um bom tempo.
-J2-
Jensen calçava os sapatos, já totalmente vestido, sentado na cama, enquanto o outro homem, ainda nu e coberto somente por um lençol o observava com curiosidade. Sim, pois seria hipocrisia da parte dele dizer que aquele belo e misterioso homem não o deixava curioso.
Olhou para o ambiente do quarto de motel em que estavam. Não era nenhum motel cinco estrelas, sem dúvida, mas também estava bem longe de ser uma espelunca. Decente, seria o termo que usaria se tivesse de defini-lo em uma palavra apenas. E pelo visto o "bonitão" já era de casa, já que agora se lembrava de que quando os dois chegaram ao local Jensen apenas abaixou o vidro do carro e acenou para o porteiro, seguindo direto para esse quarto, logo depois. Ele já deve ter trazido metade da cidade aqui, pensou o homem.
- A gente vai se ver de novo? - perguntou, olhando para Jensen, que nem se deu ao trabalho de olhá-lo de volta para responder.
- Provavelmente não – seco e frio.
- Você é sempre assim ou aconteceu alguma coisa hoje que te deixou azedo desse jeito? – ele tentaria provocar Jensen até não poder mais.
Eu enterrei meu pai algumas horas atrás, e olha que eu já não falava com ele há quase dez anos. Jensen até pensou em dizer isso, mas apenas terminou de calçar os sapatos e se virou para o outro homem.
- Eu sou sempre assim. Viu? Vai ser bem melhor se nós não nos virmos novamente, pra nós dois.
Ele respirou fundo e se levantou da cama. Pegou as chaves do carro e a carteira na mesinha de cabeceira. O outro homem começava a se levantar e a catar suas roupas que estavam jogadas pelo chão.
- Você precisa de alguma coisa? – Jensen perguntou.
O desconhecido olhou para ele sem entender nada, a princípio.
- Dinheiro. Sabe, pra pegar um táxi ou coisa do tipo? – era incrível a indiferença com que essas palavras soaram.
O homem soltou uma gargalhada.
- Você é um filho da puta, mesmo – balançou a cabeça enquanto terminava de vestir suas calças. - Se você não tivesse me fodido tão bem, eu diria que nem valeu a pena.
- Eu só queria ajudar, mas se você não precisa de mais nada, eu já vou indo - Jensen nem se deu ao trabalho de encará-lo mais uma vez. Já tinha a mão na maçaneta da porta quando ouviu.
- Até nunca mais, então.
Jensen só virou a cabeça e sorriu de lado.
- Até nunca mais.
-J2-
Eram dez da manhã quando Jensen despertou no dia seguinte, já no seu quarto, na sua cama. Danneel batia na porta e chamava por ele. Ele se levantou muito a contragosto e abriu a porta para a mulher.
- O que foi que houve, a casa 'tá pegando fogo? – ele perguntou cobrindo os olhos com a mão quando a claridade de fora do quarto atingiu seus olhos.
Danneel suspirou meio aborrecida. Aquilo definitivamente era ridículo e ela estava cansando.
- Você esqueceu a reunião às 11?
- Do que diabos você está falando?
A mulher estava realmente impaciente. Ela olhou para Jensen naquele estado, de ressaca e provavelmente depois de ter passado a noite com qualquer vagabunda que ele pegou só Deus sabe onde, e tudo isso um dia depois do enterro do pai. Teve pena.
- Você tem que estar às 11 horas no escritório do advogado do seu pai, para a leitura do testamento dele – ela olhou o marido de relance mais uma vez. - É melhor você se apressar. E vê se arruma essa cara.
Jensen não respondeu nada, apenas observou a mulher se afastando. Fechou a porta novamente e apoiou a testa na madeira, fechando os olhos. Isso era tudo o que ele não precisava agora.
Às 11:45h, Jensen chegou ao escritório, que ficava já no centro da cidade, longe da área residencial e de onde ele morava. Usara um óculos escuro até a entrada do prédio para esconder suas evidentes olheiras, mas teve de tirá-los já na portaria, para se identificar e perguntar qual a sala do Dr. Wallace, advogado seu pai.
- Sala 17 - respondeu simplesmente a recepcionista, dando-lhe um largo sorriso. Ele sorriu de volta para ela, mas claramente sem a mesma vontade.
Ele entrou no elevador e parou no andar indicado. Foi só sair e procurar pelo número 17 em alguma porta. Não demorou muito, logo ele avistou o número e um letreiro com o nome do Dr. Wallace. Bateu uma vez e ouviu passos vindos de lá de dentro. Um senhor abriu a porta e cumprimentou-o gentilmente.
- Você deve ser Jensen Ackles?
- E o senhor deve ser o Dr. Wallace – o homem acenou positivamente com a cabeça e fez um gesto com as mãos para que Jensen entrasse.
- Nós só estávamos esperando pelo senhor para começarmos.
Não se sabe se pela sutileza da colocação, se pelo estado de desatenção ou de ressaca de Jensen, mas ele demorou alguns segundos para processar essa informação.
- Nós? – ele repetiu antes de se dar conta da presença, também dentro daquela sala, de Jared Padalecki.
Jensen estava abismado, não esperava vê-lo na leitura do testamento do pai.
- O que ele está fazendo aqui? – perguntou se voltando para o Dr. Wallace, que não teve tempo de responder, pois foi cortado por Jared.
- Você pode falar direto comigo, nós não somos mais crianças para usarmos interlocutores.
Jensen o ignorou totalmente, e fez questão de repetir a pergunta.
- O que esse homem está fazendo aqui? – perguntou pausadamente.
- Essa era uma das condições do seu pai, que o testamento dele só fosse lido na presença dos dois.
- Eu não vou compactuar com essa palhaçada, eu não fico aqui na presença desse puto.
Jared respirou fundo, não iria aceitar as provocações de Jensen, que visivelmente nem estava em seu estado normal. De ressaca um dia depois do funeral do pai. Esse era Jensen Ackles, pensou Jared.
- Sinto muito, mas essa era uma das condições de seu pai. Eu peço que os senhores sentem-se aqui, por favor – disse indicando duas cadeira – e eu farei de tudo para que isso termine o mais rápido possível.
Os dois jovens se encaram, e Jared foi o primeiro a se sentar, seguido por Jensen. O Dr. Wallace então deu a volta na mesa e sentou-se em sua poltrona. Abriu uma das gavetas e tirou um envelope de dentro.
Aquele era o testamento de Jeffrey.
-J2-
Continua...
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N/A: Olá, queridos leitores. E venho com o segundo capítulo da fic. Espero que vocês tenham gostado e quero agradecer a todos que leram e que deixaram reviews.
Adorei esse feedback inicial!
Obrigada por cada comentário!!
E L., que bom que vc gostou, está ai a continuação, enjoy!!!
Espero sinceramente não demorar muito com o próximo capítlo, embora minha vida esteja meio "corrida" ultimamente! .
*___* Reviews, please!!!
Beijinhos a todos! ;*
