Nome: Resgate para a Vida
Autora: Sabrina Potter (Drica)
Nota da Autora: Bem, depois daquele rápido – sim, eu sei que rápido é apelido – flashback do que aconteceu com a Ginny, eu tomo as rédeas de novo pra continuar com a história.
As duvidas serão esclarecidas aos poucos. Desculpa pela demora. XD
Boa leitura.
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No último capítulo:
- A senhorita não é médica aqui então, trate de manter seu tom de voz baixo e se pôr em seu lugar como um visitor e não um membro da equipe. – Gritou Charlie Bank.
Hermione abriu um sorriso, satisfeita. Sentou-se na ponta de sua cadeira, cruzando as pernas. Debruçou-se sobre a mesa fazendo com que seu rosto ficasse milímetros de distancia do coordenador geral da Ala onde Ginny se encontrava.
- O único a gritar aqui, é o senhor. – Falou, docemente e com um pingo de malicia escondido em seu tom, respirando fundo como se falasse com uma criança, continuou. – O que o senhor acharia se eu fosse lá, onde estão todos aqueles jornalistas de todos os jornais do mundo e deixar, acidentalmente, é claro, que a família não sabe de nada sobre sua caçula, de que o senhor negou uma visita a Harry Potter. Ou melhor, que o senhor, se julgou melhor do que todos, inclusive do poder do garoto-que-sobreviveu. Ah, por favor, me deixe corrigir, não estamos falando de nenhuma criança aqui. O Homem-Que-Sobreviveu, eu queria dizer. – Hermione sorriu assim que as feições do homem mudaram de raiva para surpresa e então, terror.
Ajeitou-se em sua cadeira e pegou sua bolsa que estava sobre seu colo. Abriu-a e tirou dela um botam e espelho. Retocou seu batom, olhando algumas vezes rapidamente para o homem, estupefato, a sua frente, antes de fechar o espelho e guardá-lo junto a sua caixinha de batom na bolsa.
Ela abafou um bocejo, olhou mais uma vez para Charlie e sorriu.
- Bem, por mais que seja adorável ficar aqui conversando com você, eu tenho que ir. Uma coletiva está a minha espera. – Disse casualmente indo para a porta e seu sorriso, agora fora do alcance de Charlie, aumentando.
Hermione Granger nunca falhava.
Como se alguém o acordasse de seu transe, Charlie pegou o telefone,fitando as costas de uma das mais conhecidas bruxas de sua época.
- Valéria? Por favor, avise a equipe que está cuidando da senhorita Weasley que quem está no comando agora é a senhorita Hermione Jane Granger. É para deixarem-na ter acesso a toda as informações do caso até agora e, ela está com minha autorização pra fazer qualquer mudança, inclusive, de membros. – Ordenou antes de perder um pouco da formalidade de sua voz e pedir, ainda nervoso – Mande também um Uísque pra minha sala.
- Em um minuto, senhor Banks.
Sem se virar, Hermione disse:
- Uma ótima manhã, chefe.
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Lost
- Vamos lá, Julia. Atende esse telefone. Rápido! – Pediu Hermione, sua voz não passando de um leve sussurro. Ela se sentou na tampa do vaso e encarou a porta de madeira, seus olhos passando rapidamente pelas pichações enquanto seu pé batia incansavelmente no chão.
Repreendeu um grito de alegria ao pensar que sua amiga tinha finalmente atendido, somente para se deparar com um aviso eletrônico:
"O telefone em questão deve estar fora de área ou desligado. Por favor, tente mais tarde."
'O telefone está fora de área ou desligado? Merda!', pensou. Ao fundo da sua mente, fazendo um lembrete para repreender Julia quando a encontrasse.
Por falar nisso...para onde ela foi?
Hermione Granger realmente não trabalhava sob pressão.
Escondeu o rosto em suas mãos soadas, pensando. Julia tinha tido algo ... algo sobre ligar pra casa quando tinham se separado. E se ela não conseguisse encontrá-la? Hermione não queria entrar na sala com os Weasleys e Harry sozinha.
Ela precisava de alguém...alguma pilastra.
Olhou o relógio.
10:45AM
Á uma hora da tarde, em outras circunstancias, era aberto o horário de visita. Ela precisava de tempo para conversar com o médico ou médica que estava cuidando de Ginny. Ela precisava ver a equipe. Precisava de detalhes com os Aurores.
Ela não podia, de forma alguma, perder tempo. Ela não podia perder tempo, no banheiro de um hospital, se sentindo como uma adolescente prestes a entrar na nova sala de aula.
Respirando fundo, pegou o celular e o jogou dentro da bolsa e se levantou. Arrumando as roupas e passando uma mão pelo cabelo. Abriu a porta e viu seu próprio reflexo no espelho principal do banheiro, se aproximou, examinando-se mais de perto.
Conseguia ver uma mulher de pouco mais de 20 anos, com olhos desolados, lacrimejantes, semblante preocupado seguido de bochechas vermelhas por causa do nervosismo no rosto pálido, quase doentio, cansado, assustado. Assustada. Era assim que estava. Com tantas perguntas em sua cabeça, com tantas coisas ocorrendo ao mesmo tempo.
Fechou os olhos. Treinando sua própria respiração.
'Água', pensou assim que reabriu os olhos e já se inclinando, abrindo a torneira e molhando o rosto.
Alivio.
Doce, porém passageiro, alivio.
Voltando-se mais uma vez para o espelho, se olhou; o vermelho começava a desaparecer aos pontos, constatou.
Olhou mais uma vez para o relógio: 10:55AM.
Era bom que encontrasse com Julia no caminho para o quinto andar, pensou secando o rosto com um papel toalha e então, jogando-o longe antes de fechar a porta atrás de si.
- Obrigada. – Agradeceu a secretária que antes ouvira Banks chamar de Valéria.
- Um minuto. – Pediu a secretária contornando sua mesa em um piscar de olhos e alcançando Hermione, que não parara um segundo sequer. – É bom saber que... – Parou ofegante – quem comandava a equipe da senhorita Weasley era o Brian. Brian...Brian alguma coisa. Muito bom. Porém, você não gostaria de pisar no calo dele, se bem que, - Valéria parou mais uma vez para respirar, enquanto Hermione apertava o botão, chamando o elevador. – Se bem que, a senhorita já o fez. Ele vai ficar furi...
- Muito obrigada, Va – Hermione leu o nome no crachá para confirmar – Valeria, mas eu posso te garantir que ele não gostaria de pisar no meu também. Então...
A porta do elevador abriu e antes que Hermione pudesse dizer algo, Julia saiu dele e segurou seu braço, puxando-a para dentro.
- O que você estava fazendo? – Uma perguntou para a outra, o tom de urgência mutuo.
Elas pararam. Trocando um sorriso.
A porta do elevador começou a se fechar antes que Valeria com a boca aberta pudesse falar alguma coisa, mas claramente impedida antes que qualquer som saísse de sua boca.
- Procurando você. – Responderam juntas.
Hermione apertou o botão do quinto andar e seus olhos foram para a pequena tela alguns centímetros a sua frente: Nono Andar.
- Para onde estamos indo, Hermione? – Perguntou Júlia apesar de já saber a resposta.
- Julia, eu estou pedindo meu presente de Natal mais cedo.
- Hermione... – Começou, em um tom de alerta.
- Eles me deixaram tomar a frente do caso da Ginny.
- Ahm? Mas como? Isso é brilhante!
- Eu explico depois. O que importa é: eu não vou poder.
Júlia levantou a sobrancelha e largou o braço de Hermione e imediatamente dando um passo para trás.
- Não por tanto tempo como eu gostaria. – A morena acrescentou vendo a reação de sua companheira.
Oitavo andar.
- Então, por que...?
- Eu preciso saber de como ela está. A família não sabe de nada. Eu sou a única saída.
Sempre a luz no fim do túnel, pensou Júlia.
- O que você vai faz...?
- A questão é: O que você vai fazer.
Júlia balançou a cabeça veemente, recuando, suas costas batendo na parede do elevador como um animalzinho encurralado.
E os amigos nos colocam em cada situação, não pode deixar de ouvir seu pensamento dizer.
- Hermione, eu sou formada em pediatria...
- E você foi iniciada em psicologia também. Ju, olha pra mim, você não vai estar sozinha! Ela está sensível e, e...e a parte mais difícil foi tratada, eu acredito. Você não precisa ficar aqui 24horas! Acredite em mim, nenhum trabalho como o que você procura iria te oferecer isso – Hermione tentou convencer. - Ela...ela é como...como um bichinho assustado agora.
Julia tentou segurar uma risada. Alguns poucos anos com Hermione era tudo o que bastava para saber que:
Hermione Granger não a chamava de Ju em muitas ocasiões;
Ar angelical e olhar doce nunca são seguidos de boa coisa;
Ela nunca desiste;
Sétimo Andar.
Estremeceu e voltou sua atenção rapidamente para a amiga antes que outra pergunta surgisse:
- Me ouve. Isso...isso vai ser ótimo pra sua carreira. É uma ótima experiência. Requer o mesmo cuidado, dedicação, paciência. Por favor, não faz isso comigo...
- Não faça isso com você? Olha o que você está fazendo comigo! Eu tenho minhas filhas pra cuidar no final de semana e alguns dias da semana também, você sabe!
- Eu alguma vez mencionei que a Ginny amava criança? E a família dela...a família dela vai oferecer apóio a você também...total apóio. Por favor...Os Weasley são a família mais companheira, amorosa, carinhosa que você poderia encontrar em um milhão de anos!
Sexto andar.
- Hermione, você sabe como é difícil para eu entrar com isso agora. Eu ainda estou estudando.
- Eu sempre vou estar lá pra você. Seja pra estudar ou vir pra cá.
- 'Mione!
- Os relatórios estarão na minha mão daqui alguns minutos. Há uma equipe pra ela, sendo que eu quero alguém que eu confie ...
- Obrigada – interrompeu Julia.
- De nada...e, bem...alguém lá dentro...da minha confiança. Não vai ficar muito pesado. Eu juro. E, qualquer coisa, a parte mais pesada, eu me encarrego dela.
Hermione olhou para Julia. Estavam no quinto andar. A porta do elevador começando a se abrir.
Nervosismo tomou conta de seu corpo quando Júlia não abriu a boca pra falar nada. Olhou para fora do elevador, uma senhora se preparava para entrar.
- Um minuto, por favor. – Pediu Hermione apertando o botão para as portas se fecharem; desespero visível em seus olhos.
- Eu não vou prometer nada. – Julia disse pausadamente. – Mas vou fazer o que estiver ao meu alcance.- Ela pensou por um momento, antes de voltar a falar com um pequeno sorriso – Humm..Isso soou como uma promessa, não foi?
Hermione balançou a cabeça, afirmando. Um grato sorriso aparecendo em seu rosto antes de jogar-se em cima de Julia em um abraço rápido, mas amigável.
- Você parece uma das minhas filhas agindo dessa forma. – Julia disse respondendo o abraço;
As duas se separaram, Hermione arrumando a roupa e respirando fundo, acalmando-se, durante isso, Julia mudava suas roupas para um conjunto branco de calça, blusa e por cima um jaleco.
Os sorrisos e feições de alívio sendo recolocados por um perfil de duas verdadeiras profissionais que mais tarde faria Júlia se arrepender de não ter tirado uma foto.
- Você comanda. – Julia murmurou, segurando o botão para manter as portas do elevador abertas, mas se posicionando atrás de Hermione. – Eu estou bem atrás de você. – Ela disse, tentando soar o mais reconfortante possível.
Hermione fez um pequeno gesto com a cabeça em um obrigada silencioso antes de sair do elevador; A cabeça erguida, o rosto sério. Tentando manter somente um pensamento na cabeça: Ginny.
- Eu quero saber como a minha filha está! – Gritou o Arthur Weasley, o rosto no mesmo tom que seu cabelo. Atrás dele, Molly Weasley chorava envolvida nos braços de seus filhos mais velhos, Carlinhos e Gui.
Hermione indicou o caminho para Julia ao ouvir o som dos gritos e um choro abafado ao fundo.
- Senhor! Agora eu preciso resolver um problema do Hospital e direção da equipe que está com a sua filha. Não posso dar nenhuma informação sobre o caso agora. – Hermione ouviu a voz forte e indiferente ao pedido do pai se aproximando. Uma raiva brotando em seu peito enquanto dobrava o corredor.
Em uma quase mania, estalou o pescoço. Se preparando.
Podia ver, ao fundo, os gêmeos posicionados estrategicamente ao lado do pai. Fred tentando acalmar o pai enquanto Jorge ameaçava se jogar em cima do médico. Um pouco mais afastado, Harry Potter e Ronald Weasleys conversavam, controlando o nível de suas voz.
Um por um foi redirecionando sua atenção para a causa do novo barulho enquanto Hermione se aproximava. O som do salto de suas botas cada vez mais se intensificando conforme seus passos se tornavam mais determinado e sua fúria - com o médico que já sentia um grande desprezo – ia aumentando.
Harry ergueu a sobrancelha e inclinou um pouco seu pescoço para ver quem se aproximava. A má iluminação do corredor não deixava com que visse o rosto do novo visitor.
- Você tem permissão para estar aqui? – Perguntou, quem Hermione presumia pelo o que ouvira a pouco, ser Brian. O coordenador da equipe que Valéria falou mais certo.
"Concentre-se". Pensou a tempo de ouvir Júlia dizer a mesma coisa ao pé de seu ouvido.
- Eu... – Hermione deu um passo em direção a luz, estendendo a mão - Eu sou Hermione Granger. Creio que já tenha sido informado que eu estou no comando a partir de agora.
Brian, como os outros presentes na sala de espera, continham o mesmo olhar chocado e até duvidoso.
- Hermione? Eu sabia que você viria, querida. – Disse Molly se levantando e estendendo os braços para receber a segunda filha em um abraço caloroso, mas Hermione levantou a mão e a postou entre ela e Molly, pedindo-a silenciosamente para parar.
- Sra. Weasley, por favor, - Desviou os olhos pela primeira vez de Brian e virou-se para Molly – eu falarei com a senhora depois. Não posso assegurar quando, mas eu voltarei e direi o que for possível sobre a paciente.
Hermione voltou sua atenção para Brian já sabendo que, se encontrasse com os olhos decepcionados da Sra. Weasley, seu escudo iria cair.
- Seu nome é...? – Pediu enquanto ele olhava para sua mão com desgosto e não a cumprimentando.
- Brian. Brian Minogue.
- É um prazer conhecê-lo – disse, a mentira em sua voz não passando desapercebida – Essa daqui, - disse dando um passo para o lado – é Júlia Hilton. Ela também faz parte da equipe. – Esclareceu rapidamente esperando para que houvesse uma saudação, mas só um mero balançar de cabeça em reconhecimento a presença de um com outro. – Agora que as apresentações estão feitas, acredito que você queira me levar até a paciente e os relatórios como ao resto da equipe. – Terminou, plantando um sorriso frio e calculista vendo Brian registrar tudo que tinha dito com hesitação e raiva antes de virar-se e guiá-las.
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- Bom, isso claramente foi inesperado – Disse Jorge largando os braços do pai, olhando de boca aberta enquanto Hermione e a outra médica a qual não tinha ouvido o nome se afastarem.
- Por que ela não falou comigo? Será que foi algo que eu fiz de errado? – Perguntou Molly sentando-se lentamente no sofá de espera, quebrando seu transe e dos outros.
- Isso era o que eu ia dizer quando voltei lá de baixo, quando fui pegar o café. Eu a vi entrando, mas entrando sozinha no hospital. Toda imprensa está lá embaixo, parecem urubus cercando a carniça. Nojento. – Comentou Ron se pondo ao lado da mãe e segurando as suas mãos na dele.
- Eu acho que Hermione não está chateada com você, Molly. Você não fez nada contra ela, mas você sabe, profissionalismo. – Arthur tentou dizer como consolo.
- E pelo visto, ela não foi muito bem recebida aqui. – Expôs Carlinhos pegando seu copo de café também, todos os outros, com a exceção de Harry que ainda encarava o lugar onde ela tinha estado segundos atrás, balançando a cabeça em concordância.
- Ela está...distante. – Observou Fred colocando o pai sentado em uma cadeira por perto.
Molly abafou um novo soluço.
- Hermione é como uma filha para mim, é difícil vê-la assim, se afastando de nós, mas isso não importa agora. Ela está aqui e vai pegar o caso da minha filha; Não quero nenhum de vocês discutindo com ela ou qualquer coisa do gênero perto de mim. Agora, - ela disse, sua voz se arrastando com o cansaço – nós precisamos só rezar que Ginny vai ficar bem e que Hermione não mudou tanto do que costumávamos conhecer. Talvez, - acrescentou depois de muito pensar – as nossas duas meninas não estão perdidas.
Numa sala não muito distante dali, Hermione Granger e Júlia Hilton se sentavam juntas, duas pastas pretas a sua frente enquanto a folheavam com cuidado, lendo-a e tentando também se concentrar no que o médico a sua frente dizia. Uma vez ou outra, erguendo os olhos para o telão que, de informação a informação, mostrava fotos da cena do crime junto com estado da paciente e quando o faziam, só um pensamento vinha a sua cabeça: crueldade realmente existia. E estavam diante delas, nua e fria.
NOTA DA AUTORA:
Eu sei que demorei! Como também sei que foi bem pequeno esse capítulo quanto em relação aos outros, mas eu acho que adquiri aquela coisa de filmes e novelas de simplesmente enrolar mais um pouco antes de entrar em algo mais "emocionante" ou bem ... até esclarecedor. XD
Respondendo:
Miri, por mais que eu queira te dizer e explicar tudo que passa pela minha cabeça com relação a essa fic, não posso.Quando você lê um suspense, você tem que ficar confusa para então, entender o romance, não? Então, vou ter que torturar mais um pouquinho. E a ligação dos casos vem em um ou dois capítulos, ainda quero tratar esse caso da Ginny mais um pouco.
may33 pra dizer a verdade, eu também não gosto muito da sinopse não, mas obrigada tanto pelo comentário quanto pela dica! Quando a inspiração recair sobre mim, eu a mudo e aí você diz o que achou, ok? Obrigada!
Elizabeth Sophie III, nããooooo! Comente mais! Escreva uma página de review e pode ter certeza que essa escritora aqui não se importará ou muito menos vai achar besteira!
De qualquer forma, não entendi o por quê do seu medo, nenhum autor vai cortar sua cabeça fora, moça! Pelo menos, eu acho que não. Fiquei um pouquinho fora dessa vida e não sei se já é moda esse tipo de reação com os leitores, mas eu espero que não! Mas de qualquer forma, sinto-me lisonjeada de ter um review sua!
Jessy, obrigada pelo comentário! E ah! Que bom que o último capítulo teve esse impacto em você! Era exatamente o que eu queria! Que alguém alcançasse a intensidade do que estava se passando! Mas então...Mais que Uma Conquista...nhai...minha vida não anda nem tão hilária ou eu tenho estado com inspiração para escrevê-la...Então, acho que tenho que me desculpar com você e com quem a lê por que querida, acho que vai demorar um tantinho pra ela voltar.
Obrigada. Até o próximo capítulo que eu espero não demorar muito. 8-)
