Nota: Os personagens de Saint Seya não me pertencem, apenas Aaliah e Aimê são uma criação única e exclusiva minha para essa saga.
Boa Leitura!
Capitulo 2: E minha Estrela Guia Era o Teu Riso.
I – Conversa Entre Amigos.
Sabendo que Aaliah possivelmente estava agora em Twin Sall com Shaka, Afrodite resolvera ficar um pouco em seu jardim. Havia tantas coisas em sua mente, a conversa com Aaliah, as coisas que estava vivendo, tudo era tão difícil; ele pensou, dando um suspiro triste.
Olhou com orgulho as rosas que criou até agora, atualmente nenhuma possuía mais veneno, porém não deixavam de ter suas defesas; ele pensou, notando que por mais frágeis que umas e outras parecessem seus espinhos eram muito resistentes e capazes de ferir profundamente qualquer desavisado.
-Afrodite; alguém chamou, atrás do cavaleiro.
-Uh! –ele murmurou, voltando-se para trás e deparando-se com Aishi a lhe fitar curiosamente. –Aishi;
-...; A amazona assentiu. –Podemos conversar?
-Claro, senta aqui; ele falou prontamente lhe apontando um banco de mármore no meio do jardim. –Mas me diz, sobre o que quer conversar?
-Aaliah; ela respondeu calmamente.
-Aconteceu alguma coisa com ela? –Afrodite perguntou preocupado. –Ah! Eu mato o Shaka se aconteceu; ele falou levantando-se.
-Acalme-se Afrodite, ela esta bem e o Shaka não fez nada; Aishi falou divertida, era sempre a mesma historia, não sabia quem era mais 'pai de primeira viagem' Shion ou Afrodite.
-Mas...;
-Você não me deixou terminar de falar; ela o cortou com um doce sorriso.
-Her! Bem... Eu pensei que...; Ele parou, com um sorriso sem graça, já estava até imaginando as formas mais prazerosas de espetar o virginiano com suas rosas caso ele houvesse feito algo a Aaliah.
-O que eu pretendia dizer antes de você querer matar o Shaka; ela começou. –Era que estive conversando com Aaliah; Aishi falou, vendo o cavaleiro se acalmar e lhe lançar um olhar curioso. –Ela me disse que esta muito preocupada com você;
-Comigo? –Afrodite estranhou.
-...; Aishi assentiu. –E não é só ela, todos nós também estamos notando o que esta acontecendo com você; ela completou ficando séria.
-Aishi, não entendo; Afrodite murmurou confuso.
-Desde que Aaliah chegou você vem demonstrando certa melancolia;
-Como?
-Aaliah lhe lembra muito Aimê, não é? –ela perguntou.
-Muito; Afrodite respondeu, abaixando a cabeça, não eram mais raras às vezes que as confundia.
-Entendo que isso lhe traga muitas lembranças; a jovem começou. –Mas não acha que esta na hora de seguir em frente?
O cavaleiro engoliu em seco, lembrando-se que Aaliah lhe falara algo semelhante mais sedo.
-Creio que Aimê não iria querer que você simplesmente parasse no tempo. Sabe Afrodite, ao longo dos séculos vi tantas historias de amor que são inesquecíveis; Aishi falou com um olhar vago. –Desde o que aconteceu aos meus pais, irmãos e até mesmo entre todos que vivem aqui;
-Imagino; ele murmurou, lembrando-se sobre o que a jovem contara sobre a historia de Sorento, Ariel e o envolvimento de Anteros nisso tudo. E não duvidava que Aishi conhecesse outras tantas historias que certamente ainda não lhes contara metade.
-Mas cada uma é inesquecível porque é única, alem de não existir igual, nunca mais vai se repetir;
-Como assim? –ele perguntou confuso.
-Eros e Psique tiveram sua historia de amor, mas foi único e completamente diferente do que Ariadne e Dionísio viveram, da mesma forma que a historia de Orfeu e Eurídice ou Aurora e Ares, entre tantas outras; Aishi falou. –Todos viveram incríveis historias de amor, mas cada uma foi única e diferente das demais;
-Diferentes? –ele perguntou confuso, tentando entender o ponto que ela queria abordar.
-Eu e Kamus temos uma historia, Litus e Saga, Marin e Aiolia, Yuuri e Guilherme você e Aimê. Todos tiveram um ponto de partida, mas em nenhum momento todos nós vivemos as mesmas coisas que o outro. Cada pessoa é singular, seus sentimentos são diferentes, você tem o seu jeito de amar, eu o meu. Mas o que eu quero lhe dizer é que apesar de tudo o que viveu com Aimê não vai se repetir, um romance novo vai começar, é uma nova pagina pra escrever, mas o tempo não para, lembranças são boas quando nos fazem felizes, mas não quando tentam nos consumir e arrastar-nos para o fundo do poço;
-Mas Aishi; Afrodite falou, voltando-se para a amazona com os olhos marejados. –Não consigo esquecê-la; ele falou, em tom de confusão.
-Não estou falando para esquecê-la, mesmo porque é impossível; Aishi falou sorrindo de forma serena. –Mas não deixe que isso lhe entristeça, guarde-a em seu coração como uma lembrança boa que você jamais vai esquecer, afinal, Aaliah também não vai deixar;
-Mas...;
-Lembranças boas são para serem guardadas num lugar especial do coração, mas nem por isso ele tem que ficar fechado para novas sensações.
-Entendo, mas sei lá, às vezes isso parece tão difícil; Afrodite falou com um sorriso triste.
-Ninguém disse que viver é fácil; ela respondeu. –No casamento de Ilyria, a vovô disse uma frase interessante. Ela disse que o amor é como uma flor rara que nasce na beira de um abismo e somente os corajosos se atrevem a correr o risco de irem até lá, somente para aspirar o seu perfume; Aishi falou.
-Vendo por esse lado, tem lógica; Afrodite murmurou pensativo, entendendo o que ela queria dizer, não poderia ficar a vida toda se lamentando pelas coisas que havia perdido, o tempo não iria parar somente para si, embora viver coisas novas soasse como algo ousado e perigoso, precisava tentar.
-Com licença; alguém falou entrando no jardim e se aproximando.
-Entre; Afrodite falou.
Kamus aproximou-se com um envelope nas mãos, encontrando o cavaleiro e a noiva conversando, já imaginava sobre o que era e que agora era sua vez de entrar em ação; ele pensou, lembrando-se do que conversara mais cedo com Aishi.
-Ma petit, chegou uma mensagem para você; ele falou, sentando-se ao lado dela no banco. –Como vai Afrodite?
-Levando; o cavaleiro respondeu.
Aishi abriu o envelope rapidamente e o leu. Abriu um largo sorriso, que assustou até o noivo. As coisas estavam começando a andar pelo caminho certo; ela pensou satisfeita.
-Ahn! Afrodite me da licença, mas preciso resolver algumas coisas; Aishi falou se levantando.
-Tudo bem; ele respondeu, curioso para saber o que a deixara tão animada, mas a jovem guardara rapidamente a carta no bolso da calça, impedindo até mesmo Kamus de ver o que era, o que deixou o cavaleiro de certa forma frustrado.
-Amor, depois nos falamos; Aishi falou, dando um rápido beijo nos lábios do cavaleiro antes de sair. –Até mais pessoal;
-Até; eles responderam, com uma gotinha escorrendo na testa. Só poderia ser geminiana; eles pensaram.
Um momento de silêncio recaiu sobre o jardim, onde o único som a ser ouvido era o farfalhar das folhas das roseiras que balançavam levemente com o vento.
Embora as estações estivessem mudando, naquele jardim seria sempre primavera, da mesma forma que em Aquário seria sempre inverno, mesmo que fora das portas do templo fosse verão.
-...; Kamus suspirou pesadamente. –Como eu queria que isso fosse mais fácil; ele murmurou, passando a mão pelos cabelos, chamando a atenção de Afrodite.
-Disse algo, Kamus? –ele perguntou, arqueando a sobrancelha.
-Aishi me coloca em cada situação; o aquariano respondeu.
-Ahn! Não estou entendendo aonde você quer chegar; Afrodite falou, sem entender o motivo do desconcerto do cavaleiro.
-A Aishi disse 'Vocês são homens, vocês se entendem'; ele repetiu, tentando reproduzir a forma como a jovem falara. –Então comece a falar;
-O que? –Afrodite perguntou, engasgando.
-Sou todo ouvidos, fique a vontade para começar a falar; Kamus foi direto. –Já vi que dar voltas no assunto nunca da certo, então vamos direto ao ponto;
-K-kamus, do que você ta falando?
-Aimê. Aaliah. Sua viagem à Suécia. Que por sinal até agora você não me contou o que aconteceu; Kamus falou com ar impaciente. –Só pra Aishi, mas quando perguntei, ela não quis me contar;
-Porque? –Afrodite perguntou curioso, com um 'Q' de divertimento.
-Ela disse que era assunto seu e não dizia respeito a ela me contar, enfim, se eu quisesse saber era pra te perguntar; ele falou emburrado.
-Entendo; ele murmurou sorrindo, por isso gostava tanto da jovem, era estranho como se sentia o irmão mais novo dela.
-Então, pode começar; Kamus falou, gesticulando impaciente.
-Que curiosidade, hein; Afrodite brincou.
-Afrodite; Kamus falou pausadamente.
-Já entendi; ele completou rindo. –É uma longa historia;
-Não se apresse, estou com dia livre; Kamus falou com um sorriso infantil.
-...; Afrodite arqueou a sobrancelha, era melhor começarem logo, antes que corresse o risco de ser lacrado em um esquife de gelo.
II – Um Passado Não tão Distante.
Três anos atrás...
Nunca uma viagem de volta pra casa lhe parecera tão longa e demorada; Afrodite pensou, enquanto olhava pela janela do avião, com certa impaciência, o céu noturno possuía belas estrelas, mas não era o brilho delas a deter-lhe a atenção.
Faltavam algumas horas para chegar. Algo em seu interior pedia que fosse rápido.
Há muito tempo que não retornava a terra nata. Mais de treze anos, dezoito para ser exato. Sentia saudade de todos, de Eurin sua mestra, apesar de ser muito séria, por vezes rigorosa, fora ela a lhe ensinar tudo que sabia e também sentia falta dela.
Em seu intimo sabia que só estava voltando por ela. Pela promessa que fizera de que se o mundo estivesse em paz e ele sobrevivesse às guerras voltaria. Voltaria para ela, somentepara ela.
Demorou dois anos para que tivesse a completa certeza de que tudo estava bem e as guerras haviam chegado ao fim. Agora que tinha essa certeza, seu coração clamava por aquele reencontro.
-Aimê; ele sussurrou, vendo as estrelas agora bem mais brilhantes no céu noturno. –"Só os deuses sabem o quanto sinto sua falta"; ele pensou, remexendo-se na poltrona.
Fechou os olhos, tentando relaxar e pegar no sono, porém em sua mente apenas as lembranças do passado tinham permissão de povoar.
-o-o-o-o-
-Sr; uma voz feminina chegou a seus ouvidos.
Afrodite murmurou algo incompreensível e voltou a dormir.
-Sr o avião já vai pousar, precisamos que coloque o cinto; a comissária de bordo insistiu. Sorriu docemente ao observar a face angelical do cavaleiro num sono tão tranqüilo, não era normal ver homens tão bonitos viajando aquela época do ano, deveria ser um modelo; ela pensou, tocando-lhe o ombro, para tentar despertá-lo.
-Pois não? –Afrodite perguntou, despertando completamente. Não sabia quanto tempo ficara dormindo, mas fora o suficiente para fazê-lo relaxar um pouco. Notou que a comissária de bordo fitava-lhe curiosamente.
-O cinto Sr, só falta o Sr colocá-lo; ela falou pacientemente.
-Ah sim, me desculpe; ele falou sem jeito, colocando rapidamente o cinto, ainda mais ao notar que não era só a comissária de bordo a olhá-lo curiosamente. Algumas pessoas que estavam sentadas tanto atrás como a sua frente, viraram-se para olhá-lo.
A comissária assentiu vendo que estava tudo certo com ele, afastando-se em seguida pra verificar os outros passageiros. Afrodite suspirou pesadamente, já conseguia avistar o mar Báltico, o avião já se aproximava da costa de Estolcomo.
Era incrível como o tempo poderia ter passado e aquele lugar não perdia o encanto. Estolcomo era a capital da Suécia e a maior cidade também. Localiza-se na costa oriental do país, com o mar Bélico, o que lhe dava agora uma bela visão até o avião pousar.
Mas seu destino era outro, dali iria para Visby uma cidade fundada no século X. Muito conhecida pela famosa Ringmuren, ou melhor, o muro do anel. Só esperava poder encontrá-la no Vale das Flores; Afrodite pensou, lembrando-se do porque Visby agora era conhecida como a cidade das rosas.
-Por favor, Srs passageiros permaneçam em seus lugares, pois o avião já vai pousar; a voz de um comissário de bordo tirou-lhe de seus pensamentos.
Afrodite remexeu-se em seu assento impaciente. Finalmente chegara. Aos poucos sentiu o avião começar a perder altitude e estremeceu brevemente ao sentir as rodas do trem de pouso tocarem o chão. Acabara de pousar em Estolcomo.
III – Compras.
-Tem certeza de que vou mesmo precisar disso? –Shaka perguntou impaciente.
Há minutos atrás estava sentando em Twin Sall tentando meditar quando Aaliah chegara com a noticia de que Afrodite autorizara a viajem a Índia, por um milésimo de segundo achou que poderia meditar, mas mal fechara os olhos e a jovem começara a puxá-lo impaciente para fora do templo com a desculpa de que teriam de fazer compras.
-Claro que sim; ela respondeu como se fosse a coisa mais obvia do mundo, balançando na frente dos olhos do cavaleiro um cabide com uma camisa preta.
-Mas é preto; Shaka insistiu apontando para a camisa com ar descrente.
Desde que chegara ao santuário, Aaliah vivia invocando com as roupas atualmente usadas pelo cavaleiro, só o vira uma vez com uma peça de roupa que não fosse branca, o que contribuiu pra que ela o arrastasse para a primeira loja de roupas masculinas que tinha no vilarejo para comprarem algo com cores normais, como ela mesma falara. Já que bege e verde esmeralda não pareciam ser suas cores favoritas.
-E daí, não sabe que os homens ficam bem mais charmosos de preto; ela completou com um sorriso maroto, fazendo-o desviar o olhar, constrangido.
-Que seja; ele resmungou, virando-se para uma arara que guardava outros cabides com camisas em outros tons, sabia que não iria conseguir convencê-la do contrario mesmo, então era melhor não discutir.
-Shaka; Aaliah chamou, vendo que o cavaleiro ficara sério de repente.
Não sabia se o cavaleiro estava irritado por causa do comentário, ou por ter sido tirado daquela forma de seu templo. Mas o que poderia fazer, adorava a companhia dele, não iria chamar outra pessoa pra fazer compras, quando poderia aproveitar e sair para passear com ele.
O cavaleiro engoliu em seco, ao sentir um par de braços delicados envolverem-no pela cintura e a jovem encostar a cabeça em suas costas. Mesmo naquela posição, conseguia sentir o coração dela batendo calmamente, enquanto o seu parecia querer sair pela boca.
-Me desculpe; a voz de Aaliah soou quase num sussurro.
-Pelo que? –não sabia ao certo o porque, mas respondera quase num sussurro. Fechou os olhos momentaneamente, sentindo todos os seus sentidos serem abalados por aquela suave essência de rosas.
-Queria que se divertisse, não que ficasse irritado comigo; Aaliah começou. –Gosto de estar com você Shaka, mas não quero que se sinta obrigado a estar comigo, só por ser amigo do meu pai; ela completou, afastando-se com um olhar triste. –Acho melhor voltarmos pro santuário, já te incomodei de mais por um dia; ela falou indo colocar o cabide que tinha separado de volta na arara.
Sentiu o chão faltar a seus pés. Não era isso que ela entendera. Apenas... Não conseguia entender porque se sentia tão inquieto e ansioso quando estava com ela, ultimamente nem meditar conseguia. Tão acostumado a uma vida metódica e calculista, sentia-se confuso diante de coisas que nunca sentira. Respirou fundo. Aaliah já estava se encaminhando para fora da loja.
-Aaliah, espera; ele pediu, segurando-lhe pelo pulso.
Uma pequena corrente de estática passou por seus corpos. Hesitante, a jovem voltou-se para trás, deparando-se com o olhar intenso do virginiano. Não era de se sentir intimidada por olhares como esse, mas apenas não conseguiu impedir que um leve rubor surgisse em sua face ao mirar-lhe diretamente nos olhos.
-Também gosto de estar com você, mas isso não tem nada a ver com o Afrodite; Shaka falou sério, aproximando-se da jovem, ainda segurando-lhe o pulso, agora de forma mais suave. –Eu apenas... Não gosto de preto; ele completou quase num sussurro, desviando o olhar.
-Uh? –ela murmurou com um olhar confuso, teria ouvido bem? –ela se perguntou, arqueando a sobrancelha.
-Ahn! Não acho que preto combine comigo; ele falou sem graça.
-Imagina, com um corpo desse, preto em você ficaria perfeito; Aaliah insistiu, deixando o rosto iluminar-se com um largo sorriso, sem notar que o cavaleiro agora simplesmente queria saltar de Star Hill com o comentário nada discreto feito por ela. –Mas pode ter certeza, até o final do dia vou provar isso pra você;
-O que quer dizer? –Shaka perguntou, engolindo em seco. Isso não parecia uma boa idéia.
-Vai tirando as roupas, que vou buscar algumas pra você experimentar;
-O-o q-qu-e? –o cavaleiro perguntou desesperado, quando já estava sendo jogado pra dentro de um vestiário por Aaliah.
-Eu já volto; Aaliah falou fechando a cortina e indo em direção aos cabides de roupas.
-Mas...; Shaka não pode terminar de falar, pois a jovem já sumira entre algumas pilhas de roupas. –"Onde eu fui me meter?"; ele se perguntou, enquanto abria os botões da camisa e suspirava pesadamente.
Seria uma longa tarde, não que isso fosse algo ruim... É claro.
Continua...
Domo pessoal, sinceramente espero que estejam gostando. Bem, para quem se surpreendeu com Aaliah e Shaka em Ariel, preparem-se porque esses dois ainda vão dar muito o que falar. Afinal, ela de Escorpião e ele de Virgem, são uma combinação bem quente.
Enfim, antes de ir, deixo meus mais sinceros agradecimentos a todos que vem acompanhando não só essa fic, como todas as outras, obrigada também pelos comentários, que são muito importantes. Adoro saber a opinião de todos sobre as coisas que escrevo. Muito obrigada mesmo.
Dessa vez só tenho um recadinho pra dar. O Despertar das Valkirias é a continuação de Vale das Flores. Eu sei, mal terminei Ariel e já estou com mais duas fics começadas, mas nenhuma delas vai interferir com o final de Ariel, ou até mesmo com as tramas que se passam em cada uma. Essa nova fic é voltara para a mitologia nórdica e muitos segredos do passado que voltam a tona. Sem falar em personagem novos que surgem pra virar a cabeça de uns e outros.
Espero sinceramente que curtam essa também.
Até a próxima pessoal
Kisus
Já ne...
