Nota: Os personagens de Saint Seya não me pertencem. Apenas Aaliah e Isadora são criações únicas e exclusivas minhas para essa saga.


Boa Leitura!


Capitulo 3: Coisas do Passado

I – Vale das Flores.

No aeroporto mesmo alugara um carro, poderia chegar a Visby dirigindo. Levaria bem menos tempo do que fretar um jatinho; ele pensou.

O carro ia a uma velocidade média, felizmente era primavera e todo o caminho que percorria era marcado por belas arvores floridas, canteiros cheio de tulipas e belos jardins enfeitando as frentes das casas. Um lugar muito bonito e as rosas, eram tão belas, não importava se fossem em um vaso ou em vales como o seu. Visby tinha as rosas mais lindas que já vira; ele pensou, um meio sorriso desenhou-se em seus lábios, agora não mais conseguia conter a ansiedade.

Mal notou quando as casas começaram a passar mais rápido sob a visão dos vidros laterais do carro. O pé que antes pisava delicadamente sobre o acelerador, agora parecia exigir bem mais dele do que imaginava.

As casas corriam, porém logo ele deparou-se com uma antiga construção, era uma casa antiga, na verdade uma mansão. Reduziu a velocidade, estacionando o carro em frente à mansão.

Saiu do carro, apoiando os braços sobre a porta. Respirou fundo, mesmo aquela distancia conseguia sentir o suave cheiro das rosas.

-Lembrança-

-Quando tudo isso acabar, nos encontraremos aqui; ele falou, abraçando-a por trás, sentindo-a aconchegar-se entre seus braços.

-Porque aqui? –a jovem de melenas verdes perguntou, virando-se para ele, enlaçando-o pelo pescoço.

-Porque aqui é o Vale das Flores. O nosso vale. Nosso paraíso; ele falou, abraçando-a fortemente, descansando a cabeça na curva do pescoço dela. –Queria mostrá-lo a você antes de ir;

-Filipe; ela murmurou, voltando-se para ele surpresa.

-Escolhemos esse caminho e não podemos mudar, mas quero lhe deixar uma lembrança boa, pelo menos até podermos nos recordar; ele falou ternamente, retirando-lhe a mascara de prata da face, fitando-a diretamente nos orbes amendoados.

-Então me mostre; ela falou sorrindo, sabiam que uma hora teria de se separar, porém queriam aproveitar a presença um do outro o Maximo que pudessem, tanto a vida de cavaleiro como de amazona era um caminho tortuoso e incerto, e quando as guerras iriam acabar, nem mesmo os deuses sabiam.

Delicadamente afastou-se dele, segurando-o pela mão. Sorriu.

-Vamos; ele falou, caminhando ao lado dela, por um pequeno caminho ao lado da casa, que os levaria diretamente ao bosque que formava-se atrás.

-Fim da Lembrança-

Apertou o botão do alarme do carro. Um bipe soou alertando que as portas haviam sido travadas. Não se importou em retirar as malas do carro, afinal, não pretendia dormir ali ainda. Precavendo-se antes da viagem, fez uma reserva em um hotel no centro.

Em vez de seguir para dentro da casa, seguiu para o ainda intacto caminho de seixos para os fundos da casa. Como imaginara a pintura por fora ainda estava intacta, durante todo o caminho se perguntara como Henri e Estela haviam conseguido manter tudo em ordem até que voltasse.

Há muito tempo, eles vinha trabalhando para sua família. Agora eram idosos, mas ele conhecera o casal quando ainda eram jovens. Um belo casal, que servira-lhe de padrão para o sonho que queria realizar quando as coisas estivessem bem.

Henri e Estela não estavam presentes na mansão agora, já que viviam em uma casa modesta no centro. Afrodite sempre os vira como um padrão de casal perfeito, tinham seus desentendimentos, mas eram lindos juntos. Um casal eu deveria ser eternizado nas mais belas galerias de arte.

Durante boa parte da infância, antes de mudar-se para Gothland para treinar. Fora criado como um filho pelo casal, infelizmente perdera os pais cedo, mas os mesmo haviam se encarregado de deixá-los como seus tutores, deixando-lhes também a missão de dar continuidade à linhagem de cavaleiros que vinha desde os primórdios entre os Lancaster. Henri e Estela sempre tiveram uma relação de fidelidade com seus pais, eram amigos e foi assim até o fim.

Henri e Estela administravam seus bens, para que não fossem desperdiçados em sua ausência. Mantendo a mansão em ordem e impedindo que alguém a invadisse. Sempre foram muito zelosos consigo, e lhes seria eternamente grato.

Mal notou quando já estava em frente ao bosque. Dentro do bosque abria-se o caminho de uma clareia e após ultrapassá-la ele já sabia o que encontraria. Respirou fundo antes de seguir seu caminho.

Não levara nem quinze minutos para ultrapassar a clareira e chegar aonde queria. Por um milésimo de segundo seu coração parou de bater. Simplesmente não conseguia acreditar no que estava vendo.

Fechou os olhos, clamando aos céus que aquilo não fosse uma miragem, ou uma ilusão criada por sua mente e coração, mas não, não era uma miragem, ela estava realmente ali.

Longos cabelos esvoaçando com o vento. Ela jazia sentada na beira de uma pequena lagoa. Em volta de si, muitas, não... Milhares de roseiras estavam em volta não só do lago, mas abrangendo parte da clareia até chegar a saída oposta do bosque.

As mãos estavam delicadamente sobre o colo, mantendo entre os dedos, uma delicada rosa vermelha. O vestido florido tinha a barra presa abaixo das pernas para que não levantasse com o vento.

Ela parecia não ter notado sua presença; ele pensou, aproximando-se cautelosamente, porém não contava que fosse pisar em um pequeno galho seco de roseira e o mesmo estalasse, chamando a atenção da jovem.

Ela virou-se rapidamente, notando não estar sozinha ali. Afrodite sentiu o chão sumir de seus pés, os orbes amendoados cintilaram.

II – Amigos.

Caminhava pelo vilarejo sem ao menos olhar para os lados. Ficara de ir a floricultura conversar com Isadora e estava atrasado; Milo pensou, praguejando intimamente, acabara perdendo a hora, enquanto conversava com Aiolia e quando viu, estava quase na hora da floricultura fechar.

Bufou exasperado ao ouvir alguns assovios. Ignorou. Continuou caminhando, até uma garota aparecer sabe-se lá de onde, em sua frente, detendo-lhe o caminho.

-Oi Milo; uma garota, de longos cabelos rosados falou, com um largo sorriso.

-Oi Dafne; ele respondeu, com pressa.

-É Mégara; a jovem respondeu, fechando a cara, ao ver que o cavaleiro troca seu nome.

-Ah sim, me desculpe. Oi Mégara; Milo falou, querendo passar pela jovem, mas ela ainda estava em seu caminho.

-Você está ocupado? Porque, tipo, estive pensando, o que acha de irmos dar uma volta? –ela perguntou, com um sorriso insinuante.

-Estou; ele respondeu prontamente.

-O que? –Mégara perguntou confusa, diante da resposta rápida dele.

-Você me perguntou se eu estava ocupado, eu acabei de responder que sim. Agora se você me da licença Ariadne, que eu estou com pressa; Milo falou, sem esperar por uma resposta, acenou, afastando-se quase correndo.

-É Mégara;

A garota ficou olhando-o desaparecer em meio à multidão que se formava no centro do vilarejo, demorou até a ficha cair e entender que o cavaleiro lhe dispensara. Bufou irritada, saindo a passos firmes para o lado oposto.

-o-o-o-o-

-"Garota inconveniente"; Milo pensou irritado. Parou, estranhando o próprio pensamento.

Não era de dispensar uma garota daquela forma, mesmo com pressa, porém não era de hoje que ele mesmo vinha notando que não se sentia bem com aquele tipo de assedio. Na verdade, a muito notara isso.

Apenas não queria dar o braço a torcer aos amigos que o solteiro incorrigível estava pensando em mudar de vida; balançou a cabeça, exasperado. Estava começando a pensar como o Shaka e isso não era uma coisa muito boa; ele concluiu, caminhando até a floricultura.

Ao longe avistou a jovem de cabelos verde-água fechando a porta da floricultura. Viu-a guardar a chave dentro da bolsa e virar-se para ir embora.

-ISA; Milo chamou, antes que ambos se desencontrassem.

-Oi Milo; ela voltou-se sorrindo para o cavaleiro.

-Desculpa a demora, eu sei que disse que vinha mais cedo, mas...; ele se justificou, ofegante pela corrida.

-Sem problemas, imaginei que você estivesse ocupado; Isadora respondeu, com um doce sorriso.

-Ahn! Vai fazer alguma coisa agora? –Milo perguntou curioso.

-Não, estava indo pra casa; ela respondeu.

-Uhn! O que acha de jantar comigo hoje? –ele perguntou. –Conheço um restaurante ótimo próximo ao santuário;

-Não quero lhe incomodar; ela respondeu.

-De maneira alguma, faço questão de ter uma jovem tão bela de acompanhante esta noite; ele falou com um largo sorriso, estendendo-lhe o braço.

-Já que insiste; Isadora falou sorrindo, desde que conhecia o cavaleiro ele tinha esse ar de menino, porém nada inocente, sabia disso, mas nunca se importou com esse jeito nada discreto do amigo. –Então, como se chama esse restaurante? –ela perguntou curiosa.

-Toca do Baco; Milo falou, enquanto ambos começavam a caminhar em direção a toca. –Você vai adorar, prometo;

-...; A jovem assentiu.

III – Encontro casual.

-Shaka, sai daí de dentro; Aaliah falou impaciente, batendo na porta do quarto do cavaleiro que estava há uma hora trancado lá.

-Não; Shaka respondeu. –Nem que o próprio Hades tente me tirar daqui. Eu não saio nem morto;

-Não seja infantil; Aaliah rebateu, batendo o pé no chão impaciente.

Mal chegaram das compras, pararam no templo de Virgem. O cavaleiro convidara-lhe para jantar, porém a jovem fora alem, sugerindo que fossem a Toca do Baco. Sem entender ao certo o porque da sugestão, Shaka concordou, mas segundos depois estava sendo empurrado para dentro do templo por Aaliah que lhe ditava ordens do que deveria vestir para aquela noite.

-Saia daí Shaka; Aaliah falou, batendo na porta. Para aquele sempre controlado, estava sendo manhoso de mais; ela pensou, perdendo a paciência.

-Não saio; ele falou emburrado, embora a jovem não pudesse vê-lo, ele cruzara os braços em frente ao corpo em forma de resistência.

O cavaleiro passou as mãos nervosamente pelos cabelos, lembrando-se que após ser arrastado para dentro de seu templo. Aaliah praticamente invadira seu quarto, espalhando em cima da cama todas as roupas que havia comprado. Separando algumas peças. A maioria eram roupas pretas. Uma camisa, uma regata fina e por fim, a calça preta. Mandando-o ir tomar um banho e se trocar, para saírem.

-Shaka é melhor sair, antes que eu perca o pouco de paciência que eu tenho; a garota falou, intimamente contando até dez.

Escolhera as melhores peças para o cavaleiro vestir. Em hipótese alguma o deixaria sair de sari na rua. Mesmo porque a roupa não era nada discreta e o que ela menos queria era um bando de abutres o devorando com os olhos.

Sem deixar espaço para que ele pensasse muito, deixou as roupas separadas e saiu do quarto. Aproveitando que havia comprado também algumas roupas para si no vilarejo, enquanto ele se arrumava, usou um dos quartos livres do templo para trocar-se também.

-E se eu não sair? –ele perguntou cauteloso, olhando para si mesmo. Mal terminara de fechar os botões da camisa e imediatamente concluir que aquela não era sua cor.

-Um. Dois...; Ela começou a contar.

-Me deixa pelo menos colocar a camisa branca; Shaka pediu, quase em tom de suplica, nunca vestira tanto preto antes. –"Parece que vou a um velório, em vez de ir a Toca. Por Buda, é preto de mais"; ele pensou, passando a mão nervosamente pelos cabelos tentando alinhar a franja, que teimava em cair sobre seus olhos.

-Três. NÃO. Quatro; ela falou, ignorando a pergunta.

-Mas...;

-CINCO; ela contou mais alto agora.

-Aaliah; Shaka chamou.

-Seis. Sete...;

-Por favor; ele tentou uma ultima vez.

-Oito. Nove;

-Aaliah, não faz isso comigo; Shaka pediu desesperado, mas já era tarde.

-Dez;

Afastou-se da porta no momento que um amontoado de eras passaram por baixo da porta, subindo pela mesma indo prender-se na maçaneta. Antes que Shaka pudesse fazer alguma coisa, as mesmas envolveram a maçaneta partindo-a em vários pedaços, fazendo a fechadura ceder e a porta abrir-se aos poucos.

As eras foram diminuindo de tamanho até sumirem completamente, mas a maçaneta fora completamente destruída. Enquanto Aaliah permanecia encostada no batente da porta com um olhar mortal.

Não sabia o que era pior, aquele olhar dela ou enfrentar um titã. Certamente aquele olhar; ele concluiu engolindo em seco. Nunca se sentira intimidado por olhares assim, mas, não conseguia recuar quando esse olhar vinha de Aaliah.

-Se alguém ficar sabendo, mato você; ela falou em tom de aviso.

-...; Shaka assentiu, sentindo um arrepio cruzar-lhe as costas. Mesmo para o homem mais próximo de Deus isso nunca era um bom sinal.

Respirou fundo, ergueu a cabeça, fitando a jovem com mais atenção. Ela vestia um vestido preto de alças finas, que ia a dois palmos abaixo do joelho com a saia tipo canelada. O vestido não tinha nenhum decote exagerado, pelo contrario, era discreto, porém, querendo ou não ela chamaria a atenção em um raio de cinco quilômetros; ele pensou.

Sem perceber seus olhos corriam com um olhar devastador sobre a jovem. Os longos cabelos azulados foram presos em um coque de fios soltos no alto da cabeça e eram enfeitados por uma delicada tiara de arco fino.

-Ficou linda; ele falou quase num sussurro, aproximando-se da jovem.

-O-obri-ga-da; Aaliah respondeu abrandando o olhar, embora tenha tentado evitar, sua voz saiu mais tremida do que desejava.

Sentia como se o olhar do cavaleiro sobre si fosse capaz de tocar-lhe. Era estranho como gostava de estar com ele, mas sentia-se atordoada diante de algumas reações espontâneas dele que ainda não estava acostumada. Sentiu a face esquentar, ao notá-lo tão perto de si, a ponto de suas respirações se chocarem.

Embora sempre fosse acostumado a ser reservado. Shaka não estava sendo nada discreto agora, pelo contrario. Sabia que o motivo disso tudo era ela, mas não se importava com essas mudanças... Não mais; ele concluiu, tocando-lhe a face carinhosamente.

-Ahn! Você reclamando tanto do preto, e olha só como ficou; Aaliah falou, tentando mudar de assunto e desviar seus pensamentos, para a possível guerra interna que se formava em sua mente agora.

-Horrível, eu sei; Shaka falou desanimado, indo sentar-se na beira da cama.

-O que? –Aaliah perguntou, piscando confusa. –De maneira alguma, ficou ótimo; ela apressou-se em dizer.

-Não me convenceu; ele respondeu, deixando-se cair na cama, mal lembrando-se que poderia amassar as outras peças que estavam ali ainda.

-Não seja manhoso Shaka; Aaliah falou, aproximando-se e sentando na beira da cama, erguendo parcialmente a barra do vestido para que amassasse.

-Manhoso? Eu? –ele perguntou, arqueando a sobrancelha, porém sem fazer o mínimo esforço para se levantar.

-Você mesmo, agora levanta daí, se chegarmos muito tarde não encontraremos uma mesa livre; ela falou, tentando puxá-lo pelo braço.

-Não mesmo; Shaka rebateu, sua resistência era tão grande, que até mesmo seu corpo parecia mais pesado.

-Que peso; Aaliah falou serrando os dentes, tentando puxá-lo. –Vamos Shaka, levanta; ela pediu, porém o cavaleiro recusou-se.

-Daqui eu não saio; ele falou convicto.

-Oras, quer apostar; ela falou com um sorriso maroto.

-O que? –ele perguntou, não gostando nada-nada daquele sorriso.

A jovem voltou-se para ele com um olhar intenso, fazendo-o ponderar se não deveria ter aceitado logo de primeira. Quanto viu Aaliah estava deitada a seu lado. O embriagante perfume de rosas chegou a suas narinas de forma devastadora.

-Porque você tem que ser tão teimoso? –ela perguntou com ar manhoso e um olhar nada inocente.

-Aa-li-ah; falou com a voz tremula, sentindo a delicada mão da jovem subir pelo abdômen e parar sobre seu peito.

-Já lhe disse, preto fica ótimo pra você; ela continuou, nem um pouco incomodada com a situação, era como se tudo fosse friamente calculado.

-B-bem...; Ele tentou formular alguma coisa, mas nada saia. Sentiu as unhas da jovem arranhando-lhe a pele amostra, pelos botões ainda abertos da camisa.

-Não sei porque toda essa resistência em usar preto; Aaliah continuou, voltando-se para o cavaleiro, a ponto de quase tocarem seus lábios. –Já disse, com um corpo desses, qualquer cor ficaria ótima, mas nesse caso, preto é o melhor; ela completou, de forma provocante e sedutora, tentando-lhe os sentidos e obliterando qualquer pensamento muito racional que tentava bravamente formar-se na mente do cavaleiro.

-Ahn! –Shaka murmurou, tentando inutilmente mudar o rumo de seus pensamentos.

-O que me diz? –ela perguntou, sussurrando-lhe de forma provocante no ouvido.

-Vo-cê me com-ven-ceu; ele falou, rapidamente afastado-se e levantando da cama.

-Que bom, vamos logo então; Aaliah falou, com ar divertido. Vendo que o cavaleiro tentava inutilmente terminar de fechar os últimos botões; -Espera, vai acabar arrebentando; ela falou, segurando-lhe as mãos.

Isso porque no nervosismo, não conseguia acertar a entrada dos botões e estava quase os arrebentando. Voltou-se para ela, vendo que a mesma afastara-lhe as mãos e ela mesma terminara de fechá-los.

-Pronto; ela respondeu, voltando-se para ele com um sorriso calmo, como se nada daquilo há poucos segundos atrás houvesse acontecido.

-Vamos então; Shaka falou, estendendo-lhe o braço. Não sem antes dar um discreto suspiro aliviado. Antes de seguir com a jovem para fora do templo.

Continua...


Eu sei. Vocês devem estar querendo me matar por cortar na melhor parte, mas por favor, tenham paciência. Essa noite ainda promete e essa fic só esta começando.

Antes de ir deixo um super obrigada a todos que tem acompanhado não só essa fic como as demais. Valeu mesmo pessoal, é muito importante saber que vocês estão gostando do meu trabalho.

Um abraço

E até a próxima

Já ne...