Nota: Os personagens de Saint Seya não me pertencem, apenas Aimê e Eurin são criações únicas e exclusivas minhas para essa saga.
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Boa Leitura!
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Capitulo 11: O teu amor chamou e eu regressei.
I – Cartas na mesa, ou quase isso.
Céus, como tinha deixado chegar naquele ponto? Ah claro, no exato momento que dera aquela bela surra em Eurin e deixara bem claro que era tão ou mais poderoso que um cavaleiro de ouro veterano; respirou fundo tentando acalmar-se, ou melhor, fazer seu subconsciente acreditar que a reação de Aimê não era perturbadora.
-Ahn! Você poderia alo menos me soltar? –Filipe perguntou quase num murmúrio, sentindo a mão da jovem aos poucos suavizar sobre a gola de sua camisa, parando de sufocá-lo.
Aimê afastou-se um pouco, só agora dando-se conta do que fizera ao cavaleiro ao vislumbrar a camisa dele. Na altura da gola que agora contava com pelo menos cinco cortes feito pelas unhas dela, sem contar as marcas deixadas na pele clara que adquiriam um leve rubor pela irritação.
Suspirou cansada, tentando não surtar novamente e esperar ele dizer o porque de tudo aquilo. Deu dois passos para trás, como se desse espaço a ele para mover-se um pouco que fosse, mas não o suficiente para 'fugir' como era a verdadeira intenção.
-Já aviso que para sua própria saúde, é melhor que não tente mudar de assunto; ela avisou, estranhamente suas unhas pareceram alongar-se.
Uma gota de suor frio escorreu pela testa do jovem. Mais essa agora, ameaça de morte lenta e dolorosa de forma tão evidente, as coisas estavam evoluindo; ele não pode reprimir o pensamento irônico.
Fechou os olhos respirando fundo e voltou-se para a jovem. Não podia mais adiar essa conversa, então, ter uma atitude covarde e sair correndo dali, não era a mais indicada; ele concluiu, analisando as possibilidades.
-Você quer que eu comece exatamente por onde? –Filipe perguntou, tentando não parecer mais aflito do que estava diante daquilo tudo.
-Como por onde? –Aimê perguntou indignada, fuzilando-o com o olhar. O cavaleiro engoliu em seco, ela poderia estar usando aquela mascara de prata, mas ainda assim era capaz de sentir perfeitamente o olhar dela. –Porque fez aquilo com Eurin e porque raios, não me contou antes que despertou seu cosmo e que estava nesse nível?
-Ahn! Acho que já falei sobre isso antes; Filipe falou, gesticulando displicente, cruzando os braços na frente do corpo, encostando-se sobre a pia da cozinha.
-Seja mais claro; ela falou, impaciente.
-Uhn! Vamos por partes então; ele falou, adquirindo uma postura um tanto quanto pretensiosa. –Você mais do que ninguém sabe que a Eurin esta insuportável nos últimos dias, alias, nos últimos meses, apenas ela não percebeu ainda que as supostas viagens ao santuário, não convencem mais; o cavaleiro falou como se isso fosse a coisa mais obvia do mundo.
-Pelo menos nisso concordamos; Aimê falou, assentindo. Eurin poderia ir pra qualquer lugar do mundo, menos para o santuário. Era obvio de mais; ela pensou.
-Você sabe mais do que ninguém o quanto a Eurin é teimosa e não admite por nada quando esta errada; ele continuou. –Agora, coloque-se um momento no lugar do Alister e se pergunte. Se você não faria o mesmo se essa fosse a única forma de fazê-la parar para pensar um momento que fosse, nas besteiras que esta fazendo, por ser orgulhosa de mais?
A jovem ficou em silencio, nesse ponto tinha de concordar, ele pegara até leve de mais com a irmã se fosse levar por esse lado.
-É uma pena que ela aja assim; a voz de Filipe tirou-lhe de seus pensamentos. –Normalmente pessoas orgulhosas de mais, são as que mais sofrem; ele completou, encaminhando-se para a porta.
-Uhn? –ela murmurou, vendo-o sair em direção ao quintal. –Hei, voltei aqui. Não terminamos ainda; Aimê falou, o seguindo.
Aumentou os passos, vendo que ele não pretendia parar. Ou melhor, tinha a exata intenção de fazê-la segui-lo até a beira do lago.
Sem se importar com as reclamações da jovem, sobre estar literalmente 'fugindo' daquele ambiente cuja tensão era papável, sentou-se na beira do lago.
Ainda bufando indignada, Aimê sentou-se a seu lado, esperando-o começar a falar novamente.
-Foi há um ano atrás; Filipe falou, como se lesse os pensamentos da jovem e soubesse que agora, o assunto 'Eurin e Alister' era o que menos importava.
-Quando, exatamente?
-Aconteceu quando eu fui para Visby; ele respondeu, apoiando um dos braços sobre o joelho e descasando a cabeça sobre a palma da mão, enquanto olhava vagamente para a superfície da água.
-Um ano; ela murmurou, como se absorvesse as palavras dele. Em menos de um ano ele despertou o sétimo sentido e deixou o cosmo naquele nível; a jovem pensou, cada vez mais surpresa. –Como?
-Foi como você disse; ele respondeu, com simplicidade.
-Uhn? –ela murmurou confusa.
-O motivo. Era só ter um motivo; o cavaleiro falou, lembrando-se da conversa que tivera com ela a alguns anos atrás, sobre o que lutar. O motivo para seguir em frente sem desistir. Ou melhor, a quem proteger?
-E qual é? –Aimê perguntou, com a voz tremula.
-Já se apaixonou por alguém antes? –ele perguntou, pegando-a de surpresa com a pergunta.
-...; Ela negou com um aceno embora soubesse intimamente que a resposta verdadeira era outra bem diferente.
-Então, talvez você não possa entender; ele respondeu, com pesar.
-Do que esta falando? –ela perguntou, não querendo dar a conversa por encerrada.
-De sentir; Filipe falou, colocando a outra mão sobre o peito, indicando a direção do coração. –Eurin vive falando que ser frio e indiferente pode ser o elemento que define a superioridade de um cavaleiro em meio a uma luta;
-Besteira; Aimê resmungou, mais um dos princípios que a irmã pregava, que detestava.
-Sabe, fico imaginando se os outros cavaleiros que estão sendo treinados têm que agüentar essa mesma ladainha; Filipe comentou. –Eurin quer que eu seja o típico cavaleiro prepotente que mata com uma rosa; ele completou, fazendo Aimê voltar-se na direção dele surpresa.
-Como voc-...;
-Sei; Filipe a cortou. –Isso fica obvio depois de alguns anos; ele completou, com um sorriso fraco. –Mas ela esta errada. Existem coisas que não podemos evitar ou prever;
-Como o que? –ela perguntou, incerta quanto ao fato de querer realmente uma resposta.
-Como eu ter me apaixonado por você; ele respondeu sem rodeios.
Aimê levantou-se bruscamente da beira do lago, fitando o cavaleiro com indiscutível surpresa. Sentia o coração bater desenfreado e provavelmente se não estivesse usando a mascara, ele veria que sua face atingira um vermelho intenso.
-Como disse, não sei se esse é um motivo válido, digo, aquele que a Eurin deseja que um 'pupilo' dela tenha; ele falou, levantando-se, viu-a recuar alguns passos, mas não se aproximou. Sabia o que ela provavelmente estaria pensando. –Pode ser um motivo egoísta, já que muitos ainda sobrevivem com aquela utopia de amarem eternamente uma deusa que devem proteger tão inalcançável que com o tempo torna-se mais um romance frustrado, mas não acho que as coisas sejam bem assim.
-E de que forma seriam? –ela balbuciou.
-O desejo de proteger aqueles que amamos é capaz de cometer milagres, não importa o quanto às coisas possam ser difíceis. Essa é a diferença, não sei se seus motivos resumem-se apenas a apoiar a Eurin e rebelar-se contra uma tradição antiga da sua família, mas os meus são esses e você me deu as respostas; ele completou.
O silencio recaiu sobre eles, encaravam-se intensamente, embora o cavaleiro se sentisse intimamente frustrado por não ver a face da jovem, mas entendia. Dogmas eram dogmas e deveriam ser respeitados.
-É melhor deixa para conversar com Eurin amanhã; Filipe falou, dando a conversa por encerrada. Sentia que Eurin estava para acordar, era melhor falar com ela antes, de vê-la surtar novamente. –Boa noite; ele completou, dando as costas a jovem que não emitira som algum até agora. Afastou-se indo em direção a casa.
Viu-o entrar pela porta da cozinha ainda em silencio, sentiu o corpo jogar um peso enorme sobre as pernas, fazendo-a cair de joelhos sobre o chão. Sentia a cabeça dar voltas com tudo o que ouvira.
Todos esses anos convivendo juntos, acreditando que aquilo que vinha sentindo por ele não poderia ser definido, agora a resposta caia como um raio em sua cabeça. Fechou os olhos, tentando acalmar os batimentos do coração e quem sabe assim seus pensamentos começarem a se ordenar depois de tudo aquilo, embora soubesse que as coisas seriam bem mais difíceis agora.
II – Sentimentos.
2 meses depois...
Observou-os atentamente, havia alguma coisa errada. Dois meses já haviam se passado desde o 'pequeno' desentendimento que tivera com o pupilo. Detestava admitir, mas ele estava certo. Após acordar aquela noite, passaram boa parte da madrugada conversando.
Não falara a ele seus motivos e ele não perguntara. Afrodite era reservado e não pretendia perguntar nada que a constrangesse. Deram o assunto por encerrado depois disso e nem mesmo Aimê os questionou. E por falar nela.
-"O que esta acontecendo com essa menina?"; Eurin se perguntou, ao vê-la treinar novamente, socos e chutes contra uma arvore indefesa. Há dois meses ela estava assim. O que não fizera nos últimos cinco anos, parecia estar com uma louca vontade de compensar agora.
Outro que estava estranho era Afrodite. Não negava que o pupilo lhe surpreendera com a rapidez que andava criando as rosas, mas ele parecia sempre com o pensamento distante e só voltava as atenções para o que fazia quando era chamado.
As discussões entre ele e Aimê agora não existiam mais, o que era mais estranho ainda, devido a jovem procurar sempre um motivo banal para provocá-lo. Algo lhe dizia que acontecera algo entre os dois para estarem agindo daquele jeito.
Balançou a cabeça levemente para os lados, deveria ser só impressão e eles estivessem preocupados com a data do retorno ao santuário, já que a mesma estava se aproximando; ela tentou se convencer, mas ainda assim, não faria mal em perguntar.
-AFRODITE; gritou, chamando pelo pupilo, que treinava do outro lado do lago. Sob sua supervisão.
Viu-o voltar-se em sua direção e acenou, mandando que ele se aproximasse.
Não demorou para que ele desse a volta no lago, passado pela jovem e indo em direção a mestra. Aimê parou por um momento o que fazia, observando-lhe discretamente. Era palpável a tensão existente entre ambos, embora o cavaleiro procurasse não se aproximar depois do que conversaram há dois meses atrás.
Não sabia o que era pior, ele não se aproximar, ou se sentir acuada só com a presença dele. Embora soubesse o que sentia, não conseguia dizer a ele. Não depois dele ter sido tão direto e não ter hesitado momento algum ao lhe falar o que sentia. Será que era realmente justo, adiar tanto aquilo? –ela pensou, voltando a treinar.
A quem estava querendo enganar que não sentia nada quando ele se aproximava. Que não sentia o coração disparar com o mais leve olhar que ele lhe direcionava. Suspirou pesadamente, era impossível treinar com os pensamentos tão dispersos como estava.
-o-o-o-o-
-Deseja alguma coisa, mestra? –Filipe perguntou, respeitosamente.
-Podemos conversar? -ela falou, indicando-lhe um lugar mais afastado.
O cavaleiro assentiu, a seguindo. Sem entender o que ela queria. Concluiu que talvez fosse algo sobre o treino.
-Ahn! O que esta acontecendo entre você e Aimê, Filipe? –ela perguntou, pegando-o completamente de surpresa.
Primeiro por tocar naquele assunto e segundo, por chamá-lo pelo nome ia contra todas as regras que ela imporá desde que ele chegara ali. Então, o assunto tornava-se mais serio do que deveria ser.
-Nada; ele respondeu com simplicidade.
-...; Eurin negou com um aceno. –Conheço minha irmã e você o suficiente para ver que vocês estão se evitando. Vamos, me diga, o que aconteceu?
-Deve ser impressão a sua; Filipe tentou se justificar.
-Afrodite; ela falou, num tom perigoso de voz.
-Falta pouco para o ultimo teste, talvez o fato de não estarmos mais brigando é devido à responsabilidade que arcamos com o treinamento e manter a concentração agora é essencial; ele falou maquinalmente, mas não podia fazer nada se a jovem simplesmente lhe ignorava, fazendo-o intimamente recriminar-se pelo que havia dito a ela aquele dia.
Talvez se não soubesse, as coisas continuariam como estavam, sem que ficassem nessa situação patética. Mas a quem estava querendo enganar que conseguira ficar mais tempo com aquilo guardado só para si? Balançou a cabeça levemente para os lados, de maneira imperceptível, tentando afastar os pensamentos.
-É, talvez seja; Eurin falou, ainda não dando-se por convencida.
-Posso voltar a treinar agora? –ele perguntou, notando-a silenciosa.
-...; A amazona assentiu.
-o-o-o-o-
Observou-o de longe, vendo-o retornar a serie de treinamentos. Ignorando o olhar de Eurin sobre si, deu as costas a arvore que estava, caminhando até a beira do lago.
Sentou-se, abraçando as próprias pernas, apoiando a cabeça entre os braços. Dois meses já haviam se passado desde aquela conversa que tiveram. Fechou os olhos dando um fraco suspiro. Como queria ter dito a ele o contrario, mas não, preferira fugir disso, ou melhor, não falar nada.
Balançou a cabeça, ficar parada não iria mudar nada; ela pensou, levantando-se.
-Aimê; estancou, ao ouvir a voz do cavaleiro atrás de si. Virou-se lentamente, com cautela, porém mal o vez. Viu-o empurrar-lhe. –O q-...; Mal pode perguntou o que ele queria, segurou-se rapidamente no cavaleiro ao escorregar em uma pedra solta na beira do lago, fazendo com que ambos caíssem na água.
Passou a mão nervosamente pela mascara, tentando tirar os fios de cabelos que colaram sobre ela. Sentiu um braço, suavemente enlaçar-lhe pela cintura. Ergueu os olhos, deparando-se com o olhar do cavaleiro sobre si, aquele olhar tinha um brilho diferente que lhe confundia; ela pensou.
-Pare de pensar; Filipe sussurrou, passando a mão lentamente sobre a mascara, retirando os fios que estavam ali, atrapalhando a visão da jovem.
-Uhn? –ela murmurou confusa. Olhou para os lados, tentando saber onde a irmã estava. Não seria nada legal, serem pegos numa situação como aquela, apenas piorando mais as coisas.
-Eurin saiu; ele respondeu, como se lesse seus pensamentos. Sentiu-a tentar se afastar, porém, estreitou mais os braços em volta da cintura da jovem.
-Hei, que idéia é essa? –Aimê perguntou indignada.
-Você não entende não é; ele falou, balançando a cabeça.
-O que? –a jovem perguntou, encolhendo-se diante do olhar dele.
-Faz dois meses que a Aimê desapareceu; Filipe falou.
-Do que esta falando? –Aimê perguntou, confusa.
-Da Aimê que eu conheço. A Aimê rebelde, que fala o que pensa e não abaixa a cabeça. Ela sumiu. Agora, pra variar, deixaram uma garota submissa sem o mínimo de perspectiva no lugar;
Aimê entreabriu os lábios para rebater, porem não havia argumentos. Abaixou a cabeça, em sinal de derrota. Sentiu-o tocar-lhe a face com suavidade, descendo a ponta dos dedos até o queixo, erguendo-o levemente, para que ela volta-se a lhe encarar.
-Não quero que mude por causa do que lhe disse; Filipe falou. –Quero a velha Aimê de volta; ele completou, fechando os olhos, encostando a testa sobre a dela.
-Daqui a três meses você vai para o santuário; ela falou, instintivamente, enlaçando-o pelo pescoço, aconchegando-se entre os braços dele.
-...; Filipe assentiu.
-Tem coisas que simplesmente não podemos evitar, não é? –ela falou, descansando a cabeça sobre o ombro dele. Sentindo os dedos do cavaleiro, suavemente correrem entre os fios esverdeados.
-...; Ele negou com um aceno, ouvindo um baixo soluço vindo da jovem. –Aimê; Filipe chamou, porém sentiu a jovem segurar-se ainda mais em si, tentando conter os soluços.
Tocou-lhe a face, erguendo-a, para encará-la.
-Olhe pra mim; ele pediu.
Hesitante, ergueu a cabeça, fitando-lhe diretamente. Era como se só ele, conseguisse enxergar através das mascaras e muralhas que erguia pra se proteger. Sentiu-o tocar-lhe a face, deixando a ponta dos dedos correrem pela lateral do rosto, detendo-se na junta que mantinha a mascara ali.
Fechou os olhos, desistindo completamente de oferecer alguma resistência ante o ato que veio a seguir.
Retirou a mascara calmamente, os fios esverdeados caíram sobre a testa. Tirou-os delicadamente, vendo a pele alva adquirir um leve rubor.
-Aimê; ele chamou, quase num sussurro, deixando a ponta dos dedos correrem pela face da jovem, apagando o rastro das lagrimas que ainda teimavam em cair.
-Afrod-...; Ele a cortou.
-Filipe;
-Uhn? –ela murmurou confusa.
-Meu nome é Filipe; ele sussurrou, abaixando a cabeça, a ponto de roçar-lhe os lábios.
Deixou os dedos prenderem-se entre os fios esverdeados, selando seus lábios num beijo intenso. Sentindo-a aconchegar-se entre seus braços, dando um baixo suspiro. Afastaram-se parcialmente.
-Não me importaria de morrer agora; ele sussurrou, sentindo-a estremecer entre seus braços. Apoiou o queixo sobre o ombro da jovem, sentindo o coração bater tão desenfreado quanto o dela.
-Amo você; ela sussurrou, aconchegando-se entre os braços dele.
-...; Arregalou os olhos surpreso, diante do que ela acabara de falar, mas da mesma forma que veio desapareceu, dando lugar a um doce sorriso. Estreitou mais os braços em torno da jovem.
Nada mais importava...
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Continua...
Domo pessoal, mais um capitulo chega ao fim. Mil desculpas pela demora, mas com provas e trabalhos na escola, semana passada minha vida estava uma loucura, mas estou de volta a ativa XD.
Sinceramente espero que tenham gostado do capitulo.
Um grande abraço a todos e agradeço de coração a todos que acompanham essa fic desde o começo, não só essa, mas ainda perdem um pouco de tempo comentando. Valeu mesmo.
Kisus
Já ne...
