"Tudo isso é propriedade do Comensal da Morte!" – Diz Pinochio, enquanto seu nariz cresce absurdamente. – "E ele está ganhando uma nota preta só por causa dessa fic idiota!" – Seu nariz cresce ainda mais.

Isso é uma slash (Harry/Draco) (na verdade, a minha primeira.) (além de ser a primeira fic) não tão recomendável à crianças, por conterem cenas... Bem... impróprias e palavras chulas. Se não gosta não leia! O problema é todo seu, que não sabe o que está perdendo. E é bom não vir com reviews mal educados por aqui, ou estará comprando uma grande briga com direito a processo e CPI.

Outra coisa a lembrar é que esta fic pode ser bem grande e demorada, com tendências a uma história triste (ô dó...), mas com muita slash.

Ah... ok, desculpas depois. Foge

Capítulo V – Doce Despedida

O dia ainda não começara. Nem as ondas do mar pareciam querer fazer barulho naquele dia. O único leve ruído que Harry Potter ouvia era provocado pelo vento a agitar as folhas da árvore à sua esquerda. O mesmo som que agitava suas madeixas morenas e faziam com que ele se arrepiasse periodicamente.

O sol ainda não saíra. E naquele dia parecia realmente indisposto a sair, embora Harry observasse os primeiros efeitos alaranjados das nuvens mais distantes. Puppy estava aninhado sobre a árvore, provavelmente dormindo, assim como todos os outros. Acordar aquecido pelos braços de Draco foi o motivo pelo qual saíra durante a madrugada. Seu único ressentimento era que Draco tenha visto. Seu rosto tomava um forte rubor apenas pelo pensamento de tal cena. O que ele diria durante o dia? Que o motivo dele não ter beijado ninguém durante o Baile de Formatura era que estava apaixonado por ele? É claro, eles se beijaram antes de dormir na noite anterior ao Baile, mas e daí? Foi apenas um beijo sem importância, não foi? Estavam agindo normalmente desde então. A não ser – Harry engoliu em seco – a imagem de Draco olhando inocentemente para trás apenas de cueca que persistia em não sair de sua cabeça.

Pela décima sétima vez naquela mesma hora, Harry suspirou. Era impossível deixar de admitir: Draco Malfoy o tirava do controle. Mas não podia ser assim! Hermione deveria tira-lo do controle. Cho deveria tira-lo do controle. Gina, Parvarti, Luna! Qualquer uma. Até mesmo Dino. Mas não Draco Malfoy. Não o responsável por todas as suas horas de raiva e desejos de vingança. Não aquele que o ofereceria de banquete a Voldemort. Não seu inimigo número um. Não aquele que já fez seus amigos chorarem de tristeza e raiva.

Seus amigos. A visão de Rony aparecendo em sua lareira como última imagem do Baile de Formatura ainda fazia seu coração doer. A última vez que vira o amigo. E também as palavras imploradoras de Hermione para que não se entregasse. Por que tinha que ser assim? Por que ele não poderia aproveitar mais um pouco com seus amigos? Mais uma vez seus olhos se encheram d'água e mais uma vez ele se amaldiçoou por isso. Se ele não tinha melhores recordações dos amigos era o próprio responsável por isso. Devia ter se comportado como um adolescente normal e não procurar e Snape indícios de traição. Burro! Burro! Mil vezes burro! Tapado, é o que era. E daí que ele cresceu sem os pais? E daí que ele nunca antes tivera amigos? Ele os tivera e não soube aproveitar. E era pensando nisso que ia, de cabeça erguida, para a morte nas mãos de Voldemort.

"Não deveria estar aqui tão cedo" – Harry se sobressaltou, olhando assustado para trás e encontrando o olhar cinzento de Lucius Malfoy. Virou-se novamente para a frente e secou rapidamente os olhos. – "Pode se adoentar"

Harry soltou uma risada forçada e sarcástica.

"Qual a diferença em morrer de doença e ser assassinado?"

"Na verdade, é que morrendo assassinado você pode poupar duas vidas. A de um adolescente e a de uma criança."

"Oh..."

Foi tudo o que conseguiu dizer. Ele baixou a cabeça. Era verdade. Por mais que já houvesse odiado Malfoy eles eram amigos agora. Não eram? Bem, pelo menos, era isso o que Harry pensava.

"Entretanto, eu não me importaria de morrer de doença, se a razão fosse esta paisagem."

Harry olhou para Lucius. Para um homem que ele já vira chutando um elfo doméstico pelo simples motivo deste chegar perto de Harry, vê-lo falando como Dumbledore era realmente assustador. Ainda estranhando, voltou a olhar para o mar.

Harry guardou silêncio e, por alguns minutos, a paisagem o envolveu, fazendo-o esquecer de seu acompanhante.

"Sabe" – Harry foi rapidamente puxado de volta à Terra. – "Amanha, ao anoitecer, será a celebração de integração de Draco aos Comensais da Morte."

"Estou sabendo."

"Isso quer dizer..."

"Que não vivo mais do que um dia e meio."

"A não ser que queira remediar."

Harry olhou intrigado para Lucius. Do que ele estava falando?

"Sabe" – Ele começou, respondendo ao olhar de Harry. – "Tecnicamente, o Lord das Trevas não sabe que você está 'passando umas férias' conosco. A não ser por uma ou duas pessoas que com certeza viram Draco levando você. Ele não saberia de onde você estaria vindo se te visse a correr à beira do mar. O que eu acho improvável, porque ele odeia praias. Além do mais, tem uma cidade trouxa a uns quatro quilômetros e meio daqui. Em menos de um dia você poderia se esconder e, quem sabe, voltar os seus amigos."

O olhar indagador de Harry permaneceu.

"Porque o senhor faria isso. Pensei que quisesse que eu morresse lentamente."

"E quero!" – As sobrancelhas de Harry se ergueram. Lucius sorriu. – "Aliás, queria. Seria ótimo agradar ao Lord das Trevas, principalmente nestes momentos. Mas ver o brilho no olhar de meu filho enquanto vocês se divertiam no gramado, ou o mesmo brilho no olhar de Draco enquanto ele diz que se arrepende por todos os momentos ruins que ele te fez passar me desarmara totalmente."

"Brilho? No olhar de Draco?"

"Sim. Ele foi me procurar assim que cheguei, de madrugada. Me disse o quanto você está triste por não poder viver mais ao lado de seus amigos." – Lucius se calou. Harry não teve palavras para falar absolutamente nada. Voltou a encarar o chão. – "E também no quanto ele gosta de estar ao seu lado."

Agora sim Harry o olhou mais intrigado do que nunca.

"Ele disse isso?"

"Sim. Na verdade, Draco inventa motivos para ficar ao seu lado. Eu não deveria estar falando isso, é claro. Mas é só um incentivo de que volte para seus amigos, mas que não esqueça os novos."

"Então vou realmente voltar para os meus amigos?"

Harry sorria. A esperança que florescera em seu coração era como a felicidade de uma pobre criança que ganha seu primeiro brinquedo. Lucius sorriu também e, pela segunda vez, Harry percebeu que haviam um ser humano ali.

"Vai. Desde que não conte como e onde foram as suas 'férias de verão' para nenhum dos meus amigos Comensais, ou qualquer um que se comunique com eles."

Harry sorriu como se nunca tivesse recebido uma notícia melhor na vida.

"Eu não sei o que dizer."

"Porque não diz a Foxter e ao Draco? É claro, depois de eu lhe passar as instruções."

"Claro! É só dizer que eu faço."

Lucius sorriu pelo canto da boca.

"É bem visível seu desejo de continuar vivo. E o mais admirável é que não é por você mesmo."

"Gosto da minha vida. Mesmo que às vezes seja difícil gostar. Mas você está diferente."

"Estou mesmo. O responsável por isso é Foxter. Acho que sabe da história dele, não?"

"Sei. E admiro o quanto ele gosta de você, mesmo sem ser o seu filho legítimo."

"Exato. Ele foi capaz de me fazer ver a luz com menos de dois anos de idade. E foi por ele também que deixei de ter o gênio de um verdadeiro Malfoy. E a minha felicidade é que você está fazendo por Draco o que Foxter fez por mim. Seria culpa do parentesco com Black o motivo de estarmos nos tornando pessoas... melhores?"

Harry não pode deixar de sorrir. Era incrível e inimaginável ouvir Lucius Malfoy falar daquela maneira.

"Bem, mas está ficando tarde e tenho que ir para o ministério. Então me deixe falar bem rapidamente."

Harry umedeceu os lábios e prestou toda a atenção possível às palavras de Lucius.

"Quando anoitecer e tudo estiver escuro, você deve partir. Vá pela esquerda, bem ali. Leve um pouco de pó de Flú e também comida, Potter, pois será uma longa caminhada já que não pode aparatar. Ande o máximo possível e tente chegar à cidade antes do amanhecer. Quando chegar lá, tente entrar em uma casa trouxa e use o pó de flú para chegar à casa de seus amigos. Não pode usar a daqui pois tem muitos comensais que trabalham no Ministério. Um deles é do Controle de Transportes Mágicos. Acha que consegue chegar bem à cidade?"

"Consigo. Mas isso não trará mesmo problemas a vocês?"

"Não se preocupe, ficaremos bem. E não se esqueça: Não conte isso a ninguém que possa nos denunciar ao Lorde, certo?"

"Certo."

Neste momento, a porta de entrada para o hall se abriu, e dela emergiu um Draco Malfoy despenteado e com pantufas de cobras. Por um momento, Harry pensou ter visto um certo alivio nos olhos de Draco ao encontrarem os seus.

"O que está fazendo aqui?" - O loiro perguntou.

"Estou conversando."

"Sobre o que?"

"Sobre Voldemort, Foxter e você."

Draco olhou para seu pai parecendo um pouco receoso.

"Você não..."

"Não disse nada que Potter não precisasse saber, Draco, relaxe. Mas agora preciso ir. Até mais tarde. Te vejo... outro dia, Potter."

Lucius desaparatou no mesmo instante. Harry olhou para Draco e logo percebeu o que havia acontecido. Se Draco levantara durante a madrugada para falar com Lucius, significava que ele tinha visto Harry se aconchegando em seu peito. Baixou os olhos rapidamente. O que ele diria agora, que estavam sozinhos? Será que voltaria a falar normalmente com ele?

"Eu me assustei ao ver que você não estava na cama."

Harry levantou os olhos. Mas é claro! Se Draco se levantara durante a noite é claro que ele o abraçou novamente. Caso contrário Harry não estaria tão confortável. Além do mais, ele poderia ter ido para o quarto onde estava dormindo nos dias anteriores. Um pouco mais confiante, Harry respondeu:

"Não estava conseguindo dormir. Saí para tomar um ar."

"Sei. Deve estar com fome."

"Sim." – Harry percebeu naquele instante que estava com fome. Olhou ao redor. O sol já brilhava acima do mar, iluminando o rosto claro e belo de Malfoy. Os pássaros cantavam alegremente. Aquele seria um ótimo dia.

U.U.U.U.U.U

Após ouvir de Harry toda a notícia de que escaparia naquela noite, Foxter lançoulhe um enorme sorriso. Draco fez o mesmo, mas não tão intensamente. Era ótimo saber que Harry não morreria. Não tão jovem. Também era ótimo vê-lo sorrir diante da perspectiva.Porém, o fato de nunca mais poder vê-lo sorrir daquela maneira para ele era deprimente e frustrante.

Estava triste por não poder ver mais Harry e Fox brincarem juntos. Estava triste por não ter mais a companhia do moreno que sempre fazia de suas tediosas tardes ótimas oportunidades para uma gargalhada. Estava triste por saber que nunca mais poderiam dormir juntos, mesmo que fosse na mesma casa. E o pior de tudo era saber que teria de ajudar a assassinarem aquele garoto que ele aprendeu a gostar em apenas algumas semanas.

'Não! Está decidido. Eu não serei mais um Comensal da Morte se a vida de Harry estiver em minhas mãos! Vou em seu lugar se preciso, mas nunca lhe poderei fazer nada de mal.'

"Draco?"

Draco acordou de seus devaneios assustados. Um par de olhos verdes expressivos o observava indagadoramente. Estava assentado em um sofá ao lado da poltrona onde Harry estava, diante da lareira que estava apagada.

"Estou bem! Onde está o Fox?"

"Foi buscar o Whiskey de Fog para que possamos brindar."

"Whiskey? Mas Harry! Ele não bebe."

Harry soltou uma gostosa gargalhada. 'Maldito!' - pensou Draco.

"Ele foi nadar um pouco. Mas porque você não fala nada desde que eu disse que iria fugir."

"Não, é?"

"Não! E eu quero saber porque. Ficou triste?"

Draco sorriu eviesado diante da pergunta de Harry.

"Eu ficaria triste por você ter que salvar sua vida?"

"Não, mas talvez por outro motivo sim. Aconteceu algo no Baile de Formatura?"

"O que poderia ter acontecido?"

"Com certeza alguma coisa que pudesse tirar tanto a sua atenção. Será que não quer aproveitar o meu último dia aqui?"

Para a surpresa de Harry, Draco sorriu levemente. Será que Harry estaria aborrecido por não receber a atenção de Draco? Tal pergunta estava prestes a escapar de seus lábios, mas o que saiu foi:

"Não vai sentir falta de nada, Potter?"

Harry pareceu pensar por um segundo.

"Bem, além dos arranhões de tigre e das mordidas de vampiro... acho que não."

"Jura?" – Draco se levantou e aparou as mãos no braço da poltrona de Harry, aproximando-se perigosamente do rosto de Harry. – "Pode me dizer quem irá aquece-lo durante as noites?"

Harry tentou não mudar sua expressão, embora isso tomasse tudo de si. Ele sentiu as orelhas queimarem, o estômago dar mil piruetas e seus músculos se contraírem, afundando-o na poltrona. Draco virou a cabeça para o lado e soltou uma leve risada.

"Bem... eu... ah, pensei em... em algum cobertor."

"E qual cobertor poderia ser melhor do que Draco Malfoy?"

"Uau! O convencido Malfoy está de volta."

"Me acha convencido?"

"Acho!"

"E o que mais?"

"Arrogante!"

Draco se aproximou lentamente de Harry.

"E o que mais?"

"Esnobe!"

"E o que mais?"

"Insuportável!"

A cada palavra que o moreno dizia, só parecia aumentar a vontade de Draco de beija-lo furiosamente. Ele se aproximava ameaçadoramente dos lábios do outro, enquanto este tentava não sorrir.

"Oh... e o que mais?"

"Prepotente!"

"E o que mais?"

Draco estava bem perto de Harry agora. Harry molhou os lábios e pareceu congelar de repente. Olhou de imediato para o chão, fazendo Draco sorrir e se afastar dele.

"Ah, Harry... Acho que deveria pensar na hipótese de se mudar para cá."

"Creio que não. Você não teria tempo para mim."

Draco voltou a encara-lo. O moreno parecia prestes a explodir, tal o seu rubor, mas a determinação em seu olhar e também a seriedade impressionavam Draco.

"Bem, Fox poderia te manter realmente ocupado enquanto eu não poderia."

"Acha que seria o mesmo?"

Draco sustentou firmemente o olhar de Harry, que não parecia disposto a quebrar a ligação.

"E se eu te convencesse a ficar?"

"Não vejo como poderia fazer isso."

"Tem certeza que não?"

Harry pensou por um segundo antes de tomar qualquer decisão.

"Absoluta."

"É? Pois eu posso pensar em várias. Das mais divertidas às mais proibidas. E também posso pensar em algo que misture as duas coisas."

Agora Harry estava realmente envergonhado, porém, queria ver que destino aquele diálogo tomaria.

"Seria um caso a se pensar."

"Pensar? Para que hesitar em conseguir algo que deseja?"

"Desejo?"

"Por Merlin, Harry, não se engane. Quer isso tanto quanto eu e sei que não pretende sair daqui sem algo que possa faze-lo se arrepender."

Desta vez, Harry riu. Estava começando a gostar do joguinho.

"Você quer tanto assim que eu fique?"

"Digamos que eu queira ver você feliz."

"Oh... e devo entender que a minha felicidade é ao seu lado?"

"Pensei que era evidente."

Harry levantou a cabeça e soltou uma gargalhada que fez com que Draco se arrepiasse. Ele fitou as duas marcas em seu pescoço. Parecia que Harry adquirira mais um requisito bem sexy.

'Mais uma dessas e você leva outra mordida, Harry.'

Harry parou de rir e voltou a olhar para Draco, sorridente.

"Certo. Eu lhe darei a oportunidade de tentar me convencer a ficar."

"Oh... aceitando sua realidade, Potter?"

Harry sorriu um pouco mais.

"Em que está pensando?"

"Preciso mesmo dizer?"

"A não ser que queira que eu tire minhas próprias conclusões e comece a tirar outras coisas também."

"Uau! O perigoso Potter está de volta."

"Quer que eu desista?"

"O que acha?"

"Acho que não."

"Pois está certo."

Harry aproximou seu rosto e o de Draco até que ficassem a poucos centímetros de distancia.

"Então ande depressa."

Draco pôde sentir o calor que a boca de Harry emanava e aquilo só o enlouquecia mais. Queria perder o controle. Queria rasgar as roupas de Harry. Queria leva-lo a loucura. Por Merlin, queria realmente leva-lo à loucura. E foi por isso que levou seus dedos ao primeiro botão da camisa do moreno, abrindo-o sem pressa. Passou para o segundo botão e pôde ver o peito liso e potencialmente musculoso de Harry. Voltou a encara o garoto nos olhos para evitar de perder o controle, mas não adiantou muita coisa ficar observando aquelas esmeraldas vivas que pareciam implorar por velocidade enquanto abria o terceiro botão.

As pontas dos dedos de Harry estavam brancas e dormentes. Draco Malfoy sabia realmente como provocar alguém. Enquanto a camisa de Harry era aberta ele não via outro jeito de tentar se segurar senão agarrando-se ao braço da cadeira. Sua respiração estava artificialmente controlada e era difícil evitar que os arrepios subissem por sua espinha.

Enquanto abria o quinto botão, Draco assentou-se no colo de Harry, as pernas abertas ao lado do garoto. Ele abriu a camisa do grifinório e deslizou suas mãos pelo peito d garoto, que mordeu o lábio inferior. Sorrindo, aproximou-se lentamente e beijou seus lábios, sentindo sua excitação. Harry levou suas mãos aos cabelos de Draco, tornando o beijo mais profundo e incontrolável. Draco levou suas mãos aos quadris de Harry, aproximando-o de si. Este movimento fez com que ele sentisse a pulsação de seu pênis. Harry pareceu sentir o mesmo e levou rapidamente a mão ao fecho da calça de Draco e jogou o cinto do loiro para longe, abaixando suas calças. Fez o mesmo com as próprias calças enquanto o beijo se tornava mais e mais furioso. Sentiu um leve gosto de sangue a morder o lábio de Draco, que soltou um gemido sensual.

Draco segurou Harry firmemente e se jogou para trás, batendo de costas no grosso tapete da sala de visitas. Harry afastou as calças com as pernas e colocou suas pernas entre as do loiro, iniciando um movimento ritmado que fez com que Draco gemesse e se excitasse ainda mais.

Era quase insuportável sentir Harry descontrolando-o daquela maneira. Draco queria que a loucura aumentasse cada vez mais. Virou o garoto para o lado e inverteu as posições, ficando de cima desta vez. Desceu a boca para o pescoço de Harry. Queria faze-lo provar da mesma loucura. Espalhou por seu peito beijos molhados e mordidas pequenas que faziam com que Harry gemesse baixinho. Finalmente, chegou aonde queria. Desceu a cueca do moreno com os dentes e abocanhou o pênis de Harry, que gemeu de surpresa e excitação.

Draco começou a sugar o máximo que podia. Lambendo, acariciando e chupando novamente enquanto Harry mordia o lábio para não gritar. Era prazeroso ouvir os murmúrios indecifráveis do grifinório. Mais inebriante ainda era deixa-lo desesperado e ansiando por mais. Harry sabia que Draco estava provocando-o, mas naquele momento ele realmente não se importava. Agarrou seus dedos aos cabelos loiros dele e começou a movimentar o quadril, sentindo que explodiria a qualquer momento.

Draco, percebendo-o, deu uma última lambida no membro do garto e voltou a beijar seu corpo. Sentiu um leve jato escorrer por seu peito quase no instante seguinte. Olhou para Harry, que procurava seu olhar com aquelas grandes esmeraldas.

"Será que não tem piedade, Malfoy?"

"Sou um sonserino, Potter. Deveria saber disso."

Draco tirou a própria cueca. Estava tão excitado como nunca ficara. Nem com Pansy, nem com nenhuma outra garota. Abriu as pernas de Harry o máximo que pôde e olhou novamente para o garoto.

"Minha vez. Posso?"

"Desde quando sonserinos pedem permissões?"

Draco mordeu o lábio inferior e sorriu, encostando seu pênis ao ânus de Harry. Sentiu sua imediata resistência, que parecia ir cedendo conforme ele insistia. Harry gemia em voz baixa. Draco tentou novamente adentrar mais um pouco, enfiando a ponta de seu membro. Harry soltou um gemido um pouco mais alto, agarrando-se ao tapete.

"Vou parar" – disse Draco.

"Não! O que houve?"

"Está doendo."

"Dói em mim e você não tem nada a ver com isso." – Harry levantou a cabeça para olhar o loiro. – "Termine agora."

Draco começou um leve movimento com o quadril. Logo, os gemidos de Harry pararam de preocupa-lo e e ele sentiu uma gostosa sensação de êxtase. Harry parecia estar provando da mesma sensação. Levou suas mãos às costas de Draco e cravou suas unhas, arranhando o loiro. Draco gemeu alto e se excitou um pouco mais, acelerando o movimento. Ele não agüentaria mais. Fechou os olhos e deu uma última e mais forte estocada em Harry, caindo sobre o garoto. Podia sentir sua respiração descompassada procurar desesperadamente por ar. Levantou a cabeça para poder olha-lo nos olhos. Harry sorriu afavelmente e acariciou seus cabelos, que grudaram na testa devido ao calor. Draco sorriu e colou seus lábios, beijando-o lentamente. Ali estava a sua despedida e Draco desejava mais do que tudo que o reencontro acontecesse logo.

N/A: NÃO! NÃO! NÃO ME APEDREJEM! Eu sei que tenho sido uma escritora muito má, e que por oito (OITO) meses fiz vocês esperarem pelo quinto capítulo que nunca veio, mas ele está aqui! Perfeito e fresquinho. E se demorei por tanto tempo, foi porque esse ano foi phoda. Estudar e trabalhar não é nada fácil. Aprendi isso a duras penas. E... pra recompensar a demora... LEMON!!!!!!!!!!!! SIM! Aquilo que todos adoram e sempre querem, embora eu não tenha escrito muito bem, confesso. Mas quero pedir novamente que me desculpem. Isso não irá se repetir. Palavra de Comensal.

Ah, e um aviso. EXCLUSIVAMENTE NESTE CAPÍTULO eu não irei responder aos reviews, que são muitos³ \o/. Mas agradeço a cada um que mandou e, no próximo capítulo, juro QUE RESPONDO. Beijos, meus amores.