Capítulo 9: Um episódio chamado "Collision", alguém disse? Não, nunca ouvi falar.

A única coisa que fazia Jack ficar mais excitado depois de acabar de ter um sonho fantástico com Kate, era a idéia de salvar a vida dela. Infelizmente para ele, uma vez tendo entrado em sua cabana, ele percebeu que não era ela quem precisava ser salva.

"José! Graças a Deus, você está aqui!" disse Kate, correndo até o médico. "Sawyer está doente!"

Sawyer, recém-saído de seu sonho voyeurístico de Jack e Kate copulando verbalmente, estava sentado, tentando, desesperadamente, fazer o conteúdo de seu estômago parar de subir por sua garganta. Entretanto, a presença de Jack não estava ajudando as coisas.

Jack observou a cena sem dar muita importância. Recém-saído de seu sonho de copular verbalmente com Kate, ele não estava muito a fim de lidar com Sawyer neste momento.

"Então, ele vomitou?" disse ele, suspirando.

Kate fez que sim com a cabeça, nervosamente, mantendo seus olhos em Sawyer.
"Com certeza foi sua sopa," disse Jack.

Ironicamente, pela primeira vez não fôra a sopa que deixara Sawyer doente.
"É só dar a ele um pouco d´água."

"Minha sopa?" perguntou Kate, incrédula, olhando para a direção de Jack. "Sawyer adora minha sopa. Claro que não foi a sopa."

Jack virou os olhos e sacudiu os ombros. Ele olhou para o homem com o pano na boca diante dele e percebeu que não fazia diferença o quanto o odiava, ele ainda tinha a obrigação, como médico, de consertá-lo. Sem contar que ele tinha a obrigação com Kate de parecer o cara mais fabuloso de todo o mundo. Então, ele piscou e parou com as mãos na cintura, respirando fundo. Ele ia salvar a vida de um homem, essa noite.

"Ok," disse ele, tão cheio de orgulho por fazer a coisa certa, que ele mal podia aguentar. "Me passe aquela garrafa de água."

Enquanto Kate ia buscar, Jack estava se preparando para realizar o milagre. Ele se ajoelhou em frente de Sawyer, para desespero deste. Sawyer queria poder falar, mas isso apenas aumentava o risco de vomitar (possivelmente uma reação do sub-consciente a ter assistido tanta conversa fiada.) Em vez disso, ele esticou os braços, fazendo sinal para Jack ficar afastado, tentando mantê-lo a uma boa distância, mas seus sinais foram totalmente mal-interpretados. Jack pegou as mãos de Sawyer entre as suas, as apertou, sussurrando, "Eu vou salvar sua vida essa noite, amiguinho." E daí, piscou.

Sawyer ficou horrorizado. E seu horror apenas aumentou quando ele olhou para o colo de Jack e percebeu que ele podia muito bem estar escorando uma tenda. Embora, fosse uma tenda bem pequena, então, na verdade ele não podia ter muita certeza.

Nesse instante, Kate voltou com a garrafa de água e se colocou próxima ao lado esquerdo de Sawyer.

"O que está acontecendo, por que ele está tremendo?" perguntou Kate. Sawyer estava tremendo por que ele parecia ser o único a notar a tenda armada de Jack. E por que Jack ainda estava segurando suas mãos todo esse tempo. E ele havia acabado de ter um sonho com Jack copulando.

"A sopa deve ter entrado em sua corrente sangüínea," disse Jack, cheio de convicção. "Se esta água não parar o vômito, ele pode entrar em choque. Segure-o."
Agora, nada disso fazia o menor sentido para Sawyer, mas Kate insistia em ajudar Sawyer a se sentar assim mesmo. Mesmo com ele já estando sentado.

'Ok, já o peguei," disse Kate.

E Jack insistia em segurar o queixo de Sawyer e- como um médico licenciado - derramar a garrafa inteira de água por sua boca abaixo.

"Engula, engula," murmurava Jack. Mas Sawyer não engoliu. Ao contrário, com a água que estava em sua boca, ele fez um spray bem na cara de Jack.

"Droga!" murmurou Jack.

"Eu faço isso, " disse kate, pegando a garrafa.

"Não, não, eu faço," disse Jack.

Kate fixou nele um olhar determinado. 'Eu posso fazer isso."

Sawyer queria dizer a todos eles que podia beber sozinho, mas não pareciam querer escutá-lo.

Kate enlaçou seus braços em volta da cabeça de Sawyer e o apertou contra seu peito. Ele não se incomodou com essa parte.

"Sawyer, sou eu, enxuga tudo."

Nesse ponto ela lembrou que Jack estava no aposento.

"Quero dizer, sou eu Kate," disse ela.

Sawyer não sabia por que ela estava se identificando, considerando que ele estava totalmente consciente e coerente, mas ele foi em frente, assim mesmo.

"Você precisa me escutar, ok?" ela continuou. "A única maneira de você melhorar é beber esta água. Então, eu preciso que você a engula, ok?"

Jack virou o rosto, não querendo presenciar este momento tão íntimo entre Kate e Sawyer. Também por que, sendo um fã de tudo que fosse verbal, o sussurro de Kate estava começando a deixá-lo ligadão. Ele estava fazendo o máximo para ignorá-la.

Infelizmente para Sawyer, ele podia ver o quanto o sussurro de Kate estava deixando Jack ligadão.

"Ok, aqui vamos nós," disse Kate.

Kate deu-lhe um gole da água da garrafa e ele engoliu. Bastante fácil. Talvez se ele bebesse um bocado, ele conseguisse dizer a eles sobre o Pepto-bismal no seu estoque.

"Bem," disse Jack, respirando profundamente. "Parece não estar fazendo efeito. Vamos ter que amputar. Depressa, Kate, escolha um membro."

Pressionada pela urgência na voz de Jack, Kate olhou para Sawyer, seus olhos se movendo rapidamente de membro para membro, até finalmente parar em sua virilha. Ela engasgou. Não conseguia se decidir. Daí se lembrou de como havia escolhido sua religião anos atrás. Uni-du-ni-tê-salamê-min-guê. E assim que apontou o dedo hesitantemente para a perna direita de Sawyer, ela pareceu subitamente recobrar o juízo.

"Espere, o quê?"

Jack deu uma risada bem-humorada. "Só brincando," disse ele. E depois com bastante seriedade acrescentou.

"Mas, enquanto estou aqui, você não quer que eu faça uma vasectomia nele?"

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Capítulo 9 (continuação): A MASCULINIDADE DE JACK

Os eventos da noite passada (ou mais apropriadamente, de bem cedo nesta manhã) realmente aborreceram Sawyer. Portanto, não foi surpresa que assim que Jack mencionou a vasectomia, Sawyer ficasse bom o bastante para fisicamente expulsá-lo de sua cabana.

Mas, ele estava tentando deixar tudo isso no passado. No momento ele estava parado na praia na frente de uma fileira de bebês, pronto para participar na segunda competição. Ele estava ao lado de Kate que estava sentando seu filho na cadeirona que Locke havia passado a noite toda construindo para esse evento.
"Então, nós vamos fazer assim, certo?" Sawyer perguntou a ela.

"É."

"Seja lá o que ele disser."

"Seja lá o que ele disser." repetiu Kate.

Sawyer e Kate tinham decidido naquela manhã que a primeira palavra de seu filho seria seu nome. Isto, é claro, era uma idéia horrível, mas eles acharam que ele já tinha ouvido uns cem nomes jogados nele desde o dia em que nascera e que ele deveria ter um favorito. E por alguma razão eles acreditavam que ele diria a eles qual seria o favorito nesta competição. Ambos concordaram em honrar sua decisão, não importava qual fosse.

Um pouco mais adiante, Jack estava preparando seus filhos para vencer. Bem, um filho em particular. Embora todos os 4 Cortez-Shephards estivessem presentes, Jack colocara toda a sua energia em Josefina. Ele estava atrás dela, massageando seus ombros do jeito que um treinador faria com seu lutador de box antes de uma luta. Ele escolhera Josefina de seus outros filhos para ganhar esta competição porque se alguém poderia estar para falar naquele dia só podia ser o bebê mais barulhento da ilha. Sua querida Josefina.

Do outro lado de Sawyer e Kate estavam Jin e Sun e eles não pareciam muito preocupados sobre suas chances. Embora todos ignorassem o fato, Soon-Yi já falava proficientemente em coreano. Esta competição estava no papo.

"Bem-vindos todos!" gritou Locke aos competidores, seus pais e a multidão de ilhéus que tinham vindo assistir. "À segunda. Competição das. Olimpíadas dos Bebês!"

Charlie bateu palmas.

"Estes bebês estão na perfeita. Idade para começar. A falar!" Continuou Locke. "O primeiro deles que falar. Alguma coisa, ganha! Comecem!"

Todos os pais foram para trás e deixaram seus filhos fazerem a sua moda, mas eles ainda tentavam encorajá-los dos bastidores.

"Muito bem, Josefina, ganhe esta coisa!" disse Jack à sua filha. Josefina abriu sua pequenina boa, jogou a cabeça para trás, piscou e gritou.

"Vamos lá, Doçura, qual é o seu nome?" perguntou Kate a seu filho. Wendel (o novo nome temporário que Kate lhe deu) sorriu e não disse nada.

"Fale," disse Jin em coreano para Soon-Yi. E ela respondeu.

"Ganhamos!" exclamou Jin, levantando suas mãos no ar e pulando sem sair do lugar. "Quais as frases americanas apropriadas? Na cara de vocês? Engole essa? Em cima de vocês!" Ele abraçou Sun, que parecia embaraçada com este súbito desabafo. "Salve um cavalo e monte um cowboy!" Continuou ele entusiasmado.

Locke, o moderador oficial do evento, e Jack, pai zangado e competitivo, caminharam até Soon-Yi;

"Como assim, ganharam?" disse Jack. "Eu não ouvi nada."

"Nem eu," acrescentou Locke.

"Ela disse que não queria ser um engenheira quando crescesse."

"Posso escutar de novo?" pediu Locke.

Jin pediu a ela que repetisse e ela obedeceu.

"Ganhamos!" Jin repetiu. "Salve um cavalo, monte um-"

"O quê?!" berrou Jack. "Isso foi tati-bitati!"

"É coreano!" berrou Jin de volta.

"Parecia como hamsters sendo torturados!"

Sayid, que até então tinha sido um espectador inocente, se meteu entre Locke, Jin e Jack. "Este não é o som de hamsters sendo torturados." disse ele, seus olhos pestanudos sem emoção. "Gostaria de não saber dessa informação. Infelizmente para todos nós, eu sei."

"Se ela ganhar esta, então Josefina devia ganhar também," reclamou Jack para Locke.

"Josefina está apenas gritando a plenos pulmões," protestou Jin. "Enquanto Soon-Yi está falando sentenças completas."

"Josefina está cantando uma bela música!" disse Jack, defendendo sua garotinha.

Agora era Charlie que tinha se metido entre Locke, Jack, Jin e Sayid, e numa voz sonhadora direcionada a ninguém em particular, disse, "Devíamos fazer dela a cantora da banda."

"Chega!" gritou Locke. "Soon-Yi é alguns meses. Mais velha do que o resto das crianças. E muito. Muito mais. Inteligente. Seria injusto deixá-la. Ganhar! Mas, vou permitir que ela fique. Na competição. Se ela falar uma palavra. Em inglês!"

Jin achou isso muito injusto e seu desapontamento somente aumentou a felicidade de Jack. Ainda havia uma chance para um de seus filhos se provarem vitoriosos.
Os jogos continuaram num ritmo terrivelmente lento. Aparte da gritaria sem fim de Josefina, nenhuma das crianças tinham dado um pio. Era como assistir a um jogo de tênis. Ou de golfe. Ou algum outro jogo muito chato que você possa imaginar. Só que mais chato.

Sawyer devia ser o mais chateado de todos. Ele teria dado qualquer coisa para qualquer uma das crianças para que ela falasse alguma coisa e assim ele pudesse ir para casa. Na verdade, ele até tentou assustar Jack Juan Locke para que ele falasse, mas tudo que que o bebê fez foi puxar uma faca para ele. Ele tentou subornar Jack Hugo com uma banana, mas o garoto já estava enfiado dentro de um vidro de molho. E não parecia que houvesse alguma coisa que fizesse seu próprio filho falar. Tudo que Orange fez (o novo nome temporário que Sawyer deu a ele) foi sentar e sorrir. Sawyer já estava começando a pensar que seu filho tivesse ficado mudo.

Ele escapou do lado de Kate e caminhou até a banca de souvenir que Hurley tinha montado. Não havia muito que o interessasse ali. Somente um monte de côcos.
"Está vendendo côcos, Fofão?"

"Não são apenas côcos," respondeu Hurley. "São côcos com as cabeças de todas as crianças." Quando Sawyer o fitou interrogativamente, ele viu que devia continuar explicando. "Desenhei rostos nele. Compre um de sua equipe favorita."
"Equipe favorita?"

"Eu tenho o da Supremacia Ford aqui." disse Hurley, mostrando a Sawyer o côco. O desenho que devia parecer com seu filho. Na verdade, era apenas uma carinha smiley.

"Quanto você tá pedindo por eles?"

"É um côco cada."

Além de ser a fruto perfeita para desenhar cabecinhas de bebês, côcos tinham se tornado a mais importante forma de moeda desde que Jack decidiu se livrar de todas há muito tempo atrás.

"Quero metade do que você conseguir," disse Sawyer.

"O quê, dude?"

"Royalties! Esses côcos mostram a figura de meu filho." De novo, eram apenas carinhas smileys.

Ele saiu andando antes que Hurley tivesse a chance de responder e se sentiu muito bem sobre si mesmo. Ele já tinha quase esquecido de como era se sentir ameaçando pessoas e exigindo dinheiro delas. Ele decidiu passar o resto da competição se divertindo da única maneira que ele conhecia. Trapaceando.

Ele viu Jack, sua próxima vítima, a poucos passos dele. Estava jogando água dentro da boca aberta de Josefina. Surpreendentemente, isso não deteve seus gritos. "Seja a bandana, Josefina." Jack estava dizendo. "Cante bandana. Diga bandana."

"Como estão indo as coisas, Doc?" perguntou Sawyer, se aproximando lentamente.

"Estou ocupado, Sawyer. O que você quer?"

"Nada. Só querendo saber se posso te pedir um autógrafo."

Jack se virou, aparentemente esquecido da luta de Josefina pela conquista do ouro. Sawyer, enquanto isso, desembrulhou um band-aid e o colocou em cima do nariz.

"Um autógrafo?" disse Jack.

"Por salvar minha vida, noite passada."

"Oh," disse Jack, emocionado. "Eu sabia que este dia viria, mas nunca esperei que você me pedisse tão rápido."

Sawyer sorriu e Jack também. Estava começando a ficar estranho.

"Então?" disse Sawyer, quebrando o silêncio.

"Tem uma caneta?"

"Tenho coisa melhor. Tenho um marcador!" disse Sawyer, mexendo dentro de seu bolso e tirando um pedaço de papel de dentro do bolso de sua jaqueta.
"Você sempre carrega marcadores com você?"

Sawyer franziu a testa. "Só assine o maldito papel."

"Devo escrever uma pequena nota inspiradora?" perguntou Jack. "Eu conheço algumas piadas, quer uma piada?"

"Só escrever seu nome todo já seria ótimo."

Dez minutos depois, Sawyer estava perambulando pela multidão, tentando vender a masculinidade de Jack.

"A masculinidade de Jack?" perguntou Charlie. olhando para o papel que Sawyer estava lhe mostrando. Estava intitulado MASCULINIDADE DE JACK e rezava: "Eu, Jack Shephard, gozando de sanidade mental e física, no presente abro mão de minha masculinidade ao possuidor deste documento." E estava assinado 'Jack José Gary Shephard.'

"É mesmo a assinatura de Jack?"

"Está aqui, preto no branco," sussurrou Sawyer.

E preto no branco também se lia: "P.S. Eu sou um babaca gigante.

Charlie, pressionado pela confissão de Libby de que ela estava dormindo com ele por que gostava da companhia de mulheres, pensou ser boa idéia comprar a masculinidade de Jack. Ou qualquer masculinidade, pra falar a verdade.

"Te dou três côcos por isso," disse ele.

"Feito." Sawyer sorriu como o trapaceiro orgulhoso que ele era. Ele ainda tinha o toque. "Agora, você estaria interesse em algum gen-u-íno relógio de ouro?" Ele abriu o lado de sua jaqueta para revelar cerca de 30 relógios de ouro pendurados da costura.

De volta para a praia, Kate estava tentando fazer Wendel repetir depois dela, mas sem sucesso.

"Stewart," disse ela, animadamente. "Elliot? Spencer! Webster?"

"Onde está Webster?" perguntou Sawyer, espiando por trás dela.

"Onde você estava?" perguntou ela. "Acho que Wendel está pra falar alguma coisa."

Ambos olharam para seu filho em antecipação. O menino abriu sua boca como se fôsse dizer alguma coisa. Kate e Sawyer se inclinaram. E aí aconteceu.

"Jate."

Sawyer e Kate continuaram a olhar para ele. Atordoados. Sem falar ou mesmo olhar um para o outro, ambos pareciam ter chegado a uma decisão unânime.
"Você ouviu alguma coisa?" disse Kate.

Sawyer engoliu em seco. "Não, não ouvi nada."

Reconhecer que a primeira palavra da criança tinha sido Jate significaria que eles teriam que chamá-lo assim. E falar essa palavra para o resto de suas vidas. Então, eles fingiram que seu pequenino de 1 aninho não dissera nada. A primeira palavra não contava.

"Acho que nós. Temos um vencedor!" gritou Locke, caminhando até Sawyer e Kate. Mesmo que eles fingissem que não tinham escutado nada, o resto do acampamento tinha.

"Não, não, não," disse José, pulando até onde estavam Sawyer e Kate. "Eu não ouvi nada." Ele tinha ouvido algo. Mas, se Sawyer e Kate podiam fingir que não tinham, então ele também podia.

"O bebê disse. Jate," falou Locke. "E todos nós sabemos disso!"
Jack trincou os dentes e bufou. Ele queria ganhar. Terrivelmente. Tão terrivelmente, que ele estava disposta a minar todo o fenômeno Jate.

"Jate..." ele começou, achando fisicamente difícil colocar as palavras para fora, "nem mesmo é uma palavra!" ele finalmente cuspiu. "Eu a inventei! Não siginifica nada! Jate não é fate. Jate não é o significado da minha existência, Jate não vai salvar o mundo um dia! Não é... não é nada."

E isso resolveu tudo. Os jogos continuaram e Jack teve que se contentar com a crença secreta que o bebê de Sawyer e Kate era um jater. Sim, e ele tinha inventado a palavra jater, também.

A competição teria levado mais oito horas se não fôsse por Jack Eko Jr.
Bem quando Jack estava começando a perder a fé que Josefina fôsse parar de gritar e falar, o Pequeno José ganhou o jogo para sua equipe.

Ele levantou seu pequenino braço, apontou um dedo na direção de Eko Sr. e num quase perceptível sotaque nigeriano disse, "papai." Jack pulou entre o Grande Eko e o Pequeno Eko, se posicionando bem em frente ao dedo de seu filho negro e disse, "Sim! Eu sou seu pai!"

E Jack não poderia ter ficado mais feliz. Mesmo com Sawyer tendo, secretamente vendido sua masculinidade.