Aew gente...

Aqui estou eu com o epílogo. Vai ter continuação, se chama A Capa Negra e o Vento Rubro.

Mas não tem data de postagem. Fiquem olhando que algum dia aparece.

Vamo aos coments...

EuDy acho sinceramente que o final feliz vai ser mesmo na continuação...Você vai ver, a fic não acaba com tudo feliz. Espero que você veja como Draco se saiu agora!

Elfen Ah, não demorou tanto assim, demorou?Éh, o Draco não vai ser a coisa mais bonita de se ver depois da tortura. Quero dizer, quando você se queima a pele fica toda branca e distorcida. Enfim...Boa leitura!

Biazinha Malfoy Olá de novo, ein??? Não viu que o cap 2 tinha sido postado? Não faiz mal...afinal, você não só leu o 2 como o 3..Acho ótimo que você tenha gostado da história...é muito bom saber que estão gostando da fic, sabe?

Abraços a todos que estão lendo/comentando...

Epílogo

O serviçal vestia uma calça justa de couro e um casaco cor de sangue. Rapidamente ele entrou no aposento onde o homen tinha sido torturado e pegou os pergaminhos contendo as informações do infeliz, que ainda agonizava na sala.

O homen não percebeu, mas ele deixou uma folha de pergaminho cair e o tinteiro se esparramou pelo chão. A caixa que estava na mesa também caiu. Temendo um castigo, o serviçal saiu correndo com os papeis.

Draco acordou vagarosamente. Seu corpo inteiro doía, ele estava jogado em um monte de feno. Alguém tinha libertado o loiro das correntes.

Ele estava muito fraco. Piscando os olhos, viu uma coruja. Ela olhava piedosa para ele. Olhando em volta, viu algumas penas caídas em cima de tinta. Um pergaminho jazia próximo de uma caixa envernizada, que guardava um vira-tempo muito bem entalhado.

Draco teve uma idéia vaga de como mudar seu destino. Esforçando-se para coordenar suas mãos, Malfoy começou a escrever uma carta, que só uma pessoa conseguiria ler.

Ele s esforçava para pegar a tinta que estava em uma poça no chão. Suas mãos temiam com o esforço que o arqueiro fazia.

Ao acabar a carta, dobrou o pergaminho, fazendo-o parecer um envelope. Ainda deitado, sentia sua consciência se esvaindo. Chamou a coruja com um olhar suplicante.

Ele anexou a carta com um ramo de palha na coruja e envolveu o animal no vira-tempo. O objeto transportou a coruja, enquanto Draco rezava para que o animal soubesse para onde ir quando acabasse a viagem no tempo.

Quando acabou a prece, Draco fechou os olhos, buscando descansar. Sua respiração ressoava pelo calabouço.

Depois não se ouviu mais nada.