Oi genteee!
E aí, curtiram o primeiro cap?
Espero que sim...
Então, né, eu nem tava com inspiração pra fazer esse cap... Se ficar uma merda, desculpa.
Mas, digamos que... Teve ALGUÉM que ficava me enchendo a paciência pra que eu fizesse esse capítulo! XD Brincadeirinha. Camila Kelm, valew pela FORTE INSISTÊNCIA. Brigada mesmo.
Então, né... Vamos fazer o seguinte? Pra vc ficar mais feliz, eu dedico esse cap pra vc, ta?
Então, ta feito.
Ah, lembrei.
No capítulo passado, eu coloquei um (1) no nome do Takeda-sama, né? Então, mas como eu ñ revisei, agora eu vou explicar:
(1)Bom, se eu ouvi direito no episódio "78-Sango, só você", era assim Kuranusuke Takeda, não Kuranusake Takade. Espero que tenham entendido agora. Desculpe por essa falha.
Agora sim, está tudo explicado.
Vamos a fic:
SENTA QUE LÁ VEM HISTÓÓÓRIA!
OoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOo
Legenda:
"Blábláblá": pensamentos ou lembranças
-Lerolero: fala dos personagens (isso se o FFNet não cortar)
OoOoO: mudanças de lugar.
(N/A): notas da autora depressiva (desculpas a quem não gosta de notas da autora, mas eu não resisto XD. Outra coisa: prometo que não terá muitas interrupções. ).
OoOooOoOoOoOOoOoOoLembranças
Capítulo 2
A melancolia de Miroku
Dedicado à Camila Kelm, CONSTANTE insistente minha. Hehehe.
Betado por Rin Higurashi. Valew, moça! XDD
Já havia anoitecido, e Miroku continuava em cima do muro. Choro engasgado, cabeça latejando, garganta doendo, respiração falhando, olhos inchados, peito dolorido. Tudo em si estava dolorido, despedaçando.
Não pensava em nada, absolutamente nada. Olhava para o vazio. Seus olhos nem tinham mais aquele brilho tão contagiante que sempre tinha. Estava escuro, apenas.
-Miroku, vamos, saia daí!-gritava Inuyasha debaixo de Miroku, já irritado, pois insistira bastante até ali.
-Não.-disse o monge, simplesmente.
-Miroku... Olha só... A Sango ta casada! Anda, você tem que superar... Tem que continuar com sua vida!-implorava Kagome, desanimada, tentando encorajar o amigo.
-Minha vida era ela, Kagome... E eu a perdi.
-Miroku...
-Me deixa sozinho, por favor.-disse, dando um suspiro e ficando cabisbaixo.
-Agora sou eu que digo não! Você vai sair daí agora, quer queira, quer não!-e Inuyasha puxou Miroku pela gola, fazendo ele cair e torcendo o pé, arrancando-lhe um gemido de dor.
-INUYASHA! OLHA O QUE VOCÊ FEZ COM O MIROKU!-gritava Kagome.-SENTA!
O hanyou foi de cara pro chão, mais uma vez.
-AI! PORQUE VOCÊ FEZ ISSO, SUA BRUXA!
Kagome nem ligou pra provocação do hanyou, foi logo ajudando Miroku a se levantar.
-Miroku, você está bem?-disse, apoiando o amigo no ombro.
-...Não...-respondeu, dando um sorriso fraco.
E foram os dois, andando, em silêncio.
-EI! E EU! MALDIÇÃO, ESPEREM POR MIIIM!-disse, ao longe, um hanyou irritado. (e um tanto enciumado, diga-se de passagem).
OoOoOooOoOoOoOoOoO
Um casal de recém-casados ia de volta ao castelo.
-Bom... Fique bem bonita para a festa, e para mim... Sra.Takeda.-disse Kuranusuke, sorrindo para a sua nova esposa.
Sango sorriu fracamente e acenou afirmamente com a cabeça.
Entrou em um quarto onde algumas servas esperavam para ajuda-la a se aprontar para a festa.
Como sempre, dispensou todas, e ficou sozinha novamente no quarto.
Sentou-se de frente a penteadeira e tornou a fitar sua imagem no espelho. Estava tudo tão estranho... Tudo tão fúnebre...
"Como será que aquilo aconteceu...? Miroku...", pensava a taiji-ya.
Suspirou e pousou a cabeça na mesinha da penteadeira. Fechou os olhos e viu a imagem de Miroku junto com aquela serva, dormindo juntos. De novo não. Estava cansada daquilo tudo. Não podia fechar os olhos que a mesma imagem vinha na sua cabeça. Se não ela, só a imagem dele, sorrindo.
Estava desesperada. Não sabia como iria conseguir ser uma boa esposa, pensando em outro. Pensava se estava sendo falsa com Takeda... A ajudara tanto desde que se reencontraram, não era verdade?
Tentou se levantar, mas tropeçou nos próprios pés. Por um triz não caia, pois segurara na parede. Estava zonza novamente, e as lágrimas não paravam de cair.
Fechou os olhos, e os abriu lentamente. Tudo estava embaçado, rodando.
Deu mais um passo, e finalmente caiu no chão, chamando a atenção de uma velha e uma jovem serva que passavam ali.
OoOoOoOoOoOoOoO
Sango acordou sentindo uma pano em sua testa, e cheirando alguma coisa muito forte. Tossiu e abriu os olhos lentamente, ainda meio zonza.
-Minha menina... Como está, sente-se bem?-uma voz mansa e cansada foi ouvida pela exterminadora.
-O que... O que aconteceu...?-Sango, sentando-se devagar no futon, com os olhos meio abertos.
-Minha avó e eu ouvimos um barulho de tombo vindo do seu quarto, e então nos permitimos entrar para ver se estava bem, moça.-disse uma voz mais jovial e um tanto aguda.
-E a encontramos desmaiada... Mas graças a Kami a senhora não se machucou.-completou a velha.
Sango, ao conseguir abriu os olhos totalmente, pôde ver uma velha senhora vestindo trajes de serva, e uma bela menininha morena de cabelos ondulados, com aproximadamente 12 ou 13 anos.
-Sente-se melhor, senhorita Sango?
-Si...-Sango ia confirmar, mas foi interrompida.
-Kyuri, não é senhorita, é senhora! Ela se casou com o nosso senhor, menina!
-Mas ela não tem cara de senhora, vó! Quem tem cara de senhora é a senhora!
-Ei, menina, mais respeito com sua avó!
-Mas é verdade!-insistiu a menina suplicante.
Sango se divertia com a cena.
"Que garotinha esperta, hahaha!", pensava.
-Não se preocupe, senhora, a menina pode sim me chamar de senhorita, ou de você, como ela quiser... Não ligo muito para formalidades.-permitiu-se sorrir Sango.
-Perdão, é que essa minha neta é muito atrevida.-disse a velha, jogando um olhar de censura para a menina, que se encolheu.
Mas então a velha e a garotinha as observaram bem, enquanto sorria.
-Senhorita Sango, por que sorri se nem ao menos está feliz?-disse de supetão a menina, sentando-se no pé da exterminadora, com carinha curiosa.
-Mas... Mas estou feliz!-tentou disfarçar em vão Sango, sorrindo sem-graça.
-Não está não... Pelo contrário, está muito triste.
Sango ficou sem reação. Como aquela garotinha percebeu? Será que a ouviu chorando?
-Ah... Bom... Er... Na verdade... Bem, é que...
-Kyuri, minha neta. Faça um favor para sua avó: vá ajudar as outras servas a arrumar as coisas para a festa, está bem?
-Mas, vovó...
-Vá, Kyuri. Agora.-dessa vez, a velha falava severamente.
-Está bem... Já ne, senhorita Sango.
-Já ne... Kyuri-chan.-a menina sorriu e saiu, contente.
Logo após a saída de Kyuri, Sango suspirou tristemente.
-Sra.Takeda, desculpe a minha neta... Ela é muito atrevida mesmo.
-Não tem importância. Mas... Sinceramente, prefiro que me chame de Sango mesmo.
-Desculpe-me então.
Um momento de silêncio. Sango estava com o choro engasgado. Olhou para o teto, ainda no futon, sem lembrar da festa.
-Menina, é melhor a senhorita se aprontar para...-a velha foi interrompida. Sango se levantou do futon com a franja a cobrir seus olhos, e abraçou a serva.
-...Está tão na cara que estou infeliz...?
A velha devolveu o abraço carinhosamente. Sentou-se no futon, e deixou que Sango deitasse em seu colo, chorando.
Ficaram assim por alguns momentos... Sango balbuciando que não agüentava mais, e a velha lhe fazendo carinho nos cabelos, ouvindo todo o desabafo e a história de sua senhora.
OOoOoOoOoOoOoOoO
-...E cá estou eu, Naoko-sama... Sofrendo como uma condenada...
-Menina... Como pôde passar por uma coisa dessas?
-Não sei... Aí, como eu queria nunca ter conhecido esse monge, nunca...
A velha, de nome Naoko, ouvia tudo com a paciência que sua idade e experiência lhe deram.
-Mas, ouça, menina...-ergueu o queixo de Sango carinhosamente-Não se abale mais, querida... Porque, agora que está casada, você tem toooda uma vida pela frente... E os deuses vão ajuda-la a ser feliz, pode ter certeza, ouviu?
Sango a abraçara forte novamente, como se fosse uma garotinha triste querendo o colo de sua mãe, murmurando um "obrigada".
-Agora vamos, minha querida... Por que você tem que estar linda para o seu marido. Vamos?-disse, saindo do futon e lhe estendendo a mão.
Sango meio que sorriu, e levantou-se, secando as lágrimas.
Naoko-sama foi até um baú, e pegou um bonito kimono de seda vermelho, com detalhes de bordados em dourado.
Sango sorriu pela roupa ser tão bonita.
-Gostou?-perguntou Naoko-sama.
-Sim, é muito bonito.
-Fui eu que fiz!-disse a velha, alegre.
-Puxa vida, a senhora tem talento...
As duas sorriram. Naoko-sama deu o kimono para que Sango provasse, o que foi exatamente o que fez, entrando numa salinha ali no quarto.
A velha estava de costas, arrumando o baú, quando Sango sentou-se na penteadeira, já vestida com o kimono.
A velha sorriu satisfeita, porque o kimono ficara lindo na sua senhora.
Foi até ela, penteou seus cabelos, ajudou a maquiar-se e tudo mais...
-Naoko-sama, por que a senhora escolheu logo o vermelho para o kimono?-perguntou repentinamente Sango.
-Oras, porque vermelho é a cor da paixão... E tem a ver com sua lua-de-mel, senhorita...
Sango arregalou os olhos. Tinha esquecido totalmente desse detalhe. O medo começou a tomar conta do seu ser.
-N-NÃO, NAOKO-SAMA! NÃO POSSO PASSAR LUA-DE-MEL!-virou-se repentinamente, muito assustada para encarar Naoko.
Naoko também se assustou pela expressão de extremo medo de Sango.
-Acalme-se, menina... Acalme-se...
-Mas, eu não posso, entende! Não posso!-desesperava-se Sango. Tudo bem casar-se com Kuranusuke... Mas de jeito nenhum se tornaria "mulher" dele. Não. Já era demais para ela.
-Eu entendo, menina... Sei que você não o ama... Mas é seu dever como esposa consumar o casamento!
-Não, Naoko-sama. Eu não vou me deitar com ele. Não vou mesmo.-virou-se para a o espelho da penteadeira, e olhou determinada para si mesma.
"Vou ter que enrolar o Kuranusuke... De um jeito ou de outro...".
-Entendo esse sua determinação, menina... Sinceramente, acho que faria o mesmo no seu lugar...-e sorriu, continuando a pentear os cabelos de Sango.
Sango pensava no que ia fazer para enrolar Kuranusuke... Se bem que não seria muito difícil. Pelo que percebera, na última vez que conversara com ele, ele era bastante compreensivo... Só esperava que não tivesse mudado.
OoOoOoOoOoOoOoOoOoO
Miroku olhava para a Lua, dentro de uma cabana. Kagome e Inuyasha insistiram para que ele voltasse ao castelo do Sr.Takeda, mas este negou, argumentando que não agüentaria ver todas aquelas pessoas no estado de depressão em que estava, iriam estranhar. Mas a colegial e o hanyou sabiam que era por causa de Sango.
Já estavam quase na metade do caminho, quando o houshi os chamava novamente.
-Senhorita Kagome! Inuyasha!
-Sim, Miroku?
-Kagome...-ofegava um pouco, pela corrida-Entregue... Entregue isso a San...Sra.Takeda.-e entregou um pequeno pano azul marinho embrulhado.
-O que é isso, Miroku?-disse Inuyasha, interferindo.
-O... O meu presente de casamento...-disse o houshi, depremido.
Inuyasha tomou das mãos de Kagome o pano, e abriu, constatando o colar de contas que Miroku usava para lacrar o Kazaana.
-Miroku... Mas...
Este sorriu triste ao presenciar a expressão de pena de Kagome e de arrependimento por parte de Inuyasha pelo ato tão atrevido.
-Pode falar que... Que é apenas uma... "Cortesia"... De uma pessoa que a ama muito... E quer vê-la feliz... Se um dia voltar a vê-la, claro...
O casal a frente olhou o houshi - este, de voz embargada e olhos marejados-tristemente.
-Miroku... Tem certeza que vai desistir assim?
-Srta. Kagome... Acho que não seria certo eu correr, muito menos amar uma mulher casada...
-Mas Miroku, você a ama. Esse sentimento não é fácil de ser descartado, se não impossível se for verdadeiro.-opinou sabiamente Inuyasha abraçando Kagome por trás e apoiando o queixo no ombro desta.
A colegial se assustara um pouco com o argumento tão sensível do amado. Ou melhor, se assustara COM O amado. Não só ela como o houshi.
"Nossa... O Inu-kun finalmente ta virando gente...!", pensara a morena e o monge ao mesmo tempo, sem saber.
Kagome aproveitou o momento para argumentar também.
-Além do mais, Miroku... Não é porque ela está casada que ela ama o Kuranusuke. Uma consideração, um carinho por ele ter ajudado, tudo bem, mas... Amor... Amor é o que ela tem por você! SÓ por você. É muito diferente...
-Não, Kagome... Ela me odeia... Me odeia...-disse isso, virando as costas e abaixando a cabeça, deixando com que a franja cobrisse os olhos azuis sem vida. Foi caminhando lentamente, bosque a dentro. (N/A: a cabana que ele ficava era dentro de um bosque, ta?)
Kagome via o amigo se afastar, triste. Lembrou-se de algo, e disse sem pressa:
-Miroku... Dá uma passada na festa, mesmo que seja para observar de longe...
O houshi parou e respondeu, sem se desvirar.
-Não prometo nada, srta. Kagome. Até porque já estou longe dela o suficiente.-e tornou a caminhar, agora de cabeça erguida.
OoOoOoOoOoOoOoOoOo
Kagome e Inuyasha já não viam mais o amigo.
Já não sabia também quem estava mais escuro interiormente: se o bosque, se o próprio monge.
-Ai, Inu... Quando é que ele vai cair em si, e perceber que Sango ainda o ama, apesar de tudo? Quando vai perceber que o ódio não é o contrário do amor?- disse a morena de olhos marejados, aconchegando-se nos braços do seu hanyou.
-Não sei, K-chan. Só espero que não demore muito.-disse ele, abraçando a colegial com carinho, e falando com um pesar na voz.
Kagome o olhou assustada. Desde quando Inuyasha se demonstrava tão preocupado com os amigos?
O hanyou, percebendo o porquê daquele olhar "levemente" desconfiado, logo mudou o tom de voz para o irritadiço tão peculiar.
-É irritante ficar ouvindo alguém choramingando a toda hora e em tudo quanto é canto... Féh!-corou de leve, abraçando mais a amada e se embriagando com o cheiro dos seus cabelos.
Kagome sibilou um pequeno sorriso, até que outra ficha caiu.
-Inu... Onde é que você aprendeu a falar bonito daquele jeito?
-Talvez porque...-chegou perto do ouvido dela e sussurrou -uma certa professora morena de um sorriso lindo me ensinou...-e beijou o pescoço dessa suavemente.
Kagome deu um pequeno sorriso, fitando Inuyasha ternamente, mas ainda preocupada. O meio-youkai percebe novamente, e aproxima seu rosto do dela, beijando suavemente seus doces lábios.
Após alguns minutos, Kagome entreabre os lábios, permitindo que Inuyasha aprofundasse o beijo. Beijavam-se calmamente.
Um beijo de conforto, de apoio.
OoOoOoOoOoOoOoOoOoOoO
Sango estava pronta. Os cabelos presos num coque folgado por palitinhos dourados, vestindo o kimono vermelho que Naoko-sama lhe fizera, com uma maquiagem leve.
Suspirou olhando para o espelho. Sorrira para Naoko-sama, e esta retribuiu.
-Que moça bonita a senhorita é, srta. Sango!-uma menininha falou, abrindo a porta do dojo. Era Kyuri.
-Obrigada, Kyuri-chan! Você também é uma mocinha muito bela!-disse Sango, sorrindo, acariciando a face da menina, que estava ao seu lado.
-Quando eu for adulta, quero ser tão bonita quanto você, Sango!-disse a garota, abraçando-a.
Sango sorria para a menina. E então, lembrou-se de Kohaku, de quando eles eram pequenos. Seu irmão também tinha essa mesma doçura no olhar, esse mesmo carinho com ela. E agora, estava morto...
A taiji-ya não conseguira salvá-lo das garras de Naraku. Este era outro fracasso de sua vida... E sofria, ao lembrar do seu irmão a chamando, e sorrindo, antes de morrer.
Sentiu sua garganta engasgar. Suas mãos estavam trêmulas. De novo.
-Sango... Quando eu crescer, eu quero ser igual a você!-tornou a dizer a pequena, abraçando ainda mais forte a exterminadora.
Isso fora um choque para Sango.
-Não, Kyuri-chan... Não queira ser igual a mim...
-Huh? Por que, srta. Sango?
Sango sorriu, tristemente.
-Seja melhor que eu... Só isso...
A menina sorriu docemente para Sango. Mas soube muito bem o que ela queria dizer. Percebera desde a cerimônia de casamento que Sango estava sofrendo muito. Não sabia por que, mas precisava de ajuda. Sentia isso.
-Agora vamos, minha neta! A srta. Sango tem que ir pra festa!-disse Naoko, empurrando a neta.
-Eu posso ir junto com você, Sango?
Ela sorriu.
-Claro que sim! Será minha convidada especial.
A garotinha soltou um "eba!" e saiu correndo, alegando que tinha que se aprontar também.
Sango ria, impressionada com a doçura e esperteza da garota.
Mal sabia ela que essa mesma garota seria uma grande aliada...
OoOoOoOoOOooOoOoOo
Yume já se encontrava na frente do castelo de Kuranusuke.
Com uma expressão imponente, observava tudo com satisfação.
"Acho que me superei... Ulálá...".
Virou-se e começou a caminhar no sentido contrário do castelo, respirando fundo o ar puro daquela noite tão agradável.
Ouvia a música da festa do casamento de seu "chefe". Percebia-se que a festa estava começando, e pelo jeito, muito boa.
"Odeio festas...".
Ia caminhando, até que se lembrou do monge. A curiosidade de ver em que estado de depressão ele estava – se grave ou gravíssimo – lhe invadiu.
Sorrindo sarcasticamente, olhou a jóia esverdeada que pendia em seu pescoço, e a fez levitar em suas mãos.
Fechou os olhos, enquanto a Jóia Oculta brilhava e seus cabelos esvoaçavam. Conseguia ver a imagem do monge, encostado na parede de uma cabana suja, sendo invadida pelos poucos raios lunares que conseguiam ultrapassar os buracos do teto e das paredes.
O monge estava encostado numa das paredes com a cabeça pendida pra frente, deixando a franja cobrir seus olhos. Seu corpo estava totalmente jogado, como se ele não tivesse forças para se mover. Yume conseguia perceber que ele estava respirando com um pouco de dificuldade, e que havia chorado consideravelmente, pelos rastros de lágrimas secas e acinzentadas por ter pegado o pó da cabana.
Deu um "zoom" no rosto do houshi, meio sujo de poeira e, ao mesmo tempo, iluminado pelos raios da lua cheia.
Abriu os olhos lentamente, enquanto a jóia parava de brilhar.
Suspirou enfadamente, com uma gota na cabeça.
"Credo, que pessoal mais fresco... oh gentinha dodói, viu...".
Caminhou até uma pedra e lá sentou. Tornou a fitar a lua cheia naquele céu sem nuvens.
-Afê, que tédio... Eita vontade de fazer travessura...-disse consigo mesma.
Lembrou novamente do monge. Sorriu divertida.
-Quer saber? Vou fazer uma hora extra pro Takeda... Hehehehehe!- pulou da pedra alegremente, correndo na direção do bosque.
OoOoOoOOoOoOoOoOoO
Miroku, que estava sentado e encostado na parede, ouviu algumas folhas secas se quebrando e passos apressados.
Com uma certa dificuldade, conseguiu ficar em pé no cajado que estava perto, e foi até a única janela da cabana, para ver o que estava havendo.
Viu a serva que o havia "drogado" caída no chão, chorando angustiada, olhando pra trás.
Miroku se aproximou dela e agachou.
-O que houve, senhorita?
-U-um youkai... Um youkai serpente... Estava me perseguindo!- o abraçou pelo pescoço - Salve-me, senhor monge! Sou muito nova para morrer!
Miroku ficou estático pela reação da mulher, e procurou com os olhos o tal youkai. Não havia nada. Percebeu que a mulher parara um pouco de chorar e apenas dava pequenos soluços, com olhar assustado.
-Tem certeza que esse youkai estava te perseguindo, senhorita?-disse Miroku, um tanto desconfiado.
-Si-sim... Mas acho que ele se perdeu...-disse Yume, mais calma.
Miroku se levantou e ofereceu a mão a ela. Esta aceitou, com um sorriso.
-Me diga, senhorita... O que faz aqui?
-E-eu vim buscar ervas aromáticas para o banho da Sra.Takeda, antes da lua-de-mel...
O houshi arregalou os olhos. Sua cabeça voltou a dar aquelas pontadas, enquanto sentiu um aperto no peito.
-Lu- lua-de-mel...?-disse ele, angustiado.
-Sim... Senhor monge, o senhor está bem?-Yume fingiu-se preocupada.
Miroku abaixou a cabeça, cobrindo os olhos com a franja.
Yume, como resultado de um árduo treinamento, podia sentir o mínimo de energia "sinistra" a uma boa distância. E aquela energia que emanava do corpo de Miroku não era nada dócil...
-Mulher... Diga-me... Por que você me drogou...?-disse Miroku entre dentes, com extrema raiva contida.
Yume assustou-se um pouco, mas não deixou aquela máscara de vítima cair tão fácil.
-Co-como Miroku-sama...?
-POR QUE FEZ AQUILO COMIGO!-Miroku a encarou com os olhos faiscando, e com uma expressão de raiva de deixar qualquer um de cabelos em pé. A empurrou bruscamente pra uma árvore, encurralando-a nesta.-QUEM MANDOU VOCÊ ACABAR COM A MINHA VIDA?
Yume estava sem reação. Realmente, Miroku a estava assustando. Mas não tinha medo disso, ao contrário, ficava muito orgulhosa com o resultado do seu "trabalhinho".
Mas também amava sua vida, e para continuar a amá-la, tinha que dar uma desculpa bastante convincente, antes que o raivoso monge a degolasse.
-E-eu não estou entendendo...!-Yume disse, com voz trêmula.
Miroku a encarou mais de perto, ameaçador.
-Não? Então, deixa eu falar beeem devagar: por que... você... fez... aquilo...? Quem... te mandou... acabar... com... a ... minha... VIDA?-O monge pressionou mais os ombros de Yume na árvore.
-Ni-ninguém, senhor monge... e-eu...
-Sem rodeios, responda-me!
"Ih... Esse cara não ta pra brincadeira... É melhor eu me desvencilhar rápido..." (pensa Yume)
Yume começou a chorar.
-Eu não tive culpaaa... E-eu só queria curar seus ferimentos...-e começou a armar um berreio.
Miroku se assustou com o "bocão" que a Yume abriu, e deu um passo para trás.
-Eu usei aquela erva pó-porque ela é... Ela cura ferimentos rapidamenteeee... E eu queria vê-lo bom logo, senhor monge...-Yume abraçou Miroku e começou a chorar no ombro dele.
Miroku não sabia o que fazer. Ainda tinha um pouco de raiva, mas no estado que aquela mulher estava... Era impossível lhe fazer mal... E isso ele não faria, não apenas com ela, mas com mulher alguma.
-Mas... Por que... Por que eu me senti tonto com aquele chá e meu corpo ficou dormente com aquelas ervas...?
-Po-porque aquela erva... Ela também ajuda a anestesiar a dor... E apenas em alguns ca-casos...-soluço- O ferido fica realmente zonzo...
Yume falava aquilo com o falso choro parando e abafado pelo abraço.
Miroku, que estava estático, mudou a expressão para uma séria, e afastou Yume para encara-la severamente.
-E como pode me explicar a gente ter dormido junto...?
Um momento de silêncio. Yume ficava fungando, encarando o rosto severo de Miroku.
Lembrou-se então, de sua mestra dizendo:
"Uma resposta rápida para um alívio rápido, Yume. Lembre-se sempre disso!"
Um estalo veio na cabeça de Yume em milésimos de segundo.
-Porqueoamo.-disse isso bem rápido. Depois, "moldou" melhor, com cara chorosa e voz embargada, abraçando-o –Eu o amo... Senhor monge...
OoOoOoOoOoOoOoOoOoOoO
Miroku estava totalmente sem reação. Ela disse que o amava...?
-Desde quando...?-disse ele, sem se mover.
-Desde... "Desde quando? Que que eu falo? Ah, já sei" Desde que o vi... Foi a primeira vista, senhor Miroku...-choramingava.
"Então... Então é por isso... que ela fez aquilo...? Por amor...?" Miroku estava muito confuso.
-Senhorita... Por favor... Eu quero ficar sozinho.
-Huh?
-Quero ficar sozinho... Por favor...
-Sim, senhor...-Yume se afastou, com cara de choro. Virou as costas e deu um passo, mas parou. Virou-se para Miroku, aproximou-se rapidamente e pousou seus lábios nos dele suavemente.
Virou-se e saiu correndo, sem olhar para um Miroku totalmente "hiato".
OoOoOoOoOoOoOoOooOoOoOo
Sango vinha pelo "salão de festa" esplêndida. Todos a olhavam, admirados com a beleza daquela mulher.
Do lado, uma menina muito sorridente, vestida com um kimono amarelo, segurando a mão de Sango.
Kuranusuke a olhou boquiaberto. Segurava um copo de sake, mas o largou numa mesinha de lá e veio de encontro a sua mulher.
-Sango... Meu amor, você está maravilhosa!-disse, lhe dando um selinho. Sango correspondeu totalmente fria.
-Obrigada, Kuranusuke...-sorriu fracamente.
-Senhorita Sango, olha quanta coisa gostosa! Vem!-disse Kyuri, puxando Sango. Parecia que ela adivinhara que Sango não queria ficar junto de seu marido.
Andaram um pouco olhando os enfeites, cumprimentando as pessoas e tudo mais.
-Sango!
-Kagome! Inuyasha!-disse ela, abraçando-os.
-Como você está linda, amiga!
-Obrigada, K-chan! Você também está muito linda!
-E quem é essa menininha linda?-disse Kagome, se agachando na frente de Kyuri, que encarava o topo da cabeça do hanyou com os olhos brilhando.
-Meu nome é Kyuri, e o seu moça bonita?-disse, se desviando um pouco de Inuyasha.
-O meu é Kagome! E obrigada pelo elogio! Você também é muito bonitinha, Kyuri!
Kyuri sorriu e continuou a encarar Inuyasha, com os seus grandes olhos castanhos claro.
-Ei, que que é, garota? Nunca viu não?-disse Inuyasha, carrancudo.
-Inuyasha! Não fale assim com a menina!-Kagome, prensando.-Sango, me mostra a fonte...?-olhos brilhando.
-Inuyasha, por favor, cuida da Kyuri um minutinho? Eu vou ali com a Kagome e já volto. Kyuri-chan, obedeça ao Inuyasha, hein...!-disse Sango.
-Por que eu?
-Por que sim, oras! Kyuri, juízo, hein!
-Tá, Sango!
Já iam andando, quando Kagome se voltou para o Inuyasha com um olhar mortal.
-Ah... E nem tente assusta-la, está bem, Inuyasha...?
-T-tá... Feh...-Inuyasha, tremendo.
Kagome sorriu e foi com Sango, que observava tudo com uma gota na cabeça.
O hanyou observou Kagome saindo, quando se voltou a menina a sua frente, que ainda o encarava com olhos radiantes, e um sorriso bobo na cara.
Inuyasha olhou para os lados, e se agachou de frente pra menina, olhando carrancudo pra ela.
-O que você olha tanto, menina...?
Kyuri nada respondeu. Só estendeu os bracinhos lentamente até o rosto do hanyou, que a olhava confuso. Aumentou o sorriso e saltou pra cima do Inuyasha.
-Orelhinhas fofaaaaas!-disse ela, em cima do hanyou e mexendo nas orelhinhas dele.
Inuyasha estava morrendo de susto com a garota, empurrando ela pra que ela saísse de cima dele.
-TIREM ESSA GAROTA DE CIMA DE MIIIIIIIIM!-a empurrava, mas parecia que nada adiantava.
Muitos dos convidados a essa altura riam da cara de medo do hanyou, que estava ficando constrangido.
Kagome veio correndo quando ouviu a voz do hanyou. Deparou-se com a cena e se segurou para não rir também. Sango também estava junto e sorriu.
Kuranusuke veio ver também o que estava acontecendo, e acabou rindo também. A cena realmente estava muito cômica. Viu Sango do outro lado do salão, e aproximou-se desta, envolvendo-lhe a cintura, ainda rindo.
Kagome foi até o hanyou ajuda-lo, e Sango foi junto, oferecendo ajuda também. Mas todos sabemos que era para se afastar de Kuranusuke, não é verdade?
Na cozinha, a velha Naoko ouvia tudo silenciosamente e com uma enorme gota na cabeça.
"Oh, Kami...Daí-me paciência com essa minha neta..."
OoOoOoOoOoOoOoOoOoO
Após a tumultuada cena, estavam reunidos Sango, Kagome e Inuyasha (com um pano encharcado de água gelada na cabeça, por que Kyuri realmente tinha puxado forte suas sensíveis orelhinhas), dentro da cozinha.
Kuranusuke queria acompanhar Sango, mas esta alegava que não precisava, então, deixou-a ir com os amigos.
-Inuyasha... Desculpe pela Kyuri-chan... Ela é apenas uma criança...-tentava falar Sango, mas a cena estava ainda muito clara em sua mente, e se esforçava para não rir.
-Mas tem uma força de uns 3 youkais juntos! Feh!-disse ele, muito emburrado, com Kagome do lado também fazendo um esforço para não rir e molhando novamente o pano na água gelada, para aliviar a vermelhidão nas orelhinhas do hanyou.
Posicionou o pano cuidadosamente, mas o hanyou gemeu baixinho de dor.
-Ai, desculpa, Inu... Foi sem querer...
-Não... Tudo bem...-disse ele, olhando carinhosamente para a morena. Esta percebeu e lhe sorriu. Inuyasha a puxou devagar pra si e a beijou suavemente.
Sango observava tudo, com um sorriso fraco. No fundo, tinha inveja deles... Abaixou a cabeça, e ficou a observar as mãos entrelaçadas.
Kagome olhou a amiga tristemente, e fitou o hanyou. Este também estava triste pela amiga.
-Sango... Temos algo para lhe dar...
-Hm...? O que é, Kagome...?
Inuyasha tirou de dentro do kimono um pano azul marinho embrulhado, e entregou a Sango.
-O que é isso...?-disse, abrindo o pano e vendo o colar de contas. Sofreu um baque àquela hora, como se lhe enfiasse uma faca no peito.
-É... Do Miroku... Ele nos pediu que lhe desse de presente de casamento... E pediu também que... Que lhe dissesse que é um presente de alguém que a ama muito, e a quer ver muito bem...
Sango não conseguia ouvir mais nada. Só fitava aquele colar de contas... Sabia que era com ele que Miroku lacrara o kazaana...
O tal presente fazia sentido, se pensarmos bem. O buraco-do-vento era uma maldição, certo? E o houshi-sama sofria de dor, cada vez que o usava mais, e o buraco abria mais...
Kazaana era igual a sofrimento... Sofrimento...
Conclusão: o houshi-sama, ao dar o colar de contas que lacrava o kazaana para Sango, queria dizer que estava sofrendo... E muito, por que só ela e seus amigos sabiam a angústia que tinha ao possuir aquele buraco na mão direita. Era como se esperasse a morte... Morte... Sim, morte. Por que aquilo tudo os fazia perder a vontade de viver. Era tortuoso demais.
Tudo fazia sentido na cabeça de Sango. Seus olhos começaram a embaçar. Seu peito a doer, e quando deu por si, as lágrimas já estavam escorrendo incessantemente, e ela apertava o colar fortemente em suas mãos.
-Sango...-chamou Kagome, com pena.
-Diga a ele... Obrigada...-disse ela, apertando o colar contra o seu peito.
Inuyasha e Kagome olhavam a amiga com pena, enquanto esta se levantava e ia para algum outro lugar que não seja perto daquela festa, muito menos de Kuranusuke.
Chegou em um jardim, e sentou-se em uma pedra, olhando para o céu estrelado.
Cada cintilar daquelas estrelas lhe lembrava o brilho dos calmos e incofundíveis olhos azuis e o amigável e belo sorriso do monge. Sentia um aperto no peito, uma saudade dolorosa, que a fazia soluçar e chorar.
Olhou para o colar, e pôs este na sua mão direita, assim como Miroku fazia para lacrar o buraco-do-vento. Analisou o colar em sua mão, e o apertou forte no peito, chorando mais. A saudade era imensa, no limite do insuportável.
"Por que... Por que logo comigo...? Por que logo... Logo com ELE...?".
Fungava olhando novamente o céu escuro, pensando no que estava fazendo o monge naquele momento. Se estava bem, com saúde...
Até que ouviu alguém lhe chamar.
-Menina...
Assustou-se um pouco, e olhou para quem a havia chamado.
-Ah, Naoko-sama... A senhora me assustou...
-Perdão, menina... Não foi minha intenção e...-parou um momento de falar, olhando para o colar na mão de sua senhora.- Menina... O que é isso?
-Isso? Ah... É o rosário que o Miroku usava para lacrar a maldição do Kazaana... Lembra que eu te falei?
-Sim, sim, lembro-me... Mas, que fazes com ele, se mal lhe pergunto?
-Mal nenhum. Ele... Ele me deu de presente de casamento...-sorriu tristemente.
A velha olhou para ela triste também, pois não gostava de ver uma mulher tão jovem e bela como ela deprimida daquele jeito.
-E a senhora... O que veio fazer aqui?
-Ah, eu vim lhe trazer algo... Lhe será muito útil na sua lua-de-mel...
Sango a olhava interrogativamente, falando dura.
-Mas eu lhe disse que não passarei as núpcias com ele, senhora Naoko!
-Eu sei, minha menina... Por isso mesmo lhe será útil...
Um momento de silêncio. Naoko mostrava um vidrinho com um líquido esbranquiçado nele contido, e pôs a explicar pacientemente para sua senhora confusa.
-Esse líquido... Digamos que seja um sonífero, mas um pouco diferente dos outros. Por ele conter mais ingredientes, é um pouco mais potente e não deixa dor de cabeça!-sorriu a velha divertida. Sango a encarava com uma gota na cabeça.
Naoko se desfez da cara entusiasmada e pôs a se explicar, meio constrangida pela "gracinha".
-Menina, aqui há uma quantidade suficiente para que não arrisque sua pureza por um bom tempo. Mas você deverá apenas dar ao meu senhor dez gotas desse líquido. Mas tome cuidado, são apenas dez gotas, porque se lhe der mais, ele poderá dormir profundamente por muuuito tempo, e até morrer durante o sono.
-Morrer? Oh!-espantou-se Sango. Não amava Kuranusuke, mas também não lhe deseja mal.
-Sim. Mas também é preciso que você esconda e finja bem, porque uma vez ele descoberto esse líquido, poderá me matar e fazer mal a você, menina! Não posso morrer agora, logo agora que Kyuri está crescendo e tomando ares de mulher, se é que a senhorita me entende. Ela não tem ninguém por ela... E eu não me perdoaria que alguém lhe fizesse mal...-disse Naoko, insegura.
-Não se preocupe, vovó Naoko! Não vou deixar que nada lhe aconteça, nada!- E a exterminadora abraçou a velha.
-Está bem, mas tome cuidado e seja esperta, criança... Não quero que lhe façam mal, a senhora é muito boa para mim...
-Obrigada por tudo, vovó. Por tudo...-Sango sorria para a velha, agradecida. Esta fitava sua senhora, também com um sorriso.
A velha saiu, e deixou Sango olhando para o frasco, com o líquido até a metade.
Isso, com certeza, seria de grande ajuda.
OoOoOoOoOoOoOoOoO
Yume gargalhava e dançava, saindo do bosque.
Comemorava a perfeita atuação de "vítima" minutos antes, lembrando-se dos momentos e satirizando.
-Óh, senhor monge... O amo TANTO que acho que vou vomitar em cima de voc...-e fingiu um vômito, rindo gostosamente logo após.-Hahahahahaha! Ele caiu direitinho na minha conversa! Meu Kami, nunca vi tão burro! Hahahahaha! Agora ele deve estar toooodo culpado em ter me tirado a "inocência", hahahaha! Como é ingênuo o coitado... E PATÉTICO... Hmpf... Mas, nossa! Se algum dia alguém inventar um prêmio para melhor atriz, o meu ta garantido, hahahahahhahaa!
Parou um pouco de dançar e rir, porque estava cansada e seu abdômen já doía.
-Aiai... Agora é esperar a lua-de-mel do Takeda... Hehe, não vejo a hora de fazer mais trabalhinhos de novo! "Profissão" melhor que essa não há! Aaaai, como eu amo meu trabalho!
"Não vejo a hora de deitar na cama do Kuranusuke, também... Ah, não vejo a hora...".
oOoOoOOoOoOoOoOoOoO
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DAAAEEEEEEEEE, FINALMENTE ACABEI! XD
E agradeçam a Camila, viu meus leitores? Ela que ficava me apressando... x.x
Mas, olha, Camila... Posso tirar uma folga, posso? Óò
Meu, eu batalhei um bocado pra fazer esse cap, né? E ainda te dediquei e tudo! Me dá uma folguinha, vai! #olhar pidão#
Então, gente... Essa vai ser a última vez q eu vou responder pelos caps (só quem ñ tiver conta no FFNet).
Vou responder por replay mesmo, ta? XD
Ninguém vai sentir falta, mesmo... u.u
Então, espero q todos tenham gostado desse cap, q na minha opinião foi um tanto quanto inútil.
Bem, vamos as reviews:
nathBella: Oi, Blz e vc? Acabado? Nossa... Oo Sinceramente, não sei qndo vai acabar naum, mas eu já tenho uma idéia do resto da história. Ééééh, eu não queria que terminasse com um "Não". Ia ficar muito sem-graça. E o que que a história da Yume tem a ver? Ah, no começo eu achei q nada, viu. É que eu gosto mt de falar sobre meus personas... Mas, qr saber? Tive umas idéias sobre isso, e isso vai me ajudar MUITO pro final da fic. XD Espero q tenha gostado desse cap, e espero receber uma review sua, viu? Adoro lê-las. Um grande bjo!
Kuri Machado: Oie! Nossa, vc acha? Valew ! Ta com dó do Miroku? Estranho, eu num to... XD kaaaara, eu sou mt má! XD Gosto mt de ver meus personas sofrerem, hehehe. QUE! VC CHOROU! Nhaaaaaaaaaaaiiiiiiii q máximo! Putz, tu me deixou mt contente agora! Kra, to saltitando, vc acredita! Putz... Num acredito q tu tirou uma cópia dessa fic... OO Uaaaauuu! XD putz, valew mesmo, Kuri! Ah, com certeza eu vou ler essa sua fic! Um bjo!
Karol Misao: #levanto as mãos junto# É NÓÓÓÓÓIS, IRMÃ! LOUVADO SEJA O SESSHY E TODOS OS BONITÕES DO MUNDO ANIME! Kra, essa foi patética... Enfim... Ah, sim, mts flashbacks XD. Eu qria pôr a história da Yume. E acho q esse seria o cap ideal... se eu ñ colocasse agora, num colocaria nunca. U.U Enfim... Nhai, valew pelo elogio. Respondendo: 1- Não sei como eles conseguiram. Talvez eu pergunte pra alguém mais experiente daqui da fic, q só no final vai aparecer. Hehehe. 2- Tbm não sei. Mas tenho uma idéia do resto da fic, até do final. Bjos, espero q tenha curtido esse cap.
BYYYEEEAAAAHHHH!
ARRANJEI UMA BETAAAAAA!
Lhes apresento: RIN HIGURASHI! (minha migona Sarah, eeheheh)
Opinião da Beta:
Eu não achei que esse capítulo foi inútil porque nele acontece muita coisa, a Yume apronta das suas (aliás, muito bem aprontado) aparecem a Kyuri e a Naoko, que vão virar aliadas da Sango e tudo mais, e cara, adorei a Kyuri! Ah, e mesmo que esse capitulo tenha sido meio inútil (como a autora depressiva mesmo disse) ele foi importante pra história, oras!
By: Rin Higurashi
Valew, moçaaa! #fazendo joinha#
Então, é issow...
Bjos genteee!
