Capítulo 11

Onze no Topo

N/A- Hey, eu parto do mundo dos sapos, com as famosas palavras de um fulano de óculos 'Eu voltarei!'

Epílogo

O chão irregular, usualmente coberto por poças de água em dias de chuva, levavam para a porta de madeira com uma grande guirlanda, para dar boas-vindas aos visitantes. Passando pela porta, e entrando na casa, um sentimento de lar imediatamente engolia a todos como uma onda. As paredes eram pintadas de uma cor agradável de amarelo-creme, e o chão era de largas tábuas de madeira. Nas paredes haviam quadros pendurados, cada um contando uma história.

O primeiro era de um homem loiro e de uma mulher ruiva, que pareciam estar se casando. O casal acenava feliz para a câmera. O terceiro era de novamente do casal, mas dessa vez vestido com roupas frescas de verão e acompanhado por uma multidão de pessoas, a maioria ruivos, que na foto sorriam, riam e faziam caretas. Outra que chamava a atenção era uma foto particulamente grande, que continha uma loira de aproximadamente cinco anos. Ela tinha bonitos olhos cinzentos, grandes bochechas, e o maior sorriso de todos. A garota estava apertando um cachorro. Todas as fotos estavam decoradas com ouropel verde, e delicados laços vermelhos e dourados.

Uma porta larga levava para outro aposento, e quando era aberta você podia ver uma espaçosa sala de estar. As paredes eram pintadas de vermelho; e a metade de baixo da parede coberta com madeira escura. O lugar continha várias poltronas confortáveis e um grande tapete. A sala estava decorada bem ao espírito natalino. No canto mais próximo a lareira ficava uma gigantesca árvore de natal decorada, e que parecia perfeita junto com os móveis e o resto da decoração. O chão embaixo da árvore não era visível; ele estava coberto por vários presentes embrulhados em papel colorido, com muitos laços, fitas e etiquetas.

Um homem estava sentado em uma das poltronas. A pequena loira das fotos estava sentada em seu colo, mostrando-lhe um recém desembrulhado presente. Ela sorria e ria enquanto seu pai lhe fazia cócegas. No chão um bebê com chumaços de cabelo loiro e grandes olhos castanhos engatinhava pelo chão, com um grande laço roxo na boca. A mulher entrou na frente de seu caminho, tentando atrair a criança de volta. De repente, a porta abriu e todas as pessoas do grupo de fotos entraram na sala. O homem e a mulher se levantaram para saudar os convidados, enquanto as crianças corriam para a árvore, para ver o que o Papai Noel havia deixado para eles. O homem e a mulher se deram as mãos, agradecendo que eles haviam tentado, e não ficado na dúvida.

ooooooo

N/A- Então, é isso. Espero que tenham gostado. Tenham um ótimo natal. Dani (Quickquill2000)Agora podem me chamar pelo nome, porque formalidade é uma droga!

N/T- E chegamos ao fim de mais uma ano, e ao fim da fic! Espero que tenham gostado da minha tradução. Eu AMO esse capítulo. Agora estou me arriscando, escrevendo uma fic DG eu mesma. Ai, quero só ver o que vai virar! É no mesmo estilo dessa, comédia e tal... Vou postar o primeiro capítulo. Mas, como vou viajar amanhã, vai demorar um pouco para postar o segundo. Mas, não significa que abandonei a fic, já que ela já está praticamente pronta. É só que mor motivos maiores, vou demorar. O que não signifca que vocês não possam comentar, viu? Quero agradecer a todos que acompanharam essa fic, principalmente a todos que comentaram! Sentirei saudades! Feliz Natal e um Bom Ano Novo. Beijo na bunda guys! Vou sentir saudades... até a próxima fic! Madam Tessa (carinha fofa só porque é Natal, e no natal se perdoa uma estudante de cursinho, fazendo esse tipo de coisa!)

Gla Evans-Dumbledore, toda fan fic precisa de um beijo no final. Se não não tem graça, não é mesmo? E foi ainda melhor porque era beijo na chuva, ehehehe. Sapo? Sapos viram príncipes, eu transformava o Dino no Snape oleoso, ou coisa pior! Ele bem que merecia! Audrey Whyte Gailey, é lindo esse capítulo, não é? Mas, acho que gosto ainda mais do 7. Sei lá, me faz rir! Aqueles dois se merecem. E também gosto MUITO do epílogo, um dos melhores que já li, se não for o melhor. Passa bem a sensação de lar e família no natal, sem colocar fala nenhuma. Pena que seja tão curto... Fenf Igo, eu também acho que o beijo, e o epílogo deveriam ser maiores, mas infelizmente eu só traduzo. A idéia genial da fic não foi minha, triste não? Karen, sim! A Gina sempre foi do Draco! E o Draco da Gina! Eles só demoraram um pouco para perceber isso, hehehe. O Dino pelo menos serviu para uma coisa, até as piores coisas tem sua serventia, ele uniu o casal. Incrivelmente... Cissy Belly Black, que bom que gostou tanto assim da fic. A descrição da autora é muito boa, não é? Eu adoro a Dani. Infelizmente já acabou, eu também adorava essa fic. Mas, nem tudo o que é bom dura para sempre... Biazinha Malfoy, oh, eu morro de pena do Draco. Eu sempre torço para os vilões-bonzinhos, tipo o Draco que só fez aquilo tudo porque precisava salvar a família dele. Cheguei ao ponto de ter mais pena dele do que do Dumbledore! Minha prima quis me matar, mas imagina a confusão que deve estar na cabeça do pobre coitado, e no que os Comensais devem estar fazendo com ele, já que ele não cumpriu sua missão até o fim. Tenho medo por ele... mas, pelo menos na fic está tudo muito fofo, e tudo deu certo! Certo? Thaty, sua relação com o Dino é literalmente 'entre tapas e beijos', hum? Eu te entendo, eu também me sinto assim. Ele foi um idiota, mas se não fosse por isso Gina nunca ficaria com Draco. A vida é irônica, não é mesmo? Bem, pelo menos a minha é, algumas vezes. Mas, acho que é isso que a faz interessante.