Humanos são loiros e vampiros são ruivos...

... Mel é doce, mas não é tão doce quanto você.

Declaração: Saint Seiya não é meu... Se fosse, Orpheu teria conhecido Alberich.

Descrição: O loiro trabalha numa floricultura. O ruivo, bem... Acredite ou não, é um meio-vampiro bilionário! A vida(?) desses dois irão dar mil voltas quando os dentes de um cravar no punho do outro... Yaoi/lemon.

Segunda entregaxPrimeiro passo

O frio permanecia, para a felicidade ou infelicidade de alguns casais de namorados, dependia do gosto de cada um. Mas uma coisa era certa: No frio, coisas interessantes aconteciam. Orpheu acordou, desligando o despertador, e logo se levantou para fazer o desjejum de sua tia. Depois de ter tomado um banho frio, ter colocado uma camisa de manga comprida, calça e tênis brancos, correu em direção a cozinha. Decidiu que iria preparar torradas, porque tinha geléia na geladeira. Então, sua tia entrou no recinto, toda agasalhada.

- Que ódio! Odeio frio! Só serve para rachar a pele! Oh, acho que a pinta cresceu! - Sentou-se na cadeira, lamentando o azar que tinha.

- Hum... Não fique assim. Quem sabe amanhã o tempo melhora? - Pôs a mesa, começando a passar o doce líquido sabor uva na torrada.

- Bem... Só se você me disser se está saindo com uma mulher rica.

- TIA!

- Ah, pelo jeito, não. Que pena... - Tomou um gole de café.

- Já estou indo, então. - Pegou seu casaco preto com enchimento, assim como o capacete.

- Tenha um bom dia.

- Igualmente.

Como naquele dia o loiro tinha chegado mais cedo, começou a preparar o buque encomendado pelo Alberich de Megrez. Fazia aquilo com muito cuidado, reparava as folhas e tentava amassar o mínimo possível o papel de enfeite. Escolheu as flores, das espécies pedidas, mais desabrochadas. Terminou a encomenda e fez ainda mais duas, vindas em locais mais afastados. Passou a manhã fazendo os pedidos, e ainda tinha mais uma coisa: Devia entregar os outros dois no almoço. Saiu com a moto e voltou para a floricultura uma hora e meia depois, cansado.

- Você não comeu ainda, Orpheu? - Madelaine se aproximou, enquanto se inclinava no balcão.

- Ah, não tive tempo. Primeiro de tudo vem o trabalho, não? - Sorriu, pegando o último pedido do dia.

- Não, primeiro de tudo vem a saúde. E se desmaiar no trânsito? Como é que faz, em?

- Eu não sou tão fraco assim, Madelaine. - Resmungou.

- Não quer comer uma barrinha de cereais antes de ir? Dá tempo.

- Ah, não. É melhor eu comer depois, com mais calma... - Andou de volta até fora da loja. - Até daqui a pouco, Madelaine!

- Não, é até amanhã. O chefe mandou dizer que, depois desta entrega, pode ir para casa.

- Nossa, ele está sendo muito gentil ultimamente.

- Sim, está. O que é uma pena... - Sussurrou a última frase, dando um 'thauzinho' para o loiro.

Se dirigindo a mansão de ontem, Orpheu notou o quanto as ruas estavam livres, para sua sorte. A corrente de seu amuleto se movia rapidamente, junto com vento. Sentia seguro desde que tinha colocado aquilo em volta do pescoço, só não sabia o por quê. Parou em frente do portão, logo, empurrando a máquina para dentro, notando que Freya o aguardava.

- Boa tarde, Freya. - O humano sorriu, tendo como retribuição a mesma ação.

- Boa tarde. Meu patrão o aguarda no salão de jantar.

- Ele está almoçando a uma hora dessas? - Se surpreendeu, já com o buque entre as mãos.

- Por causa de uma reunião, infelizmente, ele teve que adiar. - Parecia decepcionada por algo, mas o mais alto decidiu não falar nada, apenas concordou.

Agora estava indo para um outro lugar naquele imenso espaço turistico. Pôde contemplar mais obras de arte e as paisagens do lado de fora, vistas das alturas. Pararam em frente a um portão estiloso, o que imediatamente lembrou ao jovem um daqueles onde apareciam em filmes antigos, da corte. E não deu outra, parecia estar dentro de um estúdio, pronto para a gravação.

Avistou na outra extremidade o ruivo, sentado, degustando algum prato provavelmente caro. Acompanhou Freya, passando ao lado daquela comprida mesa ricamente decorada com alguns pequenos buques. No final, bem em frente ao degustador, estava o buque de ontem, ainda forte e firme, demonstrando beleza aos que viam. As janelas não tinham mais cortinas as tapando, mas também não se podia dizer que iluminava algo, porque o tempo estava se fechando, tendo todas as luzes acesas como de costume.

- Amo, aqui está o buque que encomendou.

- Obrigado por acompanhar Orpheu, Freya. Pode colocar as flores na mesa, na outra extremidade. Depois, traga mais um prato e talheres, sim? Talvez Orpheu queira me fazer companhia.

- Eu? - Perguntou, não crendo em seus ouvidos. A loira se curvou e foi correndo fazer suas obrigações.

- Por acaso tem outro Orpheu neste salão?

- Ah, obrigado pelo convite, mas não pretendo ficar... - Traído. Traído pelo próprio estômago, que fez um barulho alto demais, denunciando-o.

- Só estou pedindo para comer e me fazer companhia. Por acaso sou tão desagradável a este ponto? - Lançou um olhar interrogativo ao outro, indicando a cadeira ao seu lado.

- Não, mas... - Mais uma vez o barulho. Não sabia que estava tão carente de alimento assim.

- Vamos, sente-se. Faz tempo desde que tenho uma visita tão divertida assim. - Deu um meio sorriso, pensando com os seus botões: " Nem tão deliciosa também'.

- Já que insiste... - Puxou a cadeira, se acomodando. Logo Freya apareceu, arrumando tudo de tal rapidez que o humano ficou abobado. Por acaso era experiência ou medo que fazia-a agir assim?

- Espero que não tenha nada contra lagosta. - Levou um pedaço a boca, limpando o canto da boca com um lenço.

- Não, imagine. - Cortou um pedaço também, mordendo.

- Então, o que achou?

- Delicioso! Deve se orgulhar de ter um cozinheiro assim, imagino!

- Digamos que sim. - Fez pouco caso, tomando um pouco de vinho numa taça. - Deseja-me acompanhar na bebida também?

- Eu... Não costumo beber. - Confessou, sentindo a temperatura do local subir.

- Ora, vamos. - Estralou os dedos, então uma outra empregada se aproximou e pegando a garrafa, encheu um copo, entregando-a para Orpheu. O líquido vermelho se movia vagarosamente de um lado ao outro.

- Devo levar em conta o quanto este vinho deve ser deliciosamente caro, mas prefiro não tomar.

Voltou-se para a comida, sentindo-se vergonhosamente vermelho. Sabia que, por não estar acostumado a degustação de bebidas alcoólicas, devia ser muito fraco para suportar algo assim. Além do mais, preferia não arriscar. Seus olhos estavam concentrados na carne quente, então, não percebeu a expressão de espanto da empregada, nem a de Alberich. Este, estralando os dedos mais uma vez, chamou a sua subordinada para mais perto.

Sussurrou algo no ouvido dela, fazendo-a ficar mais vermelha que o convidado; acenou a cabeça e se foi rapidamente, não parecendo gostar daquilo. Se passaram alguns minutos, tempo suficiente para ambos os homens terminarem a refeição; Megrez se levantou preguiçosamente sedutor, atraindo a atenção do ingênuo. O viu pegar a própria taça de vinho, vazia, e ficar atrás de si. O ruivo se encostou na mesa, observando o loiro do alto, superiormente.

- Já que se recusa a beber comigo, posso pegar a sua taça cheia? - Impressão dele, ou os olhos verdes do outro tinham ganhado um ar... Estranho?

- Ah, sim. - Passou o guardanapo pela boca, olhando para seu prato, ficando em silêncio. Era péssimo para iniciar uma conversa, ainda mais naquele estado.

- Você não sabe o que perde... Suponho, talvez, nunca tenha molhado os lábios antes. - Levou o objeto muito próximo a boca. - Então, que tal... Eu lhe der um 'empurrãozinho'?

- Hãn?

Mal virou o rosto e sentiu um gosto estranho na boca. O cheiro e sabor da lagosta tinham desaparecido por completo, dando espaço para o cheiro e o gosto de uva. (Chibi- Imagino que seja assim... Nunca bebi vinho, nem nada assim, então, desculpem se eu errar em algo u.u) Parecia queimar sua garganta, do mesmo jeito, um neurônio do loiro. Estava pasmo. Sentia, por acaso, os lábios rosados de um rico, e homem, contra os seus?

Fechou os olhos com força, tentando raciocinar. Não, aquilo era um sonho. Um pesadelo, ilusão, menos realidade. Mas, levando em conta a falta de ar e a pressão ficando cada vez mais forte, foi acordando para a crua e fria verdade. O dono da Megrez's Company estava o beijando, sendo que usara o vinho para executar tal tarefa. Sua cabeça foi empurrada para trás, fazendo-o elevar o rosto, tendo sua boca aberta pela língua experiente do cliente. Era algo quente. Nunca sentiu nada semelhante a aquela ação...

- ... Ah, seu gosto é do jeito que imaginei. - Lambeu os lábios, de forma proposital, exibindo os caninos principalmente.

- ... - Apesar de tudo, o vampiro sabia exatamente o que se passava naquela cabeça amarelo-canário.

- Acho que você precisa de mais um gole, para se acalmar. - Repetiu o ato, fechando a mão na cabeleira do humano, puxando-a.

Logo, o resultado tão esperado aconteceu: O funcionário da floricultura retribuiu o Dono da empresa. Não conseguia pensar mais em nada, a não ser naqueles lábios, que escondiam dentes muito brancos. Levou os braços até as costas do corpo mais desenvolvido, apalpando certos lugares, porém com insegurança. O nobre desfez todos os contatos, puxando pelo braço o outro.

- Venha, vamos para meu quarto. - Ótimo, tinha conseguido enfeitiçar sua presa. Poderia não ganhar o outro líquido rubro, mas pelo menos iria ganhar uma diversão em troca. Oras, o próprio amuleto estava-o ajudando.

- E-espere... - Hesitava, porque... O que estaria fazendo?! Tinha beijado o ruivo!!! Que deslize!! Orpheu se soltou dos dedos dele e se inclinou, pedindo desculpas. Porém...

- Não tem o porque fazer isso. - E perdendo a paciência, pegou o loiro-canário no colo e foi subindo para seu quarto.

- P-pare... O que vai fazer? - Foi jogado brutalmente sobre a enorme cama de lenções negros. Realmente... O branco das roupas e o vermelho da face se destacavam.

- Hum, o melhor prato do dia. - Se colocou sobre o menor e prendeu os punhos deste sobre a cabeça dele. - Não se preocupe, quem sabe o efeito do álcool reduz a dor no seu corpo. - Sorria, enquanto desnudava-o. - Não irá dizer nada, não?

- Por favor... Não... Ah! - Gemeu, sentindo a palma fria tocando-lhe na parte do baixo-ventre. - Ahn... Ge...lado...

- O que disse? Eu não ouvi... - Sussurrou perto da orelha de sua presa, colocando mais força nos dedos.

- Ahnnnnn! Albe... Ah! - Orpheu arqueou às costas, tendo seu interior invadido por três dedos de uma vez. Apertou a mão que lhe segurava com força, demonstrando o quanto estava confortável com aquele volume.

- Albe, hum? Quanta intimidade... mas, só desta vez, deixo que me chame assim. - Para calar a boca do amante, beijou-o, acabando com parte do barulho.

Logo, o vampiro apertou-o mais ainda, e aumentando mais um dedo no interior do outro. Era estranho... Aliás, se sentia estranho. Normalmente não dava aquela atenção, ou preparação, para um amante qualquer. Mas aquele baixinho exercia nele um certo carinho... Talvez sentimento, como se aquele alimento fosse tão apetitoso, ou raro, ao ponto de recear devorá-lo de uma só vez. Descolou os lábios e notou que aquele amuleto ainda estava sobre o peito do humano. Então era isso... Aquilo estava amenizando seus instintos. Só podia ser. Seus olhos esverdeados de desejos encontraram novamente com os azuis delicados de sua presa, que arvafa e gemia descontroladamente.

- Meu pequeno... - Beijou o pescoço dele, atrevendo-se a relar com os dentes pontiagudos a fina camada branca do mesmo. Uma linha de energia negra saiu de dentro do amuleto, fina até, e afastou os caninos do loiro. - Hum... - Lambeu os próprios lábios.

- Ah... Ah... Por... que?

- Porque eu quero-te, Orpheu. - Sussurrou ao encontro da orelha do garoto, chupando a parte inferior e aplicando mais intensidade nos movimentos com seus dedos, fazendo o loiro gritar de dor. - Logo passa...

- A-acho... difícil!

- Acredite em mim. - Soltou-o e retirou à mão, apertando com força aquele membro. - Seu corpo sente e reage a cada toque meu... Não acha isso fabuloso? - Recebeu um longo gemido, ao mesmo tempo que com a gravata de seda negra, enrolava o tecido à carne.

- Nãooooooo...!

- Daqui a pouco irá implorar por mais, querido. - Investiu com velocidade extraordinária dentro do túnel estreito e úmido, ferozmente, querendo prazer. Ainda estava com toda sua roupa social negra, quer dizer então, que o metal do cinto batia rudemente contra o traseiro pálido de Orpheu, assim como outra coisa. Este conseguiu segurar-se nos ombros do mais rico, enquanto era arremessado para frente a cada ação ruiva.

- Pare!!! Alberich!!! Está doendo!!!! Não!!

- Calado!!!!

Rasgou, com suas unhas que repentinamente tinham se tornado pontiagudas, a barriga do loiro. A ferida, em segundos, começou a rojar sangue vermelho. Tinha aproximadamente cinco centímetros de comprimento. Como efeito, o raio preto que disparou do amuleto fora maior e intenso, arranhando o rosto de Megrez também, superficíal, mas o bastante para aparecer o líquido. Oito centímetros. Não se importou com a dor e nem recuou, seu maior objetivo era conseguir prazer por meio daquele jovem delicioso e prejudicial ao seu rosto. Com mais quatro minutos de tormento para o funcionário, enfim sentiu o resultado do prazer do rico por dentro. Tinha molhado a roupa negra de branco, e o branco da cama de vermelho. Além disso, continha cinco gotas do sangue do ruivo em sua face.

- ... Maldita!!! - Saiu do amarelo-canário, enquanto fechava o cinto. Não ligava se estava sujo. Só ligava agora em saciar sua vingança contra sua mestra, que tinha dado o objeto de seus males ao mais novo amante de sua lista.

Orpy apenas se recolheu, arregalando os olhos, mantendo-os fixos naquele humano perigoso. Claro, sentia a abertura doer, porém não tinha coragem de vê-la. Sentia-se como uma presa machucada e capturada. Às lágrimas saiam aos poucos e deslizavam pela face marcada pelo horror. Tinha julgado que o ruivo não tinha gostado daquilo e agora iria castigá-lo por ter sido tão mal par...

- Argh... - Lambeu à mão, suja de sangue. Notou que uma das unhas também tinha sido quebrada. - Aquele megera me paga...

- Uff... - Suspirou. Pelo menos, não era com ele quem Alberich estava com raiva.

- Ei, Orpheu...

- ... Sim?

- Quero-te.

- ...?!

- Quero dizer... Eu posso pagar-te para você vir aqui e repetirmos isso. Ou, a parte agradável dela.

- Não.

- Nem pensou para responder.

- Não preciso pensar para responde isso.

- Ah, é! Como sou esquecido... - Se virou e rapidamente deitou-o novamente, separando às pernas. - Minha gravata ainda está aqui. E olhe, que interessante... Está incrivelmente molhada.

- Isso... isso...

- Meu pequeno não pôde chegar ao prazer, não? - Desamarrou-o e engoliu-o por inteiro, começando com a massagem com a língua. Gemidos e puxões de cabelo eram realizados, até o último movimento de Orpheu, que desmaiou. - Sangue... - Puxou o lençol rubro e chupou-o também; o corpo estremeceu e Alberich foi tomado por uma onda, mais do que incrível, de prazer. - Esse garoto... Precisa ser meu...! - Deixou sua saliva escorrer na ferida, fechando-a, porém deixando a cicatriz feita.

CHibi---Chibi----chibi---CHibi---Chibi

Acordado. Quantas horas deviam ter se passado? Uma? Três? Bom, recentemente... Sua região de baixo ainda doía. Conseguiu se sentar, um pouco inclinado, na cama e localizou suas roupas numa cadeira, assim como uma toalha de banho e seus tênis. O efeito da bebida ainda devia estar nas suas veias. Pulou subitamente. Algo se moveu nas sombras...

- Te assustei?

- Não...

- Pretendo deixar a proposta ainda em pé, meu caro. Pois tenho certeza, que irá voltar atrás... Vi em sua face.

- Não irei, senhor. - Tentando ignorar à dor, se levantou e perdeu o equilíbrio, e foi rapidamente amparado pelo vampiro.

- Ah, sim... - Sussurou. - Quer tomar um banho?

- Não precisa se incomodar. - Se livrando das garras do ruivo, conseguiu andar em linha quase reta à cadeira. - Só quero sair logo daqui...

- Está bem. Tens meu cartão.

- ... - Se vestiu e foi-se, não olhando para trás.

- Meu precioso... Orpheu. - Sorrindo, Alberich olhou para a própria roupa manchada, tocando ali sutilmente. O cheiro dele o deixava faminto. O sabor daquela primeira provada nele o deixava encantado. E aquela beleza tão humana, deixava-o necessitado por carinhos. Realmente, sua Mestra queria matá-lo de desejo, porque não conseguiu brincar direitinho com seu mais novo bichinho. Mas iria dar o troco nela. Aquele sentimento de posessividade era chamado de Amor, mas o nobre ruivo chamavá-o de outra coisa: Luxúria.

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- Obrigado, Freya. Ah, não precisa se preocupar, só foi um tombinho de nada. Até mais, senhorita. - O celular estava tocando a toda quando Orpheu saiu da mansão, com sua moto. Se encostou nela e ligou o aparelho; Era Shiryu. - Alô? Quem? Ahn... O SEIYA ESTÁ PRESTES A PERDER À PERNA?! Mas, como...? Doença? Cirurgia? Mas ele não tem tanto dinheiro para pagar algo assim! Espere, que já stou indo!!!

Montou descuidadamente na moto e ligou, nem se dando o trabalho de colocar o capacete. Precisava ouvir, cara a cara, do amigo o que Seiya realmente tinha... E além disso, como salvá-lo de ficar aleijado.

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Demorou, mas saiu, não? Hehe...

Não me olhem assim, eu tinha que ter um motivo para o Orpheu estar precisando de grana...

Bem, até o próximo!!!