Bom, aqui vai mais um capítulo. xD Espero que gostem e desculpem mais uma vez pela demora. T_T Antes de mais nada gostaria de agradecer todas as reviews, alertas e favoritos. E aquelas pessoas que só passam por aqui pra ler a cada capítulo.
CAPÍTULO VII
Os dias seguintes foram bastante agitados para Bella. A cada manhã, convencia-se de que deveria ignorar a atração que sentia por Edward, mas isso estava se tornando mais difícil do que ela imaginara que seria.
Não queria mais encontrar uma mulher perfeita para ele. Ela própria desejava ser essa mulher. Porém, a impossibilidade de realizar seu desejo a estava consumindo por dentro.
— Não posso continuar com isso — disse a Jake, en quanto embalava o neto de uma das funcionárias no colo. — Tenho de encontrar uma esposa para ele, e logo.
Jake latiu, enquanto o bebê de oito meses murmurava algo incompreensível.
— Eu sei, eu sei. A escolha terá de ser verdadeira por parte dele. — Ela acariciou os cabelos loiros de Luke. — Mas como isso poderá acontecer se Edward nem mesmo quer tocar no assunto?
— Falando sozinha, Bella?
Ela lançou um olhar de censura para Jake. — Deveria ter me avisado — resmungou por entre os dentes, antes de ensaiar um sorriso e dizer: — Precisa de algo, Edward?
— Sim. Se quer mesmo saber a verdade, preciso de você — insinuou ele, com um brilho diferente no olhar. — No meu escritório, claro. E Jake a avisou. Ele sempre late quando apareço em sua sala.
— Ele ainda sente uma atração especial pelo seu sofá — falou ela. — Não deveria ter mandado cobri-lo com plástico. Ele detesta plástico.
— Estou com o coração partido. — Edward ironizou — É um bebê? — Perguntou franzindo o cenho, ao ver Luke no colo dela.
Bella não conteve o riso. — É muito observador.
— De onde ele veio? — indagou ele, ignorando a ironia.
— Ele é neto da Sra. Cooper.
— E por que está com você? — Edward apertou os lábios.
— A Sra. Cooper o deixou comigo para ir almoçar. E antes que fique bravo com ela, fui eu quem se ofereceu para fazê-lo. — Levantando o bebê até o ombro, sorriu. — Ele é uma gracinha, não?
Reed enrijeceu o maxilar ignorando o bebê.
—venha até meu escritório, por favor, Bella.
— Com o bebê?
— A menos que seu cão também sirva como babá...
— Para dizer a verdade, anjos da guarda são as melhores babás que podem existir — ela salientou. — Mas quero con tinuar com Luke no colo.
Pegando os óculos e o bloco de anotações, ela seguiu para a sala ao lado, levando o bebê consigo. Edward fechou a porta atrás deles.
— Deixe-me tirar o plástico do sofá, para que possa se sentar — disse ela.
Antes que ele pudesse se dar conta do que ela pretendia fazer, Bella entregou-lhe o bebê e começou a remover o plástico do sofá.
— Que tal? — perguntou enquanto colocava os óculos. Sentou-se em seguida, com o bloco de anotações a postos.
Edward manteve o bebê longe de seu corpo, como se ele estivesse usando dinamite, em vez de fraldas.
— Hum... Bella? — Quando ela não o atendeu de imediato, chamou-a com mais urgência. — Bella?
— Importa-se de segurá-lo? Preciso tomar nota do que me ditar. Pode começar a falar.
— Não disse que queria continuar segurando-o no colo?
— Eu gostaria, mas não será possível. Se não quiser segu rá-lo, posso deixá-lo com Jake...
A sugestão causou o efeito que ela imaginara. Edward hesitou um instante, mas acabou sentando-se com Luke no sofá.
— Eu queria discutir como será esse fim de semana — disse ele. — E me certificar de que tudo já foi providenciado.
Bella inclinou um pouco a cabeça.
— Não gosta de crianças?
— Sim, gosto — respondeu ele. — E não mude de assunto.
— Então por que não quer segurar luke no colo?
Ele não respondeu, mas uma série de emoções pareceu atin gi-lo naquele momento. Notando que o assunto parecia delicado para ele, decidiu retornar ao que o interessava.
— Quer saber sobre o congresso de Chicago?
— Sim. A secretária que a antecedeu reservou dois quartos em um hotel da cidade, mas quero que confirme as reservas.
— Qual é o hotel?
Edward virou Luke de frente para ele. O bebê sorriu e balbuciou alguns sons incompreensíveis, fazendo-o curvar os lábios em um breve sorriso.
— É o Grand Majesty.
— Oh, esse hotel? Não imaginei...
Edward olhou para ela enviesado.
— Não sei por que, mas não gostei muito de ouvir isso.
Bella fez algumas anotações.
— Não se preocupe. Tenho certeza que já devem ter esque cido o pequeno incidente...
— Que pequeno incidente?
— O que aconteceu quando eu trabalhei lá.
Bella olhou-o, atenta, observando sua reação. Infe lizmente, ela não pareceu muito boa. Ele levou o bebê ao ombro e fitou-a em silêncio.
A visão a tocou de uma maneira inesperada. Ela não poderia experimentar a alegria de ser mãe. Nunca veria seu marido segurar um filho nos braços e sorrir, como Edward estava fazendo com Luke. Porém, a idéia nunca a incomodara. Até aquele momento.
— Você trabalhou no Grand Majesty? — perguntou ele.
Ela pestanejou, trazendo os pensamentos de volta à realidade.
— Por pouco tempo, para alívio de todos por lá. Mas meu substituto resolveu os problemas e a administração não deve estar mais enfurecida.
Bella lamentou o trabalho que Ben tivera para consertar seu fiasco. Arriscou outro olhar na direção de Edward, que con tinuava curioso a respeito do que acontecera.
— Eu poderia lhe contar mais detalhes — disse a ele — mas a regra número três me proíbe de fazer isso.
Ele revirou os olhos. — Pensei que houvéssemos colocado um ponto final nessa história.
— Concordei com isso. — Fingindo inocência, ela acrescen tou: — A menos que queira trazê-la à tona novamente. Afinal, é o chefe e pode desfazer as regras quando quiser...
— Obrigado pela oferta, mas eu a dispenso — replicou ele. — Vai deixar Jacob aqui? — Perguntou ele tentando desviar o assunto.
— Bem, não sei quais são os planos dele para o fim de semana. Terei de conversar com ele primeiro.
Reed respirou fundo, esforçando-se para manter a paciência.
— Eu gostaria muito que o convencesse a ficar por aqui. Talvez Jasper possa cuidar dele.
— Vou sugerir isso.
— Obrigado.
— Que tipo de roupa terei de levar?
— Tailleurs, um ou dois vestidos para coquetel, roupas in formais para um piquenique e um biquíni.
Bella empalideceu.
— Um biquíni? — repetiu, em um fio de voz.
— Há um lago onde acontecerá o piquenique e...
— Não sei nadar. Isso é tudo? Preciso voltar para o trabalho. — Ela ficou de pé.
Edward também ficou.
—Por que um anjo teria medo de um lago de águas rasas? — perguntou ele, com gentileza. —Pensei que não tivesse medo de nada.
— Ficaria surpreso se soubesse o que sinto. Nadar é um dos meus medos. — ela olhou para o bebê. — Lamentar os caminhos que não segui é outro.
— Não saia ainda.
Sem dar atenção ao pedido, ela seguiu até a porta. Contudo, antes de sair voltou-se novamente para ele.
— Você não sabe quanto tem sorte. Tem idéia do eu daria para ter um futuro e ter chances de escolher, como você?
— Bella, por favor...
— Você tem uma chance, Edward. Uma chance de ter tudo: amor, casamento, filhos... Nunca saberei o que é ter tudo isso. E mesmo tendo tudo à mão você...
Ela não terminou a frase. Tomando Luke novamente nos bra ços, escondeu o rosto na manta do bebê por um instante.
— Você não entende... — Edward tentou explicar, mesmo sa bendo que não conseguiria.
Não podia falar sobre Tanya nem sobre o tormento que o per seguia nos últimos dois anos. Segurar Luke nos braços fora tão torturante para ele quanto estava sendo para ela. Ele também tinha um filho em algum lugar. Uma criança que deveria ser um pouco mais velha do que Luke, mas cujo rosto ele desconhecia.
— Tem razão — murmurou ela. — Não entendo. Nem nunca entenderei.
Sem dizer mais nada, Bella se retirou, deixando-o con fuso e pensativo ao mesmo tempo.
— Tem certeza de que não se lembrarão de você? — Edward perguntou , quando os dois entraram no saguão do Hotel Grand Majesty.
— Sim, eles se lembrarão de mim. — Bella riu.
Edward admitiu para si mesmo que a pergunta fora idiota. Quem conseguiria se esquecer de Bella depois de conhecê-la?
Quando eles se aproximaram da recepção, bastou um olhar para Bella e o atendente empalideceu.
— Srta. Swan?
— Olá, Tick! Como vão os negócios por aqui?
— Bem melhor, obrigado. Veio se hospedar no hotel? — perguntou ele, com uma expressão apreensiva.
— Receio que sim. Mas não se preocupe. Prometo que ficarei bem longe dos encanamentos.
Um sorriso de alívio surgiu no rosto dele.
— Os donos do hotel ficarão muito satisfeitos ao ouvir isso.
Aproximando-se mais do rapaz, ela sussurrou:
— Ben cuidou de tudo?
— Oh, o Sr. Cross fez um trabalho excepcional — respondeu o atendente, no mesmo tom de confidência.
— Ótimo. — Ela sorriu. — Ele é mesmo muito bom.
— Podemos assinar as reservas, por favor? — sugeriu Edward, decidindo acabar com aquela conversa sem sentido.
— Claro senhor — respondeu Tick, abrindo o livro de ime diato. — A reserva está no nome da Srta. Swan?
— Não. Meu sobrenome é Cullen. A reserva foi para dois quartos.
O atendente conferiu os dados no computador.
— Oh, está aqui. Vocês ganharam uma suíte dupla, sem nenhum custo adicional.
— Ora, muito obrigada, Tick — Bella agradeceu. — Foi muita gentileza do pessoal do hotel.
— O Sr. Jenson ainda tem muita estima por você — confi denciou Tick, em um sussurro. — Foi ele quem mandou que fizéssemos isso.
— Agradecerei pessoalmente a ele, pode deixar. — Bella também abaixou o tom de voz
Edward tamborilou os dedos sobre o balcão, com impaciência.
— Quem é Sr. Jenson?
— Um dos donos — explicou ela. — Ele foi o escolhido para minha décima primeira missão. Um grande fracasso, mas não posso culpá-lo por isso.
— Claro que não. — Edward pegou o envelope com as chaves dos quartos. — Peça que nossa bagagem seja entregue o mais rápido possível, sim?
— Pode deixar senhor — respondeu Tick.
Os dois entraram no elevador panorâmico logo em seguida.
— Qual foi sua missão com esse tal Sr. Jenson? — per guntou ele.
— Convencê-lo a deixar o neto administrar o hotel. Só que havia um problema: quanto mais eu tentava ajudar Ralph, mais ele se atrapalhava.
— Coitado do rapaz.
— Infelizmente, o único anjo disponível para o caso dele naquele momento era eu. Meu trabalho não foi dos melhores.
— Ele não conseguiu o cargo?
— Digamos que Ralph tinha um pequeno problema com senso de autoridade.
— Ele não gostava de receber ordens? — indagou Reed.
— Na verdade, ele não gostava de dá-las. — ela riu.
— E como você resolveu o problema?
Bella ficou séria de repente. — Não consegui resolvê-lo. Ben teve que vir me substituir e consertar meu fiasco, depois da inundação do hotel.
A essa altura, já estavam no corredor que ia dar nos quartos e Edward virou-se para olhá-la, espantado.
— E o que provocou a inundação?
—Pensei que se surgisse uma situação de emergência Ralph seria forçado a dar ordens.
Edward abriu a porta do quarto reservado para ele.
—E...?
Ela suspirou.
—Bem, ele entrou em pânico. Em vez de agir rápido, ele chamou os bombeiros. Mas quando eles chegaram o estrago já havia sido feito. Por isso Carlisle me tirou da missão e mandou Ben para me substituir.
Edward arqueou uma sobrancelha, incrédulo.
— História divertida, Bella.
— Mas é verdade!
— Sim, você nunca mente.
— Nunca.
—Apenas... Modifica um pouco a verdade?
Ela levantou o queixo.
—Nada disso — respondeu. — Não é permitido.
Cansado de ouvir tanta maluquice, ele observou o quarto.
— Lugar bonito — disse. — Deve ser muito bom ter amigos influentes.
— Às vezes. — Bella sorriu. — Oh, veja! Deixaram uma cesta de frutas sobre a mesa de refeições. Aposto que foi idéia do Sr. Jenson.
— Muito gentil da parte dele.
Ao ler o cartão deixado sobre a cesta, Bella ficou boquiaberta.
— Acho que me enganei. A idéia foi de Ralph e... Meu Deus! Ele se casou com Ruthie Evans, a camareira! Isso deve ter sido alguma proeza de Ben. — Olhou para o teto. — Por que não pensei nisso? Ela seria uma ótima esposa para , nunca entrava em pânico em momentos difíceis...
— Lá vem à palavra novamente — protestou Edward.
Bella voltou a olhá-lo, surpresa.
— Que palavra?
— Esposa.
Ela sorriu. — Acha que meu método de trazer o assunto à tona não foi muito sutil?
Ele arqueou uma sobrancelha.
— Você acha que foi? — respondeu com outra pergunta. — Enquanto pensa na resposta, vou sair para meu primeiro com promisso. Dessa vez, não precisa me acompanhar. Aproveite para descansar porque teremos um banquete essa noite. Pre pare um de seus vestidos mais formais.
— Edward?
— Sim?
— Eu não ia repetir isso, mas talvez algum dia você acredite quando eu lhe contar algo. Eu nunca minto. Lembra?
Ele sorriu.
— Tentarei me lembrar. Agora preciso ir.
— Estarei aqui quando você voltar — Ela prometeu. Um sorriso charmoso curvou os lábios de Edward.
— Sabe que eu poderia me acostumar a ouvir isso?
Alguns minutos depois que ele havia saído, Bella continuava de pé no meio do quarto, aturdida com a conclusão a que che gara. Ela própria também poderia se acostumar a dizer aquilo.
— Isabella?
Ela abriu os olhos devagar, despertando aos poucos.
— O quê? Quem está aí?
— O prazo para sua missão está quase chegando ao fim.
— Carlisle? É você?
Ela levantou a cabeça, surpresa ao descobrir que adormecera a mesa, enquanto digitava algumas anotações no notebook. Não lembrava de haver dormido, desde que se transfor mara em anjo.
Uma leve brisa soprou pelo quarto e Carlisle se materializou ao lado dela. Bella sentiu-se apreensiva. Seu supervisor nunca havia aparecido durante alguma de suas missões. Era ela quem sempre o visitava.
— Seu tempo está quase chegando ao fim — repetiu ele.
— Mas... Ainda não terminei.
— Não importa minha querida. Já teve muitas chances de completar sua missão. Ângela virá substituí-la. Volte para casa agora.
Bella entrou em pânico.
— Não, por favor! Precisa me dar um pouco mais de tempo. Edward precisa de mim.
— Não, ele precisa é de uma esposa, não de você. Edward necessita de amor, e era isso que você deveria oferecer a ele. Ou será que esqueceu o motivo pelo qual veio a terra?
— Não, não me esqueci. Cuidarei disso, pode deixar. Por favor...
— Muito bem. Então vou lhe dar mais três dias. Terá até a segunda-feira de manhã para completar sua missão e então voltará para casa. — A brisa voltou a soprar pelo quarto. — Lembre-se do presente, Isabella. Dê o presente a ele. —Dizendo isso, Carlisle desapareceu.
Quando Edward bateu à porta que ligava os dois quartos, ouviu Bella pedir que ele entrasse. Encontrou-a diante da grande janela de vidro, olhando as luzes da cidade.
O lindo vestido azul tinha um ousado decote nas costas e a saia de um tecido esvoaçante caía em ondas até o chão. Porém, embora ela estivesse linda, ele notou uma sombra de tristeza em seu olhar.
— O que aconteceu, Bella? Algum problema?
Delicadamente, ela encostou os dedos no vidro.
— Posso sentir a vibração do tráfego na mão, assim como o efeito provocado por um trovão distante. Eu estava sempre tão ocupada que nunca prestei atenção nisso antes.
Edward se aproximou devagar e pousou a mão sobre a dela.
— Está notando agora.
— Agora é tarde.
— Nunca é tarde demais.
— É para mim. — Ela se voltou para ele, com um brilho de lágrimas nos olhos.
— Mas não para você.
— Não quero uma esposa, Bella.
— Será que não entende? Tenho de partir logo porque não me resta muito tempo para terminar a missão. O que você quer Edward? Diga e eu lhe darei.
Ele não hesitou.
— Apenas isso...
Cobriu os lábios dela em um beijo tão arrebatador que a deixou sem fôlego. Seria tão fácil amar Bella e torná-la sua esposa, se ela quisesse...
— O que disse? — ela perguntou, ao se afastar, ainda ofegante.
— Nada — respondeu ele, roçando os lábios na curva sensível do pescoço dela.
— Pensei que houvesse pedido algo — ela insistiu.
— Pedi um beijo.
— Não, depois disso. Devo ter ouvido algo mais.
— Os anjos fazem isso? — ironizou ele.
— Às vezes. — Bella observou o rosto dele com atenção. — Quando os desejos são emitidos com um sentimento nobre, os anjos podem ouvir. Qual foi seu desejo ainda há pouco, Edward?
Ele se afastou.
—Acredito na realização de desejos tanto quanto na exis tência de anjos — respondeu.
Bella fez menção de tocá-lo, mas hesitou.
— E se eu pudesse lhe dar a chance de realizá-lo sem cobrar nada em troca?
— Eu diria "não, obrigado". Tudo nessa vida tem um preço e nenhum desejo se realiza completamente.
— Por que diz isso com tanta certeza?
— Seus desejos se realizaram alguma vez? — Quando ela fez menção de desviar o olhar, ele segurou-lhe o queixo, forçando-a a olhá-lo. — Você jurou que nunca mentiria para mim. Então responda Bella. Algum de seus desejos já se tornou realidade?
Ela balançou a cabeça devagar.
— Não. Nunca.
— E amor? Você já o sentiu por alguém?
— Não. Mas isso não significa que o sentimento não exista.
— Você mesma nunca sentiu algo assim e quer que eu acre dite no que está me dizendo a respeito do amor?
— Sim.
— Sinto muito, mas não posso Bella.
— A concessão desse desejo foi sugestão de Gentil, não mi nha. Estou apenas sendo a mensageira do recado.
— E se eu preferir ficar com a mensageira, em vez do recado?
Bella não respondeu nada.
—Está linda — disse ele por fim interrompendo o silêncio. — Vamos? Não sei quanto a você, mas estou faminto.
Quando se dirigiram à porta, Edward notou que ela enxugou uma lágrima que lhe escorrera pelo rosto. Sentiu uma onda de remorso ao se dar conta de que provavelmente havia feito um anjo chorar.
Respondendo as Reviews
Kah Reche: Culpada!hahahaha Bom, infelizmente eu nem tenho mais cara de pedir desculpas a todo mundo pela demora dos capítulos. Acho que quando do escrevendo nunca acho que ta bom o suficiente. Mesmo essa história sendo baseada em outra maravilhosa, sempre falta alguma coisa. E como quase nunca tenho tempo pra postar, ai é que ela atrasa mesmo. Mas pretendo terminá-la ainda em janeiro. xD E começar a postar outra antes do carnaval! E eu fico imensamente feliz dessa fic ser uma das suas favoritas. *-* Feliz mesmo. São pessoas como você que me animam a continuar postando!
Angel Cullen McFellou: Oun.... Tadinha da Bella. Tudo bem que ela é um perigo sob duas pernas e vestida de azul mas.... ela consegue ser uma gracinha quando quer. E convenhamos.... QUEM resistiria a Edward Cullen? *-* (Baba)
Cheque: \o/ Então estamos ai de volta a espero que você goste desse novo capítulo.
Isa Stream: Hahahaha dessa vez eu até que postei rápido né? Ahhh o desejo do Edward ainda vai demorar um pouco. Acho que só no próximo capítulo. Acho vai aparecer um pouco de drama. Bella vai se dar conta do que está perdendo por não ser humana como Edward. Espero que você goste desse capítulo. xD Bjooo
LarissaSpunk: Imã de perigo é pouco pra ela. Bella é um verdadeiro palco e atrativo pra desgraças. TUDO acontece com ela. Kkkkkkkkkkkkk
Pekena: hahahaha que bom que você ta gostando e achando engraçada. =D Bella é um desastre deixando tudo engraçado com essa falta de jeito pra tudo.
Lady Sanctorum: Olha ae o próximo *-* Espero que você goste desse tanto quanto dos outros.
Dudinha: Acho que nem se ele tivesse ouvido o que ela teria a dizer as coisas teriam dado certo. E até aquele momento Edward ainda não pensava na Bella desse jeito. Há uma atração física enorme mas ele acha que é só isso. Depois do que a VacaTanya fez com ele, ele não acredita mais. E a Bella ainda é um anjo. Ela não pode (nem deve) se envolver com ele.
Infelizmente não pude responder as outras e peço mil desculpas por isso. :( Tentei responder direto pelo fanfiction mas não deu muito certo. Bom... até a próxima então. xD E façam uma autora feliz. hauhauhauahuahua
Ahhh e feliz 2010 pra todos!
