Nota da Ficwriter: Oi! Antes de tudo, quero desejar um Natal cheio de luz para todos! E, como prometi, aqui está o terceiro e último capítulo da fic, mesmo a tempo! Para dizer a verdade eu tinha pensado em acabar a fic de forma muito diferente, com a partida definitiva do Draco...Mas, como todos os leitores me pediram para o deixarao lado da Ginny mais tempoe como é Natal, decidi mudar o desfecho...Fartei-me de pensar nalguma maeira de satisfazer as duas partes e o resultado é este...E peço desculpa, não ficou assim nada de especial, mas o tempo e a imaginação já se estavam mesmo a esgotar...Talvez ainda refaça o final, se tiverem sugestões, digam! Quanto à música, estava indecisa entre duas que se adequavam a duas partes do capítulo, por isso decidi pôr mesmo as duas, que são: I Don't Want To Miss A Thing, uma fabulosa canção dos Aerosmith e When You Believe, uma música linda da Mariah Carey. Espero que gostem do capítulo e deixem a vossa opinião! Um neijinho muito brilhante e boas entradas em 2007!
Noite Divina
Algumas horas mais tarde, Ginny encontrava-se adormecida nos braços do seu Draco, que não parava de a observar, de a acariciar e de a beijar por um único instante. Estava tão feliz por estar ali ao lado dela, a inspirar o aroma adocicado da sua pele, a afagar os seus cabelos tão suaves e a sua pele tão delicada, a sentir o pulsar do coração dela junto ao seu! Era tão linda, tão perfeita, a sua Ginny!
I could stay awake just to hear you breathing
(Eu poderia ficar acordado apenas para te ouvir respirar)
Watch you smile while you are sleeping
(Observar-te a sorrires enquanto dormes)
While you're far away dreaming
(Enquanto estás longe, em sonhos)
I could spend my life in this sweet surrender
(Eu poderia passer toda a minha vida nesta doce entrega)
I could stay lost in this moment forever
(Poderia perder-me neste momento para sempre)
Every moment spent with you is a moment I treasure
(Cada momento passado contigo é um momento de ouro)
Ele riu então ao pensar em como o destino era irónico: se alguma vez, há alguns anos atrás, alguém lhe dissesse que ele iria sentir alguma coisa por um membro do clã Weasley, ele das duas uma: ou estrangulava essa pessoa ou então mandava-a internar directamente na unidade de problemas mentais de S. Mungo…Nem sabia dizer o que tanto o tinha atraído na ruiva, só sabia que, a dado momento, se tinha apercebido de que ficava sem ar nem palavras quando a via passar, que não havia segundo em que ela não invadisse o seu pensamento, que não podia mais viver sem ela… E, passadas as fases do choque, da negação e do desespero, ele finalmente se rendera ao que sentia e à caçula Weasley. Claro que todos tinham aceitado mal a relação dos dois, o que era perfeitamente compreensível: afinal, como é que um poderoso, arrogante e frio Malfoy poderia sentir outra coisa senão ódio, asco ou desprezo por uma Weasley pobre, despretensiosa e doce? A resposta era simples: pela acção do amor, a força mais poderosa de todo o Universo.
Laying close to you feeling your heart beating
(Deitado junto a ti e sentindo o bater do teu coração)
And I'm wondering what you're dreaming
(Eu imagino com o que estás a sonhar)
Wondering if it's me you're seeing
(Imaginando se sou eu que estás a ver)
Then I kiss your eyes
(Então eu beijo os teus olhos)
And thank God we're together
(E agradeço a Deus por estarmos juntos)
I just wanna stay with you in this moment forever
(Eu só quero estar contigo neste momento para sempre)
Forever and ever
(Para sempre, para todo o sempre)
Nesse momento, ele sentiu-a mexer-se levemente e esboçar um sorriso, ainda adormecida. "Deve estar a sonhar!", pensou ele, beijando-lhe os olhos fechados, "O que será que ela está a sonhar? Será que está a sonhar comigo?".
Nesse momento, algo fez Draco sentir um aperto no coração: um primeiro tímido raio de Sol tinha-se infiltrado pela janela. Ele suspirou tristemente, ia-lhe custar tanto agora deixar a sua amada e o seu pequenino…Começou a pensar freneticamente nalguma maneira de conseguir ficar ali, com aqueles seres que tanto amava, para sempre…Após um longo esforço mental desistiu, reconhecendo que não podia fazer nada para evitar a sua partida, afinal, era uma situação que o ultrapassava…Devagar e tentando não fazer barulho, levantou-se da cama e dirigiu-se em pés de lã até ao quarto do pequeno Billy, que também dormia. Deu-lhe um terno beijo de despedida com sabor a sal e depois de passar longos minutos a observá-lo, sem conter as lágrimas, tão raras nele, fechou a porta do quarto e voltou ao aposento de Ginny. Subiu de novo para a cama, silenciosamente, fez-lhe uma festa demorada na face e depositou-lhe um beijo leve e meigo nos lábios rosados. Por um momento, ficou em dúvida se devia acordá-la ou não, mas decidiu-se pela segunda hipótese, achando que assim, sem despedidas, o sofrimento dela ia ser muito menor.
- Amo-te, minha Ginny. - segredou-lhe ao ouvido. Depois, sentiu um leve formigueiro por todo o corpo e foi ficando cada vez mais leve, mais leve, mais imaterial… - Adeus, meu amor…
Don't wanna close my eyes
(Não quero fechar os olhos)
Don't wanna fall asleep
(Não quero adormecer)
'Cause I'd miss you baby
(orque eu perder-te-ia, querida(o))
And I don't wanna miss a thing
(E eu não quero perder nenhum pormenor)
'Cause even when I dream of you
(Porque mesmo quando sonho contigo)
The sweetest dream would never do
(O sonho mais doce nunca iria ser suficiente)
I'd still miss you baby
(Eu perder-te-ia, querida(o))
And I don't want to miss a thing
(E eu não quero perder nenhum pormenor)
Ginny acordou nesse preciso momento, ao sentir uma breve brisa passar por ela. Durante alguns momentos, ainda meio adormecida, não achou estranho estar ali sozinha, mas de repente lembrou-se do que se tinha passado: "Oh não, não acredito que adormeci! Oh, meu Merlin, ele já se deve ter ido embora!". Desesperada, revolveu os lençóis e olhou para todos os recantos do quarto, tentando encontrá-lo.
- Draco! Draco! – chamou, com voz trémula. Não obtendo resposta, deixou-se cair na cama, angustiadíssima. "Ele foi-se embora….Foi se embora sem se despedir de mim…Oh!". Ocorreu-lhe então um pensamento ainda pior: não teria sido tudo um sonho? Um maravilhoso sonho extremamente realista tal como tantos outros que ela antes tivera? Levou as mãos à cara, sem saber o que pensar. Mas, quando sentiu algo frio e metálico roçar pela sua bochecha, todas as suas dúvidas se dissiparam, vendo a prova mais fidedigna de que tudo tinha mesmo acontecido: a aliança prateada que ele lhe dera! Ela sorriu ao tocar no anel: então tinha sido real, o seu Draco tinha mesmo estado ali, com ela, a passar aquela noite maravilhosa!
- Draco… - chamou uma vez mais, mas, como das outra tentativas , não obteve resposta. Suspirou e dirigiu-se até à janela do quarto. "Ele partiu, mais uma vez. E eu, fiquei aqui sozinha, novamente. Para sempre…". Uma lágrima solitária deslizou pela sua face. Porém, ela sorriu e sentiu-se confortada ao lembrar-se do que ele lhe tinha dito: ele estava e estaria sempre ali com ela, em todos os momentos, até ao fim dos tempos. E, o mais importante: mesmo depois de tantos anos, de tanto sofrimento, mesmo depois da própria morte ele continuava a amá-la, como sempre, para sempre.
- Mamã, mamã! – uma voz infantil acordou então Ginny dos seus pensamentos. – Já é de manhã! É dia de Natal!
A ruiva virou-se e viu o seu anjinho louro correr para ela com os olhos a brilhar. Ela abriu os abraços e apanhou-o num abraço carinhoso.
- Bom dia Sr. Malfoy! Dormiu bem? – perguntou ela, dando-lhe um beijinho à esquimó (esfregando o seu nariz no dele ;) ).
- Doimi! E sabes, mamã, sonhei com o papá!
- Ah! Sonhaste com o papá! Eu também...–Sorriu a mãe. Afinal, aquela noite tinha sido mesmo de sonho...– Então e como foi o sonho?
- Foi muito bom! Sonhei que ele 'tava ao pé de mim enquanto eu 'tava a "doimie"! E ele tava a dar-me beixinhos e a dixer que gotava muito de mim! – contou o rapazinho, com um brilho de felicidade no olhar.
- Ah foi? – perguntou Ginny, comovida. – Quem sabe se o Papá não foi mesmo durante a noite ter contigo?
- Mas tu dixeste que ele não voltava…
- Pois disse…Mas entretanto eu percebi que na Noite de Natal tudo pode acontecer…Até as coisas mais impossíveis e extraordinárias! - afirmou a ruiva, com o olhar perdido no espaço. Depois deu um beijo ruidoso na bochecha fofinha do filho.
- Mamã, posso ir andar de vassoua? Deixa-me ir, vá lá!
- Oh Billy, ainda é tão cedo, tu ainda não estás vestido…
- Mas eu "visto" num 'stante! Vá lá, mamã, é dia de Natal! Eu pometo que hoje como couves! – pediu o pequeno Billy, fazendo um beicinho irresistível, igualzinho ao de Draco.
- Hahaha! Ai, está bem, está bem! Como é que eu posso dizer que não à coisinha mais chantagista e preciosa do Universo? Vá, então anda lá vestir-te!
E os dois, de mão dada, dirigiram-se alegremente para o quarto do rapazinho.
- A que é que vamos bincar? – perguntou uma rapariguinha de cabelos ruivos-acastanhados ondulados, com ar de sabe-tudo.
- Ao Harry Potter! Eu sou o Harry! – alvitrou um rapaz um pouco mais velho, cujos cabelos eram matizados de ruivo e platinado - o filho de Bill e Fleur.
- Não! Vamos pregar partidas aos adultos! – propôs um miúdo de cabelos ruivos espetados e muito sardento, obviamente o rebento de Fred.
- Sim! Ou então vamos caçar gnomos e transformá-los em anjinhos como o pai me ensinou! – sugeriu um miudinha com o mesmo ar maroto do primo– a filha de George.
- Não, não, não! – exclamou de repente o pequeno Billy, o único que destoava no meio dos primos pelos seus cabelos louros. – Vamos bincai ao "Rei Manda"! Eu sou o rei!
- Ah, isso não, tu és "sempe" o lei! Não tem "gaça"! – objectou a primeira rapariguinha, que era descendente de Ron e Hermione.
- Eu sou o rei poique sou um Malfoy! Vocês são todos uns "Weasals" "infiores"! – argumentou o filho de Ginny, com ar superior.
- Hahahah! Há coisas que nunca mudam! – exclamou então Hermione, que estava sentada ao lado de Ginny a ver as crianças brincar no jardim da "Toca". A família tinha-se reunido outra vez para passar o Dia de Natal.
- Claro! Os Malfoys e os Weasleys são de extremos: ou se odeiam ou se adoram! – riu a ruiva, enquanto as crianças continuavam a discutir. Entretanto Fred e George, que estavam a sair de casa nesse momento, viram a confusão e decidiram intervir.
- Ei, criançada, que acham de irmos jogar à caça ao tesouro?
- Sim!
- Boa ideia!
- Mas eu quelia sei o rei! – guinchou o lourinho.
- E vais ser Billy! Não ainda vais ser mais, vais ser o…o Líder Honorário dos Caçadores de Tesouros! - declarou Fred num tom pomposo - Está bom para si, majestade?
- Uau! "Lídei Honário dosCaçadoies de Tesouos"! – exclamou o rapazinho, sentindo-se muito importante. – Então sim, vamos!
E o bando de crianças seguiu em alvoroço os gémeos até ao outro lado do jardim.
- São tão engraçados! – riu Hermione. Ginny não lhe respondeu, apenas sorriu com um ar ausente. – E o que é que tu tens hoje Ginny?
- Eu…? Nada!
- Hmmm…Não me enganas! O teu corpo está aqui mas a tua cabeça está perdida por aí algures! E além disso estás com um arzinho que eu já não te via há muito tempo…
- Qual arzinho?
- Um ar feliz, apaixonado…sei lá!
- Oh, impressão tua! – exclamou a ruiva, sentindo-se corar. Embaraçada, pois não podia contar o que tinha acontecido naquela noite (porque além de Draco lhe ter pedido, se ela o contasse iriam achar que ela tinha pirado de vez), começou a rodar a aliança de prata no dedo.
- Ohhh! Que linda! – exclamou Hermione, pegando-lhe na mão e observando atentamente o anel. – Por isso é que tu estavas tão contente! Então tu tens um noivo e não disseste nada a ninguém!
- Claro que não, que parvoíce! – a cara de Ginny estava agora quase tão vermelha como o cabelo.
- Então porque é que estás a usar uma aliança de comprometida? – perguntou a outra, desconfiada. – Deixa-me lá vê-la!
E Hermione pegou na aliança e virou-a de lado para ver o que estava inscrito na parte de dentro:
- D…Draco Malfoy? Mas…
- Sim; fui eu que a comprei para mim própria, para…para mostrar que ainda o amo! – apressou-se a inventar a ruiva.
- Mas Ginny…Eu acho que tu devias tentar refazer a tua vida! Eu sei que deve ser bastante difícil, mas tu tens que seguir com a tua vida, não podes ficar para sempre presa ao passado! Porque tu sabes que o Billy precisa de um pai e o Draco…
- …Está morto e não vai voltar. – interrompeu Ginny, com impaciência. Era a milésima vez que Hermione vinha com aquele discurso que tanto a irritava. – Hermione, não te preocupes, eu sou perfeitamente capaz de educar o meu filho sozinha e, além disso, não sinto necessidade de ter outro companheiro. Será que não percebes? O Draco foi, é e será sempre o grande amor da minha vida! E isto pode parecer a ideia mais estúpida e doida que já ouviste mas eu tenho a certeza de que ele está aqui, comigo, todos os minutos, todas as horas, todos os dias!
A ruiva calou-se então, cansada de ter falado tanto e tão rapidamente. Hermione ficou a observá-la, surpreendida.
- Desculpa, Ginny, eu não quis…- tentou desculpar-se.
- Não há problema! Foi só um desabafo! Eu sei que a tua intenção era boa e agradeço muito. – Ginny, pôs-lhe a mão por cima dos ombros, sorrindo. Entretanto, Billy apareceu vindo do outro lado do jardim, com um ar muito feliz.
- Mamã! Fui "pomolvido" a..ai, deixa vei seu eu me lembo… "sumo impiador dos buscadoies de tesouos"!
- A sério, querido! Que bom, ficou muito orgulhosa de ti! – sorriu Ginny, abraçando o filhote. E, nesse momento, ela sentiu que era a pessoa mais feliz do Mundo: tinha o Billy, o seu "tesouro" tão adorado e agora sabia que, dalguma maneira, o seu grande amor estaria sempre com ela.
Nessa noite, quando foi para se deitar, Ginny não acendeu a luz ao entrar no quarto, com algumas réstias de esperança de que a cena do dia anterior de pudesse repetir. Esperou alguns minutos, no escuro, mas nada aconteceu. Com um suspiro melancólico, dirigiu-se para a cama, ainda às escuras, "Que parvoíce! Não é Natal todos os dias…". Deixou-se cair na cama, e abraçou a almofada em que ele se tinha deitado na noite anterior, tentando sentir ainda o seu perfume Uma lágrima molhou a superfície mole da almofada. Embora se sentisse muito mais confortada e feliz com a certeza de que ele estava a vê-la, naquele momento, a visita dele ainda tinha aguçado mais as saudades dos seus beijos, das suas carícias…
Subitamente, as luzes do quarto acenderam-se sozinhas .Ginny ergueu-se na cama, surpresa. E, quando olhou para o lado, balbuciou um ah! de espanto.
- Pensavas mesmo que eu te ia deixar outra vez?
A rapariga abriu a boca e fechou-a sem saber o que dizer, porque a seu lado, sentado sobre a colcha da cama estava nada mais nada mais nada menos do que…
- Draco! Mas…mas como…?
- Os impossíveis tornam-se possíveis… - aproximou-se mais dela e segredou-lhe ao ouvido. – Quando se ama e se acredita!
E um beijo apaixonado calou qualquer pergunta de Ginny. E, o que se passou depois deixo a cargo da vossa imaginação...!
When You Believe
Many nights we prayed, with no proof anyone could hear
(Muitas noites nós rezamos sem provas de que alguém poderia ouvir)
In our hearts a hopeful song, we barely understood
(Nos nossos corações mal podiamos ouvir uma canção de esperança)
Now we are not afraid, although we know there's much to fear
(Mas agora não temos medo embora saibamos que há muito a temer)
We were moving mountains long, before we knew we could
(Nós já há muito que movíamos montanhas, antes de saber que o podíamos fazer).
Refrão
There can be miracles, when you believe
(Os milagres podem acontecer, quando tu acreditas)
Though hope is frail, It's hard to kill
(Embora a esperança seja frágil, é difícil de matar)
Who knows what miracles, you can achieve
(Quem sabe quais milagres poderias realizar)
When you believe, somehow you will
(Quando acreditas, de qualquer maneira conseguirás)
You will when you believe
(Conseguirás realizarquando acreditares)
In this time of fear, when prayer so often proves in vain
(Neste tempo de temor, quando se prova tão frequentemente que as orações são em vão)
Hope seems like the summer birds, too swiftly flown away
(A esperança parece-se aves de verão, que rapidamente voam para longe)
Yet now I'm standing here, my heart so full I can't explain
(E agora que estou aqui, o meu coração está tão cheio que nem consigo explicar)
Seeking faith and speaking words, I'd never thought I'd say
(Em busca de fé e dizendo palavras que eu nunca pensei que diria)
Refrão
They don't always happen when you ask
(Os milagres não acontecem sempre que se pede)
And it's easy to give into your fear
(E é fácil perdermo-nos no nosso medo)
But when you're blinded by your pain
(Mas quando estamos cegos pela dor)
Can't see you way clear through the rain
(Não conseguimos ver bem por entre a chuva)
A small but still resilient voice
(Mas uma resistente voz)
Says help is very near
(Diz que a ajuda está muito perto)
P.S - Então, que acharam? Consegui agradar-vos? Deixem uma review a contar o que acharam! Já agora, se gostaram da fic, visitem também a minha outra, "Entre a Luz e as Sombras", ainda em desenvolvimento, que também é DG (claro!) mas que conta também com outros casais: Snape/Personagem Nova(Uma professora)e Remus/personagem nova(uma aluna) e ainda Sirius e...outra personagem, não posso aindarevelar qual! Óptimo Natal gente!!!!!!!!!!!!!
Agraadecimentos: Um beijinho muito grande e um obrigada ainda maiora todos os que comentaram: Mione G. Potter RJ, Marta Santos Weasley Malfoy, Rafinha M. Potter (que são as responsáveis por este final:)), e às minhas grandes amigas Aura e Ly, muito obrigada pela atenção e pelo carinho que deram a estes devaneios de ficwriter !Adoro-vos a todos! Até à próxima fic!
