Visitantes importunos
N/A: PRIMEIRA FIC DE PJ&OO, ARG odeio primeiras fics bjs. Maaaaaaas, se vocês me deixassem uma review eu seria uma mortal mais feliz :'D Ah, só pra avisar, to sem beta, então desculpe os erros.
Summary: Quando Percy acha que finalmente vai poder ter uma tranquila e QUASE normal noite de sono, ele recebe algumas visitinhas inesperadas.
Disclaimer: Tudo do Rick Riordan.
Capítulo 4 - Encontro com meu primo preferido e sua amante
Em uma das pontas do banco, vestindo suas roupas de motoqueiro e fazendo o banco praticamente inclinar, fazendo com que parecesse uma gangorra e eu estivesse na parte mais alta, lá estava ele, Ares, o pai de Clarisse.
- Ora, ora, ora. Percy Jackson, como vai priminho?
- Ares? Ah, não, esse é meu sonho, não quero sonhar com você! - acho que pensei em voz alta demais.
- Não seja idiota, Jackson. Como se você quisesse ter sonhado com Cronos todas as vezes que sonhou.
- Quer dizer que não posso nem decidir com o que sonhar? Ótimo. - parece que eu ficava mais abusado nos sonhos.
- Não brinque comigo, garoto. Não tenho nada para falar com você. Mas sei de alguém que tem. - ele apontou para uma imensa limonise branca que cintilava bem a nossa frente. Limosine que eu tenho certeza, não estava ali a um segundo atrás. - Anda logo, pra dentro da limosine.
De repente entendi tudo. Afrodite. Entrei dentro da parte da trás da limosine branca cintilante. Era muito maior por dentro do que parecia ser por fora. E lá estava ela, a mais linda que todas as estrelas de cinema do mundo, sentada bem ao meu lado, segurando seu pesado espelho cor de bronze.
- Oh, Percy!
Ela parecia contente em me ver, o que não é coisa que os deuses ficam com frequência. Mas bem, ela era Afrodite, deusa do amor. Não se pode confiar no amor. Nunca. E quando ela abriu aquele sorriso enorme e branco (que se eu visse em uma mortal, com certeza diria que era clareamento a lazer), eu simplesmente me esqueci disso. Eu fiquei mole e acho que quase explodi de tanta alegria de estar ao lado dela, eu me senti... Bem, me senti como uma gelatina azul.
- Aqui, meu querido, segure o espelho para mim.
Ela me deu o espelho e eu simplesmente estendi minhas mãos segurando-o bem em frente do rosto dela, impedindo a mim mesmo de ver sua beleza fora dos padrões humanos. Eu acho que me senti mais triste quando parei de olhar para ela, mais sabia que isso era um bom sinal.
- Percy, querido, você sabe porque estou aqui, não sabe? - acho que na verdade pensei "No meu sonho? Ah, não, não sei, aliás, todos vocês, deuses, poderiam simplesmente parar de me incomodar agora, que tal?" mas tudo o que consegui dizer foi: - Nah...
- Oh, Percy, você é tão fofo. Bem, vamos direto ao ponto: O que você sabe sobre o caminho das forjas de meu amado marido, Hefesto?
Tive vontade de contestar "AMADO marido?", mas as palavras simplesmente não saíram da minha boca. E por que ela queria saber o caminho para as forjas de Hefesto? Bem, pelo que eu saiba, não tem nada que interesse a ela lá em baixo. A não ser... Eu sabia que Hefesto transmitia os flagras de Afrodite e Ares ao vivo para o Olimpo até hoje, então tudo o que pude pensar quando ela me perguntou sobre o caminho das forjas, bem não sei ao certo o que pensei, mas sei que cheguei a conclusão de que não podia dizer nada a Afrodite.
- Percy?
- Eu.. Eu... Não sei.
- Não sabe? Percy, você esteve lá, não esteve? Poderia me dizer como chegar até lá, bem, como um favor.
- Mas... Não tem nada lá.
- Ora, Herói, como ousa dizer o que é e o que não é de meu interesse? Me diga o caminho para as forjas. Agora.
O olhar de Afrodite de repente se desviou do espelho para os meus olhos, fazendo com que tudo queimasse dentro de mim. A voz dela não era mais a mesma, agora cara palavra que ela dizia cortava meus ouvidos. Tudo o que pude fazer foi fechar os olhos e ouvir um grito de raiva.
